SOBRE MIM


Leonina de 34 anos bem vividos. Nasci em Salvador, mas amo Teresina. Cidade onde moro e quero viver os meus dias bem felizes. Uma mistura de Pollyana com Peter Pan. Vivo em "Busca da Terra do Nunca" achando que tudo acontece para o meu bem. Faço aqui minha catarse e minha terapia. Tenho me refeito a cada dia com minhas próprias reflexões. Sou uma criatura alegre e feliz. Meu maior sonho: SER MÃE!




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(Hermógenes)




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Felicidade é um arredondamento!

 

FELIZ, PÁSCOA! QUE DEUS ABENÇOE VOCÊS!!!

 

Soou estranho pra você isso? Pra mim também. Até eu ir deglutindo o que escreveu Márcia Neder no editoral da Cláudia deste mês. Uma pérola de escrita. Simples e tocante. Já notaram que esse é um assunto muito recorrente aqui, não é? Sintomático, eu diria.


“Muita gente acha que (felicidade) é ter a vida livre de dores, problemas, lutos, onde nada de ruim acontece; que é a amar alguém sem defeitos; que é ter dinheiro de sobra, saúde perfeita, amor incondicional, sucesso sem competição, tudo isso em um corpo magrinho e sem celulite”.


Mais embaixo, ela mesma dá a fórmula. Se é que se pode dizer que há uma fórmula para a felicidade.


“Porque o que traz felicidade é simples, banal e corriqueiro. Todos temos nacos de pequenas felicidades diárias que formam uma felicidade grande, arredondam a conta: é a volta por cima depois de um baque, a vitória após o desafio, mesmo que dure apenas um instante; é a sensibilidade de saber reconhecer os defeitos inaceitáveis em um parceiro (e a hora de pular fora) e aqueles que tornam a pessoa mais humana e querida; é se olhar no espelho e gostar do que vê; é a certeza de que cada ruguinha conta uma boa história...”


Na Caras, o meu horóscopo diz uma coisa que me tocou. Aliás, confio muito naquele tal de Carlos Fruig. Olha o que ele disse:
“O apoio, a fé e a confiança vêm de seus próprios sonhos e de sua disposição para leva-los adiante e superar os obstáculos inevitáveis que sempre aparecem nos caminhos iluminados. Não será nada fácil, mas seu espírito entusiasmado tornará tudo plenamente realizável”.
É isso aí. Pra frente é que se anda, Anucha Melo!
Ontem, fui ao show da Madame Baterflai, banda do Hermano, um ex-namorado muito querido e a quem eu respeito e muito. Emoção lá. Não por outra coisa. Mas por ver a maturidade da banda que eu vi nascer e a qual produzi por dois anos e meio. Vou escrever um artigo pro jornal. Devo isso a mim, antes de fazer por eles também. Neste ano, lançam o segundo CD. E o meu orgulho da banda só cresce a cada apresentação. Lindo ouvir: “Cadê você? Te vi num sonho. Por que não te encontro mais?”
Hoje, almocei uma peixada à brasileira com a Cacha lá no Casarão, que estava deliciosa, por sinal. Só eu e ela. Falando da vida. Da minha e da dela. Falando dos planos. Os meus e os dela. Ouvi uma coisa linda da minha mana com alma de poeta: “Que vida é essa nossa... Assustadora e maravilhosa ao mesmo tempo...”
Indagorinha fiz uma puta faxina aqui em casa. O apê tava precisando desse cuidado. Vassoura, espanador e pano com cheirinho pro chão. Ao som do CD Quatro, do Los Hermanos. Me inspirei. Trouxe ele pra vocês pra gente desejar juntos FELIZ PÁSCOA, tá?
 
“... Como pode alguém sonhar
O que é impossível saber?
Não te dizer o que eu penso
Já é pensar em dizer.
E isso, eu vi, o vento leva!
Não sei mas sinto que é como sonhar
Que o esforço pra lembrar
É a vontade de esquecer.
E isso por quê?...
...o vento vai dizer lento o que virá
E se chover demais
A gente vai saber,
Claro de um trovão,
Se alguém depois sorrir em paz.
(só de encontrar...)”
(O Vento, Los Hermanos)

 

p.s.: Só pra controle... estarei fora por três dias. Tô indo pra Batalha, cidade natal da minha mãe, amanhã cedinho com a Cacha e o Marquim. Conto tudo na volta. Beijos 



Escrito por Anucha às 19h10

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TUDO VEM PRA QUEM É DO BEM!

 

Pôr-do-sol em Salvador por Hamilton Bittencourt. Ai, que saudade...

