SOBRE MIM


Leonina de 34 anos bem vividos. Nasci em Salvador, mas amo Teresina. Cidade onde moro e quero viver os meus dias bem felizes. Uma mistura de Pollyana com Peter Pan. Vivo em "Busca da Terra do Nunca" achando que tudo acontece para o meu bem. Faço aqui minha catarse e minha terapia. Tenho me refeito a cada dia com minhas próprias reflexões. Sou uma criatura alegre e feliz. Meu maior sonho: SER MÃE!




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EU SIMPLESMENTE CANSEI DE ME ESPALHAR...

(Honey)

 

Me espalhando na linda Praia do Coqueiro, em Luís Correia-PI

 

Vixe, lá vem eu com meus raptos dos blogs dos outros, sem me lembrar de onde eles vieram. Juro que não é por leviandade. É a pressa injustificada de entrar e sair nos blogs que mais gosto. Acho até que preciso ter uma certa disciplina. Tipo: determinando dias certos para visitar os blogs por ordem alfabética. Talvez assim consiga ser mais correta e justa e dando à césar o que é de césar, né? Mea culpa feito. Passemos pro mote de hoje.

 

"Minha alma tem o peso da luz. Tem o peso da música. Tem o peso da palavra nunca dita, prestes quem sabe a ser dita. Tem o peso de uma lembrança. Tem o peso de uma saudade. Tem o peso de um olhar. Pesa como pesa uma ausência. E a lágrima que não se chorou. Tem o imaterial peso da solidão no meio de outros." 
(Clarice Lispector)

Afe Maria! Que definição perfeita da minha alma, meu Deus. Clarice me leu sem me conhecer. Me descreveu sem saber como sou. Me traduziu sem muito esforço. Leia de novo. Sou eu aí.

 

Não gosto de jeito nenhum daquele Chorão babaca, que bateu no Marcelo Camelo, meu querido do Los Hermanos. Mas a letra de uma música da banda deles me despertou especial atenção. Também li num blog (que não lembro qual... so sorry!) e pincei pra cá. Acho que é bem isso que eu quero da minha vida.
Tô ouvindo aqui o cd ao vivo da Isabela Taviani, que a piauiense Isabela Barros me mandou lá do Rio de Janeiro (OBRIGADÍSSIMA!) e pensando que a minha vida precisa tomar um rumo e a terapia, decididamente, tem me sinalizado para o caminho. Vou embarcando em doses homeopáticas. Tô muito mais prudente, admito. E isso é mais que bom. Porque posso evitar saltos muito altos e quedas tão dolorosas.
Mas voltando à música do Chorão... Olha só que bacana!

 

“Agora sei
O quanto é precioso o nosso tempo.
A gente tem que dar valor
Certas coisas não tem preço
O fato é que a gente tem que se preservar
Viver intensamente com a cabeça no lugar
Eu sou o valor das coisas simples
Eu dou valor pras coisas simples...”

 

Estou tateando nos afetos. Sem muita sede ao pote, sabe? Aquilo que falei de deixar de querer abarcar o mundo com as pernas também tô querendo cumprir. É como se eu estivesse mais observadora de mim mesma, da minha vida. Como se você possível sair de mim e me curiar de fora. E a gente passa a enxergar de uma maneira tão mais consciente as nossas próprias ações, sabia? Um exercício da plena maturidade, isso sim! Sem falsa modéstia nenhuma, estou muito feliz com a mulher que estou construindo em mim.

 

“Não exijas mais nada.
Não desejo também mais nada.
Só te olhar, enquanto a realidade é simples.
E isto apenas.”
(Mário de Andrade)

 

O POST DE HOJE CONTINUA LOGO ABAIXO!!! 



Escrito por Anucha às 13h22

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CONTINUANDO O QUE COMECEI LÁ EM CIMA...

