SOBRE MIM


Leonina de 34 anos bem vividos. Nasci em Salvador, mas amo Teresina. Cidade onde moro e quero viver os meus dias bem felizes. Uma mistura de Pollyana com Peter Pan. Vivo em "Busca da Terra do Nunca" achando que tudo acontece para o meu bem. Faço aqui minha catarse e minha terapia. Tenho me refeito a cada dia com minhas próprias reflexões. Sou uma criatura alegre e feliz. Meu maior sonho: SER MÃE!




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Dando sinal de luz...

 

"HOJE EU VOU BRINCAR DE SER CRIANÇA..."

 

Ela tem uma chefe que ama. Mesmo que ela seja temperamental demais. E essa chefe trouxe-lhe uma revista com matéria sobre Samuel Wainer, um dos mais brilhantes jornalistas do Brasil. Ela lembrou da mãe dela. Sempre fazia isso. Lia um artigo interessante e guardava pra ela. Via algo na tv e gravava pra ela. Pensava num troço que daria uma boa pauta e anotava pra ela. (Ah, Socorro Melo, quanta falta você faz!)

“Só os homens dessa linhagem sabem pronunciar a senha mágica – ‘Vai dar!’ – e seguir em frente”. Foi o que disse Pink Wainer sobre o pai. E ela se questionou: “Não seria assim que a vida deveria ser vivida? Rompendo obstáculos? Ultrapassando as adversidades? Seguindo em frente?” A amiga dela é que tem razão. O problema é que a procrastinação se apodera dos instantes de fraqueza. Um passo a frente parece se transformar num abismo.

Ela foi encurralada ontem. Ouviu coisas que não está habituada a ouvir. Coisas como: “sei que dói ouvir, mas só faço isso porque gosto de você; caso contrário, nem ligaria pra tentar te alertar sobre condutas que precisam ser mudadas”. E disse mais: “pára de bancar a plácida, a compreensiva, a condescendente; você é humana, não precisa agir certo com todo mundo sempre; tem que agir certo como você”. Arrematou assim: “Mesmo que você se chateie, eu não ligo; prefiro pagar o preço, porque acredito que vale a pena”. Por fim: “Pare de bancar a relaxada, porque você não é!”

Quer saber? Ela gostou de ouvir. Engoliu seco, botou a viola no saco e cortou as garras, que já estavam prontas para o bote. Ela conversou com a irmã quase psicóloga, que a incentivou a pagar pra ver. E ela decidiu pagar. Chega desse romantismo de querer que tudo seja perfeito: o cara perfeito, a cena perfeita, a relação perfeita, a comunicação perfeita, os amigos perfeitos, o trabalho perfeito.

A vida não é uma estrada em linha reta, parafraseando o Moska. A vida é cheia de curvas, altos e baixos, buracos e barrancos. E não adianta querer transitar por essa estrada no piloto automático. Não funciona. Tem que conduzir a máquina, passar a marcha de força quando precisar subir a ladeira, desacelerar quando estiver prestes a fazer uma curva, dar sinal de luz sobre os riscos que “quem vem” pode encontrar pra trás...

Ela botou o Cd novo da Zélia Duncan no carro. E deu replay na música “Distração”. E ouviu, e deixou a letra fazer sentido de novo e de novo e de novo... Ela precisa ouvir de novo e de novo e de novo. Pra ver se entra, sabe?

 

“Se você não se distrai...

O acaso vira espera e sufoca

A alegria vira ansiedade

E quebra o encanto doce

De te surpreender de verdade.

Se você não se distrai, a estrela não cai...

E as horas não passam

O dia não nasce, a lua não cresce

A paixão vira peste

O abraço, armadilha...

 

Se você não se distrai,

Não descobre uma nova trilha

Não dá um passeio

Não ri de você mesmo

A vida fica mais dura

O tempo passa doendo...”



Escrito por Anucha às 01h05

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Nem tudo que falei eu sou capaz...

 

Feliz da vida na Serra da Capivara...

 

Tava ouvindo essa música durante a viagem e, de repente, essa frase bateu forte em mim. Senti que tinha que destrinchá-la aqui comigo, com vocês, enfim...

É isso, gente! Nem tudo o que falei aqui sinto em mim fortaleza pra levar ao fim e ao cabo. Nem aquilo que deixei dito nas entrelinhas. Nem o que afirmei com toda a fortaleza d’alma. A viagem serviu não só para eu produzir uma puta matéria pra TV. Mas para produzir sentido a respeito de um bocado de questão que estavam patinando dentro de mim, necessitando de um denominador comum.

E o denominador comum é um só e somente um:

EU SOU UMA FRACA!