 

Tanta coisa aconteceu ontem. Recebi uma ligação no início da tarde que me deixou ainda mais feliz do que já estou. Um amigo querido, Ninho, que mora longe, mas que nunca saiu do lugar mais confortável do meu coração. Quando ouvi do outro lado da linha aquele entusiasmado e alegre “NINHA!?!” meu coração pulou de alegria. Prometemos voltar a nos corresponder por mail. E voltar a estreitar os laços. Nem o tempo, nem a distância, nem as circunstâncias da vida é capaz de mudar um querer bem tão genuíno. Tenho dito!


O Luizinho voltou a me ligar ontem também. Pra contar boas novas, desabafar outras, compartilhar. Falei sobre a ida pra Cidade Verde. E ele arrematou com essa pérola: “Tudo vem pra quem é do bem!” Me senti revigorada, protegida, cuidada. É assim que me sinto quando vejo o carinho dos meus amigos comigo. A vontade de que tudo dê certo. De que o universo inteiro confabule para que as coisas sejam como eu mereço (e não apenas como eu quero...).
À noite, fui pro cinema dispostas a não pensar. Tipo ver um filme que me botasse pra rir ou que agitasse minha adrenalina. Na sessão de 7h30, “Matador” na companhia do meu novo amigo Fernando C. Branco (K). Nos divertimos muito. Quer dizer, eu me diverti na cia dele. Na sessão seguinte, a Tatiana me fez companhia no “Match Point”. Bem bacana a película. Gostei!


De volta pra casa, voltei a pensar...
A vida tem sido generosa mesmo comigo.
Me feito aprender com meus erros como nunca.
Me feito saborear derrotas como quem come fruta madura.
Me feito brindar deslizes como quem tem sede de seguir correndo.
Me feito pensar no que podia ter sido sem a dor de não ter realizado.
Simplesmente sentir, pensar, desejar, amar, construir, seguir, recuar, viver!

 

Ah, tenho mania de andar sorrindo pra Deus e todo mundo...

 

A Débora Mariano me passou uma incubência. Responder à correntinha que ta circulando entre os blogueiros sobre as CINCO MANIAS. Com boa soldado, bato continência:
“Cada blogueiro participante tem de enumerar CINCO manias suas, hábitos muito pessoais que o diferenciem do comum dos mortais. E, além de dar ao público conhecimento dessas particularidades, tem de escolher CINCO outros blogueiros para entrarem, igualmente, no jogo, não se esquecendo de deixar nos respectivos blogs um aviso do 'recrutamento'. Ademais, cada participante deve reproduzir este "regulamento" no seu blog".

 

Minhas manias:

1. Eu sempre suo muito. E quando estou maquiada (pros trabalhos na TV, por exemplo), tenho a mania de enxugar as bolinhas de suor entre a boca com dois dedos (o maior de todos e o fura-bolo). Um por vez. Acho isso até chamosinho!
2. Não sei dormir sem ter perto de mim um copão enoooorme de água, que fico bibicando a noite inteira. Bebo muita água durante todo o dia. Mas à noite, é quase meio litro, acredita?
3. Adoro anotar frases que me tocam. Quando assisto a um filme, ouço uma música, vejo uma entrevista... sempre estou de butuca ligada para ouvir o que me toca a alma. E, claro, um caderninho sempre à mão (como todo jornalista deve ter...) para anotar. E, quem sabe, usar depois.
4. Sempre canto uma mesma música quando estou triste: Roda Viva (Chico). E sempre canto uma mesma música quando estou alegre: Cheiro de Mato (Fátima Guedes). Acho até que eu sou uma cantora frustrada. Devia ter investido mais em mim. Quem sabe não seria famosa, né? Mas, sim... adoro cantar MPB, pop, música antiga, ou tudo o que for de boa qualidade. Às vezes, até arrisco um microfone na mão...
5. Quando quero me dar um presente (porque sempre faço isso comigo), a minha escolha, invariavelmente, é uma “roupa de baixo”. Nada muito especial, não. Nem gosto daquelas com babadinhos, bicos, rendas e esses fru-frus. Prefiro as de algodão ou microfibra, macias e coloridas.   
Agora, tenho que indicar CINCO amigas blogueiras. Pois, lá vai: Sanka, Sayô, Lela, Karla e Drika. Se virem!

 

Vou deixar vocês intrigados com uma de Shakespeare, que li num livreto de citações dele:

“DEVEMOS ACEITAR O QUE É IMPOSSÍVEL DEIXAR DE ACONTECER!”

 



Escrito por Anucha às 18h38

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Sempre fui levada da breca...

 

Prefiro mesmo ser primavera...

 

Ontem à noite, conversando com meu querido Fernando K. pelo MSN, ele falou essa frase da música da Rita Lee. Disse que eu era assim... Quer saber? Sempre fui mesmo. Quando eu jogava vôlei, usava um tênis rainha, daquelas com listras vermelha e azul, e só queria usar ele, até pra ir ao cinema e tal. Ficava louca da vida quando minha mãe mandava lavar o tênis, que eu gostava de usar era bem sujo.