 

Falei com meu pai na segunda à tarde. Liguei pra ele como quem pede socorro mesmo. Queria discutir meus últimos revezes. Queria uma orientação de pai, de amigo mais velho, de um observador contumaz do comportamento humano: meu pai, Abílio Carlos. Tratamos da possibilidades de sentimentos novos, nunca antes experimentados. De vivências e comportamentos dos quais não podemos fugir. Meu pai, como eu, acredita que o quê nos é apresentado pela vida deve ter de nós um cuidado na observação e se veio como mais um passo a ser dado... devemos ousar. Claro que TODO CUIDADO É POUCO!

 

Acho que meu pai se assustou com a mulher que lhe falava ao telefone. Se espantou mesmo com o discurso. Pensava ele que ainda era a menininha gorducha cheia de historinhas pra contar. Ela, no caso eu, estava contando a história da minha própria vida. E ele se emocionou. Desligou chorando. Aliás, eu também. Mais tarde, ligou para dar o beijo que esquecera de dar ao final do telefonema anterior. Esse é o pai sensível que eu tenho. Mesmo longe, é o meu pai!

É isso mesmo, pai! Ando menos afobada. Mais exigente. Menos ansiosa. Mais cautelosa. E, definitivamente, não farei nada para me magoar. Quero, sim, experimentar. Mas escolho as coisas que tenham um sabor doce, que me lembrem que as coisas boas não tem gosto amargo ou azedo. Elas têm gosto bom. Bom de ser sentido. Aí, invariavelmente, me lembro de uma música do Chico, que a Tia Inêz cantou pra mim no ano passado: “NÃO SE AFOBE, NÃO QUE NADA É PRA JÁ...”  

 

Hoje, eu tô verborrágica. Queria não parar de escrever. Mas, não quero enfadar vocês. Quero apenas que vocês saibam de mim. Loucura isso, né? Me expor desse jeito e aind ter uma platéia tão cativa?! Obrigada mesmo pelo carinho, pelas entradas e saídas, mesmo sem comentar. Sei que vocês fazem parte da “corrente do bem”. E desejo em dobro a vocês o que , sei, vocês me desejam!

 

Deixo vocês com um trechinho da música Canção para um grande amor, da Taviani:

 

“Deixa o vento te seduzir. Deixa o novo sonho te invadir... Lança teu destino em outro mar. Não recues nunca para ancorar. Nunca pra duvidar. Deixa o sol queimar a tua pele. Deixa o céu forrar a tua cama. Deixa amanhecer tua chama, teus desejos. Mas agora, vai. Porque há vida em outra dimensão. Porque há paz no outro coração. Por que com a gente não? Mas agora, vai. Buscar novos horizontes. Pousar no colo de outros ombros... Vai. Ser feliz é uma estrada sem fim...”



Escrito por Anucha às 13h12

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Do amor, da felicidade, da troca...

 

 

Meu pai é uma figura sem par. Mora em Salvador. Ou sej, longe de mim. Mas eu não o amo menos por isso. Apesar de querer estar mais com ele. É que a grana é sempre curta, sabe? Mas, sim... Ele é um cara muito estudioso. É geólogo. Mas, de um tempo pra cá, resolveu conhecer a história da humanidade, suas relações, seu comportamento, seu pensamento. Tem assinatura de não sei quantas revistas científicas. E, na semana passada, mandou um artigo da National Geographic pra mim e pra Cacha. Assunto: “O que é essa coisa chamada amor”.

Eu recomendo a leitura. Não saberia aqui destrinchar pra vocês o substrato de tudo o que apreendi de lá. Mas fica uma certeza: paixão que não resulta em amor não vale a pena. Pelo menos pra mim. E amor é construção. É conquista. É o dia-a-dia com todas as suas coisas boas é ruins. Lá tem uma frase que me sufocou só de ler. Porque eu vivi aquilo. “... a paixão nos agarra pela garganta arqueada em êxtase e depois nos deixa...” Se não é substituída por algo sensato, não é amor.