Não levo ao fim e ao cabo as coisas com as quais me comprometo. Nem continuo na academia, usando o problema na perna como desculpa das mais esfarrapadas. Nem sigo a dieta, dando a justificativa da viagem no meio do caminho. Nem entro na ioga, compromisso meu comigo mesma. Nem termino de ler o “Caçador de pipas”. Nem deixo de pensar em quem me acendeu uma chama há quase dois meses. Puxa vida, isso tudo já?!

Mas... fui atrás da letra da música pra repensar aqui. Olha só aí as coisas que quero dizer pra mim...

 

“Confesso, acordei achando tudo indiferente

Verdade, acabei sentindo cada dia igual...

 

Quem sabe isso passa sendo eu tão inconstante...

 

Não vou dizer que tudo é banalidade

Ainda há surpresas, mas eu sempre quero mais...

 

Não vou mentir nem tudo que falei eu sou capaz...

 

Eu fui sentindo falta de um vão pra me esconder

Aos poucos, fui ficando mesmo sem saída

Perder o vazio é empobrecer...”

(Ana Carolina)

 

A viagem? Ah, foi tudo de bom. Deu tudo certo. Conheci lugares lindos e pessoas mais lindas ainda. Voltei encantada com o Parque Nacional da Serra da Capivara. E deslumbrada com o jeito simples de viver e ser feliz da bela cidade de Oeiras. Juro que fiquei com inveja de quem mora lá. Cheguei a pensar que poderia, sim, ser feliz morando num lugarzinho pacato como aquele.

Ah, por falar em ser feliz... me emocionei muito com a nova campanha da Claro. Vocês já viram? Dá uma vontade...

Vou mostrar algumas fotos da viagem no flog www.anuchamelo.fotoblog.uol.com.br , tá? VÃO LÁ. TEM UMAS IMAGENS BEM LEGAIS...



Escrito por Anucha às 22h52

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“O amor se alimenta da esperança do encontro...”

(A Casa das Sete Mulheres)

 

Eu no "Notícia Cultural" na Tv Cidade Verde

 

Copiei esta frase na semana passada quando assistia distraída a um dos capítulos da minissérie da Globo. Muito bem feita por sinal. Lembrei dela indagorinha mesmo quando via o capítulo final. Tenho dessas. Não acompanho as novelas. Mas no capítulo final... quero saber como vai terminar, sabe?

Bem, não posso me demorar aqui. E sabe por quê? Daqui a quatro horas, entro num carro onde vou passar mais ou menos oito horas viajando. Rumo à São Ramundo Nonato, no extremo sul do Piauí. Vou com uma equipe de reportagem da TV Cidade Verde. Vamos em busca de uma matéria. Não posso dar detalhes. Mas posso garantir que vai ficar ser muito legal fazê-la.

Na segunda-feira, voltamos para Oeiras, a primeira capital do Estado, onde a matéria continua. Só devemos estar de volta na terça. Por isso, vão perdoando aqui a maxi-ausência, tá?

Hoje, encontrei uma figura que quero muito bem e de graça. Daniela. Ou, como ela mesma se intitula, Donaella, do blog www.donaella.blogspot.com. Abraço de urso. Carinho de sempre. E a promessa, nunca cumprida, de a gente se encontrar por aí pra bater um papo. Tudo bem que não aconteça. Mas, abrir o blog e encontrar nos comentários um Quintaninha de presente pra mim foi tri-legal, como dizem os gaúchos, tchê!

Então, como já estou caindo pelas tabelas de sono. Vou dizer “até logo” com esse poeminha pra você, viu, “gente que eu quero bem”!?!

 

"Tão bom viver dia a dia.

A vida assim, jamais cansa.

Viver tão só de momentos

Como estas nuvens no céu.

E só ganhar, toda a vida,

Inexperiência

esperança.

E a rosa louca dos ventos

Presa à copa do chapéu.

Nunca dês um nome a um rio.

Sempre é outro rio a passar.

Nada jamais continua,

Tudo vai recomeçar!

E sem nenhuma lembrança

Das outras vezes perdidas,

Atiro a rosa do sonho

Nas tuas mãos distraídas... "

Mário Quintana



Escrito por Anucha às 01h29

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Os dias eram assim...

 

"Descaradamente roubado" do blog da Valéria!!! 

 

Prestençao na letra dessa música!

 

Aos nossos filhos

Ivan Lins / cantada pela Elis Regina

 

“Perdoem a cara amarrada

Perdoem a falta de abraço

Perdoem a falta de espaço

Os dias eram assim.

