SOBRE MIM


Leonina de 34 anos bem vividos. Nasci em Salvador, mas amo Teresina. Cidade onde moro e quero viver os meus dias bem felizes. Uma mistura de Pollyana com Peter Pan. Vivo em "Busca da Terra do Nunca" achando que tudo acontece para o meu bem. Faço aqui minha catarse e minha terapia. Tenho me refeito a cada dia com minhas próprias reflexões. Sou uma criatura alegre e feliz. Meu maior sonho: SER MÃE!




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"Entrego
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(Hermógenes)




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Se eu tivesse mais alma para dar, eu daria. Isso para mim é viver!





O QUE VIVI


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Ela deixou o coração sorrir...

 

Sorrindo pra vida...

 

Tive um sonho estranho, mas revelador. Sonhei com alguém que é como uma mãe pra mim. E, no sonho, ela abria um portão (que eu entendi como sendo a “porteira do coração”) e, depois de uma discussão, eu voltava para abraçá-la e chorava e ela chorava e a gente selada de novo o pacto do amor de mãe e filha. Saudade!

 

Eu e a Cacha fomos tomar café com leite com a Tia Mana. Ouvimos histórias, fomos acarinhada por quem é pra gente também é como mãe, rezamos de mãos dadas o Salmo 91 (poderosíssimo!) e na mesa do café: cuscuz com recheio de queijo coalho, beju com manteiga, torrada feita em casa e muita conversa, que nos deu a clara sensação do aconchego. Coisa da qual sentimos muita falta. Saudade!

 

Fazendo manha..

 

De lá, fui proa Cabaré do Marquim. Rever o Pedrinho e o Luciano Klaus foram a melhor notícia da noite. Conversar com eles sobre a importância de se emanar luz positiva ao nosso redor. A diferença que um sorriso, um aceno, um olá pode fazer na vida de uma pessoa, que nem conhecemos, mas que irá nos agradecer pro resto da vida pelo simples fato de termos trazido luz pra elas. (Boa) Vontade!

 

No Cabaré, o clima foi de muita folia. A turma parece ter abandonado o barco. Tudo parecia novo. Mas nem por isso menos legal. Eu, André, Roni de garçon, Mel meio macambúzia, Orgarina pra lá e pra cá, Tatiana com as colegas de Brasília, uma turma imensa da Cíntia e da Raquel, Stanley, Vivi e Luiz. E ainda, Derson, Guilherme, Júlio e Danilo. Amizade!

 

Espantando o que é ruim...

 

Sim, eu dancei forró. Fiquei dando uma força ao Roni. Dando uma de DJ. Conhecendo gente que eu não conhecia. E... gostando de conhecer gente que eu não conhecia. Sim, eu estava feliz. Não, melhor, eu estou feliz. Senti aquele frisson de novo. Lancei alguns sorrisos cabreiros. Recebi outros de soslaio. Nada de pressa. Tudo de bom. Deu vontade de ver de novo. Mas nem por isso vou fazer por onde. Tudo a seu tempo... Saudade e vontade juntas. Mas nada de amizade, sabe?

 

Hoje, um monte de gente combinou de soltar os esqueletos na boate nova, a Super 8. É a despedida da Tia Jack. A Cacha vai, talvez o Pedrinho também, a Sayô... e mais uma “ruma” de gente que combinou estar lá. Acho que a noite vai ser boa. E eu tô torcendo pra que seja.

 

Agora eu vou viver...

 

E porque ela está sorrindo... Uma louca tempestade tem tudo a ver...

 

“Eu quero uma lua plena,
eu quero sentir a noite,
eu quero olhar as luzes
que teus olhos não

me têm deixado ver
agora eu vou viver.

Eu quero sair de manhã,
eu quero seguir a estrela,
eu quero sentir o vento
pela pele um pensamento me fará...
uma louca tempestade

Eu quero ser uma tarde gris,
quero que a chuva corra sobre o rio.
O rio que por ruas corre em mim,
as águas que me querem levar tão longe...
tão longe que me façam esquecer de ti”.

(Ana Carolina)



Escrito por Anucha às 16h17

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Faço o melhor que sou capaz

só pra viver em paz!

 

Toda na beca, mas sem exagero!

 

Quase final da festa dos 20 anos da TV Cidades Verde... Uma colega de profissão chega próximo e diz: “Parabéns, Anucha. Pelo se trabalho, pela sua competência e pelo seu caráter”. Agradeci meio monossilábica. Um misto de acanhamento e satisfação me invadiu a alma. Em seguida, parei uns segundos para refletir. Por que estou fora da TV ou do jornal? Sinceramente, acho que talvez por eu me saber exatamente como frisou minha colega lá em cima: boa profissional, competente e de boa índole. E isso me deixa meio desgostosa da vida.

Mas... para não dizer que não falei de flores... A Cidade Verde teve mesmo muito o que comemorar. Mostrou a história do Piauí em imagens, cuidadosamente selecionadas e montadas como um mosaico de informações sobre a política, a cidade, o estado e sua gente. Até eu apareci quando trabalhei lá em 2001 (de cabelo curtinho e bem mais magra...) A festa foi linda e organizada. Quase quatro horas de programa ao vivo. Todos os profissionais da casa envolvidos e um aparato tecnológico moderno e novíssimo. Nada poderia sair errado e não saiu. O “regente” Jesus Filho soube como sempre tocar a sua equipe, que é como uma grande família.

 

Cíntia, Elvira, Kátia, eu eu Cícero

 

Tive pensando sobre muitas coisas. E, das coisas que pensei, uma não consigo tirar da cabeça: essa fase nova da minha vida, sozinha (quero dizer: sem namorado!) e feliz, não está me deixando nem um pouco ansiosa. Antes, eu pirava só de imaginar que poderia ficar solitariamente infeliz sem alguém por perto. Até escrever isso hoje me envergonha, acredita? Não por nada. Mas é porque a minha postura hoje é outra. “Antes só do que mal acompanhada” nunca fez tanto sentido pra mim. Prefiro sentir falta da dormida de costela sorrindo pra vida do que fazer cara de amuada e responder pra todo mundo que me pergunta “como vai” o insosso: “mais ou menos”. A Marisa Monte é que tá certa em “Quem foi” quando diz: Deixa o coração ter a mania de insistir em ser feliz”.

 

Fim de festa, mas os cachos continuam...

 

Vou deixando vocês com água na boca, mas com um belo poema do Quintaninha, que a Tyci deixou de presente pra mim aqui:

"Quero sempre poder ter

um sorriso estampado em meu rosto,

mesmo quando a situação não for muito alegre...

