SOBRE MIM


Leonina de 34 anos bem vividos. Nasci em Salvador, mas amo Teresina. Cidade onde moro e quero viver os meus dias bem felizes. Uma mistura de Pollyana com Peter Pan. Vivo em "Busca da Terra do Nunca" achando que tudo acontece para o meu bem. Faço aqui minha catarse e minha terapia. Tenho me refeito a cada dia com minhas próprias reflexões. Sou uma criatura alegre e feliz. Meu maior sonho: SER MÃE!




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Mesmo que não venha o trem, não posso parar...

 

Cacha e eu fazendo bolinho...

 

“...não quero ser triste

como o poeta que envelhece

lendo maiakóvski na loja de conveniência

não quero ser alegre

como o cão que sai a passear com o seu dono alegre

sob o sol de domingo

nem quero ser estanque

como quem constrói estradas e não anda

quero no escuro

como um cego tatear estrelas distraídas...”

(Zeca Baleiro)

 

Tardão já pra mim, que acordo antes das seis da manhã. Reuniãozinha básica das “meninas do café” na casa da Laline. Nada de café. Vinhos e queijos e muito papo legal. Faltaram Nilsa, Juliana Pimentel e Roberta. Mas, entraram de penetra o Ney, marido da Van, e o Marcelo, marido da Laline. Já tô eu aqui em casa mais pra lá do que pra cá... Mas, feliz da vida! Tá caindo o maior toró lá fora. E eu adoro quando chove na Chapada do Corisco, como é conhecida essa região onde se encontra Teresina.

Voltei pra academia nesta segunda-feira. Das 12h20 às 13h20. Começando bem light. A Yoga... preferi não começar agora. Tanto a fisioterapeuta quanto a personal ficaram preocupadas com a forçação e barra com joelhos e punhos... Melhor fortalecer mais a musculatura e começar de verdade com os exercícios.

Marquei minhas férias na TV. As primeiras depois de dois anos e meio sem saber o que é isso. De 16 de julho a 05 de agosto de 2007. Parece distante, né? Mas vocês não imaginam os planos que já estou fazendo... Buenos Aires, São Paulo e Salvador, lá vou eu!

Estou em negociação adiantada com a Nirvana. O template novo deve sair, creio eu, em no máximo 15 dias. Pelo menos, tô torcendo pra isso. Sabia, que enjoei legal a cara desse blog?

Comecei a ler a nova “Vida Simples”. Acho até que vou assinar essa revista, sabia? Me identifico demais com seus toques e ensinamentos. Comprei também a edição de estréia da Piauí, revista “cabeça” do João Moreira Salles. Ainda não degustei. Mas, tudo indica que vou virar fã também.

Da “Vida simples”, pincei uma coisa pra vocês. Vivo falando aqui de alegria e de dor, né? Pois, olha só que soco no meu estômago...

 

“A dor incomoda, mas as pessoas não têm muita capacidade de lidar com ela. Só que a dor tem um sentido alegre, quando ela é vista como um presente que nos alerta para viver de outra maneira”.

(Luís Fungati)



Escrito por Anucha às 00h14

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ABRA A SUA VÁLVULA AGORA!

 

Síria, Lelé, Cacha, Claudinha e eu: abrindo válvula!

 

Isso soou mais que imperativo pra mim. Bateu como a única coisa a fazer. Abrir a válvula e deixar escapar tudo o que não merece estar represado, guardado, rebuliçando em mim.

Comecei o dia acordando bem. O que já é meio caminho andado para um dia bom. Café fresquinho preparado pela Maria, que, aos sábados, chega cedo pra preparar uma bela mesa de café da manhã pra mim. Único dia da semana em que eu posso sentar-me à mesa e me resfestelar como uma rainha: café com leite, pão integral, queijo branco, cereal com leite, fruta.

Dei uma geral do guarda-roupa, estimulada por um certo pps “Inventário do vácuo”, que a Lela me mandou. Roupas que não me serviam mais e as que não vestia já há algum tempo foram parar em sacolas, que serão muito bem aproveitadas por quem precisa mais do que eu.

Maria preparou o cardápio da alegria meu e da Cacha: galinha metade com arroz e metade frita com farofa. De lamber os beiços e os dedos, viu? Chamamos a Liciane pra almoçar aqui. Fizemos festa, rimos e selamos mais ainda essa amizade bacana.

