SOBRE MIM


Leonina de 34 anos bem vividos. Nasci em Salvador, mas amo Teresina. Cidade onde moro e quero viver os meus dias bem felizes. Uma mistura de Pollyana com Peter Pan. Vivo em "Busca da Terra do Nunca" achando que tudo acontece para o meu bem. Faço aqui minha catarse e minha terapia. Tenho me refeito a cada dia com minhas próprias reflexões. Sou uma criatura alegre e feliz. Meu maior sonho: SER MÃE!




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Se eu tivesse mais alma para dar, eu daria. Isso para mim é viver!





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Da sensação de estar fazendo tudo errado...

Se a cabeça tá dando um nó... deite no chão!

Sabe quando você faz tudo direitinho. Como manda o figurino. Deixando os passos seguirem a estrada. Sem deixar a ansiedade atropelar o curso do rio. Tateando no escuro para não acordar quem está dormindo. Indo a 60km/h para não pegar multa no fotosensor. Sabe???

Pois é. Eu estou assim. Ou estava. Nem sei mais. Mas quando se descobre que ainda agindo assim tem quem julgue que você está agindo mal... aí, meu amigo, a vontade que se tem é mandar tudo pra ponte que partiu e fazer tudo errado pra ver se dá certo.

Conviver com gente é troço muito difícil. É por isso que a cada dia que passa desconfio mais que se ainda não estou dividindo com alguém os meus dias debaixo do mesmo teto, é pouco provável que consiga fazê-lo com o correr dos dias, quando vou ficando mais seletiva, mais exigente, mais desejosa de que as coisas sejam mais ou menos do meu jeito, ou do jeito que me deixa feliz, plena, satisfeita com o todo.

Bem, mas... domingo, passei o dia todo em casa cuidando da monografia da disciplina Teoria da Imagem, da especialização em Telejornalismo. Fiz uma análise imagética das poesias de H. Dobal, poeta piauiense da melhor estirpe. Lícia veio trazer comidinha pra mim no meio da tarde. Só sai da frente do computador às 7 da noite, quando uma vontade louca de sair de casa me invadiu a alma. Fui com André rapidinho tomar um suco. Tempo suficiente para uma enxurrada de papos nada confortáveis. Falo de carinho e atenção. Ele se diz pressionado e travado. Já que eu não sei viver sem ter carinho, como bem definiu o Tim Maia, é pouco provável que as coisas aconteçam como se previa, ou como previ e desejei.

 

Agora, tô aqui ouvindo o CD da Isabela Tavianni, que a Sayô me deu. Tô fascinada pelas letras, pela melodia, pela voz. Mas vou deixar vocês com um excerto de Los Hermanos. Porque tem mais a ver com o desabafo acima. Desculpa a secura da alma. Como dizia a Mamãe: “UMA HORA NOS TAMO POR RIBA, NOUTRA HORA NÓS TAMO POR BAIXO.”

 

“Deixa ser como será, tudo posto em seu lugar.

Então tentar prever serviu pra eu me enganar.

Deixa ser como será, eu já posto em meu lugar.”

 

OPS... Como a Tavianni sempre dá uma dentro. Olha só o trecho da música que ela tá cantando aqui pra mim...

 

“Eu tenho que derrubar os teus muros

Preciso desvendar esse teu mundo

Eu sei que vou desmoronar teus alicerces sempre tão seguros.

Até você baixar a guarda...”

 

P.S.: O mais incrível de tudo é o que a vida sugere pra gente todo dia.

Novas pessoas, novas situações, novas conversas, novas idéias, novos planos, novas trajetórias, novos conceitos, novas possibilidades.

O legal é a gente saber encontrar novas respostas para novas perguntas que também surgem com os novos dias.

 

 

 



Escrito por Anucha às 18h36

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Gente,

tô muito preocupada em terminar o meu trabalho da disciplina do Paulo Fernando, na especialização. Por isso, tenho vindo pouco aqui, deixado menos ainda de mim e, pior, em falta na semeadura diária de ir visitar vocês. Pardon!

