SOBRE MIM


Leonina de 34 anos bem vividos. Nasci em Salvador, mas amo Teresina. Cidade onde moro e quero viver os meus dias bem felizes. Uma mistura de Pollyana com Peter Pan. Vivo em "Busca da Terra do Nunca" achando que tudo acontece para o meu bem. Faço aqui minha catarse e minha terapia. Tenho me refeito a cada dia com minhas próprias reflexões. Sou uma criatura alegre e feliz. Meu maior sonho: SER MÃE!




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Somos os titulares de nossas decisões...

Martha Medeiros

 

SENTIDO: "Preparar, apontar... fogo!"

 

Tenho sido instigada constantemente pela Lela, minha amiga baiana retada, pra buscar dentro de mim mil e umas razões pra dizer em alto bom som: EU SOU FELIZ!

Vez ou outra, ela me faz uns questionamentos que me emudecem, mas me levam a pensar muito depois. E o melhor são as conclusões a que chego algum tempo depois. Bom demais deixar amadurecer as idéias dentro da gente. Elas saem depuradas, prontas para serem consumidas, como um delicioso fruto tirado do pé, uma saborosa goiaba, por exemplo. Huuummm... cheguei a sentir o gosto! Bom, não?!

Depois de uma noite de sexta maravilhosa com a Lícia e a Aline aqui no apê, quando entornamos duas garrafas de Cabernet e uma de Merlot e degustamos torradinhas com geléia de pimenta e patê de queijo com castanhas e damasco (chique, né?!)...

Depois de uma noite de sábado maravilhosa, com show de Dandinha e Banda no Tapera e uma turma tudibom de amigos divertidíssimos, umas seis doses de “só ele é assim” e um activia no fim da noite pra “rebater”...

Depois de saidinha básica pra comer pizza no domingo com a Cacha e os amigos dela (Lelé, Síria, Juju e Flávio), em que rimos pra caramba, conversamos abobrinha e coisinhas sérias...

Recebi um mail da Lela questionando o Jota Quest: “Um dia feliz às vezes é muito raro?” Respondi de pronto: CLARO QUE NÃO. Só se for pra quem não sabe ver beleza nas coisas simples da vida. Ela afirma que “um dia feliz é tão comum, que passa sem que o percebamos como feliz”. É verdade!

A Lela fala que tudo o que precisamos é decidir escolher fazer do dia um dia feliz. E é mesmo. E argumenta: “Parece que por vezes esquecemos que somos sujeitos da crônica diária de nossas vidas”!

Bravo! Que pensamento lindo, Lela!

Logo me lembrei de uma crônica da Martha Medeiros, que li num tempo desse e gravei aqui no computador. Ela contava sobre um congresso internacional da felicidade, ocorrido em Madri em 1988. Participavam psicólogos, sociólogos e artistas de circo. Resultado: “A felicidade só é alcançada depois dos 35 anos”. A argumentação parte da premissa de que depois dessa idade (a idade em que me encontro, inclusive...) estamos mais aptos a dizer que infelicidade não existe, o que existe são momentos infelizes. O que sai bem mais em conta, né não?

E por que tenho sido recorrente nesse tópico ultimamente? Porque algumas pessoas pensam que porque estou sem namorado, estou infeliz. De jeito nenhum. Ando muito bem na minha fase de bem comigo mesma. Curtindo a minha companhia, meu silêncio e até meus fantasmas.

Preciso me concentrar noutras coisas agora. E a minha saúde está em primeiro lugar. Muito ruim estar sentindo dores no joelho depois de uma noite massa no Tapera. E pior ainda é sentir as mãos formigando, porque esqueci de levar as talas pra TV hoje de manhã. Mas... menos mal. Estou me tratando, volto pra academia nessa semana e isso é o que vale. 



Escrito por Anucha às 23h49

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“Não tenho mais o tempo que passou...

 

Buscando a felicidade que vem de dentro...

 

 

... Mas tenho muito tempo. Tenho todo tempo do mundo...” Foi quando li esse poema do Legião, na fala do Marcelo Rubens Paiva numa entrevista para a Vida Simples, que acordei! Precisava fazer urgente uma lavagem nas minhas entranhas para fazer entrar o óbvio: EU SOU UMA PESSOA FELIZ. Pois tenho no tempo presente a oportunidade de vivenciar a minha felicidade.

Embananei sua cabeça!?! É a intenção. Sim, porque depois que terminei de ler a revista todinha devia a mm refletir sobre cada coisa que entrou rasgando. E foram muitas, viu?