Tudo isso é pra demonstrar que sempre tive esse tino de moleca, levada da breca. Menina com cara de menina, mocinha com cara de menina, moça com cara de menina e, agora, mulher, com cara e jeito de menina. Não me admito posar de mulher adulta. Sou adulta e quero continuar sendo no cumprimento das minhas obrigações e na luta pelo o que acredito. Mas quero conservar esse jeito moleque, tipo: “Há um menino, há um moleque morando sempre no meu coração. Toda vez que o adulto balança ele vem pra me dar a mão...”  (14 Bis)

 

Ontem também fui emocionalmente afetada por algo que li no blog do Régis Falcão (www.coffeeanddreams.blogspot.com). Disse até a ele: é o tipo de coisa que eu gostaria de ter escrito. Talvez porque eu sinta uma necessidade imensa de viver isso um dia de verdade, de fato e de direito. Então, é isso aqui:

 

Manhãs de sábado imaginárias

 

Um café da manhã imaginário na cama:

-bom dia!

-huuum... (sorriso de manha, acompanhado de um apertar de olhos dengoso)

-te trouxe um café da manhã. Torradas, geléia especial, biscoitinhos e um café quentinho com cheiro de "bom dia feliz".

 

Ela não diz nada, apenas puxa ele de volta pra cama e o beija como se a madrugada ainda não tivesse ido embora.

Ainda restam todos os outros dias da vida de manhãs felizes.

 

*Café da manhã: "refeição mais importante do dia".

*Esquecer o café no criado mudo e sonhar entre as cobertas: refeição importantíssima para a alma.

 

Descaradamente "roubado" do Sentir é um fato (da Val)!

 

Pedi a minha caríssima Lela pra tentar traduzir uma frase pra mim: “O que basta às vezes sobra...” Ela teve que colocar mil e umas legendas embaixo do que dizia pra que eu minimamente entendesse. (Tô ficando lerda...) Mas o substrato é algo assim. Que pareceu fazer algum sentido pra mim.

“...às vezes, o necessário para satisfazer é excessivo. é como se quisesse dizer que mesmo dentro de algo que deveria ter um limite (basta) ainda é em excesso (a ponto de sobrar). aquilo que deveria lhe satisfazer, às vezes, é um muito...”

Complicado pra você também? Pois é. Difícil pra mim entender o ser humano que diz algo assim. Mas louvo o simples fato de ter coragem de dizer, de verbalizar o que está aprisionando por dentro. É alguma coisa...
Ando refletindo um pouco sobre esse meu jeito resiliente de ser. Que cai e levanta como se o tombo não tivesse doído o lombo, sabe? Se eu pudesse me avaliar de fora, diria, sem medo de errar, que eu sou uma das pessoas mais porretas que eu conheço. Não é fácil, não, amigo, ser assim. Não é preciso estudo, teoria. É necessário um pouco de prática, disciplina e pouca vocação para o sofrimento. É como ser um pouco Cecília Meireles: “Aprendi com a primavera a deixar-me cortar e voltar sempre inteira”!  
Sabe o que eu ando ouvindo? Uma voz rouca, cheia de malemolência e muita arte de uma moça que tem nome de poesia: Céu. Foi a Cacha que me apresentou. Quero dizer: me presenteou.



Escrito por Anucha às 10h25

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Da vida simples e boa de se viver...

 

Quero a vida sempre assim...

 

Não tenho muitas ambições. Tenho planos simples pra mim. Um apê de três quartos, não muito grande. Um quarto pra mim e alguém que queira dividir os sonhos comigo. Outro prum bebê, que não abro mão de ter um dia, quem sabe, em breve. E o outro para meus discos e livros e nada mais. Quero ter um carro que me leve pra onde preciso ir e que não viva me levando pra oficina. Um ou dois empregos legais, que me permita uma renda para pagar as minhas contas e deixar algum na poupança pra viajar uma vez ou outra para lugares próximos ou longe. Preciso, de vez em quando, comprar um cd novo ou um livro novo. Música, prosa e poesia fazem parte de mim. Não vivo sem isso. Necessito dos meus amigos por perto. E também da certeza de que minha família está por perto e que posso contar com eles sempre. É indispensável que minha vida seja cheia de motivos pra sorrir. Mas que os motivos pra chorar também me dêem a chance de amadurecer e mudar. Não, não quero roupa de griffe, perfume da moda, bolsa LV, jóias ou coisas do gênero. Vivo feliz na minha simplicidade. É imprescindível uma lua cheia com céu sem nuvens, pôr-do-sol em cores que passeiam entre o amarelo e o vermelho, estrelas caindo pra eu fazer pedido, arco-íris anunciando chuva, a minha cidade verde, passarinhos me acordando de manhã e carinhoso “bom dia” acompanhados de abraços de costela. Se não for pedir muito... eu desejo saúde para trabalhar no que amo fazer, para cuidar do filho que vou ter e para amar minha família com o amor que a vida inteira trouxe no peito. Sabe o que também seria bom? Não ter por perto gente de olho grande, que torce contra, que, por incompetência ou falta de merecimento, inveja a vida boa que gente do bem consegue ter, mesmo não tendo todos os motivos do mundo pra sorrir. Hoje, quero ter a sensação de que essas coisas todas estão vindo. Não só o grande amor. Não só um bom trabalho. Não só a tranqüilidade do espírito. Mas tudo ao mesmo tempo agora. Porque na minha vida sempre foi assim: quando uma parede começava a desabar, as outras três estavam em vias de cair também. Mas no momento em que estava sendo levantada a primeira etapa do baldrame, já se podia avistar a casa pronta. Uma notícia boa é apensa o prenúncio de outras tantas que estão vindo. É assim que acredito. E, se Deus quiser, assim será!

