SOBRE MIM


Leonina de 34 anos bem vividos. Nasci em Salvador, mas amo Teresina. Cidade onde moro e quero viver os meus dias bem felizes. Uma mistura de Pollyana com Peter Pan. Vivo em "Busca da Terra do Nunca" achando que tudo acontece para o meu bem. Faço aqui minha catarse e minha terapia. Tenho me refeito a cada dia com minhas próprias reflexões. Sou uma criatura alegre e feliz. Meu maior sonho: SER MÃE!




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Eu vi quando você me viu...

 

POIS É, EU REPAREI...

 

Eu vi eu vi eu vi eu vi eu vi eu vi eu vi eu vi eu vi eu vi eu vi eu vi eu vi eu vi eu vi.

Ontem, eu estive a 50 metros dele. Ele, o meu paquera de um ano atrás. O avistei de longe. Reconheci o caminhado. Tirei metade do suor do rosto, ajeitei a camiseta, apressei o passo. Nos cruzaríamos em, no máximo, três minutos. Taquicardia. Ensaiei aquele sorriso rápido e... pimba! Sorri. Ele retribuiu. Não se disse uma palavra. Pela primeira vez, o vi acompanhado. Uns cinco amigos. Só reconheci um. Mas, confesso que me animei. Ele conhece gente que eu conheço. Segui em frente. Sabia que nos cruzaríamos de novo. O coração ganha alma nova, como diz o Baleiro. Nas duas outras vezes em que meu olhar cruzou com o dele, posso até estar enganada, mas percebi aquela rufada de cumplicidade. Depois, estive menos de dois metros dele. Podia sentir a respiração ofegante. Fiquei tão envergonhada que saí de perto. Sentei pra observar de longe. Por dez minutos, guardando uma certa distância, fiquei olhando pra ele. Curiosa, fiquei decorando sua geografia, com canta Kleiton e Kleidir.

Pois é, gente. Vocês devem imaginar assim: “essa moça é muito doida”. O Fabinho é que admite ser VOLÚVEL, SOLÚVEL E VOLÁTIL. Será que eu sou? Sou não, gente. Só quero motivo para afagar a alma. E essa historinha tem cumprido esse papel.

Tenho mania, desde adolescente de copiar frases, poemas, letras de música em cadernos, agendas, enfim. Pois, já iniciado o encaixotamento das coisas aqui, me surpreendi com uma poesia perdida entre meus alfarrábios, que parece a sopa no mel para o post de hoje:

 

“Não digas nada.

Não, nem a verdade.

Há tanta suavidade

Em nada dizer

E tudo se entender

Tudo metade

De sentir e de ver

Não digas nada

Deixa esquecer.

 

Talvez amanhã

Em outra paisagem

Dias que foi vã

Toda essa viagem

Até onde quis

Se quem agrada...

Mas ali fui feliz.

Não digas nada.”

FERNANDO PESSOA



Escrito por Anucha às 23h43

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Se são *DEUSIDÊNCIAS, eu as aceito!

 

Eu e Donaella: feliz encontro no Boemia!

 

Qual a probabilidade de você conhecer alguém na adolescência, de essa pessoa estar sempre a sua volta, participar de alguma maneira da sua vida, ter mais ou menos os mesmos amigos, gostar mais ou menos das mesmas coisas, pensar mais ou menos igual, sentir por você parecido com o que você sente por ele, sua vida acontecer sem ele por perto, a dele acontecer sem você por perto... e, um dia, o mundo dá voltas e você encontra essa pessoa numa esquina da vida e sente que o que você sentia está preservado, sente que o que ele sentia continua sentindo e é sincero, pensa que a vida deve estar dando um recado para ter colocado um à frente do outro de novo, imagina como seria a sua vida com ele e a vida dele com você... mas, voltando à pergunta... que chances isso tem de dar certo muito tempo depois?

Olha, resolvi que não vou queimar meus neurônios achando respostas pra um questionamento assim tão complexo. Melhor é viver, né? E quem viver, verá. Já tinha dado ctrl + alt + del. Mas a vida vai ter que me acenar de novo e me mostrar que, sim, é possível. Se for. Porque eu, juro, não vou dar um prego numa barra de sabão...