Hoje, tive um dia muito alegre. Acordei cedo, trabalhei. Vim pra casa, almocei. Depois, o que seria uma passada rápida no Detroit com a Lícia... virou farra com ela, Evaldo e André. Vim pra casa continuar minhas leituras e construções do texto do trabalho. A Lícia Ligou e eu fui correndo encontrá-la no Café Café. Noite boa. Conversa boa. Estou viva. E é uma sensação muito boa.

Licinha, minha amiga, MUITO OBRIGADA!

 

 

Eu sendo idiota há quase um ano no Recanto do Pavão!

 

Pra não dizer que não pensei em vocês... Deixo vocês com essa do Jabor, que me enviaram por e-mail. Texto bom e verdadeiro. E é o que desejo tanto pra mim quanto pra vocês.

 

SEJA UM IDIOTA

Arnaldo Jabor

 

A idiotice é vital para a felicidade.
Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre.
Putz! A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado?
Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações,dores e afins. No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota!
Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você. Ignore o que o boçal do seu chefe disse. Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.
Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice. Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto. Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo, soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça? hahahahahahahahaha!...
Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana? Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?
É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E daí, o que elas farão se já não têm por que se desesperar? Desaprenderam a brincar.
Eu não quero alguém assim comigo. Você quer? Espero que não.
Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas... a realidade já é dura; piora se for densa. Dura, densa, e bem ruim. Brincar é legal. Entendeu?
Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço, não tomar chuva. Pule corda!
Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte. Ser adulto não é perder os prazeres da vida - e esse é o único "não" realmente aceitável. Teste a teoria. Uma semaninha, para começar.
Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são: passageiras.
Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir... Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!
Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora? "A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios". "Por isso cante, chore, dance e viva intensamente antes que a cortina se feche".



Escrito por Anucha às 02h45

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Juro que eu tinha o que dizer...

 

"Minha flor lhe deu alguém pra amar..." Los Hermanos

 

Mas é que esse texto da Maitê é muito grande e vocês acabariam sem saco pra continuar. Então, prefiro que ela fale. Não que ela esteja falando por mim. Hoje, graças a Deus, estou serena quanto a esses assuntos de amor, amor da vida, paixão... Mas é que teve gente curiosa pelo texto e eu faço questão de republicá-lo aqui. Só pra controle: ver aquela atriz baixinha, magrinha e linda interpretar o texto é que é maravilhoso, viu? Quem puder assistir a peça “Achadas e Perdidas”... Se for como eu, vai rir e chorar!

Talvez eu apareça no fim de semana, talvez não. Mas fiquem com o meu carinho de sempre. Sempre!

 

Amor da minha vida

Maitê Proença

 

O amor da minha vida eu encontrei, tem nome, é de carne e osso e me ama também. Agora, falta encontrar alguém com quem possa me relacionar. É que o homem da minha vida não cabe em mim e eu não caibo nele. Não bastam nossos namoros longos, os rompimentos e a teimosia de desejar mais daquilo que não há de ser. Não presta que ele me visite pra acabar com as saudades e fuja correndo de pernas bambas e um bumbo no peito.

Não basta que haja amor para viver um amor. Seus mistérios me perturbam e minha clareza o ofusca. Quando eu falo vem, ele entende vai. Enquanto ele avista o mar, eu olho pra montanha. Quando um se sente em paz o outro quer a guerra. Discordamos sobre o tempo, o tamanho das ondas, a cor da cadeira. O desacerto é de lascar e não há cama que resista a tantas reconciliações... um dia a cama cai.

 

Esta semana, fui ver a "Ópera do Malandro". Se o Chico Buarque nunca mais tivesse feito outra coisa, ainda assim teria de ser imortalizado pelas alturas em que transita sua poesia nessa obra. Como ando às voltas com assuntos de amor, prestei atenção na cafetina vitória, que ensinava: o amor jamais foi um sonho, o amor, eu bem sei, já provei, é um veneno medonho. É por isso que se há de entender que o amor não é ócio, e compreender que o amor não é um vício, o amor é sacrifício, o amor é sacerdócio. Mais adiante, Terezinha, a heroína sofria: - Oh, pedaço de mim, oh, metade arrancada de mim, leva o vulto teu, que a saudade é o revés de um parto, a saudade é arrumar o quarto do filho que já morreu...

