SOBRE MIM


Leonina de 34 anos bem vividos. Nasci em Salvador, mas amo Teresina. Cidade onde moro e quero viver os meus dias bem felizes. Uma mistura de Pollyana com Peter Pan. Vivo em "Busca da Terra do Nunca" achando que tudo acontece para o meu bem. Faço aqui minha catarse e minha terapia. Tenho me refeito a cada dia com minhas próprias reflexões. Sou uma criatura alegre e feliz. Meu maior sonho: SER MÃE!




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Se eu tivesse mais alma para dar, eu daria. Isso para mim é viver!





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Proclamação da República da Anucha

 

Da sacada do Sequóia, eu vejo uma São Paulo diferente...

 

Feriado. Mais um. E eu, depois de ter ido trabalhar no meu primeiro turno de trampo, voltei pra casa. Lavar louça, desarrumar sacola da viagem, começar trabalho do Vizeu (da pós), baixar fotos de Sampa pro computador e, claro, dar conta da minha vida pra vocês. Tempão, né?!

Vamos por partes...

Em São Paulo, muita correria, muito trabalho, muita troca de experiência, muito legal. Valeu! Fora o fato de eu ter ficado sem dormir por exatas 36 horas, ter ido fazer as vezes de produtora do César Filho no Teleton 2006 foi bem bacana. Conheci um montão de gente boa do SBT e da AACD. Voluntários que se doam por amor a uma causa linda. E que me fizeram pensar muito no quanto eu poderia ajudar mais a quem precisa. Estou revendo meus conceitos sobre solidariedade depois dessa viagem...

Não fui a canto nenhum em São Paulo. Ficamos num flat bem charmoso em Alphavile (longe pra caramba, mas super confortável!). Fiquei encantada com o lugar. Seguro, tranqüilo e lindo. Outro mundo, sem dúvida! Peguei um frio de ranger os dentes. Perto de 10º graus. Debaixo de duas ou mais cobertas, claro. Tomei muito café expresso, pra esquentar. Caminhamos, eu e César, bem muitão pelas alamedas lindas de Alphaville. E, no sábado à noite, fomos caminhando mesmo conhecer o Outback, um bar super legal. Um bom vinho e um papo melhor ainda com o dono do bar, que vem a ser amigo de um amigo meu piauiense, o Ignácio, que é, por acaso, dono do Outback Center Norte. Ô, mundo pequeno!

Domingo, passamos por uma situação chatíssima. Ficamos oito horas no aeroporto de Congonhas aguardando o vôo pra Teresina. A gente só tem a exata noção do problema dos controladores de vôo de Brasília quando sentimos na pele. Por causa da superlotação na sala de embarque, a confusão de chamadas no sistema de som do aeroporto e a irresponsabilidade da empresa aérea TAM, perdemos o vôo, que foi anunciado timidamente (pra não dizer sorrateiramente). Como eles estavam fazendo overbook... não deram falta da gente. Nossas bagagens já em Teresina e a gente fazendo check-in no Íbis Aeroporto. Eu e o César, absolutamente mal humorados, por pouco não brigamos entre nós. Entre mortos e feridos, estávamos de volta na segunda ao meio dia.

Comecei a ler na viagem o novo livro da Lya Luft. Maravilhosa, como sempre. Tô no comecinho, mas já deu pra sentir a que ela veio:

“O silêncio...pode ser bom de fazer descobertas transformadoras em nós mesmos... Temos dificuldade de lidar com o silêncio: ele ressoa mal no vazio do nosso interior...”