Segundo uma teoria lá, “o amor é reativo, não proativo, ele conduz ao passado, o que talvez explique a sensação de que determinado alguém parece ser a pessoa certa. Ou parece familiar. Ele, ou ela, tem certos traços, ou cheiros, ou toque, ou som que ativam memórias recentes”.

 

 

Ontem, eu vi um pedaço da “Belíssima”, enquanto me arrumava pra sair pra ver se eu dava uma animadinha, porque eu tava bem down, viu? Aí, vi um diálogo entre a Cláudia Abreu e a filhinha dela na novela, que me emocionou. Coisa que não é lá muito incomum, em se tratando de Anucha Melo, né? Mas ela falava pra filha de como a gente deve se portar diante da vida no que diz respeito aos momentos de felicidade, as coisas boas que acontecem na nossa vida. Dar valor ao que viveu, sabe? E finalizou com algo assim: “Você nunca deve deixar para ser feliz depois (...) o único arrependimento que se pode ter na vida é ter deixado de ser feliz quando podia ser”.

Forte, né? E simples. Mas o melhor é saber viver o simples. Tornar as coisas, a vida, simples. Descomplicar a vida e as situações que ela nos apresenta e, por vezes, impõe. Pensar menos. (Isso eu aprendi com um comentário que fizeram aqui. Não me lembro bem quem foi...) Agir mais. Mas, certamente, agir com sensatez. Medindo um pouco os passos. Sabendo mais ou menos onde a estrada pode levar. Tô tentando fazer assim. E acho que posso conseguir me sair bem.

 

Retirado do blog Sentir é um fato

 

Eu e o André terminamos. O que mal havia começado. É uma história tão enrolada que eu nem vou tentar explicar. Basta que vocês saibam que eu fui feliz nesses últimos meses. Tive alguém muito bacana do meu lado. Carinho, calor, ternura. Mas as coisas nem sempre são como a gente quer elas sejam. Talvez a gente tenha que ser mesmo só amigo. Muito bons amigos!
Recebi uma daquelas mensagens de pps cuja frase final me tocou. (Vocês já perceberam que frases assim me tocam fundo, né?) Pois lá vai:
“CADA UM DÁ O QUE TEM NO CORAÇÃO. CADA UM RECEBE COM O CORAÇÃO QUE TEM!”
Quando eu comecei essa história de blog. Cinco criaturas eram minhas leituras diárias. Na verdade, fui aprendendo a blogar com elas, fui visitando-as e recebendo visita em retribuição. Meu carinho de sempre para: Loba, Adélia, Mônica, Dira e Cherry.
E pinço nos Oceanos e Desertos, da Delita, algo que me remexeu as entranhas:

Dos desertos e das esperas
 
“marcar a espera
em tempo presente
requer instrumento
construído à perfeição
onde caibam os desertos
de passado
pouco mais que imperfeito

deixe-se escorrer as areias
deitada, rendida em presságio
ampulheta vazia das horas
inventa o futuro
imperativo da voz

faz do verbo
o infinito...”

(Adélia Teresa Campos)



Escrito por Anucha às 14h03

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Das muitas coisas que eu quero dizer hoje...

(Roteiro de fotos: Salvador -BA / dezembro 2004)

 

Eu e a Cacha no Barravento com o Farol da Barra lá no fundo...

