SOBRE MIM


Leonina de 34 anos bem vividos. Nasci em Salvador, mas amo Teresina. Cidade onde moro e quero viver os meus dias bem felizes. Uma mistura de Pollyana com Peter Pan. Vivo em "Busca da Terra do Nunca" achando que tudo acontece para o meu bem. Faço aqui minha catarse e minha terapia. Tenho me refeito a cada dia com minhas próprias reflexões. Sou uma criatura alegre e feliz. Meu maior sonho: SER MÃE!




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"Entrego
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(Hermógenes)




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Se eu tivesse mais alma para dar, eu daria. Isso para mim é viver!





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A linha tênue entre agir e aguardar

 

Paz no espírito. Esperança no coração!

 

Acontece cada coisa na vida da gente. Se você tem um diário, como eu, pode pesquisar o que você pensava há um ano. Foi o que eu fiz antes de começar a postar hoje. E qual não foi a minha surpresa? A vida é cíclica. O que vivemos hoje podemos repetir amanhã... mais ou menos as mesmas atitudes, ou pensamentos, em circunstâncias outras.

Trouxe para cá o pensamento final do post do dia 14.08.05. Uma estratégia milenar, de guerra, que pode, sim, ser aplicada na vida.

 

SUN TZU - A Arte da Guerra: “paciência é uma das grandes armas numa batalha; com ela, o general consegue vencer a batalha apenas no momento certo e sem grandes esforços.”

 

Ando me avaliando. Me repensando. Estudando cada possibilidade. Calculando até quais devem ser as minhas atitudes caso isso, ou caso aquilo. No sério, acho que há muito tempo não faço isso. Estava vivendo a vida no tempo presente. Deixando a vida me levar. Ou a rua me levar... pra lembrar a Ana Carolina.

Mas sinto que o momento é de auscultar os sinais, medir as conseqüências e até mesmo diminuir a velocidade... do pensamento, da vontade, das expectativas. Penso que nunca estive tão calma em toda a minha vida. Digo calma pra dizer cautelosa, pé no chão, zen, tranqüila, sem pressa. Sei que a terapia me ajudou.

A Drica, Minha Gorda, tem razão. Não tô mais a fim de ficar me relatando aqui da maneira que fazia. Desnudando alma, achares, quereres. Preciso de um mínimo de auto-preservação. E só eu posso fazer isso por mim, né? Vão me desculpando aí a ausência daqui e a ausência dos blogs de vocês. A desculpa é falta de tempo. Mesmo que vocês não acreditem... É real!

Ah, fiz uma bateria de exames hoje. Pelo visto, tá tudo bem. Tô firme e forte na academia. Malhando pesado no horário do almoço. Chego em casa tão cansada, que a fome parece desimportante. Já estou me alimentando melhor. Muita folha, muito legume, quase nada de doce. Mas, na próxima semana, devo radicalizar. Vou aderir à dieta da proteína. E seja o que Deus quiser...

Rubem Alves para adoçar os corações:

 

“As asas da alma se chamam coragem.

Coragem não é ausência do medo.

É lançar-se, a despeito do medo”.

 

CONVITE: dá uma passadinha lá no flog

www.anuchamelo.fotoblog.uol.com.br



Escrito por Anucha às 22h59

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Da tentativa de domar o vento...

 

Cultivando sementes para fazer florir o jardim!

 

04/08/06

SEMENTE CONSTANTE

[Plantada em 4 de agosto de um desses anos em que mulheres de fibra são abençoadas]

 

Ouvi dizer que curtir o vento é ser Semente Constante.

Você, Semente Constante...

Então, talvez, saber domar o poder do vento, seja ser você mais uma flor.

Porque saber absorver o poder do vento e outra história.

São outros 500 frutos nascidos fora da estação.

É outro assanhar de cabelos cacheados, outro emaranhar de galhos.

É provar, para si mesma, que o sopro, para fazer efeito, não precisa necessariamente ser constante.

Desde que você saiba o momento certo de domá-lo e, de uma vez por todas, mudar o rumo e a natureza das coisas.