Escrito por Anucha às 11h30

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A MULHER QUE TAMBÉM SOU

"... eu vou, eu vou pra entender quem eu sou, atrás da linda moça que amava... mas é que atrás da linda moça que amava, em algum lugar calmo, tá uma mulher que também sou, que escolhe andar por onde vão seus pés e se hoje fico aqui, ela parou... te falo quem que é o bem para o seu amor, te falo como é... ama como é, e ama sua liberdade..." LUIZA POSSI

Seguinte: recebi umconvite supimpa pra acompanhar o César Fire Filho na edição 2007 do Teleton, programa que o SBT promove para ajudar as pessoas portadoras de necessidades. Então, a produtora da TV Cidade Verde, afiliada do SBT em Teresina, está voando logo mais às 4h30 desta sexta-feira para Sampa. Vão ser dois dias de ralação pura. Mas, quer saber... tô adorando. Oportunidade 10, mais uma, que a TV está me dando pra crescer profissionalmnte. Tenho que louvar e agradecer. Pelo chefe incentivador que eu tenho, que é o Dr. Jesus Filho. Pela "chefamiga" Nadja, que me apóia para que eu cresça mais e mais. Pela sorte de estar no lugar certo na hora certa. Tomara que no sábado à noite, a gente tenha uma folguinha pelo menos pra dar um rolé. Poxa, estar m São Paulo e não ir à noite paulistana é de doer, né? Conto tudo na volta, viu? Façam figa, rezem, façam pensamento positivo.

Deixo vocês com mais Luiza Possi:

"palavras não desistem de alcançar entendimento... e eu tenho medo, o silêncio quer gritar... abro as portas pra vida, pra ser vivida, abro os meus braços pro mundo, tô livre, sem rumo, fecho o meu corpo pra dor..."



Escrito por Anucha às 15h59

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“Minhas ausências de mim mesma...”

Lela

Caindo de boca... (da série União)

 

Semana de pós-graduação... já viu, né? Tempo corrido. Muita canseira. Pouco papo. Pouco saco também. Mas, ando tão ansiosa por ver finalizado o novo template do blog, que não deixo de vir aqui “estar” com vocês.

Lá na pós, a boa é que a professora desse módulo é ninguém menos que Mônica Silveira, repórter da Globo, que trabalha na Globo Nordeste, em Recife. Puta profissional. E melhor professora ainda. Estamos curtindo muito. Terça, depois da aula, fomos tomar uns chopinhos com ela e falar do que jornalista adora falar: da profissão!

Aí, chego em casa e me lembro de como é ruim estar sem a Neguinha. Minha secretária querida viajou pro interior (numa dessas folgas elásticas que ela se dá!) e, quando isso acontece em período de pós, o apê fica de ponta-cabeça . Pia cheia de louça, cama por fazer, roupa espalhada... xiiiiiiii... um caos! Preciso dar um jeito nisso.

 

Tyci, Karla e eu na moagem da cana

 

Ando preocupada com uma coisa que a Lela me disse dia desses num papo no msn. Ela nem tava dizendo pra mim, sobre mim. Mas sabe quando cai como uma luva? Ou, pior, quando a carapuça serve? Pois é. Ela disse: “A VIDA NOS ESPERA DURANTE UM TEMPO. QUANDO A GENTE NÃO CUMPRE AS METAS PARA IR ALÉM DE NÓS MESMOS, A VIDA NOS INTERDITA!”

Caralho, que frase é essa, mermãzinha?

Aí, anteontem, um sonho me fez acordar sobressaltada. Eu pegava um elevador e, só depois que a porta correu, eu me dei conta de que não havia botões com opções para os andares acima. De repente, a geringonça vai ao subsolo e quando “engata a primeira” começa a subir rápido e caceteiro. O mais estranho é que a cabine começava a ser diminuída ou comprimida de baixo pra cima. Logo me toquei que eu estava em vias de ser esmagada. Acordei com a sensação de sufocamento, de imobilização, sabe?

Acho que o sonho faz parte desse processo de “ausências de mim”. Engraçado... ando muito bem de astral, de humor, de disposição até... Mas, sinto-me fraquejando nas metas auto-impostas, desgostosa de não ter um pé onde roçar o meu... e isso me transmuta prum lugar distante da minha própria alma. É como se eu vivesse uma dualidade. Tô bem... mas nem tanto! Nada artificial. Tô legal mesmo. Mas, ah, se eu pudesse estar melhor, sacou?