Tenho aprendido a aguardar o tempo dar o recado dele. Ser paciente nunca foi meu forte. Mas até isso tenho sabido ser. Coisa de quem aprende com a dor. E a Lela me disse uma coisa que vem bem a calhar... "Só quem soube da sombra pode saber da luz..."

Para brindar a vinda da Donaella aqui. Deixo um poeminha que ela deixou no comentário de um post anterior. E sabe que ela nem sabe, mas me deu um empurrão danado pra simplesmente deixar acontecer...

 

“Um ser mutante
em contínua viagem
pelas avenidas do tempo,
no roteiro das descobertas,
buscando, em cada agora,
as respostas que sinalizem
para o que vim e para onde irei.”

Lêda Mello

 

BREVE RESUMO DA VIDA: Sexta, festa Cojoba e Ney: tudibom. Eu e Cacha dançamos a festa inteira. Tony Lobão com a gente um tempão. Marcadísima uma saída pra quarta próxima. Tomara que aconteça. Sábado, meninas da produção da TV Cidade Verde vieram almoçar aqui em casa. Galinhazinha da Maria deliciosa. Fiquei feliz demais em ter minhas coleguinhas aqui. Pense! De noite, eu e Lícia passamos no Boemia, encontramos Aline e cia ltda e fomos pro Churú. Melhor impossível! Tava com saudade de show de rock. Domingo, depois da TV, caranga no Toinho com a Lícia, retomada de altos papos das “Armações Ilimitadas”. De tarde, a Dani veio e foi legal demais. Agora, vou dormir. Porque num só de ferro não, minha gente!

 

*DEUSIDÊNCIAS: Aprendi essa expressão hoje com a Dani, a Donaella, que veio me visitar aqui no apê. Vixe! Ficamos de converse por mais de duas horas. Nem vimos o tempo passar de tão bom que foi destrinchar a alma de “ambas as duas”. E ela me disse que DEUSIDÊNCIAS são as coisas que acontecem na vida da gente, que na verdade são vontades de Deus, recados Dele pra gente.



Escrito por Anucha às 21h04

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Paixão vapt-vupt

 

Colocando a minha alegria, sempre!

 

Eu me apaixonei e me desapaixonei em menos de quatro horas. Conheci uma pessoa. Bati altos papos com ele pelo msn. Entendi que ele era tudo o que eu queria conhecer, encontrar, estar junto. Um balde de água fria e pluft... tudo por água abaixo. Ele é comprometido. Muito comprometido, aliás. Não é o paquera que eu mencionei no post anterior. Graças a Deus. Cartucho preservado. É uma pessoa que valeria a pena se não estivesse, como diz o meu amigo Fábio Polar, “cheio de problemas”. E como de problemas eu to correndo a léguas de distância. Fica só a sensação boa de estar enamorada. Nem que tenha sido por míseras quatro horas. Sabe aquela sensação de “borboleta no estômago”, nenhuma vontade de comer e ainda uma ansiedadezinha bacana de voltar a se falar? Pois é. Mas... Melhor ficar só amigo mesmo. Uma dor de cabeça a menos.

Semana de pós-graduação é osso, viu? E ainda por cima gripada, pense aí... Tossindo muito, copo mole, nariz escorrendo, motivação pra nada. Mas até que a aula tá sendo divertida. Eu e Nadja, a chefamiga, fizemos dupla num trabalho e matamos a pau hoje. Gravamos e editamos uma matéria feita numa câmera digital lá mesmo na Ufpi. Vibramos juntas com o feito. Eita! Próxima semana, ela viaja pras Orópa e eu assumo o Notícia da Manhã. Frio na barriga pela responsa. Sugerir pauta e entrevistado, redigir o programa, editar e ainda apresentar. Acaba não, mundão. Estiiiiiiiiiiiiiica!