E que esse meu sorriso

 consiga transmitir paz

para os que estiverem

ao meu redor..."



Escrito por Anucha às 15h00

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Dividindo a vida...

 

Minha Jacketa, minha companheira...

 

Tenho mais um ser vivo dividindo o apê comigo.

Não é gente, mas sente como se fosse.

Não é de carne e osso, mas tem ouvidos amorosos pra mim.

Não me abraça, mas me acarinha do seu jeito.

Bebe pouca água e se abre feliz quando chego perto.

É uma begônia linda amarela e vermelha.

Foi a Tia Jack que me deu.

Dei-lhe o nome de Jacketa.

Como chamo minha tia Jack.

A plantinha não me julga.

Ela não me diz coisas ruins de ouvir.

Ela fica na entrada de casa.

Me acenando com boas vindas.

E fazendo eu sentir minha casa viva.

Viva de mim.

Viva dela.

Viva de esperança.

Viva de amizade.

Viva de amor.

É assim que eu quero que ela viva.

É assim que me quero viva!

 

P.S.: Só pra não deixar de afagar vocês. Mas tenho que correr pra pegar minha roupa, ir fazer meu make up e rumar LINDA pra festa dos 20 anos da TV Cidade Verde. Amanhã conto tudo e mostro as fotos, ok? Beijo. Ah, e hoje tem Madame Baterflai e Radiola de Ruah lá no Espaço Trilhus. Quem estiver em Teresina já sabe pra onde ir, né? Garanto que vai ser uma noite massa. Se eu pudesse, estaria lá.



Escrito por Anucha às 18h07

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Das coisas que me aconteceram...

 

Desatando nós...

 

  • Encontrar a Tia Jack no shopping na hora do almoço, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Detalhe: ela mora em Buenos Aires. Está aqui só essa semana. Vai embora sábado. E eu morro de saudade dela.
  • Almoçar fígado com arroz e salada. Comprar coelhinho de pelúcia pra Dedila, já que eu não posso mandar um ovo da páscoa enoooorme pra ela lá na Argentina.
  • Ser surpreendida pelo Régis Falcão no corredor do shopping com um “olá super carinhoso”. Ele que escreve o interessantíssimo blog Café, sonhos e desconstruções... (www.coffeeanddreams.blogspot.com).
  • Passar na casa da Sayô pra jogar conversa fora e sentir o climazinho de família, que eu tanto sinto falta: eu na cama da Amandinha, ela na dela, a Luna no entra e sai de adolescente se empetecando pra ir pra rua e a mãe dela sentando na minha cama, como mãe faz quando quer participar com certa cumplicidade da conversa da filha, sabe?
  • Ir no apê da Liciane apenas pegar um troço emprestado (coisa boa é ter amiga que tem as coisas!) e terminar a tarde dividindo com ela (que tava mooooorta de sede!) quatro skol beats. Uma dilícia, como diz ela.
  • Desabafar com a Liciane também foi muito bom. Centrada, boa ouvidora, ainda melhor conselheira, ela me ouviu contar histórias de mim e, certamente, entendeu o bem que a terapia tem me feito.
  • Desfazer mal entendidos. Taí uma coisa que eu não espero tempo pra fazer. Pra mim, as coisas têm que ser destrinchadas na hora em que acontecem ou que se sabe. Tiro o peso de mim. Alivio a dor. E espero a raiva secar depois.
  • Ouvir do outro lado da linha alguém dizer: “eu tô triste é de saber que alguma coisa tirou o teu equilíbrio, a tua alegria, o teu bem estar. Eu faria tudo pra não saber de você sofrendo”.
  • Receber visita de quem se quer bem. Lanchar pão com requeijão e presunto e coca-cola. Ouvir e contar histórias. Demonstrar o afeto que permanece além da distância. Porque é pra isso que as boas relações servem: pra eternizar o que foi bom.
  • Chorar o que estava entalado. Dividir com a amiga de há muito tempo e da maioria das horas o calo que apertou. Receber o carinho acima da palavra que conforta. E ir pra ducha fria deixar a água levar o que feriu minha alma. Mas não me levou pro chão. Porque já tem um tempo que não deixo isso acontecer comigo. Tenho sabido me desvencilhar do medo de não saber reagir bem ao que me acontece de mal.

"QUANTO MAIS FORTES AS RAÍZES DO NOSSO SER, MAIOR A TENTAÇÃO DE ARRISCAR NOSSA IDENTIDADE EM LONGOS CRUZEIROS DE CONQUISTA E RECONHECIMENTO FORA DE NÓS MESMOS." Aníbal Machado



Escrito por Anucha às 20h00

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Antes de tudo, sê inteiro...

Fernando Pessoa

 

Pensando looooonge...

 

Pra escrever com a alma, é preciso sentir o que pulsa na alma. E quando escrevo algumas vezes tocando a sua alma é porque antes toquei a minha. Senti isso enquanto conversava com a Tyci e a Lela pelo MSN domingo à noite. A Tyci disse que, algumas vezes, parecia que eu escrevia pra ela, ou por ela. Me emocionei. Porque conheço a história dessa menina linda. E sei, sinto, o que ela sente. Falo, Tyci. Falo por você. O Bill deixou comentário falando mais ou menos o mesmo. O que escrevo também é pra você, meu querido! Com a Lela foi diferente. Ela perguntou se eu tinha idéia da fortaleza daquele texto de sábado. Disse que eu deveria colocar uma cópia dele na porta do armário para ler sempre, botar pra dentro, sentir. Fiz isso. Preciso me ler mais. Verdadeiramente, preciso ler em voz alta pra mim o que ando “dizendo” pras pessoas. Preciso fazer o que eu digo, entendeu? Mas acho que estou fazendo, sim. Não costumo ser incoerente.

E, de verdade, me orgulho de ser assim. Mesmo que quebre a cara. Mesmo que caia do precipício. Hoje, apenas com uma diferença da Anucha de há seis meses atrás: estou mais ciente da responsabilidade comigo mesma, me respeitando mais, me preservando mais, me colocando mais em primeiro plano. E isso é muito bacana. Mostra a valorização de mim por mim mesma. O sentimento de cuidado cultivado e a auto-estima se restabelecendo.