 

Eniclé, Karla, Tyci e eu

 

De pau pra cacete... (Pra quem não sabe, no Piauiês, essa expressão quer dizer: mudando de assunto!) Já falei aqui que ando apaixonada pela Luiza Possi? Não? Ah, pois eu comprei o cd “Escuta” na sexta e, pode parecer exagero, não ouvi outra coisa no meu carro de lá pra cá. Amei o cd. Todo ele. A menina é fera. “Quem puxa aos seus não degenera”. É fato! Amo de paixão a Zizi. E agora a filha dela me arrebatou. Recomendadíssimo, viu, gente? Pra sentir (ouvir) o gostinho... http://www2.uol.com.br/luizapossi

Fecho com ela. Um trecho que me define hoje...

 

“Eu quis prever o futuro,
Consertar o passado
Calculando os riscos
Bem devagar, ponderado
Perfeitamente equilibrado...”

 

COMO DIZIA UM PERSONAGEM DO JÔ SOARES: "Querias!"



Escrito por Anucha às 02h06

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BEBENDO NA FONTE...

 

Vai um "tapinha" aí? ueaueaueauea...

 

Acredite se quiser... essa foi a minha primeira refeição do dia (no último sábado). Um gole de cachaça. Uma talagada, como dizem os caboclos daqui. Cedinho, eu, Tyci, Karlinha e Eniclé, rumamos pra União. Uma viagem a trabalho. A produção de uma matéria especial a ser enviada para o professor e jornalista Domingos Meireles, aquele do “Linha Direta”, sabe? Nosso tema, a cultura do vaqueiro na colonização daquele município, que é o único do país a possuir um coral de vaqueiros.

Logo que chegamos à fazenda da Karlinha, fomos conhecer a moagem da cana. Qual a minha surpresa!? Os homens lá estavam produzindo cachaça, daquelas de alambique, coisa rústica, bem artesanal... Não me contive quando vi aquele líquido quase azul, de tão puro, saindo de uma bica para passar pelo último processo de purificação. Botei a língua de fora e pedi a Tyci para clicar. Em seguida, o seu Zé me deu uma cumbuquinha com o líquido para provar. Quente e delicioso!

A matéria vai ficar massa. Mas, legal mesmo foi passar o dia com essa turma jovem, cheia de idéias na cabeça, muitos sonhos e todas as expectativas. Como é bom aprender com essa geração, que não está muito longe da minha, não. Entretanto, com menos desencantos com a profissão que eu.

O sábado terminou com a bela festa que do Lélio e Lourival. Tudo de primeira: bebida, buffet, música, serviço, alegria a balde! Nada tirou o brilho da festa. Aproveitamos todos. Muito. Dancei menos do que gostaria e mais do que deveria. Todo cuidado foi pouco com o joelho pra não repetir a dose da última festa, né?

AS FOTOS EU MOSTRO DEPOIS!

Domingo, curtindo uma dorzinha de garganta básica do trio “calor, poeira e água gelada” do sábado lá em União. Acordei pra lá de duas da tarde. A “chefa” Nadja me dispensou de trabalhar. E eu aproveitei pra descansar. Tava merecendo, viu? Já fui almoçar tardão, depois das 3h da tarde. Fiquei jogando conversa fora até mais de 7h com Amaro, Marcos e Cacha no Teresina Shopping. Aproveitando para usar a energia do seu João por que o calor tá de matar!

Duas coisas: o template novo do blog deve tá saindo em 10 dias no máximo. Ueba! A Nirvana está cuidando disso. E, trouxe pra vocês dois excertos que valem a pena serem refletidos. O primeiro é da Juliana, do blog Ponto de Luz, que deu uma lição nos últimos posts. O segundo... uma poesia que a Paulinha Danielle me mandou. Linda! Pra gente entender que o NÃO, às vezes, funciona como um sonoro SIM.