 

Naquela noite, inspirada pelo Chico, voltei pra casa decidida: não quero mais o amor da minha vida ocupando o lugar de amor da minha vida. Venho, portanto, pedir a ele publicamente que libere a vaga. É com você mesmo que estou falando, você aí, que se instalou feito um posseiro dentro do meu coração, faça o favor de desinstalar-se. Xô.

Há de haver um homem bom me esperando... Um homem que aprecie o meu carinho, goste do meu jeito, fale a minha língua e queira cuidar de mim. As qualidades podem até variar, mas aos interessados, se houver, vou avisando: existem defeitos que considero indispensáveis. Meu amor tem de ter uns certos ciúmes e reclamar quando eu viajar pra longe. Pode se meter com minha roupa, com corte do cabelo, e achar que sou distraída... Este homem deve querer nosso lar impecável, com flores no jarro, e é imperativo que faça tromba quando não estiver assim. Desejo, enfim, que meu amor me reprima um pouco, e que me tolha as liberdades - esse vôo alucinante e sem rumo anda me dando um cansaço danado.



Escrito por Anucha às 12h19

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O que não tem jeito... é o jeito que tem!

Hoje mesmo disse isso ao André. É uma das expressões usadas pela minha mãe e que peguei de herança. Herança das boas.
Aí leio os comentários da Vera Fróes e da Honey no meu post anterior e vejo que "o que não tem remédio, remediado está" quer dizer a mesma coisa. E por que começo por aqui? Porque o tempo faz curas até mais rápidas do que você é capaz de imaginar. Porque na segunda eu estava borocochô. Porque não consigo aceitar bem as travas emocionais que as pessoas se impõem. Porque não posso admitir alguém simplesmente barrar o que sente. Porque não engulo alguém obstacular seus desejos. Resolvi, então, relaxar. E deu certo. Ontem mesmo os "milagres" começaram a acontecer... Fomos no Café Viena, à noite, comer carpaccio com cervejinha e caipikiwi. Muita conversa. Muito olho-no-olho. Muta harmonia. E eu aqui e agora... feliz da vida!
Hoje, amanheci lembrando do Luizinho de Aracaju. E de uma técnica que ele desenvolveu pra si e me ensinou. A gente trabalhava no Jornal Meio Norte, em 98, quando um dia eu estava "fula" da vida e ele me convidou para dar uma volta. Sabe aonde? No supermercado logo em frente. E como um guia, um mestre, um mago, foi me levando a percorrer os corredores, entrando num e saindo noutro, como num zigue-zague. Um labirinto. Até que chegamos do outro lado do supermercado. Aí, ele me disse: "Anucha Melo, isso funciona como uma serpentina de chopp. O chopp tem que percorrer aquela serpentina congelada para sair bem geladinho na caneca, né? Pois então... Aqui o que a gente tá fazendo é esfriando a cabeça até chegar ao final..." Nunca esqueci essa lição. E sempre repetia esse ritual quando algo não ia bem. E funcionava, viu? Psicologicamente é uma boa terapia!
Mas, sim... Hoje vou me dar um presente: vou ao teatro ver a MAITÊ PROENÇA representar a peça que ela mesma escreveu, inspirada no livro de sua autoria "ENTRE OSSOS E A ESCRITA". Quero vê-la encenando aquele texto maravilhoso, "AMOR DA MINHA VIDA", que me arrepiou dos pés à cabeça quando, no ano passado, vi a Ana Maria Braga lendo no programa dela. Até cheguei a postá-lo aqui no blog, lembra? Depois conto aqui o que achei da peça, tá?
Ah, antes que eu me esqueça: NÃO DEIXEM DE VER O DOC "ÔNIBUS 174", que relata a história daquele sequestro ocorrido no Rio de Janeiro em 2000, que acabou vitimando uma refém grávida e o sequestrador, o Mancha. É uma descrição fiel da vida do cara e de como a "invisibilidade" dessas pessoas nas ruas do Brasil pode produzir tragédias entre nós. RECOMENDADÍSSIMO!
Sem mais, no momento, termino com mais Martha Medeiros, uma jornalista, que escreve como eu gosto de escrever. Ou melhor, escreve o que eu gostaria de ter escrito.

