SOBRE MIM


Leonina de 34 anos bem vividos. Nasci em Salvador, mas amo Teresina. Cidade onde moro e quero viver os meus dias bem felizes. Uma mistura de Pollyana com Peter Pan. Vivo em "Busca da Terra do Nunca" achando que tudo acontece para o meu bem. Faço aqui minha catarse e minha terapia. Tenho me refeito a cada dia com minhas próprias reflexões. Sou uma criatura alegre e feliz. Meu maior sonho: SER MÃE!




MEU MANTRA


"Entrego
Confio
Aceito
Agradeço"
(Hermógenes)




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Se eu tivesse mais alma para dar, eu daria. Isso para mim é viver!





O QUE VIVI


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Dia de dizer não!

A segunda passou, graças a Deus! Porque foi um dia difícil demais de passar. Não porque demorou, mas porque eu tive que dizer muitos NÃOS! E me diga se tem coisa pior do que dizer um NÃO bem redondo pra quem a gente ama. Quem é mãe (e eu não sou, mas lembro de ouvir minha mãe dizendo isso) sabe do que eu to falando. Parece que o NÃO corta a alma, sai rasgando como se não quisesse sair. O NÃO faz a gente se sentir poderosa dizendo, mas um lixo depois de proferir. Pelo menos, eu me sinto assim.

Muito ruim ter que dizer as VERDADES RUINS de que bem fala a Zélia Duncan na música da novela das seis. Mas elas precisam ser ditas. Pelo menos uma vez na vida a gente tem que ter coragem pra fazê-las sair como de supetão. Até porque se NÃO for assim, elas NÃO saem. É doloroso dizer qualquer coisa ruim e que machuca pra quem se ama. Mas, às vezes, a gente precisa dizer em benefício próprio, pra NÃO morrer mais ainda por dentro, pra NÃO sufocar, pra NÃO SUCUMBIR.

Ao final da noite de ontem, consegui, como boa resiliente que sou (e não vou mais contrariar a Sanka), sorrir, dançar, cantar, me divertir. Enquanto alguém insistia em me lembrar por mensagens que NÃO aceita os NÃOS. Dei de ombro. Me roendo, me esmagando, mas tinha que dizer outro NÃO em forma de NÃO dar resposta. E voltei a dançar...

Essa dança é meio capenga ainda. Ora uma valsa, ora um rock, ora um bolero, ora um reggae. Mas uma dança, como as que a vida impõe pra gente. E o único jeito é cair no salão e desbundar!

Quer uma dica?

Vai lá no meu flog pra ver as fotos da noite passada!

Como esta aqui, ó!



Escrito por Anucha às 14h27

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Tudo o que eu queria agora...

 

