SOBRE MIM


Leonina de 34 anos bem vividos. Nasci em Salvador, mas amo Teresina. Cidade onde moro e quero viver os meus dias bem felizes. Uma mistura de Pollyana com Peter Pan. Vivo em "Busca da Terra do Nunca" achando que tudo acontece para o meu bem. Faço aqui minha catarse e minha terapia. Tenho me refeito a cada dia com minhas próprias reflexões. Sou uma criatura alegre e feliz. Meu maior sonho: SER MÃE!




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"Entrego
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Um mar de fogueirinhas...

 

Júlia: adoro essa menina!!!

 

Desde que vim morar aqui no meu novo apê, nunca havia recebido correspondência nenhuma, além das cobranças de condomínio, telefone, luz, cartão de crédito, etc. Contas. Sempre contas a pagar. Mas, na última terça-feira, justo o dia em que escrevi o post abaixo, em que me admitia “estranha em mim”, debaixo da porta, um envelope branco com minhas referências digitadas numa etiqueta de computador me fez sobressaltar.

A primeira reação, juro, foi me benzer. Logo imaginei uma carta anônima, porque não tinha remetente. Mas quem mandaria uma carta assim pra mim? Sentei-me no sofá (sim, não disse aqui ainda que ganhei um sofá da Tia Jack, que deixou minha sala mais aconchegante!) e pus-me a abrir delicadamente o envelope.

Um papel branco grosso, tipo de convite de casamento, sabe?, com o que parecia uma carta comum a um cem número de pessoas. Mas recebi como sendo unicamente para mim. Não me apressei a fazer uma leitura dinâmica para descobrir qualquer nome que me fosse íntimo. Segui degustando cada palavra, como que buscasse um alívio, um consolo, uma paz.

E foi o que encontrei. Reproduzo aqui a carta que os familiares do Professor Marcílio Flávio Rangel de Farias, o Professor Marcílio do Dom Barreto, enviou para mim:

 

“Galeano conta uma história que virou uma tradição do litoral da Colômbia: Um homem subiu ao céu e ao voltar explicou que o mundo é feito de um monte de fogueirinhas, um mar de fogueirinhas. Que cada pessoa brilha com luz própria e que não existem dos fogos iguais. Existem fogueiras grandes e fogueiras pequenas e fogueiras de todas as cores. Gente de fogo sereno, que nem percebe o vento, e gente de fogo louco, que enche o ar de chispas. Alguns fogos alumiam a vida com tamanha vontade que é impossível olhar para eles sem pestanejar, e quem chega perto pega fogo.

Neste tempo de renovação da coragem, tempo de renovação dos compromissos, queremos reafirmar nossa esperança em todos aqueles que foram tocados pelo fogo flamejante do professor Marcílio...” 

 

Antes mesmo de terminar de ler a carta, estava chorando. Um choro soluçado, doído, de saudade e também de gratidão. A família agradecendo e quem estava profundamente agradecida era eu, isso sim. Grata por ter tido a oportunidade de ser tocada pelo fogo do professor Marcílio e isso ter sido importante para toda a minha vida. Sempre. Desde que o conheci, dizia que, apesar de ter tido uma educação escolar bem diferente da que é ministrada no Dom Barreto, seria lá que os meus filhos irão estudar. Se um dia eu tiver filhos, claro.

Nunca vou esquecer o olhar daquele “fogo flamejante” no dia em que entrei no seu “canto” (escritório) pela primeira vez. Existem pessoas que são assim... tocam a gente de maneira tal que a gente nunca esquece o dia, o momento, a situação quando a vimos pela primeira vez. Eu lembro. Lembro bem.

Isso tudo é para dizer que nada como um dia depois do outro. E reconhecer que a minha dor é tão menor que a dor dessa família, da família do Hélio, da Lícia, que chego a me envergonhar de considerar aqui minhas crises existenciais. Me senti ridícula naquele início de noite. Mas, tive um lindo sonho com o Hélio e a Lícia. Hoje, vamos nos encontrar no Cabaré do Marquim. E eu vou contar pra ela esse “filme” que se passou no meu inconsciente. Certamente, uma vontade pura de que fosse real!