"Não gosto de nada que é raso, de água pela canela.
Ou eu mergulho até encontrar o reino submerso de Atlântida ou fico à margem, espiando de fora.
Não consigo gostar mais ou menos das pessoas, e não quero essa condescendência comigo também.
Pareço transparente e azul, mas é tudo anilina, sou uma praia de cartão-postal".



Escrito por Anucha às 16h23

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É preciso força pra sonhar e perceber
que a estrada vai além do que se vê...

Adoro essa música do Los Hermanos. Fala de dor e superação. E disso eu tenho procurado entender. Quem me acompanha aqui, há um ano e meio, sabe do que estou falando. Vivendo e aprendendo a jogar, né? Pois então!!!

Hoje, liguei pro Cineas Santos (pra quem não o conhece: foi meu professor de Redação no colégio, é poeta e um dos principais incentivadores da Cultura do Piauí. E tenho o prazer de dizer... é um amigo muito querido!). Mas liguei pra ele pra falar da crônica do último domingo (ele escreve a coluna Echos da Chapada, no Jornal o Dia). Me emocionei mais uma vez. E ele tem esse condão... Mas também pra dizer que estava solidária pelo que ele disse sobre o que o ano passado foi pra ele. Depois de justificar, ele disse que se despediu de 2005 enterrando-o em um caixão de chumbo grosso. Acho que fiz a mesma coisa. O ano passado pra mim foi muito, muito conturbado. Não posso negar que peruei muito. Estive em mais barzinhos com os amigos do que o fiz nos últimos cinco anos da minha vida. Shows, festas, furupas e folias serviram para eu dar de ombros pra dor. E deu certo. Só que cansa, viu?
Entrei em 2006 disposta a mudar um pouco essa rotina agitadíssima. Mas aí vem um convite, vem outro e eu vou me deixando levar pela maré. Mas acho mesmo que está na hora de eu me aquietar mais, me dar mais tempo pra ficar em casa, pro ócio, pra ler, pra ver TV, pra assistir mais filmes, pra namorar, pra viajar, pra relaxar, para amadurecer. E penso que, devagar e sempre, vou conseguir isso neste ano. Tenho fé!
Aí a Ju, do blog www.superficiedaalma.blogspot.com, deixou esse comentário no meu post de sexta: "Olha, aprendi no budismo que existe impermanência, que como o dia acaba e vem a noite, e volta o dia...tudo vem e vai, graças a Deus, assim sabemos que os tempos ruins tb vão passar...Também sempre quis ter resposta pra tudo, é uma busca, e tudo bem...que sem graça seria se não vivêmos na busca? É por causa dela que achamos muitos tesouros!" E eu acho que ela está certíssima.
Fiquei intrigada com outra coisinha que deixaram no post de sexta. A Luma, do blog http://luzdeluma.blogspot.com, disse: "Tudo isso porque pensamos demais! Parece que as pessoas que não pensam são mais felizes ou encontram o caminho mais fácil." Sabe, Luma, fecho com você. Acho que eu deveria pensar menos em tudo, querer menos solucionar as coisas, desejar menos ser feliz. Talvez, TUDO venha no tempo certo. No tempo de Deus!
Vamos fechar com mais Nietzsche? Porque eu fiquei empolgada com o que disse a Magui, do blog www.semprembs.blog.uol.com.br: "Quem não tem cérebro não tem pensamentos filosóficos."