 

Isso é o que dá ficar tanto tempo sem visitar o blog/flog dos amigos. Me assustei ao ler esse post no flog da Dani Rêgo na data do meu aniversário. Engraçado! Ela está bem longe, lá em Londres. E, além de ter escrito essas doces palavras, que me penetraram fundo a alma, ainda ligou pra bater papo, como se não estivesse fazendo uma chamada internacional. Dani, amo você e você sabe disso, né?

Hoje, passei umas horas com uma amiga querida, que a vida me deu de presente. Ela estava dodói. Fui levar carinho. Estar com ela, naquele momento, me fez ter uma sensação de responsabilidade com quem eu quero bem, sabe? Tipo o Pequeno Príncipe, sabe? “Tu te tornas enternamente responsável por aquilo que cativas...”

De noitinha, recebi aqui no apê a visita da Isinha e as filhotas Letícia e Luísa. Enquanto as meninas faziam piruetas pela casa, eu recebia o carinho de uma figura mais que especial. E, ali, entendi que amizade é outra coisa diferente de estar todo dia do lado.

 

"...o bom mesmo é que na amizade, se verdadeira, a gente não precisa se sacrificar, nem compreender, nem perdoar, nem fazer malabarismos sexuais, nem inventar desculpas, nem esconder rugas ou tristezas.

A gente pode simplesmente ser: que alívio, neste mundo complicado e desanimador, deslumbrante e terrível, fantástico e cansativo. Pois o verdadeiro amigo é confiável e estimulante, engraçado e grave, às vezes irritante; pode se afastar, mas sabemos que retorna; ele nos aguenta e nos chama, nos dá impulso e abrigo, e nos faz ser melhores: como o verdadeiro amor.”

Lia Luft (enviado por mail pelo Alcione)

 

Hoje, fiz faxina no guarda-roupa. E, de alguma maneira, me senti fazendo faxina na alma também. Pensando em mim, nos meus propósitos, nos meus anseios, nas minhas possibilidades, no que eu me arriscaria para ser feliz.

Cheguei a uma conclusão: EU SERIA CAPAZ DE SURPREENDER ATÉ A MIM MESMA PARA RUMAR EM BUSCA DO QUE EU ACREDITO SER FELICIDADE!



Escrito por Anucha às 21h45

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Meu coração de feira...

 

Adoro essa roupa minha!

 

Quarta, fui assistir ao show do Vavá com a Eli, Sanka, Camila, Sayô e Mel. Emoção demais! Show limpo e lindo! Novas canções do terceiro cd já prometido. Lindas composições antigas, que tocaram fundo a gente. Velhas e novas músicas dos outros, que parecem ainda mais bonitas na voz dele. Esse baiano que, como eu, adotou Teresina como morada da alma, da vida.

Tô com meus músculos em frangalhos. A malhação tá pesada. Mas não reclamo. Me quero linda, leve e feliz daqui pra frente. Voltei pra dieta. Mais uma, pode dizer. Tô nem aí. Tentativa e erro sempre. “Nem sempre ganhando, nem sempre perdendo, mas... aprendendo a jogar...”, como diz a Elis.

Falei com Meu Pai na quinta. Desabafei com ele. Recebi bons conselhos. Entendi que ele e a Ju estão certos. Pisei no freio. Um papo por telefone mais à noite me deu gás pra procurar notícias. O melhor que eu poderia ter feito. Ouvir meu coração parece ter sido a coisa mais sensata. Alívio. Fé. Esperança. E, como diz o Ninho, VAMOSSIMBORA!

Ah, ainda não falei aqui que domingo passado fizemos o maior fuá na casa do Fábio Polar, né? Pois bem... ele chamou, teve que agüentar. Eu, Lícia, Marquim, Amaro, Bebê, Sayô, Mel, Marcelo, Geisa e Gerda. Tomamos todas, curtimos ao máximo e saímos todos de alma lavada. Fabinho estava feliz. Deu pra sentir. Com a presença da gente lá. Se esmerou nas comidinhas. Abriu seu home-theater pra gente. Dançamos e fizemos todas as pulutricas a que tivemos direito. Bom demais da conta! Quer ver como foi?