 

Hoje, eu cumprimentei o meu ex (lembra do paquera?) pela primeira vez desde que nos separamos. Assim, frente a frente, olho no olho e... quer saber? Nem tchun! De verdade, não teve afobação, nem desconforto, nem dor. Um evento comum. Mas que faço questão de registrar pra reforçar a idéia de que TUDO PASSA meeeeeesmo.
Na terapia, quebrei mais um padrão hoje. O de querer resolver os problemas do mundo. O de me achar eternamente responsável por aquilo que cativo. E por isso me achar no dever de tentar resolver as questões que a mim não pertencem. Deixa o povo bater cabeça (como eu bato), deixa cair (como eu caio), deixa sofrer (como eu sofro), deixa aprender (como eu aprendo).
Decidi que não vou carregar as culpas que não tenho. Nada de gorilas me pesando nos ombros. Sou muito justa comigo mesma. Faço o mea culpa direitinho. E, definitivamente, até aqui, fiz tudo o que pude e até mesmo o que eu não podia pra tentar dar certo uma história nova acolá. Mas, lavo minhas mãos. Tô tranqüila. Fiz a minha parte.

 

Pris, Cacha, Carol e eu no Café Cancun

 

Eu li no blog da Jana (Entre Tantas Eu) um troço que me marcou. Vou dividir aqui porque acredito mesmo que esse tipo de convicção deve ser universal:
"Não há dever que tanto descuidemos como o de sermos felizes."
(Robert Louis Stevenson)

 


Li no Blog da Taia (Pura Magia) uma frase do Thiago de Mello que ficou pregada na porta do meu guarda-roupa uma vida... até que amarelou, o tempo passou, e eu joguei fora. Dia desses, a pesquei por lá e, de novo, ela volta a fazer sentido pra mim. Faz pra você?
"Não tenho um caminho novo. O que eu tenho de novo é um jeito de caminhar."
(Thiago de Melo)

 

A Leila Eme tem me feito uma falta. Suas reflexões e ensinamentos sempre me dizem a rota certa a seguir. E olha o um excerto do que ela deixou dito no final do ano no blog dela:
“Faça as pazes com sua força, sua coragem, sua fé e suas chances. Já que você não é capaz de sacanear ninguém, não sacaneie-se também. Não se tolha, roube, culpe, não se regateie, não se ignore, isole, não abuse tolamente de si, não se vede. Não, não é fácil... mas enfrente o difícil de frente para que não doa em vão, para que não o chupe todo, não o derrube mais, não o embole tanto, para que você se alcance como deseja e merece.
(Leila Eme)

Eu numa manhã alegre no Pelourinho

 

Pra fechar, uma frase definitiva de um dos belos poemas que o Daniel Aladiah nos presenteia no seu blog Humores.
"Termina a solidão, acabam-se os medos.”
(Daniel Aladiah)



Escrito por Anucha às 03h16

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“Porque mais vale o medo que enfrenta

 que a covardia que fecha a porta”

 

Essa sou eu com menos de dois anos e já uma gatinha, né?

 

Não me peçam pra dizer quem é o autor dessa frase. Admito que a pincei de um blog que andei lendo na segunda-feira. Mas, injustificadamente, não lembro o seu dono. Perdoem!
Mas a verdade é que parto dela a minha... como é mesmo que a Drika diz?... ah!!! reflexão de hoje. Não lembro de mim covarde. É, com o medo de meter a cara e enfrentar vida, sabe? Acho que minha mãe tem muita “culpa” nisso. Como a vida inteira teve que trabalhar dois expedientes, ela foi acostumando a gente a se virar sozinha. As tarefas da escola sempre foram (ela deixava claro) uma responsabilidade nossa. Aos quinze anos, ela me deu um carro de presente. Mas, não pensem que foi por luxo. Ela nem tinha dinheiro pra isso. Foi por necessidade. Como levar as filhas pra escola, aula de reforço, natação, vôlei, inglês, se trabalhava dois turnos? Pois é.
Mas tem mais. Desde cedo, ela participava à gente dos problemas da casa: diminuir a conta de luz, falar menos ao telefone, deixar de comer carne de primeira, um tempo sem presunto e queijo no jantar, mesada cortada pela metade. Coisas de família de classe média baixa. Sabe como é? Então, ou eu e a Cacha aprendíamos que na vida a ralação começava cedo ou a gente se estrepava.