"Não se prender a seu próprio desligamento, ao voluptuoso abandono e afastamento do pássaro que ganha sempre mais altura, para ver mais e mais coisas abaixo de si: - o perigo daquele que voa. Não nos tornamos, enquanto todo, vítimas de uma nossa particularidade, por exemplo, de nossa "hospitalidade": o perigo por excelência para as almas ricas e superiores, que tratam a si mesmas prodigamente, quase com indiferença, exercitando a liberalidade ao ponto de torná-la um vício. É preciso saber preservar-se: a mais dura prova de independência."
 
RELATO DO FIM DE SEMANA:
Sexta: fui mesmo pro Pirilanches, o show da Dandinha foi massa, o Márcio e a Hatawa foram, Niele e Gustavo também, o André foi com a gente, foi ainda o Márcio e a Fábia, o Cesário foi com a Sanka, e a noite não poderia ter sido melhor.
Sábado: a Lis comprou 100 caranguejos e nós fomos comer no quintal da casa dela. Pense numa farra! Eu, André, Lícia, Stelma, Ester, Luciana, Raquel, Geysa e Lis. Voltei pra casa quase meia noite. Pra uma noite muito boa de sono. Graças a Deus!
Domingo: umas 3h da tarde, eu, André, Lícia e Raquel rumamos pra Altos, cidadezinha a meia hora de Teresina. Show do Aviões do Forró. Só que a primeira parada foi na casa do Stênio e da Nayara, num sítiozinho no meio do mato. Fomos deliciosamente bem recebidos. Tomamos todas, comemos carne deliciosa feita pelo Stênio e ainda tivemos a companhia muito fofa da Gabriela, filha deles e o xodó da Stelma. O show só começou 1h40 da matina. O Hélio Simeão se juntou a nós e fizemos o maior fuá lá no show. Foi massa! Mas como bem disse a Licinha: "Uma farra dessa a gente só faz uma vez no ano"! (rs)

P.S.: Tá bom! Vou relaxar mais. Vou me dar mais uma chance. Vou tentar estressar menos. Vou "me fingir de peixe". Vou fechar os olhos. Vou falar menos. Vou pensar menos ainda. Vou deixar a vida me levar. Vou viver um dia depois do outro. Vou deixar que o tempo cure!



Escrito por Anucha às 17h43

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Se eu tivesse em cima da montanha... gritaria!

 

 

É assim que me sinto hoje. Com vontade de berraaaaaarrr! Queria a vida mais simples. Mais normal. Com mais legenda para eu entender o que insistem em deixar subtendido. (Sabe aquilo do Lulu de “...eu gosto tanto de você, que até prefiro esconder, deixo assim ficar subtendido...”? Foda-se!) Quero limpidez. Clareza. Objetividade. Praticidade. Talvez... Mas nem tudo é como eu quero, né? Nem precisa ser. E nem será. É bom que eu me acostume com isso.

Lendo o “Divã”, da Martha Medeiros, li algo que se parece comigo:

 

“...Aprender a conviver com o efêmero é uma das tarefas mais duras que a vida impõe. Se não iremos permanecer aqui na terra por muito tempo, é de se supor que nossos sentimentos, o brilho dos nossos olhos e nossas dúvidas atrozes também não irão existir pra sempre. Então, por que se preocupar com tudo isso, não é mesmo?

Mas eu não me acostumo com essa transitoriedade, mudanças me parecem atraentes e ao mesmo tempo assustadoras. Meu rosto se transforma, meus pensamentos me deixam perplexa e eu me pego asfaltando uma nova estrada pra mim, totalmente desfalcada de sinalização...”

 

Ontem à noite, mais um papo. Enrolado. Enlinhado. Cheio dessas dúvidas atrozes de que fala a Martha. Mas estive perto de quem “ainda é alegria”, mas pode se transformar em “dor”. De novo, não. Não quero isso. Não agüento o tranco. Então, tenho duas possibilidades: eu deixo a rua me levar ou asfalto logo uma nova estrada sem querer placa de sinalização.

É, se a vida viesse com manual, tava tudo é certo! Mas a gente tem que ir experienciando. Dosando uma atitude aqui. Outra ali. Dando um passo, voltando dois. Até chegar a um bom termo. Pois então que eu me arrisque mais uma vez a experimentar. Uma hora dessa venho com a receita pronta aqui pra vocês, tá?