Ponto de partida: artigo do jornalista Caco de Paula sobre FELICIDADE. Ele parte do conceito de felicidade para Vinicius de Moraes. Nada tem a ver com “é melhor ser alegre que ser triste” e sim com “é melhor viver do que ser feliz”. Pimba! É isso. A gente passa a vida dizendo que quer ser feliz, que quando comprar uma casa vai ser feliz, que quando encontrar o amor da vida vai ser feliz, que quando ganhar na loteria vai ser feliz, que quando tiver dinheiro sobrando vai ser feliz... Qual o quê?! Felicidade é agora. Hoje. Nada de amanhã ou, pior, ontem.

Caco arrebenta: “melhor viver na tentativa de alcançar do que alcançar. A viagem está mais no caminho do que no destino. O sonho, uma vez realizado, já não é mais tudo aquilo que esperávamos dele”. Não dá pra gente entender felicidade, diz ele, sem buscar sacar o seu contrário. “A infelicidade, cuja causa é a esperança que vem sempre acompanhada do temor de que o esperado não se realize”. Putaquepariu!

Concordo quando ele defende que não devemos nos entregar à expectativa que nos desvia do presente e não nos entrega ao futuro. Pura verdade. No final, ele procura na sabedoria budista o arremate quando diz: “não se é feliz enquanto se vê uma diferença entre a própria vida cotidiana e a felicidade”. Então, conclui que Vinicius estava certo porque “feliz é quem não deseja ser feliz”. Simplesmente o é.

Voltando algumas páginas, há uma entrevista do monge tibetano Yongey Rinpoche, em que ele argumenta que a felicidade verdadeira é a que vem de dentro, da nossa essência. “Essa felicidade é mais clara, serena, perene. Alegria e bem-estar surgem naturalmente quando se tem a paz interior fortalecida. É uma felicidade sem apego, muito ligada ao momento presente.”

Moral da história: ou eu volto pra Yoga, começo a meditar, a relaxar, respirar fundo e melhor, curo a ansiedade e me serenizo... ou eu realmente não vou poder bater no peito e dizer “sou uma pessoa REALMENTE feliz. Feliz para sempre!"

 

P.S.: Ei, gente, fico devendo o Deslimites pra o outro post, tá? Ele tem que ser só ele... e hoje eu precisava escrever isso. Confesso que os comentários da Lela e da Sayô me motivaram ainda mais.



Escrito por Anucha às 20h07

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DO QUE ME ATREVO, SOBREVIVO...

 

Posando pra Cacha Maria!!!

 

Tenho tanta coisa pra falar aqui. Penso que nem vou conseguir concatenar as idéias. Ponto de partida: uma conversa já tarde da noite com a Lela, que, como sempre, me lê no âmago. Eu falei de suplantar a dor no post passado. Ela retrucou com uma sábia colocação: “a dor nos protege das lesões, inclusive as emocionais”. Tá certa. Certíssima. Agradeço toda dor, pois.

Aí, hoje, fui ler a Donaella, linda moça piauiense com alma pernambucana. Lindo sorriso. Linda aura. Ela falou sobre a alegria em morar rodeada de ipês amarelos. Saquei a nossa sintonia. Eu amo ipês. Amarelos, de preferência. Mas, já estava devendo aqui agradecer um presente que recebi de um amigo que amo e admiro: Cineas Santos.

Ele me ligou, certo dia, e me disse que havia plantado um ipê branco pra mim no retorno do final da Raul Lopes, na entrada do setor esportivo da Ufpi. Os ipês brancos são raros, belos e, como todo ipê, de florada efêmera. Nessa primavera, ele não deu o ar da graça. Mas, ano que vem, vai render um lindo espetáculo aos de alma sensível.

Queria tornar esse post bem poético. Então, tomei o “Mural de Ventos”, do Salgado Maranhão, de base para minhas reflexões de hoje. Esse lindo livro de poesias foi presente dele, autografado e tudo. Salgado me foi apresentado pelo Cineas. A frase que dá nome ao post é dele. Forte, não? Me traduz e muito.

“O olhar da mente transmuralha o tempo...” – Gente do céu, prestenção nessa viagem!

“Em que sonho esqueci meus limites?” – Pára o mundo! Vou descer...

“...palavras cruas. Ecoam-me como se achassem um novelo que nem a mim revelo” – Quantas vezes nos enrolamos nesse novelo, hein?

“O amor me busca como um predador”. – Não deveria ser assim, né? Vou me armar.

“Ó caminhos que afundam minhas rasuras!” – Juro que nem sei o que dizer...

 

E PRA FECHAR...

 

“Cessa a transparência

Cessa o acessível

E tudo se acasala

Ao índice do indizível”. – Precisa dizer mais nada, não, né?

 

P.S.1: O próximo post, abrirei com a poesia Deslimites, do Salgado. Se preparem!  

P.S.2: Apareçam no www.anuchamelo.fotoblog.uol.com.br Tem fotos novas!!!



Escrito por Anucha às 13h10

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Das conseqüências antecipadas...