Pegar um vôo e ir à Bahia abraçar meu pai hoje pelo seu aniversário.
Sentir o gosto do doce de batata com abacaxi saído do tacho, que minha vó Dedila fazia.
Travar uma boa discussão sobre vida, política, artes, cultura com minha mãe.
Deitar no colo dela e chorar, chorar, chorar e esperar apenas um cafuné na cabeça.
Bater um papo com a Tia Inêz sobre as dores que invadem a alma da gente como um tsunami.
Ouvir, ver e sentir a gargalhada gostosa da tia Jack quando a gente conta uma piada besta pra ela.
Comer um carneiro na brasa, regado a cerveja gelada lá no Tesouro, na companhia do Tio Célio e do Tio Paulo.
Ajudar a Tia Gracinha a preparar aquele bolo de chocolate delicioso, que só ela sabe a receita.
Catar siri no mangue lá em Luís Correia e sair correndo pra mostrar o saco cheinho deles.
Assistir ao pôr-do-sol do quebra-mar de lá contando com a presença delicada das tartaruguinhas no mar.
Velejar num wind surf como nos velhos tempos das férias de julho em Parnaíba.
Tomar sorvete de flocos e maracujá na sorveteria do Araújo e ficar de bobeira na Praça Santo Antônio.
Dançar forró com o John na Matrinchan até os pés ficarem em carne viva.
Passear no jardim Zoológico de Salvador e ouvir o papai falando de cada espécie como um professor.
Tomar sol na piscina da casa da tia Lurdinha tendo em volta a Juju, a Mali, o Milito e a Cacha.
Jogar vôlei na pracinha com a Ana Raquel, a Maira, a Indira, a Lícia, a Carla Susiany e toda a trupe do Andreas.
Beber de guti-guti um milk-shake de flocos na Lobrás e depois ficar dando volta pelo centro da cidade de Teresina.
Ir ao encontro dos rios assistir ao belo espetáculo do Parnaíba fazendo barreira pro Poti.
Chegar ao Olho d’água da areia com a Cacha, a Lavínia e a Penélope sem hora pra voltar pra casa.
Brincar de fazer comidinha em panelinhas de ferro que o vovô Machado mandou fazer pras netinhas dele.
Ouvir a vovó Biba cantar com aquela voz doce músicas de roda pra ninar a gente.
Rever as fotos dos antepassados do vovô Walter e, de quebra, ouvir o relato da história de cada um.
Entrar no banheiro com a Kika e a Cacha pra conversar enquanto uma e outra toma banho.
E ter que escutar o papai batendo à porta perguntando por que a gente tá demorando tanto.
Andar correndo como criança pela Disney e descer em queda livre naquele elevador fantasma do MGM.
Ouvir as conversas e causos contados na porta da casa da Tia Elza em Batalha ou o sermão do Padre Lotário.
Tudo isso eu faria, mas não posso. Porque está num tempo passado. E o que está no tempo presente e eu gostaria muito de fazer... POSSO, MAS NÃO DEVO. QUERO, MAS NÃO VOU.


P.S.: Ontem, chamei a Sayô e a Drica pra me acompanhar ao MPBar pra ver a Dandinha e a Cacá cantarem. Convidei o Marquim e o André. O Ronie e a Eurides foram também. Noite bacana. Eu tentando estar pra cima, enquanto o astral tava lá em baixo. Exercício de superação. Nota 6. É provável que eu fique de recuperação numas seis matérias. Espero passar de ano!



Escrito por Anucha às 13h42

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Nova Manhã
Por Flávio Venturini

“Para melhor a gente compreender
o que feriu sem parar e te levou.
Nenhum lugar e nada para falar,
o que ficou de nós dois não faz sentido.

Procurei não pensar,
me tranquei sem querer
Num lugar que nem sei,
Solidão.
É distante demais uma nova manhã
E nem sei quando virá, mas virá...
Era melhor a gente não conhecer
o que passou a chamar felicidade.

Nenhum lugar e nada para falar
O que ficou de nós dois pela cidade
Já não tem mais jeito,
perdi a razão.
Tudo novo,
corpo livre sem sono
É como o silêncio que veio morar
Nesse quarto, corpo livre e sem sono.”

Por que postei essa música?

Porque tava ouvindo aqui no rádio.
Porque acho que ela tem a ver.
Porque ontem tive uma sessão muito produtiva na terapeuta.
Porque ela me disse que eu não devo apressar o rio.
Porque eu decidi umas coisas na minha vida.
Porque eu acredito que VIDA é pra se viver agora.
Mas AMOR... fica.
Porque eu acredito em destino.
Porque eu acredito em MAKTUB (no que está escrito!)
Porque eu não acredito naquela máxima que diz:
QUEM ESPERA SEMPRE ALCANÇA!
Porque eu acho que quem espera CANSA. (Isso sim!)
Porque eu deixo na mão de DEUS.
Porque eu acredito que o MELHOR AINDA ESTÁ POR VIR.
Porque eu me sei uma FILHA (dEle) muito querida.
Porque eu sou do bem.
Porque as coisas boas acontecem pras pessoas boas.
Porque se não foi agora... pode ser UM DIA.
Porque um dia pode ser AMANHÃ.
Pode ser TÃO CEDO.
Pode ser que NUNCA SEJA.
Pode ser NOUTRA VIDA.
Porque é melhor viver sem apressar o passo.
Porque não vou deixar a vida passar.
Porque eu mereço ser feliz.