O Edson (blog Tô Sabendo) sugeriu que eu me aquietasse um pouco, dormisse. Meu lindo, agradeço a preocupação, mas hoje tem Dandinha e banda lá no Pirilanches. Tu acha que eu vou perder? Ainda mais que o Márcio e a Hatawa vão com a Sayô e, talvez, a Sankinha vá ver o Preto dela tocar bateria. Num tem nem perigo d’eu ficar em casa. E como diz a Cíntia Silveira: “QUEM DIABO É QUE SE IMPORTA!”



Escrito por Anucha às 15h32

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Como diz meu pai: "Tô meio puxando fogo!" (efeito do vinho...)

Depois de três taças de Galliotto...

 

Não sei nem por onde começar... têm exatos três dias que tento com o Marquim uma saída depois da minha aula da especialização. Mas nunca dá certo. Hoje deu. Ainda bem. O Reginaldo tava lá e eu os convidei a ir ao Café Café. Tava caindo o maior toró (chuva forte!) e eu, com frio, tava desejando muito um vinhozinho tinto, docinho mesmo, só pra dar uma leveza no corpo e, claro, na alma.
Conversamos potoca. Falamos sério. Unimo-nos mais um pouco. (Meu Deus, como sou abençoada pelos amigos que tenho!) Chegou o Sobrinho, o caldo engrossou e eu me abstrai, lembrando da quarta passada, quando estive no mesmo lugar tomando o mesmo vinho em outra companhia. Mas a companhia parece que não quer ser mais minha companhia. (Sumiu!) E eu não posso fazer nada por ele. Posso fazer por mim... deletá-lo, se assim entender que devo. Mas ainda não cheguei a essa conclusão!
Tenho visitado tanto blog novo, gente! Cada um mais interessante que o outro. Tem pelo menos uns 25 novos blogs linkados aqui. Se eu fosse você não deixaria de conhecê-los! Sim, mas... nessas minhas viagens aos blogs alheios, tenho “pescado” algumas coisas bem bacanas, que quero compartilhar com vocês.
Por exemplo:

 

Palavras (blog da Patty Alves)

“Se a dor dói deixa doer, reclama, chora e ela vai embora.
Se a alegria vem, deixa sorrir, grita, salta e dança.
É bom demais viver feliz!
Se o amor acontecer, ama. Que ele aconteça todos os dias.
Se o medo aparecer, pede socorro e agarra num braço alheio.
Se uma provocação surgir, cala.
No silêncio, se resolve como agir.
Se acordar, viva.
Enquanto respiramos, há saída para todos os labirintos.”

 

Realidade Torta (blog do Bill)

“O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais, há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesmo compreendo, pois estou longe de ser uma pessimista; sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que não se sente bem onde está, que tem saudades… sei lá de quê!” Florbela Espanca

  

Blog da Onça

O Fernando visita os blogs e dá a sua nota. Faz o que ele chama de Onçanálise e dá umas dicas de como melhorar o que, tudo indica, já está bom (até pelo privilégio de ter sido onçanálisado, né?) Esta foi a análise que ele fez deste blog aqui:
“De conteúdo está perfeito, seus posts são com feitos com extremo cuidado, usando bem as palavras em seus ótimos textos com riqueza de detalhes.
O perfil também é um exemplo, apenas a cor vermelha utilizada pesou um pouco, acaba chamando toda a atenção para ele. Uma cor mais suave e clara deixaria o layout mais leve e bonito. [Nota 8,9]

 

Como eu estou? Bem. Tenho tido insônia. Tenho andado meio sem paciência. Tenho desejado ligar, mandar mensagem, procurar pra dizer “oi”. Mas, graças a Deus, tenho muitos e bons amigos. Eles têm sido maravilhosos. E numa coisa eu não posso deixar de “fechar” com eles: “as pessoas só dão valor a você quando você aprende a dar valor a si próprio”. Aprendi!
E, descaradamente “roubado” do blog da Sayô, finalizo com uma frase que me paralisou:

 

“de mim o que posso te dar é tudo quanto calas no fundo das tuas verdades desiguais. alí mesmo onde o pássaro das tuas palavras noturnas fez ninho e pouso.” (Daimon)



Escrito por Anucha às 02h14

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Tá difícil fingir que tá fácil!