Hoje, tem um festão pra ir. 40 anos do Ney e do Cojoba. Vou com a Cacha. E nós vamos nos divertir é muito, sabia? Mostro as fotos e conto depois, tá? Vou dormir. Cansada demais, porque depois do dia todo, trabalho e aula, ainda dei uma passada no Cabaré do Marquim. Só minha turma toda lá. Ficou difícil ter que dizer tchau e vir pra casa.

 

“FAZE O BEM E SOBRE A TERRA HABITARÁS COM SEGURANÇA.

COLOCA NO SENHOR TUA ALEGRIA E ELE LHE DARÁ O QUE PEDIR TEU CORAÇÃO”.

(Salmo 36)

Aprendi esse salmo com o César Filho. E prometi pra mim mesma que pretendo introjetá-lo no meu coração, na minha alma. Por que duvido das coisas boas que Deus está preparando pra mim? O Ney Matogrosso é que ta certo: “mais louco é quem me diz que não é feliz. Eu sou feliz!”



Escrito por Anucha às 01h57

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A vida é um livro de esquecimento...

Ana Carolina

 

"Eu vou de escada pra elevar a dor..."

 

Eu tenho um paquera, que eu não sei o nome, nem onde mora, nem em que trabalha, nem quem são seus amigos, nem pra onde gosta de sair. Eu só sei onde ele está, quase sempre, das 6h30 às 7h30 da tarde. Mas isso eu não vou contar, né? Do jeito que esse artigo é de luxo e raro... melhor guardar segredo. Umas duas ou três pessoas sabem dele. Muita gente já. E olha que essa história já rola há um ano, viu? Paquera pura e simples. Daquelas de adolescente mesmo. Uma olhada rápida e baixa a cabeça. Um suspiro quando passo por ele. Um olhar sério de lá para cá, que me faz tremer nas bases. Eu adoro o tipo dele. Meu tipo de cara interessante. Pronto. Já escolhi. Ele é o futuro pai dos meus filhos. Só que ele precisa saber da minha existência... hehe

Mentira. Ele sabe. Nas, xovê... uma dúzia de vezes que nos cruzamos, eu deixava o meu olhar cruzar com o dele. Ele está sempre só, diga-se de passagem. E não tem anelzinho dourado nenhum na mão esquerda. Nunca trocamos uma palavra. Outra mentira. Há quinze dias, depois de mais de seis meses, eu encontrei com ele. E, no meu espanto e alegria, sabe quando a gente tá há um tempão sem ver alguém que a gente quer bem? Eu, simplesmente, elevei as sombrancelhas, abri o meu melhor sorriso e disse um tímido: “OI!”. Ele, surpreso (isso nunca havia acontecido!), bateu com a cabeça com um meio sorriso. “Meu coração pulou, você chegou e me deixou assim, com os pés fora do chão...” Essa música é cara da Corrinha (minha mãe, que, pra quem não sabe ainda, mora no andar de cima!).

 

“Eu vi quando você me viu

Seus olhos pousaram nos meus

Num arrepio sutil...

 

Foi só por um segundo

Todo o tempo do mundo

E o mundo todo se perdeu...

 

Você me tirou todo o ar

Pra que eu pudesse respirar

Eu sei que ninguém percebeu

Foi só você e eu...”

(Cigano – Cláudio Lins na voz de Maria Rita)

 

Tô tentando mudar uns lances na minha vida. Buscar mais qualidade de vida, de tempo e de espaço. Daqui até o final do ano, eu me acerto. Tenho fé que, com alguma disciplina e toda a vontade de melhorar a cada dia, começarei o ano que vem com uma rotina mais equilibrada, a mente menos cansada e o corpo mais disposto. Como disse a Lela ontem no msn: “tenho sentido que a qualquer hora ou ter um piripaque; num quero isso não”.

Li um comentário no blog da Jen http://www.thecosmopolitangirl.blogspot.com/ que me chamou a atenção. Muito bacana. Vesti a carapuça, sabe? Aí trouxe um excerto pra repartir com vocês. Beijo e meu carinho sempre.