Escrito por Anucha às 14h42

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Das coisas mais importantes...

 

Adoro uma música que a Cássia Eller gravou e só foi lançada depois que ela “subiu”. É lindo quando ela diz: “ENTRE AS COISAS MAIS LINDAS QUE EU CONHECI, SÓ RECONHECI TUAS CORES NELAS QUANDO EU TE VI...”

E por que eu tô lembrando dessa música? Porque queria começar o post de hoje cantando. Porque ontem, depois da aula da especialização, fui bater na pracinha da frente da casa da Sayô pra pegar um ventinho delicioso, comer bolinho de peixe com coca light e botar as conversas em dia. Porque a gente falou de amor, de futuro do amor, de feridas, cantamos o Chico Buarque e brindamos a amizade. Ela com cerveja e eu com coca. Porque logo em seguida chegou a Drica, com um arsenal de cds gravados com a sensibilidade de quem ouve música como quem quer encher a alma de energia positiva. Ela aproveitou até pra me dar mais um cds desses ontem. E escreveu na dedicatória: PRA AQUECER A ALMA! Porque nós três juntas falamos mais ainda de futuro, de amor, de amizade, de música, da gente. Porque é bom demais ter amigas como a Drica e a Sayô, maduras e conscientes, que ajudam a gente a pensar mais com a cabeça e menos com o coração. Porque elas sabem também que não adianta mesmo colocar o carro à frente dos bois. Porque eu comecei a tratar o canal com a Ludmila e a dor já passou. Porque eu tenho aprendido muita coisa aqui nesse blog. Porque gente como a Jacqueline pensa que o que me diz não tem eco. Porque tem e como tem. Porque o Wausthe me deu os dois cds da Vanessa da Mata, que não saem do meu carro. Porque a Cacá entrou no MSN e me lembrou de uma coisa que ela escreveu no ano passado aqui no blog. Porque eu acho que devo reproduzir pra que eu mesma releia.

Ela comentou sobre um post meu a respeito de príncipes encantados. Ela disse que o problema da gente é deixar passar muitos príncipes porque só enxergamos neles o sapo que tem neles e completa: “PORQUE TODOS TÊM UM POUCO DE SAPO!” A Cacá me deu um tapa com luva de pelica, na boa, quando lembrou uma música do Cazuza, que diz assim: “QUEM NÃO SABE AMAR FICA ESPERANDO ALGUÉM QUE CAIBA NO SEU SONHO...”

Aí, eu não poderia perder a oportunidade de lembrar de outro pedacinho da música... “VAMOS PEDIR PIEDADE PRA ESSA GENTE CARETA E COVARDE... DEUS, LHES DÊ UM POUCO DE CORAGEM!”

Ah, como seria bom se as pessoas, no susto, tivessem coragem de jogar pro alto TUDO, OU QUASE TUDO, para viver uma GRANDE HISTÓRIA! Mas como nem todo mundo tem a sorte que eu tenho de ser destemida... vai amargar sofrimento, dor e desesperança. Que estão um pouco em mim, hoje, mais vão passar.

Se vão!



Escrito por Anucha às 11h49

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“O AMOR É SUFICIENTE...”

 

Papo cabeça hoje no MSN. Eu e Sanka discutindo sobre o sentido da frase acima que a intrigou depois de assistir ao filme “Tempo de Recomeçar”. Belíssimo. Triste, mas eu recomendo. E ela também.

Até onde se pode chegar num debate que fala de amor como algo que basta em qualquer situação?

Volta e meia lembro do texto da Ritinha Prado... SE TEM AMOR, FICA. Aí, a Sankinha embaralhou minhas idéias ao dizer que estava com as dela mais que embaralhadas por causa dessa, digamos, afirmação.

O amor é suficiente pra renunciar a uma vida em detrimento de outra?