 

Linkado do belo blog da Valéria (Sentir é um fato) 

 

Ontem á noite, eu fiquei até altas horas linkando e deslinkando uns blogs aqui no meu blog. Tinha gente que há muito não escreve nada nas suas páginas e outras cuja efervescência de palavras é diária. Pode ver aí ao lado como tem novos mundinhos a serem visitados por mim e por quem entra aqui e daqui vai para outras paragens.

Mas, sim... aí, voltei a um blog que adoro. Aliás, adoro o Léo, que o escreve. Ele é baiano e já ganha a minha simpatia só por morar no lugar onde nasci e onde mora algumas de minhas saudades. E o Léo (blog O Rebelde) falou num post recente uma frase que me marcou. Prometi que discorreria sobre isso. A frase dá título a este post. Volte lá...

 

Certíssima a máxima de que “os olhos são as janelas da alma”. Só quem é muito artista pra conseguir não demonstrar com o olhar o que realmente sente. Eu não consigo. O povo ao meu redor diz com freqüência que eu não sei mentir sobre o que sinto. E é fato! Tenho uma coisa que sempre digo quando estou magoada com alguém: “Quer saber se eu estou triste com você? Note se eu não olho nos seus olhos. Se não olho, é porque não agüento nem encarar você (de tanta mágoa, dor ou raiva...)”.

Sou essa transparência na maioria das vezes. Em bem poucas situações, disfarço meu pensamento. Quase sempre denunciado num sorriso sem graça no canto da boca, no silêncio como resposta (milagre pra quem adora falar!), no olhar sem brilho.

 

Então, Leó e todo o povo que anda por aqui, isso tudo é pra dizer que estou feliz, mas nem tanto. Talvez as reflexões e decisões, próprias de início de ano, ainda estejam pesando sob meus ombros. Certamente, estar fora de um veículo de comunicação formal é algo que não admito pra mim. Sem dúvida nenhuma, não ter tido ainda a oportunidade de vivenciar (de uns cinco anos pra cá) uma relação afetiva simples, sem muitos obstáculos, sem muitos problemas embutidos... me deixa angustiada. Sabe aquilo do Cazuza de “...eu quero a sorte de um amor tranqüilo... no embalo da rede, matando a sede na saliva...”. Pois é.

A minha terapeuta me disse uma vez que, talvez, eu tenha esse condão de atrair pra mim pessoas e situações que geram conflitos ou problemas. Justamente porque eu tenho uma necessidade visceral de tentar resolver problemas. Será? Como alguém pode gostar de viver embrenhada em problemas, meu Deus? Pode ser que eu goste.

 

Quando eu tinha 14 anos, descobri que meu namorado fumava maconha. Naquela época, motivo suficiente pra eu quer vê-lo pelas costas. Qual o quê? Disse pra mim mesma que não iria abandoná-lo, que ficaria com ele para tentar (em vão, claro!) tirá-lo do vício. É mole?

Essa reflexão tem base naquela conversa dura que mais ou menos relatei no post passado. Não sei fingir que tá fácil. Tá duro, sim, não estar próxima de... Não é nada bom não ter “aquele que é alegria” por perto. Mas não posso querer mais que a pessoa. Não posso querer eu resolver coisas que não competem a mim resolver. Aguardo o tempo tomar suas providências. E ele sempre toma.

A fundamentação deste desabafo de hoje é mais que gabaritada. A fonte é ninguém menos que o filósofo alemão Nietzsche:

 

“Existem homens que de um modo inevitável possuem espírito; eles podem virar e revirar-se como queiram, e encobrir com as mãos os olhos delatores (- como se a mão não fosse um delator! -): afinal sempre resulta que eles têm algo a ocultar, isto é, espírito...”