 

“Uma particularidade que vejo em você é de não saber administrar bem o seu tempo. Ou tentar sempre ocupá-lo com coisas que você acha que é importante para a sua vida ou seu crescimento profissional. E a vida é muito mais simples do que você imagina. As melhores coisas da vida estão escondidas atrás das pequenas coisas, daquelas coisas mais simples que passam despercebidas quando olhamos apenas para as grandes coisas”.
E

 



Escrito por Anucha às 12h13

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Eu não sei dançar tão devagar...
(Marina Lima)

Ufa.. parei. Minha irmã tava reclamando indagorinha mesmo, enquanto a gente esperava a lavagem dos carros lá na Maranhão, que eu tenho que desligar a tomada um pouco. Vixe... nesse fim de semana não parei mesmo. Sexta, depois de um dia inteiro na ralação, fui com ela e o Xande pra inauguração do Boemia, bar do Rodrigo Melo. Tudibom! Encontrei o Dani, o Tomás, a Moema, a Aluska, Donato, Jana, Gual, Pepêta e a Daniela Donnaela. Legal demais encontrar essa moça linda! Que tem me cativado com seu carinho e sua sensibilidade nas linhas precisas do blog "Sou brisa de chão, água na planta e ação". Adorei ver e saber que ela e o Júnior B. tão super super bem. Disse a ela o que sempre pensei sobre ele: “Você tirou a sorte grande. Ele é o cara!” (ou alguma coisa assim, porque tomei todas as cervejas geladas e nem tanto que consigo me lembrar...)
Sábado, trabalhei até às 11h30. Fiz supermercado básico. Passada rápida em casa. Vapt-vupt... Churrasco pros jornalistas oferecido pelo Banco do Brasil. A gente espera esse evento o ano inteiro. É a oportunidade mais bacana de reencontrar todos aqueles colegas com os quais a gente já trabalhou, trabalha e, quem sabe, que venha trabalhar. Adoro isso. Dou beijo em todo mundo. Vou de mesa em mesa. Quase uma hostess. Metida toda. Mas é que acho bacana essa confraternização que o banco proporciona a gente. Ainda fui parar no palco cantando “Intransigência” com Dandinha e banda. É mole? Sankinha tava lá. Viu o "micão". Lícia foi, mas saiu logo.
Hoje, o trabalho começou às 8h. Missa do Natal da cidade. Depois, produção do Notícia da Manhã. Almoço com a Cacha no casarão. Lavei uma pilha de louça na pia. Lavar carro com a Cacha, Juju e Flávio. Deixar pen driver do Amaro. E, agora, na cama com lap top sob as pernas escrevendo o blog.
Amanheci com aquela vontade recorrente de ter alguém pra fazer cafuné. Lendo a Elisa Lucinda, viajei...

“Sempre quis um amor
que coubesse no que me disse.
Sempre quis uma meninice
entre menino e senhor
uma cachorrice
onde tanto pudesse a sem-vergonhice
do macho
quanto a sabedoria do sabedor.”

Mas, fucei meus alfarrábios e vi isso que a Clarice, do Identidade Perdida, escreveu. E me aquietei...

“Seria bom
se tudo passasse
ontem,
mas que seja
depois de amanhã,
desde que o quê
deva passar,
passe.
E que o espanto,
espante longe
o que não consegue
ser reavivado.”

É... é entregar, confiar, aceitar e agradecer. Ou suspirar com poesias que cortam a alma como essa da Caíla (Ana Carolina Biavati):

“No fundo das coisas e dos dias, estou.
Em mim, me encontro e sou.”

Talvez, eu precise mesmo é dar uma parada. Reorganizar minha vida, meu tempo, minhas condutas. Tempo é prioridade, não é? Pois, prioritariamente, vou me dedicar a mim. Meu trabalho é importante, mas não é minha vida. Minha família é importante, mas não é minha vida. Meus amigos são importantes, mas não são a minha vida. Minha vida são meus desejos, meus projetos, minha saúde, minha paz, minha alegria (não, meu cansaço...).
Então, lembrei de um troço que a Sayô mandou pra mim por e-mail. Um excerto de “Dança lenta” pra vocês:

“...Quando você corre tão depressa para chegar a algum lugar, você perde metade da satisfação de chegar lá.
Quando você se preocupa e se apressa em seu dia todo, é como se fosse um presente que não foi aberto...
Um presente jogado fora!
A vida não é uma corrida...
Leve-a mais devagar...
Ouça a música...
Antes que a canção ACABE!”