 

P.S.: Ontem, entendi que nada acontece por acaso mesmo na minha vida. Olhar bem as situações e enxergar no fundo que elas são como são porque é melhor pra mim que assim elas permaneçam. Uma questão de admitir, inclusive, que alguém lá me cima continua olhando por mim! A mim cabe apenas dar um passo para trás e pegar impulso para continuar a caminhada. De preferência, noutra direção!

 

Pra não perder o costume...

 

SEMPRE VIVA

(Lô Borges- Marcio Borges)


Isto não se apaga como a vela
Nem ao menos se dispersa qual vento dos corações
Já estava bem preparado no ventre de toda mulher
Já escrito assim na parede das celas, das praças de qualquer país
Passageira, chama, fogo da vida
A vontade livre tudo intimida por simples ser...



Escrito por Anucha às 22h22

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No limite de tudo...

 

Uma das cenas mais fortes do filme...

 

Da paciência.

Da tolerância.

Da bondade.

Da maldade.

Da racionalidade.

Da emocionalidade.

Da doação.

 

Não são mortas de fofas essas maninhas?

 

A Cacha veio pra cá hoje. E a gente assistiu juntas ao filme “Crash – No limite”. Mãos dadas, carinho, emoção, dor, revolta, questionamentos, análises, tudo ao mesmo tempo agora. Bom assistir filme desse tipo com ela. Minha irmã é alguém que pensa. Mas pensa mesmo. Pensa para fazer sentido. E não aquele pensar só pra dizer que pensa, sabe? Acabo sempre mais rica. De informação, de cultura, de sentimentos do bem. Crash é outro filme que recomendo com “clap clap clap!!!”

 

"Não somos só circunstância, somos também essência!"

 

Mas antes de ela chegar. A Sayô me deu esse presente. Esse troço aí que ela fez no power point. Agora, ela tá vidrada nesse programa. E quem ganha somos nós. Que além da poesia criteriosamente escolhida por ela... ainda tem a arte embutida.
Essa Sasá!.. Poxa, como tá sendo bom esse retorno, minha amiga! Em breve, se Deus quiser, poderei resgatar outros afetos do passado. E estarei cumprindo com um trato que eu mesma me fiz. De desfazer mal entendidos. Desatar nós. Desmontar situações que não precisam ser perpetuadas. A isso chamamos maturidade, né?!

 

 

Fábia, Márcio, eu e o Bola...

 

Agora, vou ali abraçar o querido Márcio Mendes. Um cara de pouca conversa. E de um sorriso contagiante. Casado com a “amiga Fábia”, alto astral total. Gente amiga do Marquim, que se tornou afeto meu. E não quero deixar de abraça-lo no aniversário ele. Vou lá. Com meus “fiéis escudeiros” Marquim e Sayô. É na casa do Bola e da Hatawa, outras duas criaturas que me deram de presente. Adoro eles. Acho que vou aproveitar e soltar a voz por lá. Certamente, a banda deles vai estar “truando” lá nos morros.

 

Fiquem com a trilha sonora do final de Crash e pensem. Aproveitem pra pensar...

 

“Ando triste
E fico imaginando por que
Essas nuvens pretas
Andam à minha volta
Comigo
É uma perda de tempo
E eu preferia estar alto
Acho que vou sair
E comprar um sorriso
Ser livre
Todos eles são livres
Assim talvez amanhã
Eu ache meu caminho pra casa
Eu procuro uma vida bonita
Estive alto e baixo
Estive dentro e fora
Mas respiramos...”



Escrito por Anucha às 18h30

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TER VONTADE É TER CORAGEM...