Enquanto a Cacha via filme, eu tirei o atraso do sono. Cochilo gostoso com aquela sensação boa de gente que gosta da gente e que cuida da gente deitado bem do lado. Proteção! Senti o gostinho do que terei de volta em breve, quando voltar a morar com ela, no apê da gente.

Assisti a um filme muito lindo: “Querido Frankie”. Recomendadíssimo, viu? E, ao devolver na locadora, peguei mais dois: “Manderlay”, a continuação de Dogville, e “A lula e a baleia”. Meu fim de semana do jeito que eu gosto muito. Tava com saudade das sessões filme e preguicinha!

 

A Clarice deixou nos comentários pra mim e eu divido com vocês:

 

“Chegou um tempo em que não adianta morrer.
Chegou um tempo em que a vida é uma ordem.
A vida apenas, sem mistificação."

(Drummond)

 

Aí, fui no blog dela retribuir e encontro uma música cantada pela Zélia Duncan, que eu adoro. Saí cantando e trazendo ela pra refletir aqui...

"...Livre, fique sim, livre, fique bem com razão ou não, aterrize,
Alma, isso do medo se acalma,
Isso de sede se aplaca,
Todo pesar não existe,
Alma, como um reflexo na água,
Sobre a última camada
Que fica na superfície,
Crise,
Já acabou, livre,
Já passou o meu temor, do seu medo sem motivo,
Riso, de manhã, riso, de neném a água já molhou a superfície,
Alma, daqui do lado de fora nenhuma forma de trauma, sobrevive,
Abra a sua válvula agora, a sua cápsula alma, flutua na superfície,
Lisa, que me alisa, seu suor o sal que sai do sol, da superfície,
Simples, devagar, simples, bem de leve a alma já pousou na superfície...”

 

P.S.: Ah, encomendei um template novo pra Nirvana. Quem sabe, em breve, teremos casa nova por aqui!

AH, VOTEM DIREITINHO, VIU?



Escrito por Anucha às 09h32

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Cantando a mim mesma...

 

 

“Todo dia seja bem vinda a nossa hora de viver feliz

Há de chegar aqui e agora tudo o que a gente quis

Só se for... hora de ser feliz!”

(14 Bis)

 

Adoro ouvir música. Adoro cantarolar. Melhor: adoro cantarolar enquanto dirijo. O povo dos carros ao lado devem pensar que eu sou zureta. Ah, tô nem aí!

Bem, aí, ontem quando tava indo da TV pra Fundação escutei essa música e vibrei como uma criança. Aquela velha história de que a gente escuta uma música “n” vezes e nem tchum. Até ouvir num determinado dia e... pimba... toda uma diferença!

Vixe! Ando cansada pra caramba. Imagina aí: to substituindo a Nadja na apresentação do Notícia da Manhã, então, tô saindo de casa às 6h10, apresento o programa de 7h às 8h, vou pra Fundação em seguida e fico lá até 12h, a fisioterapia é pra ser à 1h30, mas só tô conseguindo chegar depois das 2h. Entro na TV às 3h30 e só tô conseguindo sair depois das 7h. Chego em casa moooooorta. Mas, quer saber? Feliz! Isso mesmo. Uma pessoa genuinamente feliz com a própria vida.

Aí, você deve estar se perguntando: “Que diabo essa mulher volta e meia fica falando de ser/estar feliz?” É isso mesmo. Ré confessa, admito ser esse um dos meus temas preferidos. Talvez por perseguir tanto um estado de espírito que me faça bradar aos sete ventos que estou/sou uma pessoa feliz.

Desde que iniciei esse blog, tinha como foco eu, minhas angústias, dúvidas, neuras, pensamentos e condutas. Lendo “Esconderijos do Tempo”, do Quintaninha, vi justificado em versos essa mania de falar de mim:

 

“O poeta canta a si mesmo

porque de si mesmo é diverso...

Porque o seu coração é uma porta batendo

a todos os ventos do universo...”

 

Sinto que, aos poucos, estou me desapegando dessa necessidade quase visceral de dar tanta alma por aqui. Já não me sinto mais tão confortável em fazê-lo. Acho que amadureci. Ou, quem sabe, deva reciclar meus pensamentos.