O amor é suficiente pra dizer NÃO ao que se imagina ser felicidade por pura falta de coragem de arriscar?

O amor é suficiente pra esperar o melhor momento pra que as coisas saiam como foi planejado?

O amor é suficiente pra cantar pacientemente o Chico em “Futuros Amantes”?

(Não se afobe, não. Que nada é pra já. O amor não tem pressa. Ele pode esperar em silêncio...)

Quer saber? Não sei a resposta de nenhuma das questões. Acho melhor voltar a ler meu “A arte da felicidade”, do Dalai Lama, e buscar respostas em mim mesma. Acabo de reler algo que sublinhei na noite passada:

“A vida é transformação. E na medida que nos recusamos a aceitar esse fato e oferecemos resistência às naturais mudanças da vida, continuaremos a perpetuar nosso próprio sofrimento...”

O líder budista trabalha sob o conceito da impermanência das coisas. Tudo muda. Nada permanece estático, sem alterações. E se a gente planeja algo assim, pode sair assado simplesmente por uma situação adversa aos nossos planos iniciais.

Nada de ficar marcando passo, cultivando falsas esperanças e aguardando que as coisas voltem a ser como queríamos. A verdade é aquela máxima que diz mais ou menos assim: “O MELHOR ESTÁ NO FINAL. SE AINDA NÃO ESTÁ MELHOR É PORQUE NÃO CHEGOU AO FINAL!” Certo?

Acabo de chegar do segundo dia da pós-graduação em Telejornalismo. Aula do Balmaseda, um professor cubano gabaritadíssimo. Sou uma afortunada mesmo. E a Drica é que está certa. Tenho que focar toda a minha energia agora é nos meus estudos e na procura por mais trabalho. Nada de querer sufocar o que sinto, matando o amor como se mata uma formiga e tratando de colocar outro no lugar, como se amor que se disse um dia ser O AMOR MAIOR DA VIDA se achasse assim a cada esquina.

O amor está aqui. A esperança foi embora. O que veio pra somar a outras dores foi uma puta dor de dente de ontem pra hoje. Resultado: inicio amanhã um tratamento de canal. É mole?



Escrito por Anucha às 00h24

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É por essas e outras...

 

...que tenho pensando muito forte na idéia de deixar de escrever sobre mim no blog. Talvez falar de alma, sim. Mas de uma forma geral. Sem me colocar no centro das divagações.

Não gosto de recados anônimos. Nunca gostei desse lance de não mostrar a cara. Não sei se é porque quando eu quero dizer. Faço na lata. Sem intermediários.

Desculpa, ALGUÉM, você pode ter tido a melhor das intenções, mas a forma como escolheu pra fazer isso foi mau, muito mau. Acho que você não me conhece. Só sabe o que eu estou vivendo pelos meus relatos aqui, o que não são literalmente o que estou passando. Tem mais nas entrelinhas, que só me lê quem me conhece de verdade.

Talvez não tenha dito NÃO porque não quero. Mas isso eu trato com a minha terapeuta. Ela sabe entender o POR QUÊ de eu não dizer NÃO. E me orienta, me conduz, me anima! Com relação a minha auto-estima... você não descobriu a pólvora. Eu, melhor do que ninguém, sei disso. Admito isso. E estou trabalhando para resolver isso. Um problema meu. Só meu.

De qualquer forma, valeu! Valeu pra eu voltar a pensar na idéia de ir saindo daqui. Fui.

P.S.: Perdão se fui seca, áspera, chata... é que tem hora que preciso deixar de ser boazinha, sabe?