Acabo de chegar da terapia e respondi à pergunta habitual (como é que você ta?) com uma frase do Jorge Vercilo: Se carece de definição: me sinto leve! E essa sensação é fruto de uma maturação mais calma do que tenho vivenciado. Especialmente, nos últimos dias. Vivências nem boas, nem ruins. Necessárias. Para que eu abra mais os olhos pra vida. Desperte pro que é bom e o que é ruim. Escolhendo sentir ou não, querer ou não, agir ou não. Eu faço as escolhas. Eu tomo a atitude. Eu me expando ou me retraio. Como diz a Marisa Monte na música “Infinito Particular”: sou porta-bandeira de mim!

 

Luz que se vê no fim do túnel. Eu tô vendo... Linda!

 

Me descobri esses dias aconselhando uma amiga que passava por uma situação chata com uma das filhas. Mas como? Se eu nem tenho filhos? Como saber o melhor a fazer? E mais... A minha amiga ainda me agradece. Demonstrando que os meus toques lhe serviram de alguma coisa. A minha terapeuta me disse que a psicologia explica. Agem assim, com certa “sabedoria” sobre coisas ainda não vividas, as chamadas “mães famintas”, que são as mulheres que agem da maneira que queriam que tivessem agido com ela em algum momento do passado. Como se estivessem com fome disso e por isso se alimentam dando o que não tiveram. Tá explicado! Pelo menos pra mim...
Tive boas conversas nesses dias. Gente que me ouve com a alma o que eu também falo com a alma. Muito obrigada. E vocês sabem quem são. De tudo tiro um proveito. E pego a Marisa Monte de novo pra dizer por mim em “Pra ser sincero”:

“E o que passou, calou. E o que virá, dirá...”

(Pausa pra ver a chuva chegando e fazer uma fotos pr’uma amiga que é vidrada em temporais...)

Como me sinto agora? Deixo a Marisa Monte responder com Gerânio, tá?

 

“Ela que descobriu o mundo
E sabe vê-lo do ângulo mais bonito
Canta e melhora a vida, descobre sensações diferentes
Sente e vive intensamente

Aprende e continua aprendiz
Ensina muito e reboca os maiores amigos
Faz dança, cozinha, se balança na rede
E adormece em frente à bela vista

Despreocupa-se
e pensa no essencial
Dorme e acorda...”



Escrito por Anucha às 18h24

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“A vida se expande ou se retrai...

 

Shopping Natureza, noite de sábado, dia muito feliz!

 

...na proporção da nossa coragem”. Foi a Layane que colocou isso pra mim no comentário de ontem. Não sei quem é o autor, mas é um belo gancho pra conversinha minha de hoje.

Eu ajo exatamente assim. Como o movimento das ondas do mar, sabe? Ou melhor, como uma criança quando está na beira do mar correndo quando a onda vem e indo rumo ao mar quando a onda vai. É preciso coragem mesmo pra enfrentar aquele marzão, né? Estar, afoitamente, pronto para mergulhar no mar, nas profundezas de si, na vida, no que a vida apronta com a gente, nas situações que nos chegam de surpresa, ou naquelas que a gente mesmo conduz e, no fim, diz simplesmente: “ué, aconteceu!”

Deixar a vida me levar não é lá muito esperto. A gente é que tem que levar a vida. Deixá-la se expandir no momento dela. Ou sentir o momento em que “ela” se retrai, quando for conveniente. Mas conveniência é tudo o que não temos quando temos coragem. Falo da conveniência de pensar duas vezes antes de agir inconsequentemente. Mas o que seria agir sem conseqüência? Agindo ou não, haverá uma conseqüência, não é mesmo? Então, a gente sempre age consequentemente... (rs)

 

Eu e a Lilane: um afeto que é pra sempre. Mesmo que sempre não seja todo dia!

 

O que é preciso precisa mesmo é dosar a nossa coragem. Na medida em que deixamos a vida se expandir demais, é o momento em que estamos sendo a criança que olha pra trás (como quem cega os pais que estão de olho nela na beira do mar...), e, no ímpeto, corre de encontro à onda. E aí é fechar os olhos e sentir o que a onda faz com a gente: água goela abaixo, areia no biquíni, sensação de “onde é que eu tô mesmo?” e coração saindo pela boca. Mas quando nos retraímos, sentimos aquela sensação de vazio, de espera sabe lá do quê, de boiando ao sabor do vento, de não-ação, de “o que é que eu tô fazendo da minha vida que não me arrisco?”

 

Minha tarde de sorrisos com Lulu de Aracaju

 

Sinto que não estou conseguindo introjetar em vocês esse meu pensamento nebuloso. Mas é que a vida tem me surpreendido de uma maneira tal que todo dia tem uma coisa nova pra deglutir, apurar, experimentar e decidir. Lembrei da Isabela Tavianni cantando assim: “não recues nunca pra ancorar, nunca pra duvidar...” Lindo isso! Quer dizer: a gente até pode recuar (se retrair), mas nunca pra ficar parado, inerte, sem saber que rumo tomar. Esperando que a chuva arraste essa sensação de “não sei o que fazer agora” e o vento traga o deleite de “isso era tudo o que eu queria fazer, sentir, viver”.

Um afago na alma de vocês. Porque a minha tenho afagado à minha maneira...



Escrito por Anucha às 12h20

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Coisa boa é um dia depois do outro...

 

Serena, tranquila, paciente, em paz... a Anucha que eu quero e vou ser!

 

... com uma noite bem dormida no meio. Né não? Gente do céu, ontem a minha noite não poderia ter sido melhor. Fui ao aniversário da minha amiga Lilane, que é prima do meu ex-noivo. (Com quem estive junto por 11 anos!) Tava todo mundo lá: tios, primos, amigos queridos. Dj tocando os sucessos dos anos 80. Campari com suco de laranja e água tônica, buffet de massas. E um astral bem bacana. Revi meus afetos. Curti minha alegria ao lado de gente que nunca vai sair daqui de dentro, mesmo com as peças que a vida apronta pra gente. Sabe como é? E o melhor é porque sinto que é recíproco. Confesso que estava meio receiosa. Mas tive uma recepção maravilhosa de todos. E já saí de lá com um ou dois convites pra outros encontros já pré-marcados. Soube de coisas que não precisava ter sabido. Mas, pra falar a verdade, nem tchum! Soube de outras que foi muito bom saber. E pode render boas notícias por aqui. Em breve, quem sabe. (Morram de curiosidade! Rs) Eu sou uma criatura de sorte!!!

 

Pra Lela ver o pé d'água que em Teresina na quinta-feira!

 

Ah, olha que troço legal! Falei aqui que estive com minha turma da faculdade na semana passada, né? E que foi ótimo e coisa e tal... Pois, a “promoter” aqui vai aprontar mais uma.