Hoje, mais uma vez, tive provas de que o ser humano é essencialmente egoísta. Numa frase proferida a mim, percebi o quanto o que o outro sente é bem mais superior do que eu venha a sentir (na opinião do outro, claro!). É aquilo do “primeiro vem eu, depois vem eu, depois eu de novo...” (Jorjão by Dandinha).

 



Escrito por Anucha às 13h05

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A coisa certa a fazer...

 

Passando esponja nos ferimentos da alma!!!

 

Ontem, fiquei a tarde de molho em casa. O joelho latejando. Doendo. Compressas de gelo, anti-inflamatório, preguicinha e... aproveitei pra assistir o “Torres Gêmeas”, que a Margot me emprestou. O filme não é lá essas coisas. Na verdade, esperei mais do Nicolas Cage e do próprio enredo. Mas, valeu. Pela frase final.

“AS PESSOAS TRATAM UMAS DAS OUTRAS

PELA SIMPLES RAZÃO DE SER

A COISA CERTA A FAZER!”

Gosto de pensar assim. Melhor... gosto de agir assim. E notar que mais gente ao meu redor age assim também. No filme, a solidariedade, o sentimento de companheirismo e a amizade são demonstrados com uma singeleza, que emociona.

Mas, voltando ao gancho “a coisa certa a fazer” eu penso que as pessoas poderiam olhar menos para os seus umbigos. Estar mais disponíveis para ajudar as outras pessoas. Abrir o coração para o bem fazer. Seria tão melhor viver em torno de pessoas mais alegres, sorridentes, prestativas, bondosas, carinhosas, amigas!

Chorei no final do filme. Mas, confesso, nem foi pela tragédia em si. Até porque esse não é mesmo o enfoque da película. O que me tocou foi a tal frase. E o significado que ela carrega. Será que isso é uma baita de uma utopia? Será uma simples ilusão?

Mudando de assunto... Nesse final de semana, dei um basta em duas situações emocionais, que estavam me emperrando. Decidi que não quero mendigar tostões de afeto. Não vou ficar marcando passo e estacionando no tempo as minhas possibilidades de crescimento emocional. Preciso estar livre de fantasmas. Livre de pensamentos fugidios. Livre do que não me adianta. Livre do que possa provocar dor.

Ouvindo “Cordel do Fogo Encantado”, pincei pra mim e pra você:

“Quando a dor se aproxima

Fazendo eu perder a calma

Passo uma esponja de rima

Nos ferimentos da alma”.



Escrito por Anucha às 22h41

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"TODO MUNDO ESPERA ALGUMA COISA...

... de um sábado à noite. Bem no fundo, todo mundo quer zoar. Todo mundo sonha em ter uma vida boa. Sábado à noite, tudo pode mudar..."

Bem, gente! Hoje tem uma festa na Casa da Lícia. Black in White. Vai todo mundo da turma. A Cacha vai e a gente vai soltar as feras. O Lélio, filho dela, vai ser o DJ. O Marquim vai fazer sushi. Tem bebidinhas bem geladinhas pra gente tomar. E um espaço tipo boate pra gente dançar. Tenho um pressentimento que "a noite vai ser boa..."! Botei mais umas duas fotos lá no flog. Se quiserem dar uma passeada por lá... www.anuchamelo.fotoblog.uol.com.br

Vou-me indo. Tenho que "me montar", ficar mais gata (olha só eu me achando!!! rsrs) e rumar pra diversão. Bom findi pra vocês! Até... 



Escrito por Anucha às 20h13

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Num desejo infinito de infinito...

Da Costa e Silva

 

"Piauí, terra querida, filha do sol do Equador..."

 

Esse e outros excertos de poesias do piauiense Da Costa e Silva enriqueceram a matéria especial “Nossa Gente, Nosso Sonho, Nosso Amor”, produzida por mim e Simplício Jr. para o especial Viva Piauí, exibido hoje pela TV Cidade Verde.

Hoje, 19 de outubro, é comemorado o Dia do Piauí. Dia em que reverenciamos esse pedaço de chão de gente feliz, “que ri das próprias mágoas”. Nasci na Bahia, mas já moro aqui há 31 anos. Na alma, sou piauiense. Piauiensidade na pele.