 

Minha Corrinha. Eu adorava

quando ela soltava esse beijo!

 

Você deve estar se perguntando: “Por que essa doida está dizendo tudo isso?”
E eu respondo: “Porque hoje pensei na Corrinha (minha mãe).”
Pensei na coragem pra viver que só ela tinha. Na força estranha que a empurrava para frente quando o mundo insistia em convencê-la do contrário. Lembrei do tanto que ela me ensinava com um olhar, um aceno, uma palavra. Aí, fui beber nela própria os ensinamentos sobre coragem X covardia. E olha o que encontrei:

 

"Os obstáculos são tanto maiores quanto maior seja a nossa preguiça ou a nossa indisponibilidade ou a nossa omissão na luta para demovê-los. Quando se persegue sinceramente um objetivo é muito importante não descer do bonde da história”.

 

Essa era a Socorro Melo. Minha mãe, heroína, porto-seguro, exemplo, vida... SEMPRE!
E lembrei dela também porque devo me orgulhar de sempre agir pela correção. Mesmo quando piso na bola (e andei fazendo isso nesses dias...), o faço com a melhor vontade de acertar. Aí, você pode me dizer que de boas intenções o inferno está cheio. Sim, mas o que eu quero dizer é que tenho convicção dos meus propósitos. E coragem para assumí-los. Sei que ajo, mesmo intempestivamente, no instinto de promover o bem, ou o que eu entendo por bem. Esse é meu legado.

Escolhi ser feliz! Parte do aprendizado com a Corrinha...

 

Anotei uma frase que li em algum lugar, ou ouvi, sei lá... E que serve muito bem pra arrematar tudo o que disse: "Felicidade é uma escolha!" É isso. Escolho ser feliz sempre. Mas sei que, como diz o Oswaldo Montenegro, "sempre não é todo dia!"



Escrito por Anucha às 02h22

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Pensando grande a respeito da vida...

 

“... Não se preocupe em me entender. Talvez eu nem queira dizer nada mesmo. Apenas sinta algo. Sentiu? O que você consegue sentir quando lê o vôo de uma borboleta? A palavra entranhada no sufoco da alma que não tem som, nem cor, vive no casulo e ali permanece doida pra se arriscar tal como a borboleta que se aventura em seu primeiro vôo. Às vezes não voa porque sente medo das asas serem frágeis e não agüentarem seu próprio peso. Quando escrever, liberte-se. Às vezes esse vôo nos revela passeios surpreendentes.”
(Patty Alves)

 

Não posso dizer que tive um final de semana péssimo. Não. Nada disso. Apesar de uns problemas em que me envolvi (e eu sou dona disso...), meus amigos me lembraram o tempo todo que quem é do bem merece ter ao lado quem é do bem. No caso, os meus amigos. Meus verdadeiros amigos.
Sábado, como falei aqui, fui me esbaldar. Dandinha e banda no MPBar é sempre festa. Na nossa mesa: Licinha, Tatiana, Marquim, Mel, André, Roni e a Sankinha passou um tempinho com a gente. Muito legal. A folia de sempre: cantamos, dançamos, bebemos e fomos felizes.
Domingo, fui almoçar na casa das Botelhas, onde, já disse, me sinto em família. Depois, eu, Licinha e Lis ficamos falando da vida, chupando cana-de-açucar ateeeeeeé a tromba d’água chegar. Menino, caiu uma chuva aqui em Teresina como há muito não se via!!!
Hoje à tarde, vou dormir. Isso mesmo. Compensar a noite de insônia e pesadelos. Caramba, é muito ruim estar num sonho em que não se consegue gritar, nem respirar, nem nada... como se algo de pregasse na cama e não te deixasse fugir. Deusulivre! Depois, vou andar na Raul. Aliás, acho que hoje vou voltar a correr. Preciso continuar na minha estratégia light de emagrecimento. Me cobrem! Por falar em light, conversei muito com a Tia Jack no MSN hoje de manhã. A Dedila, minha afilhada, perdeu 10 kg só mudando a alimentação (grelhadinhos e folhas). Pense numa Dinda feliz! Muito bom “falar” com minha tia e saber que elas tão se dando muito bem lá na Argentina. Segurem a saudade, porque em julho, se Deus quiser, a gente mata essa danada!