Conversando com a Maira Rejane (conheçam ela no flog www.anuchamelo.fotoblog.uol.com.br) pelo MSN, surgiu a idéia de reunirmos a turma que estudou junto a vida inteira no Andréas. E já fizemos até uma lista das pessoas mais próximas. Até a Semana Santa, se tudo der certo, estaremos reunidos: eu, Maira, Sayô, Lícia, Lília Ruth, Carla Susiany, Alzira Raquel, Indira, Márcio, Reinaldo, Zé Filho, Dilair e, quem sabe o Bira e Gustavo Marcelo (esses dois últimos teremos que importar de Fortaleza e São Luiz). A Ana Raquel ta morando muito longe, Campinas, e é impossível tê-la aqui com a gente. Que pena! Mas que eu estou empolgadíssima com essa idéia, ah, estou!
Acabei de chegar do almoço na casa da Tia Nau. A Tia Jack chegou de Buenos Aires. Eu e a Cacha (minha mana) fomos almoçar lá com elas. Aff... Feijão branco com abóbora, arroz bem pregadinho e filé com muito molho e cebola. Inda tô passando mal, porque depois ainda tive o desplante de comer uma ata (fruta do conde), acredita?!
Gente, hoje vou liberar vocês de me lerem até cansar... É que vou dar um cochilinho ali. Tia Jack quer comer caranguejo e tomar uma cervejinha. E tem uma porrada de gente que quer encontrá-la. E eu, claro, não vou desgrudar da minha tia nesses dias. Matar a saudade, porque agora só em julho. Vixe, ela e o Dilmar já estão armando a programação toda lá. Acho que eu e a Cacha vamos nos divertir muito.

 

 

Eu e Luizinho paramos no meio da rua pra registrar esse momento lindo!

 

Conheci um blog lindo esses dias. E “pincei” de lá (www.pretensoscoloquios.zip.net) algo que quero repartir. Porque achei lindo, tocante. E, de alguma maneira, me lembrei de mim.
Num tempo passado...

 

Tempo Recorrente

alimento minhas horas
com as sobras do ontem,
estou presa lá
onde os crepúsculos morreram
e os ventos se retiraram,
agora decifro o momento
estendendo as mãos
prá arrancar os frutos
da dor que restou,
apurando os ouvidos
pra desvelar os suspiros
que, em vão, tento amainar,
nesse desnudamento
fico no meio caminho
entre a carência
daquilo que passou
e a vontade de desfazer
o tudo que se transformou
naquilo que hoje sou.
(Dora Vilela)



Escrito por Anucha às 15h48

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Onde o mundo tem razão...

 

Nesse mundo, gente e bicho podem ser amigos inseparáveis...

 

Eu ando me emocionando fácil com as coisas mais simples. Hoje, ouvindo pela enésima vez o “Infinito Particular” da Marisa Monte, de repente, uma música tocou a minha alma. Mesmo respeitando a opinão da querida Tuka, que disse ter achado tudo muito igual no novo CD da “nossa ídola”, eu já elegi a minha música. Essa logo abaixo. Dêem-se o trabalho de vivenciar cada estrofe. Sinta o prazer de se imaginar num lugar assim.
Quer saber? Sonho acordada com um “universo desse ao meu redor”.

 

Vilarejo
Marisa Monte

 

Há um vilarejo ali
Onde areja um vento bom
Na varanda, quem descansa
Vê o horizonte deitar no chão

Pra acalmar o coração
Lá o mundo tem razão
Terra de heróis, lares de mãe
Paraíso se mudou para lá

Por cima das casas, cal
Frutos em qualquer quintal
Peitos fartos, filhos fortes
Sonho semeando o mundo real

Toda gente cabe lá
Palestina, Shangri-lá
Vem andar e voa
Vem andar e voa
Vem andar e voa

Lá o tempo espera
Lá é primavera
Portas e janelas ficam sempre abertas
Pra sorte entrar

Em todas as mesas, pão
Flores enfeitando
Os caminhos, os vestidos, os destinos
E essa canção

Tem um verdadeiro amor
Para quando você for

 

Meu dia foi muito especial ontem. No trabalho, uma correria doida. Mas é bom quando é assim. Almocei com Luizinho de Aracaju e Rosa de Saron no Papardelle. Foi bom que eu vi a Neuza e desfrutei da sua sempre energia positiva. De lá, tarde cheia: peguei a Deusa pra faxina do apê, fui renovar meu seguro do carro (e se não fosse o Luiz, tinha feito o mau negócio!), enquanto a Deusa terminava a faxina, trouxe o Luizinho pra conhecer meu canto, ficamos olhando fotos antigas (do tempo de quando trabalhávamos no Meio Norte), ouvimos música, falamos da gente, ouvi boas sugestões de trabalhos alternativos, fizemos fotos do temporal e do arco-íris, fomos tomar sorvete do Pura Fruta e, por fim, fui conhecer a netinha dele Maria Luíza, além de rever Julina, Luizinha e Felipe, filhos do Luiz e da Rosa. Uma tarde como essa é mesmo que uma terapia. Bom demais a companhia do Luizinho, meu amigo querido e de quem eu morro de saudade (ele mora em BH).
De noite, a alegre surpresa: Thaís Péricles, Elvira Rulino e Cícero Cadoso no Cabaré do Marquim. Amei receber meus coleguinhas e mostrar a eles um dos cantos que eu mais tenho prazer em curtir às quintas. Depois mostro as fotos, tá?
Queria pedir perdão aos meus queridos colegas blogueiros pela ausência nos blogs de vocês. Mas é que essa semana foi bem pesado no trabalho. E 24 horas tem sido pouco tempo pra tanto a fazer... Mas agradeço aos que, mesmo com “meu sumiço”, têm vindo por aqui. Hoje, peguei o “Ame e dê vexame”, do Roberto Freire na estante dos livros que li há um tempão. Vou esmiuçá-lo aqui nesses dias. Mas não aguento de vontade de postar só isso aqui. Olha só:


“Quando superamos o medo de ser o que a gente realmente é, vai se surpreendendo com o que ainda dispúnhamos para ser”. 
Não dá pra seguir adiante nessa madrugada. Se tiver um tempinho durante o dia, blogarei mais umas idéias até o fim da tarde, tá? Moooooooooorta de sono.



Escrito por Anucha às 02h12

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Na calada da noite, permaneço calada...

 

Reflexiva que só ela...