(Legião Urbana)

 

A vida passa num vôo...

 

Foi comemorando com os meus amigos no Cabaré do Marquim ontem à noite que essa música fez todo um sentido. “Há tempos” sempre foi uma de minhas preferidas. Ontem ela me disse mais. Me despertou para o fato de que a vida é o segundo que acabou de ir embora e eu não aproveitei. Parece um pouco louco isso. Mas não é não. Se a gente não for capaz de encher o peito de ar e rumar pra frente, a gente estaciona, como se tivesse uma pedra de chumbo presa ao pé.

“Correr mundo, correr risco, o resto é seguir vivendo...” Não é assim que o Renato Braz diz?! Pois então. Vamos ver qual é.

Hoje, encontrei com uma criatura por quem tenho a maior simpatia: Jorge Lopes, casado com a fofa da Érika. Eu ia saindo do Hiper com uma latinha de castanha na mão, e botando uma atrás da outra na boca. Topei com ele e perguntei: “Quer uma?” Ele sorriu, me abraçou e disse: “Anucha, você não muda, né? Essa mesma carinha, esse sorriso aberto, essa luz que parece iluminar a todos em volta”. E eu disse: “Mas tu é assim também, Jorge!” E ele: “Eu tava dizendo pra Érika, pessoas como nós deviam ser pagas só para estar nos lugares, sorrindo pras pessoas”. Acho que eu seria milionária, se isso fosse possível! (kkkkk)

Teve “ovoculto lá na semcom; eu ganhei um ovo do alpino; adorei!”. Depois, fui almoçar no Pappardelle. Dividi a mesa com o Hélio Paiva. Fui acarinhada pela Neusa. E bati um papo bem gostoso com um antigo colega de Andréas, que hoje é um famoso advogado daqui. Gostei da conversa: vida, profissão, gente, depressão, alegria, energia... Saí de lá feliz da vida!

De tardinha, fui fazer uma visita bem especial. Coca-cola e petinhas deliciosas e muita, muita conversa. Família reunida, bem estar, aconchego... tudo o que eu sinto falta. Agora, vou dar uma volta de carro. Tipo com vidros abertos pra o ar entrar (tá quente, por essas bandas, viu?)... Quero passear de carro. Sempre faço isso. Funciona como uma terapia. Aliás, adoro dirigir ouvindo música. E é o que vou fazer. Trilha sonora: Céu. Conhece? Bem bacana. To descobrindo agora.

Falei com meu pai hoje. Disse que não vou mais vê-lo em julho e tudo o que eu queria ouvir era: “eu vou aí ver vocês, filha!” Mas não rolou. A saudade vai ter que esperar mais um ano.

Ah, tenho uma coisa bacana pra contar: vou assistir a duas palestras bem bacanas no domingo: Augusto Cury (psicopedagogo e escritor) e Ariano Suassuna (dispensa apresentações, né?). Pense como eu vou estar feliz.

Vou fechar reafirmando o aquilo que deu mote pra conversinha nossa de hoje:

 

"O futuro do homem não está nas estrelas. Mas sim na sua vontade."

William Shakespeare

 



Escrito por Anucha às 19h15

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Tornando-se autora da própria história...

 

Esse sorriso largo é da minha querida Dani Rêgo na Inglaterra

 

É assim que me vejo hoje. Escrevendo minhas mal traçadas linhas. Mas escrevendo. Botando ponto e vírgula na hora certa. E ponto final quando tem que ser. Abrindo aspas quando precisar valorizar algo. E usando exclamações quando quiser superlatividade.

ESTOU MUITO FELIZ!

Aquilo que eu planejei, persegui, persisti por exatos 10 meses... se concretizou hoje. Sou a mais nova integrante da TV Cidade Verde. Jesus Filho me chamou pra conversar. Vou colar na Nadja Rodrigues. Aprender mais que contribuir, certamente. Mas, satisfeita de estar lá, fazendo parte daquela equipe maravilhosa. Só começo mesmo depois da Semana Santa. Mas tinha que ser eu a dar a notícia em primeira mão, né? Pois então. Obrigada pela torcida positiva aí, gente! Valeu!!!

A notícia ruim? Não vou mais pra Buenos Aires em julho. Nada de férias. Mas, quer saber? Isso não me estressa. Sei que, como dizia muito a minha mãe (imitando o Hugo Napoleão): PRIMEIRO AS COISAS PRIMEIRAS!

Hoje, o dia parecia que ia dar certo mesmo pra mim. Acordei com a Ana Maria Braga lendo um texto sobre “ser feliz”. Bem no ôi pra mim... Uma coisa ficou guardada na memória: “SER FELIZ NÃO É COMEMORAR O SORRISO. MAS REFLETIR SOBRE A TRISTEZA.” Tenho feito muito isso aqui, hein? Às vezes, encho até o saco de vocês, mas, como já disse: eu preciso desse blog pra ser meu espaço de “boca no trombone” de mim mesma, sabe?