Perdoem por tantos perigos

Perdoem a falta de abrigo

Perdoem a falta de amigos

Os dias eram assim.

Perdoem a falta de folhas

Perdoem a falta de ar

Perdoem a falta de escolha

Os dias eram assim.

E quando passarem a limpo

E quando cortarem os laços

E quando soltarem os cintos

Façam a festa por mim.

Quando lavarem a mágoa

Quando lavarem a alma

Quando lavarem a água

Lavem os olhos por mim.

Quando brotarem as flores

Quando crescerem as matas

Quando colherem os frutos

Digam o gosto pra mim”.

 

Gente, eu sei que essa música é meio down. Sei que dá um aperto danado no peito quando a gente lê/ouve ela. Mas eu precisava descarregá-la aqui. Lembrei dela no domingo. Vendo o programa do Raul Gil. Bela homenagem ao Ivan Lins, que estava presente. Meu pensamento voou num tempo e num espaço distante, quando Minha Mãe ainda era viva e colocou essa música pra gente ouvir, eu e a Cacha. Uma angústia profunda se abateu sobre mim, ainda criança. Como seu eu percebesse as desculpas antecipadas dela sobre tudo enfim.

No domingo, eu chorei ao ouvir de novo. Comentei com a Cacha. Essa lembrança me abateu. Uma saudade sem fim. Arre! Essa noite, tive o terceiro sonho com minha mãe nuam mesma semana. E isso não é coisa muito comum, não viu? O de hoje não foi nada, nada bom. Nem vou contar porque dói até lembrar. Mas o certo é que ela estava com a gente, próxima, delicadamente presente. Se a Paulinha tiver certa... Ela anda bem mais perto de mim do que eu suponho. Graças a Deus. Agradeço o merecimento!

No mais, tá tudo bem. Mesmo com uns revezes, respiro fundo e sigo. Às vezes, eu mesma me impressiono com minha fibra. Talvez seja herança genética, né, Corrinha!?



Escrito por Anucha às 11h27

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Mudando a direção da vela!

 

Fotografada pelo Riso... Eu rindo!

 

Pois é, Sankinha, “NÃO SE PODE MUDAR A NATUREZA DA PESSOA”! Aprendi isso com minha vó Biba (mãe do meu pai) há um tempão. Ainda era criança quando ela tentava me explicar o por quê da separação dos meus pais. E ela me disse: “Eles têm naturezas diferentes; não se pode mudar isso”. Juro que me lembro solenemente dessa frase, desse momento.

Essa noite tive um sonho bem estranho. Sonhei com algumas pessoas que preciso perdoar intimamente e não só com palavras e tentativas de atitudes. E a maior lição que pude tirar do sonho é que a Minha Mãe estava sentada à mesa com essas pessoas, batendo papo, descontraidamente. Como quem quer me dizer: “SIMPLES ASSIM”! O melhor do sonho? Eu correndo para abraça-la. Ela, sentada. Eu, ajoelhada e com a cabeça afundada na barriga dela, repetia: “Tchêtcha, Tchêtcha, Tchêtinha!”

Era assim que eu chamava a minha Corrinha, minha mãe, que subiu pro andar de cima há cinco anos, um mês e quinze dias e me faz uma falta retada...

Aprendi também com a Renata, que deixou um pensamento lindo no comentário do post anterior: “VOCÊ NÃO PODE PARAR O VENTO, MAS PODE MUDAR A DIREÇÃO DA VELA”! Minha linda, você nem imagina como eu precisava ouvir/ler isso. Tenho estabelecido algumas prioridades na minha vida, sabe? E uma delas é tentar ver qual é. Antes de ficar marcando passo, marcando toca. Então, mudo a direção da vela e sigo adiante. Tem dado certo.

Como diz um poema de Sebastião Uchoa Leite...

 

“a respiração suspensa

é preciso decidir

aquele momento em que

solta

as mãos para o salto”.

 

Eu tô muito feliz hoje. Contando os dias, pra falar a verdade. Tô vendo qual é, sabe como é? Feliz com o meu trabalho também. Vou viajar pro interior, fazer umas entrevistas, produzir uma super-matéria em parceria com um super-repórter, Simplício Júnior. Acho que vai ser um puta trabalho. E eu estou muito feliz com isso.

No mais, vou deixando a via me levar. Levando minha alma junto, né não?

Vou ali ver meus amigos, rir um pouco, desopilar.

Pra não perder a prática...

 

“Deixa secar

Pra ver qual é a cor

E dar o real valor

Deixa seguir

Seja pra onde for

Pra ver no que vai dar”

(Lulu Santos)



Escrito por Anucha às 11h14

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