 

Ainda lembrando das reflexões da Bruna... esse título lembra um hai-kai, né? Pois é. Ando copiadeira das coisas (mas só as que são boas de copiar...rs)
Primeiro ponta-pé... Affonso Romano de Sant’Anna me ajuda a dizer o que não sei dizer:

 

“Às vezes, pequenos grandes terremotos ocorrem do lado esquerdo do meu peito.
Fora, não se dão conta os desatentos.
Os mais íntimos já me viram remexendo escombros.
Em mim há algo imóvel e soterrado
em permanente assombro...”

 

Muito, muito difícil falar das coisas da gente de uma maneira que não nos revele tanto. Tem pessoas que são mestres nisso. Dizem o que não sentem, agem como se quisessem, mentem dizendo a verdade. Eu prefiro falar como a Clarice Lispector:

 

“Não minto para formar verdades falsas.
Mas usei demais as verdades como pretexto.”

A verdade é uma só. O que o coração da gente esconde nem o maior vidente é capaz de enxergar. Só Deus. E com ele nenhuma mentira vinga. Só a verdade, que extrapola o coração, mas esconde-se nos olhos, para não revelar seu sentido.

 

Aí tem mais uma coisinha aqui, ó:

 

“Há alguém ou qualquer coisa em mim vista pelos outros e que não chego a perceber.
Sobretudo, quando me festejam. Às vezes me fazem maior. E isso me tira o equilíbrio. Outras vezes, sou totalmente inventado sem que o saiba.
Saio então à minha procura.”

 

Isso cá em cima só podia ser da alma questionadora do Aníbal Machado, que apresentei a vocês anteontem. Retrata muito do que vivo. Tenho um péssimo hábito de não ter alta auto-estima. Com isso, me festejo bem menos do que mereço. Não é lá boa coisa a se fazer...

 

“Vida que vai e vem.
Vai sem dizer se vem.
Ou quando vem.” (Meu)

 

Perdi as contas dos livros que estou lendo ao mesmo tempo. Tem alguém aí que tem esse problema como eu? Comprei “Enquanto o amor não vem”, no início deste mês, por recomendação da Amélia Rocha. E to gostando muito. Iyanla Vanzant diz uma coisa pancada logo nas primeiras páginas:

 

“O amor é mais do que se sentir necessário ou ter as carências preenchidas. (...) O amor, descobri, é ficar quieta o suficiente para sentir o que se passa dentro de você e então aprender a reconhecer e aceitar o que está sentindo.”

 

Aí, não tem jeito. Tenho que me lembrar do Quintaninha, que fala por mim quase sempre. Devo admitir que não admitir tudo também é um ato de heroísmo. É preciso ter certa dose de coragem para engolir o sapão que a vida empurra na sua goela abaixo. E lembrar de como a gente era... dá uma nostalgia danada.

 

“A saudade que dói mais fundo
e irremediavelmente
é a saudade que temos de nós”.

 

Depois do temporal que caiu aqui em Teresina ontem à noite, eu, Sayô, André e Luizinho de Aracaju fomos bater no Sabor à Lenha. Rodízio de massas e um vinhozinho tinto bom todo. Poxa, como foi legal minha noite!

 

“Navegando no teu mar
Flutuando no teu ar
Deslizando em tua luz
Vida...”

(Porque eu e o Luiz cantamos essa música hoje... Aí deu sodade!)



Escrito por Anucha às 02h07

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“Dar a mão a alguém sempre foi o que eu esperei da alegria”

Clarice Lispector

 

Menina dengosa essa!

 

Eu tinha menos de 14 anos quando resolvi ler “A hora da estrela”, da Clarice Lispector. Uma louca, essa menina metida a ser gente grande. Sempre fui apaixonada pela minha mãe e, se ela gostava de Clarice, eu também tinha que gostar. Ora, ora, ora. E não é que gostei mesmo! Aquele texto denso, carregado de emoções, me transformava na personagem ideal da minha história àquela época. Justo na adolescência, viu?
Ontem, fazendo comprinhas de última hora no Hiper, me deparei com Clarice na prateleira. Peguei-a e, enquanto colocava meus trecos no carrinho, ia me deleitando com suas frases, que garimpava a esmo. “A paixão segundo G.H.” é o nome do livro. Entre pães, leite, presunto e queijo, lâmina de barbear e sabonete, estava lá a Clarice.
Já comecei a engolir alguns excertos, que faço questão de dividir aqui:

 

“Como se explica que o meu maior medo seja o de ir vivendo o que for sendo?”

 

“O que eu era antes não me era bom. Mas era desse não-bom que eu havia organizado o meu melhor: a esperança.”

 

“Estou tão assustada que só poderei aceitar que me perdi se imaginar que alguém me está dando a mão.”

 

“É preciso coragem para me aventurar numa tentativa de concretização do que sinto.”

 

Bem, mas... joguei na lata do lixo aquilo de me sentir um cocô e fui ontem na Aline Souto encomendar meu vestido da festa de 20 anos da TV Cidade Verde, para a qual fui convidada e jamais deixaria de ir. Imagina aí a beca! Passeio completo. Luxo só! A Aline viajou num vestido preto lindo. Vou estar do jeito que gosto: simples e elegante.
De lá, fiz algo que há muito não me atrevia: comprar o ticket do cinema pra assistir a um filme, sozinha. Detesto não ter com quem comentar... Mas, qual não foi a minha sorte? Encontrei o Fernando (Kafila... ops! Desculpa. Saiu. Foi mal!) com um copão desse tamanho de pipoca na fila de “Johnny & June”. Justo o filme que eu fui assistir. Gostei do filme. Não tanto da atuação da mocinha que ganhou a estatueta. Mas do todo. Passei meu tempo legal. Mesmo enchendo o saco do Fernando, que pareceu não gostar muito de ter uma pentelha que comenta toda cena boba com o colega da poltrona ao lado. (Sou um porre mesmo. Mas sempre fiz isso.).
O Jorge Rizzo me ligou pra dizer que gostou muito da propagando da Giva On line, que eu tô apresentando na TV. Fico feliz. É meu trabalho. Preciso que fique bom realmente. Mas acredita que ainda não vi? O VT tá rodando há uma semana e eu nunca tive a sorte de me ver.
Ah, e ontem o Rivanildo me deixou muito feliz. Pôs uma foto minha na coluna dele. Na Inside. Quanta gentileza! Valeu, colega! Eu nem gosto disso de jornalista saindo em coluna social. Mas a foto ficou tão bacana. Como diz a Sayô: “tão eu”! É essa aí de cima. Gostaram? Sapeca, essa moça! (Valeu, Carlinha e Henrique do JMN!)
De tarde, dei uma passeada em alguns blogues. Confesso que ando em falta com muitos. Mas é que... ah, não tem desculpa. Bem, pois é. Aí, no “Casa da Bruna”, fui despertada com um texto que falava do poder dos hai-kais. E logo me lembrei do doc “Falcão – meninos do tráfico”, que passou no Fantástico no domingo. Aí, saiu isso. Vê se presta!