 

Quero vê-la sempre assim, Florzinha!

 

Indagorinha, passei na Igreja de Fátima para rezar. Tipo colar o joelho no chão mesmo e agradecer... Bom momento aquele que eu me dei. Sempre me sinto bem em estar ali. E muitas vezes me esqueço disso. Da sensação boa de rezar, pedir, agradecer, louvar... Graças a Deus, lá em cima tem um time bom olhando por mim, né, Corrinha!?

Tô super em falta com vocês, meus coleguinhas de blog. Perdoem essa blogueira de meia chinela. É que o tempo tem sido corrido mesmo. Mas prometo que até o final de semana, irei atualizar minhas visitas, viu?

Pra tentar me redimir, vou deixar vocês com um texto lindo do Dalai Lama:

 

“Todos os dias deparamos com inúmeras decisões e escolhas.

E, por mais que tentemos, é freqüente não escolhermos aquilo que sabemos ser BOM PRA NÓS.

Em parte isso está relacionado ao fato

 de que a ESCOLHA CERTA costuma ser a difícil –

aquela que envolve algum sacrifício do nosso prazer.”

 



Escrito por Anucha às 19h40

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CONVITE BÁSICO:

Vão lá no Blog da Sayô. Tá lindo!

http://artescomtrastesetraquinagens.zip.net/

Mais tarde vou vistar blogs e postar, ok?

P.S.: ABAIXO ESTÁ MEU POST DE ONTEM...

 



Escrito por Anucha às 10h59

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Toda vida eu deixei a vida entrar no nariz...

(Oswaldo Montenegro)

 

"Maria, passa na frente!"

 

Tô ouvindo direto o cd que o Wausthe me deu, copiado do da Drica, que a Tyci deu pra ela de aniversário. Oswaldo Montenegro pra quem gosta de Oswaldo Montenegro. Esse trecho é da música “Drops de Hortelã”, numa versão repaginada. Porque a versão original é com sabe quem cantando? Os do meu tempo certamente já têm a resposta na ponta da língua: Glória Pires. Isso. A Júlia da Belíssima. Com voz de menininha. Linda de viver.

Pois esse trechinho dessa musiquinha ecoou nos meus ouvidos quando eu ainda nem sabia o que era vida direito. Mas entrou rasgando. Como vida entrando no nariz, sabe? E a verdade é essa. Sempre fui assim: vida nariz adentro. Nem sempre feliz, nem sempre sorridente. Mas vivendo. Avante!

Hoje, papo rápido com Nadja. Posse da Cris Ventura na secretaria executiva da Semcom, um giro no Centro pra umas comprinhas básicas, costureira, lavanderia... Aff... quando vi tinha saído de casa às 7h30 da manhã e de volta às 6h30. Moooooooooorta de cansada. Mas nada que um bom banho não possa curar. Vou prum coquetel, encontrar alguns colegas jornalistas. A Sayô e Luna vão comigo. Vou desopilar. Pra matar a ansiedade. Tô me pegando com Nossa Senhora Desatadora de Nós. Tenho fé que em breve terei boas novas pra contar...

Uma coisa boa? Ontem, fiz uma entrevista linda com uma figura que eu amo de paixão: Marcelo Evelin, coreógrafo piauiense que mora há 26 anos na Holanda e que está dirigindo o Teatro Escola JP2 aqui em Teresina. A conversa deverá sair na próxima revista Click, do Cícero e da Kátia.

Vou indo, viu? E, reforçando o que a Dora disse aqui... eu escrevo exatamente como se estivesse falando. Não saberia fazer diferente. Sou muito visceral! Um beijo na Layane (que deveria deixar o contato dela aqui pra eu agradecer no blog dela ou no mail) pela poesia de Machado de Assis, que serve de lição pra mim e é mais que apropriada para o meu momento atual.

 

"Não precisa correr tanto.

O que tiver de ser seu

às suas mãos lhe há de ir..."

(Machado de Assis)

EI, GENTE, PERDOA A MINHA AUSÊNCIA NOS BLOGS DE VOCÊS, TÁ?!

 



Escrito por Anucha às 18h52

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No que precisar... sempre!

 

Sim, ela está feliz, alegre e fagueira!