 

“Foi.
E por ser história,
acordo com a leveza do novo dia,
levo comigo a surpresa no olhar-coração...
O olhar de viver AGORA.
E a vida segue sua roda.
E tem pessoas que pensam que estão se libertando...
Mas as coisas não terminam.
Elos existem
A vida apenas os modifica.”

Juliana – Ponto de Luz

 

        

“Mesmo na noite mais triste,
em tempo de servidão,
há sempre alguém que resiste,
há sempre alguém que diz não.”

Manuel Alegre
 



Escrito por Anucha às 15h40

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SOBROU MEU VELHO VÍCIO DE SONHAR...

 

Sonho, sim! Não pago imposto, nem nada...

 

Amanhã é dia de finados. Desde criança, fui acostumada a cultuar isso de rezar por quem “subiu pro andar de cima”, guardar uma certa reserva, não ouvindo música alta, mantendo uma postura mais discreta e tal.  Mas, amanhã... não tô com vontade de fazer nada disso. Tenho andado com uma saudade danada a minha mãe. Sonhado com ela. Sentido a presença dela por aqui. E me lembrei de um dos últimos programas legais que fizemos juntas. Comprei três cordas de caranguejo, quatro cervejinhas geladas e ficamos uma tarde inteira batendo os pauzinhos e uns papinhos. Lembro da cara dela de felicidade naquele momento simples, a cara dela, a cara da gente.

Amanhã, faça chuva ou faça sol (mais fácil fazer sol, claro!), vou comer caranguejo no Toinho e tomar umas geladas. Quero meio que cultuar a memória dela, sim. Mas do jeito que ela mais gostaria de ser lembrada. Numa bela farra com caranguejo e gente da boa por perto.

É também uma espécie de despedida pra mim... vou passar uns tempos sem fazer farra. Pelo menos, é isso que estou planejando fazer até me mudar de vez lá pra casa. Na sexta, vou arrancar um ciso, já estou tomando anti-inflamatório e vou precisar fazer repouso depois. No sábado, vou à União fazer uma matéria especial pra uma disciplina da Pós. Eita, farra! Eu, Tyci e Carlinha. E eu com o dentão inchando... vai ser lindo! De noite, festa do Lelinho. E eu proibidíssima de usar sandália alta e dançar. Tá tudo é certo. Domingo, depois da TV (fico lá até 1h da tarde, cês sabem, né?), vou começar a encaixotar umas coisas aqui no apê. Colocar uns cds na maior altura e curtir “os últimos dias de paupéria”.

Ei, tava ouvindo a Maria Rita e uma música aqui me tocou legal. Olha aí...

 

“... pular de precipício em precipício

Ossos do ofício

Pagar pra ver o invisível

E depois enxergar

Que é uma pena...

Mas não vale a pena...

Não vale uma fisgada dessa dor

Não cabe como rima de um poema

De tão pequena...”

 

Arre! Essa sou eu. Como dizemos aqui no Piauí, EMPRIALZIM, que, pra quem não é daqui, quer dizer: IGUALZINHO, A CARA DE UM, FOCINHO DE OUTRO. Rsrs

Mas, para voltar ao começo... Sempre sobra o meu velho vício de SONHAR! “Repetindo,repetindo, repetindo... como num disco riscado”... EU TENHO FÉ QUE, NO FINAL, VAI DAR TUDO CERTO. SE AINDA NÃO DEU, É PORQUE NÃO CHEGOU AO FINAL!!!

p.s.: saindo assoviando daqui... uma musiquinha que eu, Cacha e Papai inventamos há muito, muito tempo atrás... “fi-fi-fi-fi... fi-fi... fi-fi-fi-fi-fi... fi-fi-fi-fi-fí...” 



Escrito por Anucha às 15h06

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