P.S.: No meio disso tudo, ontem, levei a Dedila pra lanchar no Madame K. Minha afilhada merece uma saída de bacana. Esquecemos da vida, falando de tanta coisa legal. Estávamos felizes na companhia uma da outra. Wraps, chocolate gelado com chantilly e umas rosquinhas com pastas de entrada. A conta? Vixe, melhor esquecer. Afinal, uma vez na vida a gente precisa esquecer que é assalariado e trabalha apenas para pagar as benditas contas, que continuam a ser as únicas correspondências que recebo em casa.

AH, VÃO LÁ NO MEU FLOG. TEM MAIS FOTOS DO PIAUÍ POP. www.anuchamelo.fotoblog.uol.com.br



Escrito por Anucha às 12h09

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Estranha em mim

Você já se sentiu assim? Ruim, né? É como se você habitasse um corpo que não é seu. Sensação de incômodo da porra.

Ando assim. Não é uma tristeza apenas. Nem é simplesmente uma angústia. Muito menos uma insatisfação sem razão de ser. Tô estranha em mim e pronto. Como diz meu amigo Marquim: “Tô de última!”

Lá em Parnaíba eu também tava assim. Sabe quando a gente não consegue rir das piadas todas, nem tomar boas goladas de cerveja? A praia parece ter areia demais, vento de menos e gente saindo pelo ladrão... E eu, meio perdida no meio daquele lugar, que não me era nem mesmo confortável, e daquela gente, que me pareceu um tanto quando estranha. E nem era. Eu estava com boa parte dos meus amigos. Mas não estava em mim. Pronto. Era isso.

De volta à minha casa, ao meu trabalho, à minha rotina, ainda me senti estranha. Mas, menos desconfortável. Pelo menos, na rotina do trabalho, a gente se sente meio afogada em tanta coisa pra resolver, tanta coisa pra destrinchar... que tudo mais fica menos, sabe?

Ando com saudade “de um tempo velho, morto, que passou depressa...” (Lô Borges)

A minha vida está um tanto quanto estacionada. A Lícia acha que está faltando oração. Que preciso rezar. Encontrar a paz que vem das conversas com Ele. Ela está certa. Com certeza, estaria melhor se estivesse com mais fé, com mais esperança. Mas não estou.

Tô em contagem regressiva para o meu aniversário. E, ao contrário do ano passado, que estava feliz, animada, estimulada com as mudanças que viriam e que poderiam vir (e não vieram) com a nova vida... eu estou macambúzia, desestimulada, cansada, sem graça.

Tomara, queira Deus, que depois de completados os 35 anos eu me compenetre de vez que não sou mais uma menininha carente e cheia de caraminholas na cabeça. Uma mulher que precisa agir e pensar como mulher. E seja lá o que Deus quiser... 



Escrito por Anucha às 16h18

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É de mágica que eu dobro a vida em flor

Los Hermanos

 

Praia do Coqueiro: pronde eu vou!

 

Levantarei amanhã umas seis da matina pra viajar pra Luís Correia. Meus companheiros de viagem: Marquim, Tia Jack e Dedila. Vamos ficar no Coqueiro. Pertinho da Lícia, Nenén, Reginaldo, Lidche, Stelma. Curtir sol, praia, cervejinha, caranguejo, relax total. Tô precisando.

A Cachaem São Paulo. De férias. Com os amigos que ela ama, na cidade que ela adora, fazendo o que mais gosta: se abastecendo de cultura... teatro, shows, vernissages, bons papos, essas coisas boas da vida.