Escrito por Anucha às 15h47

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Dizer o que se quer dizer!

“... é, pode ser que a maré não vire.
Pode ser do vento vir contra o cais.
E se já não sinto os teus sinais.
Pode ser da vida acostumar.
Será?”
(Los Hermanos)

 

Sempre fui defensora da comunicação. Comunicar o que se sente, o que se pensa, o que se quer, o que se acha, o que se pretende, o que se deseja. Peco por excesso, não por omissão. Já quebrei muito a cara por isso. Já me dei mal por isso. Já até feri gente por isso. Mas, ainda assim, prefiro me comunicar.
Hoje, tive uma conversa meio chata, meio dura, meio delicada. Mas uma conversa sobre algo que já estava passando de mel à garapa (essa expressão é bem piauiense e, segundo o Paulo José Cunha, no livro “Piauiês”, quer dizer: “piorando”. Esse negócio de deixar as coisas subentendidas é muito ruim. Você não sabe se a pessoa vai entender conforme você quis dizer. Então, é melhor dizer de uma vez do que esperar o circo pegar fogo e o barraco desabar.
Pois sim... Me estresso muito com o que precisa ser resolvido e não é. Me exaure demais a prudência em demasia, que é justificada pela falta de coragem em agir. Me enlouquece sobremaneira ver algo que já é complicado ser complicado ainda mais. Tendeu? Se não, deixa pra lá. Não consigo ou não posso ser mais clara. Apesar de ter dito lá em cima que defendo a (boa) comunicação!
Mas, ufa! Disse o que estava engasgado. Tirei a espinha que estava atravessada na minha goela. Botei pra fora o que estava me angustiando. Tudo na minha vida é a busca pela alegria, pela felicidade, pelo bem estar. Quebro o maior pau por causa desse propósito. Mas quando a alegria tá virando algo parecido com dor. Deve ser deletada. Ou, pelo menos, colocada contra a parede. Pra ver se toma uma postura diferente. Se não a que você espera e imagina ser a correta, mas uma postura mais aceitável.
Recapitulando...
Sexta, fui ver o show do Lado 2 Estéreo no teatro do Dirceu. Bom demais ver o Josh tocar. Surpreendente conhecer a bateria enlouquecida do Juliano. Melhor ainda foi encontrar com Josh e a maior galera no Café Viena depois. Ri com há muito não fazia. Também... o Gual tava na roda. Não podia dar outra...E a noite não poderia ter sido melhor...
Sábado, “tomar um chopp, dialogar, o que tem que ser será... (Aviões do Forró)”. Eu e Licinha fomos tomar uns chopps no shopping. Stelma foi depois. Saí pra comer caranguejo com Marquim e Sayô. Roni e André forma depois. Tudo de bom. Mais tarde, eu Licinha, Stelminha e André passamos no Café Café pra tomar umas e seguir pra Dancing Days no Clube Rex. Noite de folia. Legal demais.
Domingo, almocei com a Cacha e o Jean lá em casa, quer dizer, na casa da Cacha (que ainda é minha casa também, ora!). Maria fez lombinho de porco e feijão com arroz. Pense! Depois fui pra casa da Licinha. Adoro ir lá aos domingos e sentir aconchego de casa de mãe, sabe? De lá, eu, Reginaldo e Marquim fomos pra Av. Maranhão lavar os carros e mais umas geladas. Ainda passamos no Gela Goela pra tomar as saideiras. E é sempre bacana conversar com o Reginaldo e ouvir seus conselhos sempre lúcidos. De noite, fui comer pizza com Sayô e a filhota dela Amanda. E elas ainda vieram aqui pra casa. Amei a visita!
Vou dormir feliz. Com sentimento de dever cumprido. Amanhã começa mais uma semana da pós-graduação. Amanhã tem terapia (OBA!). Amanhã... não sei como vou fazer pra não furar com minhas caminhadas (que já começam a ter efeito. Emagreci 3kg)... Amanhã eu resolvo. Ah, se resolvo!



Escrito por Anucha às 01h21

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