Escrito por Anucha às 10h45

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Você me dói agudo e isso é grave...
Paulinho Moska

Naquele dia senti
Que, finalmente,
Tua máscara ia cair
Definitivamente
Eu estava cansado
De te ouvir mentir

Meu corpo doía de um lado
Minha alma fervia do outro
De novo no mesmo lugar
E eu não queria estar ali

Tenho certeza que tu és o castelo
Onde o meu desejo mora
Mas me machuquei
Quando me aproximei
De tuas paredes de pedra

E tudo que sonhei
Me incomoda agora
Seja qual for o dia
Seja qual for a hora
Antes de pensar em me procurar
Me apague da tua memória

Porque já tranquei as portas
E escondi as chaves
Só não vi de que lado fiquei
De dentro, ou por fora, nem sei

Você me dói agudo e isso é grave,
Grave

Antes de te reencontrar
Sei que preciso voltar
A ser alguém

Alguém que saiba, pelo menos
Tudo aquilo que não quer
Alguém que tente
Atravessar o túnel no final da luz

Pois fiquei cego, surdo e mudo
E agora quero me esquecer de tudo
Pra descobrir em fim o que sobrou de mim
Que ainda me seduz

Se por acaso pensas que
Eu vou me perder por aí
Ainda vou gritar no teu ouvido
Que a vida é um parafuso sem fim

Que a cada volta
Aperta mais
E nunca afrouxa
Para trás
Só então saberás que
Desde o início eu já era assim

Você me dói agudo e isso é grave, grave!!!

P.S.: A Sanka foi pescar no Moska o que eu realmente tava a fim de dizer. Valeu, Sankinha. Valeu, meus caros blogueiros e espiadeiros, que formam a Corrente do Bem!



Escrito por Anucha às 17h32

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EI, GENTE!

estarei fora por um tempo. talvez um dia, dois... não sei. tô sem espírito. tô sem alma. não quero contagiar vocês. obrigada pela força e, sei, pelas orações!



Escrito por Anucha às 12h43

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Bebendo na fonte!

Fui beber na minha eterna fonte de sabedoria, a minha mãe Corrinha, elementos pra me levantar no dia de hoje, em que se pára pra pensar e rezar pelos que não estão mais aqui. Ela, por exemplo. Acordei mais pesada do que nunca. Trazia nas costas uma tonelada a mais de saudade. Uma saudade que transborda a alma, a dor, o sofrimento. A saudade pela qual não se pode fazer nada. Só sentir.
Daí, comecei a pensar que a saudade que ando sentindo ultimamente, de alguém que ainda está aqui embaixo, mas está longe de mim e não vai mais voltar, é tão menor, tão inferior, tão insignificante... perto dessa saudade, que é quase morte.
Ai, Corrinha, que saudade das nossas conversas sempre tão recheadas de discussões calorosas, de aprendizados mútuos, de um carinho e um respeito e uma amizade acima de tudo. Por causa dessa saudade, fui revisitar suas lembranças, as coisinhas escritas por alguém de inteligência sem par. Sim, minha mãe era a mulher mais inteligente do mundo. Pra mim. E ponto final!
A Corrinha me conhecia como ninguém. Ela olhava no meu olho e já sabia. Não tinha como esconder nada dela. Nem que havia acabado de quebrar um copo na cozinha. Motivo pra uma brigalhada sem fim. Ela era assim. Brigava por tudo e por nada. Mas brigava. E eu, hoje, devo admitir: TENHO SAUDADE ATÉ DAS BRIGAS!
Mas, pra eu “me pescar” mais na frente e pra que vocês conheçam um pouco mais dessa mulher... Olha só dois excertos de cartas dela pra mim. Sim, a gente vivia trocando cartas. Lindas cartas de amor. Algumas bobas. Mas cartas de amor...
 
“ Filha, a vida bate, mói, tritura e derrete a gente, talvez, pela mesma química a que submete os metais mais puros e mais nobres.
Sejamos humildes para aceitar esse doloroso processo...”
(Profético, não?!)

“Hoje, foi orgulhosa que abracei a MULHER emblemática que é você. Mas, senti falta do riso, aquele risinho pueril e singelo tão próprio de você e da sua natural alegria.
INHA, a dor não combina com a sua ternura. Fica destoante. Vamos voltar pro tom legítimo, aquele que é o originalno meu DRÃO: olha que coisa mais linda, é ela a menina que ri e que passa, é a coisa mais linda que eu já vi passar.
Do fundo do meu próprio sofrimento extraio a convicção de que você será feliz. Isto a vida me deve. E vai me pagar...”