Aff... melhor eu me ler mais, viu? Ou prestar atenção no que acabei de ouvir no Fantástico. Segredo da longevidade por Dráuzio Varela: “Comer menos, praticar exercícios e não fumar.” Daqui, só faço uma direito: não fumo. Preciso tomar tento. Pra dizer em alto bom som, como José Celso disse nofinal da matéria do Dr. Dráuzio:
“Sendo, aqui agora, pronto pra vida”.

AVISO AOS NAVEGANTES:
Tem postagem de fotos novas no fotoblog. Passem lá:
www.anuchamelo.fotoblog.uol.com.br



Escrito por Anucha às 22h24

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Escrevendo antes, lendo depois

 

"Doar sem dó,receber..." (Luiza Possi) 

 

“A moça está em algum lugar

Com ela agora há uma mulher

Que escolhe andar por onde vão seus pés

Que escreve, antes de ler seu destino

Eu tenho que ir, amando...”

 

Ouvindo TUDO A VER, da Luiza Possi, depois de fazer uma faxinazinha rápida aqui em casa. Sei lá. Depois, pinta alguém e ta tudo de cabeça pra baixo. Aff... ainda bem que a Nêga chega domingo. Ordem e progresso, enfim. Não sei seguir a vida na desordem, no caos. Preciso disso pra pensar, apacentar, viver.

Ahhhhhhhhhhh... tô muito, muito feliz. Um monte de coisinha boa acontecendo. Papo legal com a “chefamiga” Nadja me deram a oportunidade de ajustar algumas engrenagens que não estavam indo bem. No meu desempenho profissional, sabe. Num tava rendendo como gostaria e como sei que posso render se eu estiver bem, equilibrada.

Na próxima semana tem pós de novo. Mas eu prometo pra mim que darei uma guinada nesse estresse que vai acabar me matando do coração. (Sabia que eu morro de medo de ter um piripaque no coração hora dessas???) Vou voltar a caminhar na Raul, faça chuva ou faça sol. Já voltei pra dieta (ai, ai, ai...). E a convivência estreita com a Cacha de novo tá me fazendo um bem danado. Irmã é troço bom, né? E quando a mana da gente é sensível, inteligente, carinhosa, brincalhona e conselheira... é ainda melhor!

Abrandei a saudade da Tia Jack esses dias. MSN é uma das melhores invenções da internet. Trocamos carinho, conselhos e ainda (quase) encomendei meu pen driver com mp3 pra Tia Nau trazer quando voltar da viagem. Eita, inveja dela... Domingo, vai abraçar a Dedila. Mais um mês, estarei fazendo o mesmo, se Deus quiser. Saudade da minha linda!

Um telefonema hoje me fez saltitar de felicidade. Um amigo querido de longas datas deve passar por aqui no próximo mês. De passagem, mas vamos colocar todos os papos em dia e matar a saudade. Ah, e meu ex-afilhado de casamento (porque ele já se separou...) está vindo visitar a filha aqui em Teresina. Ele mora na Bahia. Nos conhecemos em 1998 pela internet. Ficamos amigos. Ele tava noivo de uma moça daqui. Veio casar aqui e quem escolheu pra madrinha? Euzinha aqui. Afonso. Ou Fonso, como eu o chamava. Poxa, tempão que não o vejo. Deve tá pintando... Feliz por isso também.

Volto a conversa com a Tia Jack pra dizer algo que ela tornou a me dizer e que sempre bate fundo em mim: “A sua hora está por chegar, Uchinha!” Ela torce para que eu encontre um Dilmar na minha vida. Dilmar é o príncipe que apareceu na vida dela. Terceiro casamento de ambos. Moram em Buenos Aires e estão felizes da vida.

E eu reflito daqui: “Como eu não sei... não farei a hora. Vou esperar acontecer...”



Escrito por Anucha às 18h20

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