 

"Quero vê-la sorrir..."

Eu e o Bruxo fazendo presepada!

Marquim: amigo de fé, camarada!

Fábio Polar: exímio anfitrião!

 

“Baby, se você vier comigo, lhe prometo como abrigo o meu coração...”

Vavá Ribeiro

 

EI, GENTE, DÁ UMA OLHADINHA NO FLOG... www.anuchamelofotoblog.uol.com.br



Escrito por Anucha às 23h55

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Com intenção de quermesse nos olhos...

TENTATIVA DE ENLOUCRESCER!!!

Acho muito legal ver as coisas mais simples ditam com tamanha delicadeza. Isso que o Arthur da Távola disse aí em cima é tudo o que eu queria ter dito para me definir nesse momento.
Dei uma guinada nos últimos dias na minha vida. De extremo desânimo para tudo o mais, que não fosse o trabalho, para a insaciável vontade de fazer o jogo do contente, da Poliana. Acreditar que o melhor está por vir mesmo. Sonhar que é possível ser feliz, sim, de novo e de novo e de novo. Cultivar bons hábitos na vida. Nutrir os melhores sentimentos pelas pessoas, mas cuidar do que sente por si próprio antes de mais nada.
Voltei pra academia, viu? Fiz logo um contrato de seis meses pra nem pensar em desistir. Escolhi um horário meio punk. Meio dia. Mas foi o único que deu pra conciliar os trabalhos. Quer saber? Adorei. A Mel botou pesado na malhação, mas valeu. Cheguei em casa tão cansada, que nem senti tanta fome. Comi todas as alfaces lisas e rúculas que vi pela frente, antes de me passar prum pratinho de legumes, com bifinho gostosinho e feijão (minha paixão!).
Vi duas pessoas maravilhosas na terça à noite. Fui tomar café com a Sanka na casa dela. Matar a saudade da Sankinha era algo que já estava me devendo. Depois, a Ju me ligou e fui encontrá-la no Viena. Poxa, tão bacana! Altas dicas, que certamente vão nortear minhas condutas a partir de agora. Valeu, Ju!
Recebi um toque para ENLOUCRESCER. Curiosa como sou, fucei na internet até achar definições ou algo que chegasse perto. Descobri uma linda música da banda mineira Manitu e ainda o texto do Arthur da Távola, de onde tirei o título deste post.
Pra vocês entenderem o meu espírito... Dois trechos. Duas estrofes da música e o finalzinho do texto.  

Enloucresça - Manitu
“(...) Posso até não ser ninguém neste mundo doido,
mas eu sou o mundo pra quem me entende agora.
(...) E pra que continue assim, neste vôo sagaz,
tenho que me desprender de lembranças,
costumes e tradições que me causaram dor
...”

Agora, a sutileza do Távola de dizer tudo o que eu precisava ouvir ou o que fez muito sentido pra mim...

“... Enfeite-se com margaridas e ternuras e escove a alma com leves fricções de esperança. De alma escovada e coração estouvado, saia do quintal de si mesma e descubra o próprio jardim.
Acorde com gosto de caquí e sorria lírios para quem passe debaixo de sua janela. Ponha intenção de quermesse em seus olhos
e beba licor de contos de fada. Ande como se o chão estivesse repleto de sons de flauta e do céu descesse uma névoa de borboletas, cada qual trazendo uma pérola falante a dizer frases sutis e palavras de galanteio.
Se você não tem namorado é porque não enlouqueceu aquele pouquinho necessário para fazer a vida parar e, de repente, parecer que faz sentido.
Enloucresça!”

Por fim, gente, vou cuidar de ENLOUCRESCER, tá?!



Escrito por Anucha às 01h11

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Que venha a bonança!

Eu, Cacha e Dedila: sanduíche de gente!!!

Que venha a bonança!

 

Não é assim, depois da tempestade? Pois que seja. Eu tô muito bem. Tive nesses dias o que o Marquim chamou de “Anuchafolia”. Desde quinta à noite comemoro meu aniversário. Jantar a dois na quinta. Muita conversa pra botar em dia. Saudade pra matar. Carinhos sem ter fim. Tudo o que eu desejava e merecia. DEUSÉMAIS!