 

Olha aí eu de cabelão liso!!!

 

Pois é: meu computador deu pau, tô usando talas nas duas mãos, ainda tenho uma semana de fisioterapa, tenho sentido uma leve melhora na dormência das mãos, o tempo de licença serviu pra eu pensar na vida e tomar algumas decisões.

Vou mesmo voltar pra casa. Ainda nem falei com os donos do apê que eu alugo. Mas tô devendo uma visita pelo nascimento da filha deles e aproveitarei pra comunicar. No dia 20 de dezembro completo um ano e meio aqui. Neste dia, quero celebrar a minha volta pro apê da mamãe, onde a Cacha continua morando. Assim, em janeiro, deve começar a folgar as finanças, por isso, me arrisquei a comprar um computador novo. Financiei um notebook. Me dei de presente antecipado de natal. Sempre faço assim. Há cinco anos, faço assim. Primeiro foi o computador, depois o condicionador de ar, depois a televisão, depois o dvd, depois a câmera digital, agora um novo computador.

Fiz visitinhas ontem à tarde. Fui conhecer a Catarina, filha da Keula e do Daniel. Matei a saudade dela e da Tia Pinha. E saí encantada com a piscuilitinha nova da casa. Passei na casa da Drica e de uma vez só conheci a Lana e o Yanco, filhos da Gica e do Eke, respectivamente. Eita, família que eu amo! Voltei pra casa com mais vontade de ter eu o meu próprio bebê. Mas vejo de forma mais distanciada esse desejo. Acho que depois que eu comprar um cachorrinho a vontade pode ser abrandada. Já falei que tô a fim de comprar um yorkshire? Pois é.

Ontem, saí com Lícia, Sayô, Mel, André e Amaro. Primeira parada: Pirilanches. O campari estava descendo igual água mineral com gás. Delíiiiiiiiiiicia! Tomei quatro. Zarpamos pro MPBar, tomamos conta do balcão e entornamos umas quatro skol beats cada um. Mas a gente aprontou, viu? Legal demais. Tava precisando. Hoje, o dia de molho em casa. Saidinha rápida só pra almoçar com Tia Inêz e Cacha.

Tô sentindo dificuldade pra digitar com esses trambolhos nas mãos. Mas tinha que vir aqui. Saudade de curiar vocês também, sabe?

Li um artigo da Lya Luft numa Veja enquanto aguardava a sessão da fisioterapia. E uma frase me arrebatou. Tenho disso. Vocês sabem... tem frases que mexem sobremaneira comigo. Olha só: “Na vida, aprender é mais importante que compreender”. Isso, isso, isso. Tenho a mania de querer explicação para tudo. Como se tudo tivesse uma razão de ser em si. E não é assim, né, gente? Tem coisa que precisa de tempo para repercutir internamente e fazer sentido externamente.

Vivenciei algo assim nesses dias. E fiz assim: não tentei bater cabeça para compreender. Simplesmente, engoli seco, disse a mim mesma que não derramaria uma lágrima e estou tentando aprender com a situação. A gente sempre tem a chance de sair crescida de qualquer situação. E penso que nas intempéries se aprende mais ainda. O bom é saber suplantar a inconveniência da dor e seguir caminhando. Buscando novos caminhos, novas oportunidades de ser feliz. Ah, por falar em ser feliz... se eu pudesse, iria à São Paulo só pra ir visitar a Bienal. Vi uma matéria da Neide Duarte (repórter da minha paixão!) hoje no JN, que me deixou com água na boca.

“A RIQUEZA DE UMA PESSOA É PROPORCIONAL AO NÚMERO DE COISAS QUE ELA PODE DEIXAR DE LADO.” (Henry David Thoreau)  



Escrito por Anucha às 23h33

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Drops da Anucha

 

Cacha Maria e eu fazendo presepada. Coisa que a gente gosta muito de fazer juntas...

 