“No cheiro do pó, meninos viram pó. ”

Deixo vocês com uma historinha que ouvi da minha amiga Isinha domingo. A filha Letícia não consegue falar o R em palavras como “prego”, “creme”, “cravo”. Aí, de tanto se zangar porque as pessoas acham graça quando ela fala “errado”.
Letícia saiu com essa:
- Mãe, eu sei falar o “erre”, sim. Só não sei falar o “erre” quando “teme”.
(Ela quis dizer... QUANDO TREME!)



Escrito por Anucha às 11h19

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“Voa atrás do sonho, com o céu por detrás...”

(Oswaldo Montenegro)

 

Ainda no lançamento da revista Click...

 

Passei dois dias mal. Não tava de TPM. Mas me sentia feia, triste, frustrada, desiludida. Um cocô! Aí, bastou ir à terapia. Debulhar o meu rosário lá pra terapeuta: falar da mamãe, falar de mim, falar do auto-boicote (do qual me cutucou a Lela e valeu a pena ter feito isso, porque ressoou bem em mim!), falar do sonho, do meu sonho, o tal sonho encantado, do qual não abro mão.

Acho melhor dizer que, depois da sessão de hoje, não é bem assim. O sonho não precisa ser algo que me engesse, nem é tão encantado assim, e nem precisa ser o único motivo de uma felicidade que eu sempre espero alcançar. Fica parecendo que tudo o mais na minha vida não terá sentido, nem importância se o tal sonho não estiver realizado.

“Encontrar alguém que me dê amor...”, me faça amor e que eu tenha um fruto desse amor. É um belo sonho. Mas não precisa ser um produto do meu estresse, da minha ansiedade. Posso fazer que nem o Renato Braz na música Passarinheiro: “Correr mundo, correr risco... o resto é seguir vivendo!” Sim, aí eu tenho que deletar aquilo que disse sobre ter feito escolhas erradas, cometidos erros e que por isso hoje colho frutos desses desacertos. Ora mais! Mais uma vez a Lela está certa quando diz: “...o que você é hoje, o que hoje você se permite, é consequência de tudo que já foi vivido. Portanto, o que passou não é ruim, é tronco! Isto mesmo: tronco! Deste tronco poderão surgir os galhos firmes e belos que por sua vez darão folhas e frutos.”

A Shara foi mais fundo ainda. Me deixou no comentário ao post de sexta essa pérola: “...se ame sem presa, com desapego e com a certeza de que num mundo tão fragmentado e disperso somos capazes de nos conectarmos com pessoas, com coisas e com a natureza de forma peculiar reinventando tudo como quem tateia no escuro de olhos fechados para não acordar do sono e consegue produzir inúmeros sons, tons, jeitos novos de viver. Ame você muito, só assim sem medo e sem presa se aprende que a vida é intensa e nos ama muito, nos dando banquetes intensos, que muitas vezes não nos damos conta...”

“Tudo ao seu tempo”, disseram o Bill e a Rê Ventania. E é nisso que eu tenho que me fiar. Ouvi isso na semana passada de um empresário a quem fui visitar em busca de oportunidade de trabalho. Não. Não tenho sossegado. Preciso me mexer até estar trabalhando de novo à tarde. E vou fazer disso uma rotina diária. É isso. Porque o Passarinho que comentou no meu blog é que ta certo: “... quero ver um novo amanhã, com flores festejando mais um dia que vem vindo!”

Acabo de chegar da palestra que o jornalista Ricardo Noblat fez aqui em Teresina. Ele é dono de um dos blogs mais visitados do Brasil. Saí como novas idéias sobre minha profissão, minha função enquanto jornalista e também sobre o blog e as perspectivas que posso ter para o meu blog, por exemplo. Vixe! Se deixar, falo mais meia hora aqui.

Vou deixar você com algo que pincei do blog da Laura. E cai como uma luva pras “viagens” que fiz hoje nesse meu desnudar diário de alma:

 

" Não importa se somos felizes ou não, isto é irrelevante, temos que ter vidas interessantes, a gente sempre acha que nossa vida não é feliz, que poderia ser melhor, mas a vida tem que ser interessante."

(Contardo Calligaris)



Escrito por Anucha às 01h43

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“Eu hoje acordei tão só. Mas só do que eu merecia...”

(Oswaldo Montenegro)

 

Eu e Cícero Cardoso: lançamento da Click

 

Não posso deixar de dizer que me lembrei da Tyci ao escrever esse título pro blog. (Ela é louca pelo Oswaldo Montenegro). Mas é que hoje foi exatamente assim que eu acordei. E, a rigor, eu nem tinha um motivo real pra isso. É tudo. E é nada, como disse ainda há pouco pro Josh no MSN.

Ontem, fui pro lançamento da revista Click, do Cícero e Kátia, e foi muito bom. Rever pessoas, estar com colegas jornalistas, dar e receber abraços bem calorosos, ser vista pra ser lembrada... E o engraçado é que vieram com uma história lá que eu tava parecendo aquele personagem do livro “Onde está Wally?”, de tão sumida que eu tô dessas baladas sociais...

De noite, tinha até marcado com a Lícia de ir pra boate. Mas o churrasco na casa da Gírio e do Said foi tão bacana... que não deu mesmo pra sair. Eleninha e César, Adriana e Gustavo e Laércio. Meus amigos queridos da turma da universidade de jornalismo. A gente se gosta tanto. E se vê tão pouco. Ô, vida ingrata, como disse a Eleninha. Junta e afasta a gente das gentes que a gente mais ama. Eita, que foi um chororô meu e da Elena. Eu já tinha bebido o meu campari e elas boas taças de vinho. A Gírio, gravidíssima de mais uma meninazinha, só ficou nas conversas. E a gente botou muitos papos em dia. Ficaram de vir aqui em casa qualquer noite dessa. Vamo ver...

Mas fui dormir tarde. Sem sono. Sem conseguir pensar em outra coisa que não fosse: “Por que eu estou deitada nessa cama sozinha?” E acho que, certamente, a Lela tem alguma razão. Isso faz parte de escolhas, decisões e atitudes que me levaram a ter momentos mágicos e efêmeros. Nada que fosse para preencher os meus dias, o meu coração, a minha cama, a minha vida. Então... preciso rever meus conceitos. Urgente!