Na sexta, almoço com mana, tios e afilhada. Muito bacana... eu, a Cacha e a Dedila fazendo caras e bocas pra fotos maluquésimas na redinha da varanda do apê da tia Inêz. Tarde no shopping com a Dé. Noitinha... missa com companhia mais que especial na minha vida. Muito emocionada. Chorei a missa inteira. Tava precisando também. Recebi água benta na cabeça, rezei e saí de lá num misto de alívio e incômodo. Alívio por ter me sentido em busca da minha fé, da minha esperança, da minha luz. Incômodo por perceber que existem coisas muito mais substanciais a se fazer do que ficar em crise existencial sem razão de ser.

Quer saber? O que tirei de mais bonito nesses dias... o carinho das pessoas por mim. Muito legal isso de sentir o quanto se é realmente importante pra um tanto de gente assim óooooooooooooooooooooooo... Bom ouvir suas ligações, mensagens de cel, scraps no orkut e recadinhos no blog. Sou abençoada, já disse.

Na noite de sexta, fui pro Detroit brindar com meus amigos queridos. Tava todo mundo lá. Minha turma, meus dengos, minha alegria. Minha cabeça estava lá e cá... pensando da morte da bezerra, sabe? Ou seria no passarinho verde???

Sábado, casa da Nilsa, festinha pra Natália, as meninas do café reunidas. Muito legal. Conversamos muito. Bebemos nossa cervejinha. Uma tarde daquelas que a gente quer ter mais vezes, sabe?

Agora à noite, bem... fiquei em casa. Sendo feliz... Como eu acabei de dizer pra o Amaro, que mandou msg convidando pra ir pro Tapera. Vou não, primo! Melhor ficar em casa deglutindo tudo isso. Botar a cabeça no lugar, criar fôlego pra começar a academia amanhã. Afinal, isso é uma das promessas que me fiz. Mudança de planos nos primeiros dias de 35 anos.

Ah, alguém especial me perguntou quais eram os meus planos para o ano novo? Pensei rápido: “Tá muito longe!!!” Na verdade, ele se referia ao ano que começa depois do meu aniversário... Minhas metas? Olhar mais pra mim, cuidar melhor do meu jardim, me alimentar de forma mais equilibrada, voltar definitivamente para a academia. É isso. Façam o favor de me cobrar isso, tá? Tenho dito.   



Escrito por Anucha às 10h03

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Anucha – 3.5 – Asas abertas

 

Rindo se espanta os fantasmas! Xô...

 

“Porque o passado me traz uma lembrança
Do tempo que eu era criança
E o medo era motivo de choro
Desculpa para um abraço ou consolo
Hoje eu acordei com medo, mas não chorei
Nem reclamei abrigo
Do escuro eu via um infinito sem presente
Passado ou futuro...

De repente a gente vê que perdeu
Ou está perdendo alguma coisa
Morna e ingênua
Que vai ficando no caminho
Que é escuro e frio, mas também bonito
Porque é iluminado
Pela beleza do que aconteceu
Há minutos atrás...”
(Pra tu Amador, Poema – Cazuza e Frejat)

 

Olha, gente. Nesta sexta, tô fazendo 35 anos. E levei um esbregue de duas pessoas que quero muito bem por causa desse meu desânimo para estar feliz pela data. Quando me perguntaram se eu iria comemorar, eu respondi: “mas comemorar o quê?”. A resposta foi em uníssono: “COMEMORAR A VIDA, A SAÚDE, A ALEGRIA DE TER TRABALHO, FAMÍLIA, AMIGOS.”
Pois então pronto. Nada de festa, porque não tô com espírito pra isso. Mas estar com minha irmã, meus amigos, em algum lugar, fazendo um brinde... ah, isso eu vou fazer, sim. Talvez, rir de alguma piada. Balançar com alguma música. Cantar os sucessos do Vavá Ribeiro, no CD Ao Vivo, que acabei de me dar de presente. E tá lindo, viu?
Ah, na quarta, as meninas do café fizeram festinha pra mim. Me encheram de mimos e carinho. Ainda tivemos a gentileza a mais de uma figura muito querida, que estava em outra mesa, mas mandou que nos servissem dois deliciosos Chandon geladíssimos. Te mete!
Então, viva eu, né? Deixo vocês com aquele carinho de sempre. E com um excerto da música Nau Cometa, do Vavá, que soou como uma puxada na minha orelha.