 

Atrás de uma foto daquelas pra passaporte, essa frase escrita me perturbou durante muito tempo. E a perturbação tem um motivo: essa é uma afirmação muito poderosa. Dizer a alguém um troço desses é se comprometer de verdade. É como dizer o que acabei de ouvir do Luizinho de Aracaju, do outro lado da linha: “Lembre que você tem a mim, viu?” Tem coisa mais linda do que ouvir uma coisa ou outra de uma amigo a quem se tem na melhor conta? Que, mesmo com a distância geográfica, o carinho, a amizade, o amor perdura... Não vejo há muito tempo o amigo que colocou atrás da foto aquela frase. Amilton Barata, um anjo que apareceu na minha vida. E eu sei que se um dia eu realmente precisasse dele, eu poderia contar.

Hoje, eu ia falar sobre outra coisa no blog. Mas me ocorreu discorrer sobre isso porque foi muito bom pra mim ser acordada no meio da tarde com o telefonema do Luiz só pra saber: “Como você tá, Anucha Melo?” Adoro quando o Luiz me chama assim: Anucha Melo. Gosto da força que sinto quando o meu nome é pronunciado. Parece coisa de narcisista, leonino, rei da selva... Mas é não. É apenas o poder que necessita alguém de auto-estima vacilante para levantar a cabeça e seguir, sabe?

Ontem, na festa do Marquim (sim, fizemos uma festinha pra ele e foi massa!), eu sorri. Sorri de verdade. Um sorriso leve, descompromissado, daqueles que vêm da alma. Estava alegre e fagueira. Sorri e fui sorrida (neologismo básico aqui! rs). Tinha platéia. Tinha torcida. Teve carinho. Teve atenção. Foi bacana. Estou viva. Sim, vivinha da silva. E o tempo vai me mostrar que com o tempo, sem açodamento, a vida pode ir sendo reconstruída. Reprogramada. Recondicionada.

Xiiiiiii, acabou a inspiração por hoje. Acho que ainda estou desprogramada depois da noite de ontem. (rs). Então, acho melhor deixar vocês com Roberto Freire, em “Ame e dê vexame”:

 

“Eu faço as minhas coisas e você faz as suas.

Não estou neste mundo para satisfazer as suas expectativas

 e você não está neste mundo para viver conforme as minhas expectativas.

Você é você, eu sou eu.

E se por acaso nos encontrarmos será maravilhoso.

E se não, não há nada a fazer.”

 

Ah, e mais uma coisinha...

 

“O MEU DESTINO É AGORA.

AONDE ME LEVAR A MINHA VOZ, EU VOU...” ( Marisa Monte)

 



Escrito por Anucha às 18h12

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Quero ser sorriso! Mas, às vezes, não dá.

 

Para o Marquim, todos os meus sorrisos!

 

Eu sempre digo às pessoas que me rodeiam que se um dia eu não olhar nosso olhos enquanto falo com elas... pode ir atrás... eu estou magoada. Não consigo encarar a pessoa que me magoou. Acho que por vergonha mesmo. Vergonha pelo o que ela fez comigo, entendeu?

A mesma lógica estou experimentando comigo nesses dias... não consigo olhar pra mim mesma. Olhar no meu olho. O espelho não me deixa olhar pra mim. Porque eu estou com vergonha de mim. Vergonha por ter agido mal comigo. Por ter me permitido ser honesta demais, sincera demais, correta demais, verdadeira demais, aberta demais.

“Só deu pra minha radiola”, como dizia a minha vó Dedila, quando queria dizer que algo “sobrou pra ela”. Pois sim. Estou declaradamente arrependida. De não ter guardado alguns segredos. De não ter segurado a minha língua. De, no afã de ter cumplicidade, abrir minha vida pra pessoas que não precisavam saber tudo de mim. Aliás, ninguém precisa saber tudo de ninguém. Essa é a verdade.

Fico triste de ver como as pessoas constroem as suas relações. Como dão pouco valor a confiança. Como são mesquinhas e egoístas. Como não medem a conseqüência de seus atos. Passam por cima do que tiver pela frente, como um trator de esteira, pelo seu próprio benefício. Mas que benefício pode-se tirar de fofocas? Maldade. A maldade humana, pura e simples. “É isso aí... a quem comenta maldade, a quem não saiba dizer a verdade...”

Agradeço quem me diz a verdade. Porque só respondo com verdade a tudo na minha vida. Não sei ser meio Anucha. Sou inteira, como sugere o Fernando Pessoa. Penso e penso bem. Graças a Deus. E não penso numa única coisa na minha vida. Penso no meu trabalho, penso nos meus estudos, penso na minha saúde, penso nos meus problemas, penso nas minhas soluções, penso na minha família, penso nos meus amigos, penso na minha felicidade. Respeitando sua devida escala de importância!

Os meus amigos são muito importantes pra mim. Mas, confesso que estou vendo com olhos de ver quem devo e posso realmente chamar de amigo. E não me peçam pra dizer a verdade. De agora em diante, minhas verdades, nem todas, precisarão ser ditas.