  • O médico me deu licença médica de três dias. E mais dois exames pra fazer na região do pulso. Comecei a fisioterapia em três regiões: lombar, joelho e pulsos.
  • Por causa do anti-inflamatório, da fisioterapia, das compressas de gelo e do forçadíssimo repouso... tô um pouco melhor.
  • Ontem, um telefonema tinha tudo pra me deixar “na chon”. Mas não deixou. E nem vai deixar. Não deixo mais. Não posso mais me permitir me abater por tão pouco.
  • Expectativas são pra ser destruídas a tempo. Pra não se tornarem dor maior. Melhor assim. Agora é respirar fundo, trabalhar muito e tratar da saúde.
  • Arranjei uma companhia bem bacana pras minhas comidinhas de dieta. O Marquim, aquele meu amigo do sushi, do cabaré, sabe?, tá morando aqui em casa.
  • Por duas ou três semanas, terei um cafuné na cabeça enquanto assisto tv, boas tiradas pra perder o fôlego de tanto rir e alguém pra dividir a mesa nas refeições.
  • Eu e a Cacha temos andado cada dia mais próximas. E isso me dá mais força pra ir tomando a decisão que não posso adiar mais: voltar pra casa. A também minha casa.
  • Hoje, terminei a minha parte do texto da matéria especial que tô fazendo em parceria com o Simplício pro Dia do Piauí. Quem assistir, modéstia à parte, vai babar!
  • Meu computador está sendo desenganado pelo Amaro, meu primo e meu quebra-galho para assuntos tecnológicos. Acho que vou ter que comprar um novo.
  • Andei vendo os preços de notebooks... ui, ai, doeu... e vai doer ainda mais no bolso. Mas, o que não tem jeito... é o jeito que tem.
  • Tô fazendo hora numa lan do Centro da cidade pra ir visitar um amigo queridíssimo: o Cineas Santos. Levar meu beijo atrasado de aniversário e tomar um café.
  • Depois, levar o resultado dos exames no médico e, certamente, receber a recomendação, já adiantada pela fisioterapeuta, de ter que usar talas nas mãos.
  • Início da noite, reunião na tv: preparativos pro programa especial. Essa Cidade Verde não sossega. Mas, eu gosto é assim!
  • Li e recomendo a nova edição da revista Vida Simples. Se você quer receber boas doses de incentivo a dar uma desacelerada na vida e se organizar. Vale a pena!
  • Vou indo, viu, povo?! Com saudade, com carinho e com afeto. Com dor, muita dor na lombar e as duas mãos formigando aqui pelo esforço da digitação.
  • Segredinho: ninguém conta pro meu médico, nem pra minha fisioterapeuta que eu andei por aqui, tá? FUI...


Escrito por Anucha às 16h18

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Tem que ser agora pra recomeçar...

 

Com alegria, busco a harmonia em mim...

 

Já estava devendo colocar essa letra do Falamansa aqui. Foi a Lícia que me

mostrou a música. Sem dúvida, mexeu comigo. Acho que pode mexer com você também.

Prestenção!

 

“Hoje, a felicidade bate em minha porta

Hoje, a alegria é de quem vai e depois volta.

Hoje é o dia perfeito pra fazer tudo direito

O dia perfeito.

Se eu não pensar assim,

Quem vai pensar por mim?

Se a tua fase é ruim

Ela chegou ao fim

E toda hora é hora e lugar é lugar

Tem que ser agora pra recomeçar.

E pra nossa história nunca terminar

Vem comigo agora, a vida melhorar.

E se você vier

Traz a tua fé

Pois é a tua fé

Que move montanhas

Pode acreditar,

É só acreditar!”

 

Tô aqui com uma dor FDP na região lombar de lascar o cano. Nem sei que estripulia fiz pra merecer isso, que me entrevou legal. Estou aqui deitada de bruços, depois de uma massagem com cataflan gel feita pelo Marquim e uma compressa com bolsa quente... E ela ainda não passou.

Passei a tarde de ontem na TV Cidade Verde. Trabalho de apuração das eleições. A nossa equipe, mais uma vez, deu um show de cobertura. Dá orgulho de estar aqui nessa casa. Sobre a eleição... bem, tô feliz com os números do Alkimin. Cheia de esperança para o segundo turno.

Fiz novas mechinhas no cabelo no sábado. A Gorete tanto me aperreou, que eu saí de lá toda de escovinha no cabelo. Fiquei porreta de cabelão grande e liso. Depois vocês vão ver. Queria botar a foto aqui. Mas deu um pau no meu PC e eu não tenho como transferir as fotos pra lá. O Amaro veio aqui tentar resolver, mas vai ter que levar o “velhotinho” pra UTI. Poxa, seis anos já... Tô quase convencida a comprar um lap top pra mim... Mas preciso ajustar minhas finanças. Vamos ver se dá no Natal.

Fui pro sítio do Stênio sábado à noitinha. Lá estávamos: Stênio, Naiara, Gabriela, Stelma, Lícia, Marquim, André, Bebê e eu. Churrasquinho, bebidinhas, muita conversa boa e um friozinho bem gostoso. Voltamos de noitão. Foi legal demais. Tava precisando desse relax.

Bem, a dieta está dando resultado. Menos 2 kg.Hoje, ia voltar pra academia, mas com essa dor... Vou levar o resultado da ressonância do joelho pro meu médico e, depois que sair da TV, de noite, devo iniciar minhas aulas de yoga com o Gabriel. Combinei com o Amaro. Acho que vai ser bacana.

Chega, viu, gente? Vocês nem sabem o sacrifício que tô fazendo pra digitar aqui no lap top do Amaro. Toda troncha aqui... Beijo, beijo.



Escrito por Anucha às 12h22

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