 

Eu e Laércio Andrade: meu amigo Maracajá!

 

Eu e Adriana: minha florzinha Gírio!

 

Eu e Maria Elena: minha florzinha Eleninha

 

Lalá, Gírio, César, Eleninha e Said

 

Amanhã, tenho terapia. Vou repercutir isso. Mas amanhã também vou fazer um monte de outras coisas: retorno na médica, pagar conta no banco, levar currículo acolá, voltar pra caminhada, assistir palestra do Noblat... Vou encher o meu dia. Pra não encher de mim...
Acho que vou me deter a estudar mais agora. Quero levar mais a sério a especialização. Peguei a tese de mestrado do Said pra começar a me ambientar com o discurso de pesquisas científicas. Tomar gosto, sabe? Mas também não é só isso. Quero e preciso gastar menos dinheiro, malhar mais, beber só nos fins de semanas, continuar emagrecendo, ficar mais na minha casa e aquietar o juízo. É provável que, enfim, volte pra Yoga nesta semana. Quero voltar a trabalhar minha ansiedade com meditação, relaxamento e respiração.
Finalizando com Climério Ferreira...

“Não há segredo
Habito entrelinhas
De frase não dita”



Escrito por Anucha às 20h40

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“... Entre as coisas mais lindas que eu conheci...

Aprendi a ver cores onde antes só havia um papel em branco...

...só reconheci minhas cores nelas quando eu te vi...” Eu acho muito linda essa frase da música do Nando Reis, que a Cássia Eller cantava lindamente. E amanheci com ela na cabeça hoje. E esse post tinha que ter uma trilha sonora... Pois então, pronto!

Antes de vir blogar aqui, peguei um livro do escritor mineiro Aníbal Machado, que faz parte da minha biblioteca herdada ou afanada da minha mãe e da tia Inêz. “Cadernos de João” é de 1957, mas absolutamente atual sobre as questões humanas, as inquietações da alma, a vivência da própria vida.

A flor esconde o coração ou é o próprio coração extravazado?

Prestenção:

“Quanto mais fortes as raízes do nosso ser, maior a tentação de arriscar nossa identidade em logos cruzeiros de conquista e reconhecimento fora de nós mesmos. Às vezes, não se volta mais”.

Acho que eu tinha uns 14 anos quando descobri esse livro nas coisas da tia Inêz e dele me apoderei pra toda a vida. Fiquei boba, indagora, ao ler e degustar seus ensinamentos com a profundeza que a maturidade me permite hoje e certamente fazendo muito mais sentido.

É isso aí... Foi preciso trovoadas, vendavais, maremotos, furações passarem por entre mim para que eu entendesse que precisava me entender melhor. Claro que a terapia tem me ajudado a fazer a “análise do discurso” de mim mesma. Mas a extensão dessa análise é que é ainda mais enriquecedora. O que transborda e transcende à leitura de fatos do meu cotidiano, refiro-me a leitura das minhas entrelinhas, é o que há de mais interessante ao meu respeito. E é o que tenho descoberto agora. Com muito prazer, obviamente.

 

E o Aníbal Machado diz mais:

“Consumimos o melhor tempo da vida a apalpar o terreno, reunir dados, instalar sondas, armar os aparelhos, ajuntar (sic) material. Tudo para começarmos a viver... Viver é o mesmo que preparar-se para viver.”

Aí, tenho que argumentar em cima do que Machado diz logo à frente. Me dá certo estresse, não é o tempo perdido fazendo isso (escolhendo daqui, avaliando dali...), isso é até muito bom de se fazer, mas a rapidez com que as coisas fogem da gente, some da nossa vista ou não nos servem mais. Isso me frustra. Me dá a sensação de que precisaria começar tudo novo de novo, como diz o Paulinho Moska.

Eu gosto de um fuá, gosto da alegria, da folia, da estripulia...

Gente, eu tô zureta de sono aqui. Depois de uma semana inteira de aula na pós, ontem, ainda fui inventar de sair depois da aula pra tomar umas margueritas com a Lícia no Café Café. Não deu outra... Fiquei “altinha”, André foi pra lá e a turma ainda esticou pro Churú. Pense... Fui dormir 4h pra acordar 8h e assisti aula até às 11h. Depois, fui no shopping almoçar, encontrei com a Sayô e a filha Luna, bati um papo com o Pedro Alcântara bem legal. Parei na mesa da Sanka e do Naka enquanto tomava minha casquinha mista do Mc. Demorei uma meia hora na mesa da Soraia e do Tunino Filho pra ouvir lindas histórias sobre a minha mãe. Na saída, ainda encontrei com o André Matos, do programa Flutuando, que me deu bons conselhos sobre a vida, sobre a TV, sobre o mercado. Agora, vou pro lançamento da revista do Cícero e da Kátia. À noite, tem o encontro com a turma da universidade (Gírio, Said, Eleninha, César e Lalá), um churrasquinho básico, cervejada, boas lembranças... e eu vou levar meu campari.

Vou ficando por aqui. Terminado mais um módulo da pós-graduação em Telejornalismo com a reforçada convicção de que quero mesmo me embrenhar pelo caminho acadêmico, docente e de pesquisa. Nunca é tarde para começar uma nova história. E quero que a história da minha vida seja de construção sempre.  Estudando, acho que vai ser bem melhor edificada.



Escrito por Anucha às 15h33

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“ÀS VEZES, O QUE MAIS QUEREMOS, AFASTAMOS.

E O QUE NÃO QUEREMOS (EM TESE), BUSCAMOS...”

(Lela)

 

O que será que eu quero mesmo, meu Deus do céu?

 

Confesso que fui dormir griladíssima com essa frase da Lela no msn quase duas da manhã da última quinta. A gente tava falando de mim. Das leituras que se pode fazer dos meus últimos relacionamentos afetivos. E ela me saiu com essa (acima)... ambas questionamos se não há, em mim, um auto-boicote prévio. Tipo, inconscientemente, eu estar buscando situações complicadas, que não vão me levar ao lugar que eu realmente desejo chegar: SER FELIZ COM ALGUÉM (de verdade, de fato e de direito!)
Juro que vai ser pauta da minha próxima seção na terapia. Porque meu juízo deu um nó depois disso...

 

MUITO POUCO
Maria Rita canta Moska

“Pronto
Agora que voltou tudo ao normal
Talvez você consiga ser menos rei
E um pouco mais real
Esqueça
As horas nunca andam para trás
Todo dia é dia de aprender um pouco
Do muito que a vida trás.