 

Pra alegrar a alma, sabe o que foi que o Osvaldo Montenegro disse pra Tyci Vaz, no último sábado, ao se referir à Madalena, ex-esposa dele?

“Ela não é uma pessoa. Ela é um sorriso!” (Muita poesia, né não?!)

Pois sim... eu não quero ser pessoa na vida das pessoas. Quero ser sorriso.

 

Intuição
Oswaldo Montenegro

 

“Canta uma canção bonita falando da vida em ré maior
Canta uma canção daquela de filosofia, e mundo bem melhor
Canta uma canção que agüente essa paulada e a gente bate o pé no chão
Canta uma canção daquela, pula da janela, bate o pé no chão
Sem o compromisso estreito de falar perfeito, coerente ou não
Sem o verso estilizado, o verso emocionado, bate o pé no chão
Canta o que não silencia, é onde principia a intuição
E nasce uma canção rimada da voz arrancada o nosso coração
Como sem licença, o sol rompe a barra da noite sem pedir perdão
Hoje quem não cantaria, grita a poesia e bate o pé no chão”.



Escrito por Anucha às 14h30

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“Deste barulho surge a quietude

Deste caos surge a ordem...”

 

O que esses olhos dizem? Sono. Muito sono.

 

Pincei essa frase de uma música do filme Tara Road, que acabei de assistir. Acredita que esse DVD está há exatos cinco dias aqui em casa e só hoje que eu vi? Tudo a seu tempo... E ele está recomendadíssimo pra quem gosta de filme que toque a alma. E a minha alma está sendo tocada desde quinta-feira. Eu explico.

No cabaré do Marquim, na quinta, foi onde tudo começou. Num estalo, percebi que estava viva e que o mundo, de alguma maneira, está girando ao meu redor. Não que eu me sinta o sol. Nada disso. Mas enxerguei luz ao meu redor, sacou?

Não fui pra boate na sexta. A turma furou. A chuva caiu. E eu e a Sayô decidimos comer um Camarão a Paulo Roberto no Elias, porque a gente merece! Foi massa minha noite. Conversamos muito, tomamos umas caipiróscas, comemos bem, tivemos a companhia do Elias e... tchan tchan tchan tchan: recebi um bilhetinho na mesa. Nada de cantada barata. Muito sutil, por sinal. Ouso dizer até: doce, terno! E quer saber? Gostei. De verdade.

Sábado, passei no apê da Cacha, pra dar um beijo nela, enquanto ela fazia a trouxa de roupa pra eu levar pra lavanderia. Saudade de casa. Saudade dela. Saudade da mamãe. De lá, fui almoçar na casa da Sayô a convite do Elias. Menu: cozidão com maxixe, quiabo, abóbora, macaxeira e batata doce, arroz branco e angu de milho. E ainda teve espaço pra provar o bacalhau à portuguesa que o Elias fez na sexta. Pequei, com certeza!

Na noite do sábado, meu coração não resistiu: fui com a Cacha assistir ao espetáculo de mímica La Ignorância no Teatro João Paulo II, no Dirceu. As manas Sayô e Shara nos deram o prazer da Companhia. E o espetáculo tocou fundo a gente. Sem quase palavra nenhuma, um casal mostra o dia-a-dia de uma relação que pode sucumbir por causa da falta do diálogo, dos quereres distintos, das neuroses pessoais, da ausência de “olhos nos olhos”. Mas, lindamente, termina com ambos entrando no mesmo barco para não deixar o amor naufragar. Saí chorando. E agradecendo, mais uma vez, ao Marcelo Evelin pelo dedo de Midas dele, que em tudo que toca me toca. (Domingo às 20h última apresentação! Vale super a pena) Depois, pizza, muita conversa, chuva e casa.

Como disse, acabei de assistir ao Tara. E nem vou contar a história. Só deixo com vocês o substrato do que me tocou:

“CADA UM DE NÓS TEM UM CAMINHO NA VIDA

E NESSES CAMINHOS CONHECEMOS OUTROS.

E AO CONHECÊ-LOS NÓS MUDAMOS A NOSSA VIDA.”

(extraído do trailer do filme “De encontro com o amor”)

 

“AS PESSOAS ACHAM QUE ESTÃO NESTE PLANETA APENAS PARA SEREM FELIZES. TALVEZ NÃO SAIBAMOS QUANDO ESTAMOS. AÍ É TARDE DEMAIS.”

(extraído do Tara Road)

 

E só pra controle... no sábado, li algo que disseram sobre mim que me marcou:

“VOCÊ ME OUVE E ME ESCUTA.

ME OLHA E ME VÊ.

ME TOCA E ME SENTE.”

Sou exatamente assim com quem eu realmente gosto. O problema é que nem todo mundo percebe o valor que isso tem pra quem dá e pra quem recebe.



Escrito por Anucha às 02h32

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