 

 

Ah, hoje eu li a crônica do André Gonçalves, no Jornal O Dia, e acho que eu queria ter dito isso que ele disse:

 

“Tolice é pensar pequeno. Pensar pequeno a respeito do que se é, do que a vida é feita, do que o mundo quer de nós. Eu não abro mão de pensar grande a respeito da vida. E pensar grande a respeito da vida é querer pouco dela. Quero só que ela me dê de volta o que eu dou a ela. E venho tentando dar mais a cada dia. Ser mais honesto, mais sincero, mais tranqüilo, mais verdadeiro...”

 

Indagorinha, quando eu tava vindo do trabalho pra casa, ouvi aquela musiquinha da Cidade Negra que eu adoro. E sempre quando a ouço, introjeto como um mantra, na intenção de atrair mais ou menos isso pra mim. Num sei bem por que... “só sei que é assim!” (Chicó!) Fiquem, então, com um trechinho dela para, como eu, passarem o dia cantando e intuindo pra vocês também!

 

“Você não sabe o quanto eu caminhei
Pra chegar até aqui...
Quero acordar de manhã do teu lado
E aturar qualquer babado
Ou ficar apaixonado
No teu seio aconchegado
Ver você dormindo e sorrindo
É tudo o que eu quero pra mim...”

 

VISITEM MEU FLOG www.anuchamelo.fotoblog.uol.com.br 



Escrito por Anucha às 15h11

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Das verdades que precisam ser ditas...

 

É como eu vejo você, Florzinha!

 

Vontade de correr e só parar do outro lado do mundo. Queria sumir ou dormir e só acordar depois que a caravana passasse. Não gosto de saber de ninguém que eu ame mal. Sofro junto, mesmo estando longe. Talvez o que eu mais queria fazer agora é estar junto, fazendo o que eu mais gosto de fazer: “dando carinho, apenas!”

Não dormi direito essa noite. Pesadelos. Insônia. Mas, pude recostar a cabeça no travesseiro e estar tranqüila. Agi certo. Com minha alma, como sempre.

{Flor, não importa o que aconteça, eu estou com você!}

 

Pepê e Celin: orgulho de pai pra filho e vice-versa

 

Churrasco à tarde pro Pedro Henrique, filho de um dos tios que eu mais quero bem, o Tio Célio. A alegria dele e da Pauline, esposa dele que eu adoro, dava gosto de ver. Lembrei da Corrinha, minha mãe. Senti a presença dela. Bateu saudade... Fiquei de passar uns dias deste mês em Batalha, terra da minha mãe, onde eles moram com o filho mais novo, Célio Jr., que era afilhado da minha mãe, e que eu tomei pra mim quando ela “foi pro andar de cima”.

{Celin e Paula, eu amo vocês!}

 

Tunino e Yonara: alegria na formatura em Direito

 

Depois, promessa cumprida. Tunino me chamou pra tomar duas gelas com ele na comemoração da formatura em Direito. Fui lá dar meu beijo nele e na Yo e aproveitei pra me aninhar ao Saulo, meu primo, que eu amo de paixão, a quem eu chamo de Saulito Catatau ou Miguelito. Ele me chama de Mafalda. A gente se quer muito bem, mas o tempo e as circunstâncias acabaram distanciando a gente. Nunca é tarde...

{Vou esperar a visita no apê, viu, galera?}

 

"Amigo é pra essas coisas... estou aqui!"