Da Costa e Silva tinha razão: “Minha terra é um céu, se há um céu sobre a terra...”. Aliás, a matéria começa mais ou menos assim, numa locação belíssima na Serra da Capivara.

Depois de assistir a duas horas e quarenta e cinco minutos de reportagens especiais, textos poéticos e um belo Canto de Exaltação ao meu Estado, enchi meu peito de orgulho. Fizemos um trabalho e tanto e presenteamos em bandeja de prata aos telespectadores da TV Cidade Verde.

Putz! Tô feliz por demais em fazer parte desse time, que joga pra ganhar e faz bonito no meio de campo. Hoje, incrível, depois de quase um mês de trabalho pesado e sem trégua, exaustos de canseira mesmo... estávamos todos sorrindo, alegres, munidos de um sentimento de plena realização pelo trabalho que desempenhamos.

Bravo, bravíssimo!

“Meu sonho de glória...”? Seguir fazendo parte dessa equipe vitoriosa. Reconhecer e agradecer cada oportunidade de fazer bem o que sei fazer: jornalismo de verdade. Optar sempre por estar perto de gente que bota a gente pra cima. Estudar mais e mais para, quem sabe um dia, estar numa sala de aula passando adiante um bocadinho do muito que tenho aprendido.

 

P.S.: Pra quem não pode ver o programa, uma boa notícia. Em breve, deverá começar a ser vendido o DVD Viva Piauí 2007. Não deixe de ver! Uma aula de história e geografia do Piauí. Mas, acima de tudo, o produto de uma gente comprometida, disciplinada e sensível.



Escrito por Anucha às 21h43

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Tô sangrando...

 

Transbordando toda raça e emoção...

 

“Quando eu soltar a minha voz,

Por favor, entenda

Que, palavra por palavra,

Eis aqui uma pessoa se entregando

Coração na boca, peito aberto

Vou sangrando

São as lutas dessa nossa vida

Que eu estou contando...

Tudo o que você ouvir

Esteja certo que eu estarei vivendo...”

 

Eita, Gonzaguinha da moléstia! Eu era criança quando ouvia a Minha Mãe cantar essa música. Depois, virei adolescente curienta (como ela me chamava) e buscava nas fitas cassetes dela as letras que poderiam me traduzir. A mim e minhas constantes crises existenciais. Adolescente adora ter crise existencial, né?

Pois bem... Lembrei da música, lembrei da Corrinha, lembrei das lapadas que a vida dá na gente, porque hoje eu realmente tô sangrando. Nada como ser ferida na alma por quem se ama, se quer bem, se considera. É dor muita, gente!

E é de CONSIDERAÇÃO que eu quero falar. Nem vou ver o que o Aurélio pensa disso. Prefiro buscar dentro de mim o que isso significa: dar a devida importância a alguém, ter um sentimento de respeito misturado com carinho, gratidão. Sei lá... Alguma coisa como ter alguém em boa conta. Ah, resolvi olhar o Aurélio. Peraí... Bingo! Justo e abotoado. É isso aí.

Hoje, eu tô magoada, decepcionada, fragmentada bem na alma. Uma dor latejante. De decepção. Vou me deter apenas a confessar o sentimento. Contar o milagre, sem falar do santo. Desabafar. Desopilar. Desanuviar...

Penso que o melhor mesmo é olhar nos olhos e dizer a verdade, mesmo que cause dor. Tanto pra quem diz, quanto pra quem ouve. Mas as feridas cicatrizam mais fácil assim. E isso eu fiz. Não sou mesmo de arrastar corrente. Sinto um alívio agora. Mas a angústia ainda me acompanha. O motivo é outro.

Não suporto perder. Nunca soube perder. Nem set de voleibol. Queria ganhar todas. E perder a confiança, a amizade de quem eu amo é algo que não engulo. Então, melhor olhar nos olhos, deixar o coração falar através das janelas da alma, dizer o que é relevante e dar um tempo. Tempo pro luto, pra cura, pra superação. E, quem sabe, pra começar de novo.

 

“... E se eu soltar a minha voz, por favor, entenda, é apenas o meu jeito de viver, o que é amar!” 



Escrito por Anucha às 23h49

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