 

“asas para o que restou, pé na estrada, no elevador
pra ficar tudo leve, num tempo breve de todo estresse,
do que me fere, que me repele...
que o vento me eleve de ultra-leve, de delta ou leque,
de mobilete, pra o fundo do cometa,
no fundo nau cometa...
nada mais me pára não,
saia do meio, que eu estou sem freio.
pra ficar tudo bem, quando tudo está zen,
eu preciso de alguém que me leve,
eleve, leve, eleve, leve, eleve mais além...”



Escrito por Anucha às 13h59

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Preciso comigar!

 

Descaradamente "roubado" da Clarinha 

Fui almoçar com a Cacha. Chegou de São Paulo. Férias. Mente arejada. Cheia de coisa pra contar. Isso de COMIGAR peguei dos relatos fotográficos que ela fez no Museu da Língua Portuguesa. Comigar é um neologismo (Guimarães Rosa), que quer dizer alguma coisa como: ficar comigo, simpatizar comigo! Entusiasmada com a vida. Ô, coisa boa é ver gente gostando de viver, se esbaldar na vida, fuçar tudo pra encontrar a felicidade. Minha irmã sempre me parece assim quando volta de lá. Por isso é que eu tenho que meter minha viola no saco e engolir... qualquer dia dessas ela vai e não volta mais. Eu é que terei que ir lá pra visitá-la.

Mas, ainda tô sem muitos sorrisos. Hoje, então... Dia foda esse. Se eu pudesse, apagava do meu calendário. 01 de agosto. Há cinco anos, a Corrinha foi e pra não voltar. A gargalhada se calou. O pigarro irritante do cigarro idem. Os lamentos de dor aqui, dor acolá. As histórias nostálgicas do tempo que passou. Nem sei dizer do que tenho mais saudade...

Tava dizendo pra Lela e pra Cacha indapouco. Acho que é a primeira vez, nesses cinco anos, que as datas se embaralham e provocam um rebuliço de verdade aqui dentro. 01 de agosto: aniversário de morte da minha mãe, minha vida, meu porto-seguro. 04 de agosto: aniversário de vida meu. 35 anos. Cinco sem saber direito o que vou ser quando crescer... Sim, porque ainda não sei nem se virei adulta, sabe? Acho que, ao final do “Caçador de pipas”, saberei “caçando minha alma” (entendi agora, viu, Lela!?!), qual o meu propósito nessa vida, afinal...

Não quero mais ouvir um diálogo na novela das oito e me afetar com tamanha ignorância do personagem que diz: “Mulher que trabalha demais não casa”. Trabalho muito mesmo. Demais. Também não estou procurando marido, como bem respondeu a tal fotógrafa que trabalha demais na novela. Mas procuro, sim, uma vida ao dois com alguém bacana. E isso me tem feito uma falta retada.

Relendo meus escritos no blog nos últimos dias 01 de agosto, lembrei da letra de uma música que é a minha cara. “Impriauzinha”!... usando uma expressão do Piauiês, que quer dizer “exatamente igual”. E, quer saber... ela continua me definindo muito bem! Fico devendo a autoria. Mas isso também não vou explicar por quê.

 

“Eu tão completa e tão sozinha.

Uma casa, um carro, um quarto e uma cozinha...

Eu deitada em minha cama

Descanso do trabalho de pijama e o sono vem

De dia eu acordo, olho pros lados e não vejo mais ninguém.

Cadê você?

Te vi num sonho.

Por que não te encontro mais?

Você nem é tão lindo assim.

Por que se esconde de mim?

Ai, que saudade dos teus braços!

Mas, quando acordo, são apenas travesseiros...”



Escrito por Anucha às 14h48

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