 

Licinha acabou de ligar. Quer ir comigo pro MPBar. Foi a melhor notícia do dia. Tô aqui atualizando vocês, mas daqui a pouco vou “me montar” pra ouvir a Dandinha tocar e tomar uns camparis. Mooooorta de sede! A Sayô talvez vá também. Se não brochar... porque isso é a cara dela. Se animar toda, botar pilha na gente e depois desistir.

{Hoje eu tô com o espírito de lata velha! Sabe o que significa? Que eu tô a fim de me esbaldar...}



Escrito por Anucha às 21h13

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Eu não sei viver sem ter carinho…

(Lulu Santos)

 

 

Olha eu aqui de bico, paninho e dengo...

 

Sei que eu tô me repetindo. Falei isso aqui nesta semana. Mas é que tenho amadurecido essa idéia nesses dias. E acho que merece uma reflexão.

Eu ainda ia completar quatro anos quando meus pais se separaram. Daí, Minha Mãe veio embora da Bahia pro aconchego da família no Piauí, trazendo na mala, além de bastante saudade, duas filhotinhas. Não teve jeito. Eu e a Cacha, minha irmã, tivemos que aprender a viver sem ter aquele carinho paterno bem próximo, sabe? Aí, minha mãe foi Pãe a vida inteira. E fez esse papel muito bem. Mas eu, pelo menos, desenvolvi uma carência afetiva, que era abrandada com os amigos. Sempre me dei melhor com os meninos. Tive várias amigas desde criança. Mas o meu caso de amor, ao longo dessa história que já vai fazer 35 anos, teve os meninos como foco. Além de começar a namorar muito cedo (olha o absurdo! Aos 12 anos tive o primeiro namorado...), fiz vários amigos do sexo masculino. Na escola, as meninas morriam de inveja do meu livre trânsito no “clube do bolinha”. Só na amizade mesmo. Não vão pensar mal de mim...

 

 

Eu e Meu Pai... Porque eu e ele somos muito carinhosos um com o outro!

 

Você deve estar se perguntando: “onde ela está querendo chegar?” Peraí só um pouquinho. Me acompanha nessa viagem...

O fato é que eu sempre, sempre tratei primos e primas, tios e tias, amigos e amigas, namorados e colegas próximos com um carinho todo especial. Sou daquelas de abraçar, cheirar, dar beijo, fazer cafuné, dar o que chamo de kit “colo, ombro e abraço”. Certamente, o que mais quero é ter de volta um kit como esse. Não vou negar! Então, sempre tive dificuldade de me relacionar com as pessoas mais pra secas, mais duras, mais travadas, portanto, menos carinhosas. Uma questão de afinidade mesmo...

Tudo isso é pra dizer que se eu não puder dar e receber carinho, nem que não seja na mesma proporção, mas que seja nessa via de mão dupla, fica muito difícil de me relacionar. Na minha história, as amigas e amigos que marcaram e ainda hoje têm proximidade comigo são as e os que se derretem com meus dengos. Salvo raras exceções. Até porque tem gente especial demais que não é como eu, cuja amizade não abro mão! E os namorados que marcaram minha vida foram os que me deram muito, muito carinho. Tive um que, certa vez, disse: “Você nunca foi tão beijada e cheirada... e nem vai ser!” Quer saber? Ele tinha razão.

 

 

Eu e Luizinho, um amigo muito amoroso e carinhoso!

 

Pois é. Sou de expressar nos gestos e na fala o meu carinho pelas pessoas. Sou dengosa, até pegasosa. Mas, como diz Meu Pai: “Eu sou assim, pô!” Então, fica decretado aqui que não vou me permitir mais não ser eu em nenhuma relação que tiver daqui pra frente. Sou como a Mel, gata da minha irmã, que quando quer afago se enrosca na perna dela e faz um ronronar bem dengoso. Miauuuuuuuuuuuuuuu...