 

Eu e Cacha: na beca no casamento da Lelé

 

No dia do amigo, falei com Sayô e Sanka, recebi uma msg no cel linda da Licinha. E pensei o quão afortunada sou eu por ter amigos tão especiais. Se eles são irmãos que a gente escolhe, fiz boas escolhas!
Bem, mas... ando sumida, né? Desculpa, gente. Tô em falta, mas é comigo, sabe? Acho que não ando bem pra pensar legal e escrever direito. Prefiro deixar vocês fora dessa confusão que está a minha cabeça. Nada demais. Crise existencial. Mais uma. Um dia eu me encontro. Queira Deus!
Hoje, ouvi pela enésima vez o “Quatro” do Los Hermanos. E mais uma vez, frases, poesias, letras me disseram mais que nas outras vezes. Ou, desta vez, me disseram o que eu precisava ouvir.

 

“pois é, não deu
deixa assim, como está, sereno
pois é de deus tudo aquilo que não se pode ver
e ao amanhã a gente não diz
e ao coração que teima em bater
avisa que é de se entregar o viver
avisa que é de se entregar o viver
pois é, até onde o destino não previu
sem mais, atrás vou até onde eu conseguir
deixa o amanhã e a gente sorri
que o coração já quer descansar
clareia a minha vida, amor, no olhar
clareia a minha vida, amor, no olhar”

 

 

Sexta: niver da Dedila (minha vida!)

 

Tô voltando na segunda. Refeita. Mais leve de alma, com certeza. Mais disposta a voltar às velhas e reconfortantes rotinas. De vir aqui ver vocês todo dia, por exemplo. Enquanto isso... mais Los Hermanos pra vocês entenderei com ando me sentindo.

 

“...o vento vai dizer lento o que virá
e se chover demais a gente vai saber,
claro de um trovão,
se alguém depois sorrir em paz.
(só de encontrar...)”



Escrito por Anucha às 23h31

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Minha jornada no Piauí Pop

Tietando legal com o Los Hermanos, tá?!

Nem sei se vocês estão muito interessados em saber como foram meus últimos quatro dias. Em todo caso, eu estou a fim de falar. Sabe, foi uma super experiência de trabalho, de muita dedicação e de realização pessoal também. Porque tenho voltado a pensar como há um tempo atrás... se estiver tudo bem no trabalho... o resto se ajeita. A terapia ajuda. E estamos conversados.

No Piauí Pop duas músicas buzinaram "de com força" em mim. Uma nova do Kid Abelha e a velha Janaína, do Biquini Cavadão. Fiquei meio zonza ao ouví-las naquele contexto maluco: cercada por mais de 20 mil pessoas num mega festival de rock e pop aqui em Teresina.

"...Eu tou tentando remar meu barco...
Eu tou tentando não cair no buraco...
Eu tou tentando te dar um abraço
Eu tou penando pra driblar o fracasso...
Eu tou tentando saber o que é isso
Eu tou tentando ficar com Deus
Eu tou tentando que ele fique comigo
Eu tou fincando meus pés no chão...
Eu tou treinando pra ser campeão
Eu tou tentando ser feliz...
Eu tou tentando entrar em forma...
Eu tou tentando fazer meu filme
Eu tou chutando pra marcar um gol..."
(Kid)

E...

"...Ela diz
Que apesar de tudo ela tem sonhos
Ela diz
Que um dia a gente há de ser feliz
Se Deus quiser..."
(Biquini)

Melhor deixar vocês com as imagens que ficaram na minha memória...

Marcelo Camelo: a jornalista se confunde com a fã do Los Hermanos

Rodrigo Amarante: minha paixão no Los Hermanos

Marcos Frota: pintou por lá pra ver o show do Lulu

Eu e Nadja: Lulu Santos lá no palco

Planta e Raiz: pense nums caras bacanas!

Bruno do Biquini: brinde com cajuína

Paula Toller: qual a fórmula da beleza?

Tô cansada. Três dias de trabalho pesado, quase sempre em pé. Tô com os joelhos aos frangalhos. Com déficit de sono. Sem muito saco pra relatos por agora. Talvez amanhã, depois. Levem a mal, não, tá? Beijos



Escrito por Anucha às 22h53

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