Mas muito pra mim é tão pouco
E pouco é um pouco demais

Viver tá me deixando louca
Não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouca
Em guerra lutando por paz
Muito pra mim é tão pouco
E pouco eu não quero (mais)

Chega!
Não me condene pelo seu penar
Pesos e medidas não servem
Pra ninguém poder nos comparar
Por que
Eu não pertenço ao mesmo lugar
Em que você se afunda tão raso
Não dá nem pra tentar te salvar

...veja
A qualidade está inferior
E não é a quantidade que faz
A estrutura de um grande amor
Simplesmente seja
O que você julgar ser o melhor
Mas lembre-se que tudo que começa com muito
Pode acabar muito pior”

Juro que eu quero uma Maria Fernanda na minha vida...

 

Hoje, a Drica me deu umas coisas que ela escreveu, outras que ela pinçou pra eu repercutir aqui no blog. E do que ela escreveu isso me tocou:
“Ás vezes é necessário que se tenha uma desatenção quase forçada. Deixar passar certas coisas, não perceber todos os detalhes.”
E, de alguma forma, posso complementar com o que me disse agora à noite uma cara amiga: “O problema é que tu dá crédito demais a tudo que se apresenta na tua vida, como se tudo precisasse ser encarado como verdade, como bom, como real...”
E o pior é que ela tá certa...

Aí, relendo “Artesanato Existencial”, do poeta piauiense Climério Ferreira, encontrei essa pérola...
“Quando a dúvida
Encontrou a certeza
Perguntou assim:
- Que faço?
A certeza respondeu:
- Nada, apenas desconfie de mim!”

 

Vixe maria! Agora é que embananou tudo mesmo...
De tarde, boas novas que não necessariamente serão pra já. Talvez nem sejam. Mas já me animam pra vida. Em seguida, despedidas. Saí do Tenta Ganha. Não farei mais as reportagens de entregas de prêmios. O Rizzo foi bem bacana comigo. E eu só tenho a agradecer a oportunidde. Por isso, quem souber de algum freela na área da Comunicação Social aí... avisa a amiga aqui, tá? “COM LICENÇA, EU VOU À LUTA!”
De noite, uma super aula de análise do discurso do telejornalismo com o professor Doutor Fausto Neto, da Unisinos. Uma sumidade. E, nós, aprendizes de analistas de discurso. Fiquei empolgadíssima. E não vejo a hora de estudar muito, muito, muito pra logo estar em sala de aula dividindo o que aprendi. Isso mesmo. Quero ser professora de Comunicação Social.
Arremate final: “... No branco do teu rosto / A irradiar ternura / Quero que desprendas / De qualquer temor que sintas / Tens o teu escudo / O teu tear...”
(Maria Rita canta Renato Mota)



Escrito por Anucha às 02h21

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TRANSCORRENDO O PERCURSO...

 

Um novo olhar sobre velhos fragmentos da alma...

 

Ontem, conversei rápido com minha mais nova e já querida colega blogueira. Na verdade, já a visitava há um tempão. Mas só agora atravessamos a fronteira do blog para o msn. E em breve estaremos trocando figurinhas ao telefone.
Bem, deixa eu falar da Lela, do Colcha de Retalhos. Estudiosa da leitura de imagens, esta criatura absolutamente do bem têm feito boas leituras de mim, da minha alma, das minhas inquietações, das minhas descobertas. Com jeito e efeito, tem me feito enxergar além de mim, incentivando-me a buscar nas imagens do meu “eu” num passado não tão distante emoções que podem me ajudar a fechar fendas no espírito e ampliar a alegria de viver.
Só tenho que te agradecer, Lela! E quanto a “...ela se despe de qualquer expectativa...”, na verdade, é uma tentativa forçosa de ser quem de fato não sou, agindo de forma diferente do que é comum a mim. O que é, na real, tenho tentado administrar depois dos “desarranjos” que a terapia tem feito em mim. Positivos, diga-se de passagem. Eu diria melhor: são desconstruções, necessárias na construção de um “eu” mais forte, menos suscetível, mais seguro, menos indefeso.
A Lela comentou ontem aqui assim: “Um dia, esta mulher deixará que a menina assustada e triste, na sala de sua alma, vá até a dispensa e brinque de boneca. Saltitará sua alma!” E isso me fez pensar e pensar e pensar...

 

Comida de passarinho. (Ñ é alpiste.) É formar sentido. Fazer. Sentir. Ser.

 

Vi a Tuka, da Casa da Tuka, no msn também. E nem lembrei de dizer a ela que ouvi uma música esses dias que me lembrou de um belo post dela sobre FELICIDADE. E como ando em busca de estar bem e livre para viver em pleno estado de graça, achei que seria legal dividir aqui uns excertos da música “O que vem a ser felicidade”, do Orlando Morais.

“...Esse sentimento poderoso, é estado, é capital, é um país. E o que há de mais maravilhoso. É descobrir que, o tempo inteiro, estava a um palmo do nariz. E, todo o percurso transcorrido, leva-nos a ser contidos quando tudo é explosão. Porque a felicidade é um rio denso. E precisa de silêncio pra falar ao coração...”

 

Brincando na neve. Cara sapeca. Minha gorda. Branca de neve. Leve...

 

Hoje é aniversário da Drica, Minha Gorda querida e amada. Amiga desde 87. Uma irmã que escolhi pra mim. Um carinho que prezo e aprendi a cultivar. Uma amizade dessas feitas pra durar. Alguém que me diz coisas assim: “Porque SER FELIZ é a única obrigação que a gente tem nessa vida. Receba um afago na sua saudade, o meu abraço e a certeza de olhar por ti, sempre, ainda que a espreita” só pode ser mesmo muito iluminada, né não?! E ela sabe que isso é tiro certeiro na minha alma de manteiga derretida. Como é a dela.

Gorda minha gorda, te amo e tu sabe. Te respeito de um tanto que tu nem desconfia. Te admiro de longas datas. Cuido de ti também de longe. Curiando tua fortaleza com uma inveja branca. Que Deus te abençoe sempre. Que a Bó seja sua (nossa) eterna anja da guarda. Pra que você continue trilhando no caminho do bem, da ética e da melhor conduta. Porque é assim que sei de ti e que de ti me orgulho.

Pra ti, Driquinha (a grande e a pequena), um pedaço dos Secos e Molhados que a Valéria, do Sentir é fato, deixou pra mim aqui:

"Quem tem consciência para ter coragem. Quem tem a força de saber que existe. E, no centro da própria engrenagem, inventa a contra-mola que resiste."



Escrito por Anucha às 00h25

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