 

P.S.: Quinta, fui pro Cabaré do Marquim. Tomei vinho com a Lícia. Conversei com o Lourival. Aprendi um pouco mais sobre a índole masculina. De volta pra casa, leite morno com chocolate e nos braços de Morfeu dormi feito um anjo.

 

 

 

 



Escrito por Anucha às 11h23

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Das várias interpretações pra tudo na vida...

 

Num dia em que a chuva banhou minhas dores! E eu estava feliz!

 

Ontem à noite, vi o quanto o que a gente diz ou escreve pode não ser apreendido e compreendido pelas outras pessoas da forma que a gente quis. Puxa, como é difícil comunicar!!!
Sabe aquele post lá debaixo que eu coloquei um texto do Jabor sobre “ser idiota”? Pois, sim. Uma amiga querida entendeu que eu estava querendo alfinetar alguém quando coloquei aquela foto e na legenda pus: “sendo idiota”. De pronto, retruquei: “Não, não mesmo.” Com a verdade da minha alma, quis apenas demonstrar como me comporto quando estou “sendo idiota”, ou seja, FELIZ! E naquele dia, naquele lugar, naquela circunstância, eu estava realmente muito feliz. Só isso.
Na ante-sala da terapia, li uma frase que me paralisou. Frases assim têm o condão de me fazer pensar. Foi, inclusive, o mote inicial do meu papo com a terapeuta.

 

“O passado não é o que desapareceu, mas aquilo que nos pertence.”
(Arnaud Desplechin, filme Reis e Rainhas)

 

Poxa, se você não lembra de algo que passou é porque não teve importância, não marcou. Mas se algo, bom ou ruim, te volta à memória é porque é intrínseco à sua vida, à sua história. Lidar bem com esse passado é que é uma tarefa complicada. Mas já viu Deus dar um uma cruz mais pesada do que você possa sustentar?
Eu tenho feito algumas melhoras em mim desde que comecei a me desnudar na terapia. Me sinto mais calma no tratar com as pessoas, principalmente com as mais próximas. Menos ansiosa, definitivamente, eu estou. Mais cuidadosa comigo, certamente. Aí, leio algo que reforça meus novos “padrões”. O Leo, literalmente, afagou a minha alma quando disse isso no blog dele:

 

“Aceitar a si mesmo como se é, reconhecendo as próprias limitações sem culpas ou cobranças excessivas, evitando o julgamento rígido e a falta de compaixão é um exercício a ser praticado diariamente. Perdoar a si mesmo pelos erros cometidos entendendo que eles fazem parte de nosso processo evolutivo é um importante passo no desenvolvimento do amor próprio. O importante é que saibamos exatamente onde precisamos melhorar e tentemos ir ao encontro desta conquista com perseverança e vontade.”

 

 

Tô apaixonada!

 

Ontem, eu fui com a Cacha (minha irmã) assistir ao novo filme do Mark Ruffalo. (Sim, donadoamor, agora ele pode ser só meu! Tu já encontrou teu príncipe!) Saí ainda mais apaixonada pela carinha dele, o jeito de falar e aquele corpo naturalmente malhado. Afe! To suspirando até hoje. A comédia-romântica é bobinha, mas diverte. E era tudo o que eu e a minha mana linda precisávamos ontem. Depois, fui encontrar o Marquim, Mel e Tatiana no Alemão. Cota máxima de dois camparis, muita conversa boa e voltei pra casa levinha, levinha.

 

 

Marquim e eu fazendo estripulia!

 

Indagorinha, fui almoçar com o Marquim. Tava com uma saudade do meu amigo, meu mano querido. Queria conversar com ele sobre mim. Queria ombro, colo, afago na mão. E ele, como sempre, soube me dar. Cada dia, me convenço mais de que não saberia viver a vida sem meus afetos, intensos como são. Como diz a Martha Medeiros: NÃO SOU RASA! 



Escrito por Anucha às 18h06

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