(Até ela tem saudade de mim como eu sou...)

DE MIM...
Fui pra casa do Marquim ontem à noite. No caminho, mais uma daquelas mensagens que me perturbam, que têm o condão de me torturar. Liguei no susto. Pedi em tom de súplica: “NÃO FAZ ISSO COMIGO. NÃO ME MANDA MAIS MENSAGEM. NÃO LIGA. NÃO ME PROCURA. ME ESQUECE. ME ESQUECE. ME DEIXA VIVER EM PAZ.”
Do outro lado, alguém assustado respondeu apenas: “NÃO TIVE A INTENÇÃO DE TE PERTURBAR. VOU FAZER DE TUDO PRA NÃO INCOMODAR VOCÊ. TENTAREI FAZER ISSO POR VOCÊ. NÃO SEI SE VOU CONSEGUIR...”
Cerca de três horas depois, mais essa: “ME PERDOA, MAS VOCÊ É TUDO NA MINHA VIDA...” E logo depois: “TÔ LASCADO. NÃO VOU TE PERDER. TÔ FERIDO. TE AMO...”
É ou não uma tortura? O que fiz pra merecer isso, meu Deus? Já sei. Você haverá de dizer: “ELE SÓ INSISTE PORQUE SENTE EM VOCÊ RECEPTIVIDADE...” Admiti isso a Lícia. É, talvez eu ainda não me desfiz desse contato por entender que é ainda az única forma de tê-lo perto, como se perto fosse tão pouco assim. Mas, sei, é uma questão de tempo. Vou conseguir. Vou me curar. Vou ficar forte.
Fizemos um cabaré mesmo na casa do Marquim ontem. Bombou geral. Eu e Stelma cuidamos de dar muita gargalhada, tomar nosso campari e dançar. Dançamos tanto, que nem lembrei do joelho. Ui!
Hoje, levei o resultado no médico. Mais compressa, 10 sessões de fisioterapia, voltar pra musculação depois e com urgência urgentíssima voltar a emagrecer. Vou aproveitar e voltar no meu cardiologista pra uma reavaliação amanhã logo.
Eu e o Marquim almoçamos no Sítio Casa Grande. Huuuummmmm... Galinha com arroz e ao molho pardo com direito ao pregado e um pirão de fazer babar. Será que tava bom? Me lembrei da Corrinha. E como diz a Mel: TÁ TUDO É CERTO!



Escrito por Anucha às 22h15

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Amigo é o melhor artigo da praça!

 

Sempre tive muita facilidade de fazer amizades.

Posso se quiser registrar aqui alguns dos meus muitos amigos: Kika, MIte, Xando, Juliana Melo, Marilacc, Milito, Maira Rejane, Ana Raquel, Lícia Tapety, Carla Susianny, Lília Ruth, Dilair, Bira, Gustavo Marcelo, Vládia e Flávia Bevilaqua, Flávia, Ana Paula, Jeannette, Sayô Holanda, Ceiça, Manoel Ricardo, Ricardo Augusto, Télia Evangelista, Márcio Alberto, Cristiano Antero, Lavínia Tabatinga, Lis Botelho, Lia Daniel, Drica Tôrres, Cínara Cantanhede, Eleninha, Gírio, Laércio, Elísia, Nathalie, Lauriane, Luizinho de Aracaju, Dani Rêgo, Lilane Brandão, Amilton Barata, Marcelo Mizerani, Lísia Botelho, Carina Nogueira, Hermano Medeiros, Marquinho, Lícia Botelho, Stelma Evelin... e mais um punhado, que sei que cativei e sei mais ainda que não cultivei.

É um problema meu. Sou assim. Me apego às pessoas. Me doou às pessoas. E não sou a amiga que eles são pra mim. Pelo menos essa é uma queixa comum. Disse isso dia desses aqui sobre a Lícia. Quem dera eu fosse a metade do que ela tem sido pra mim...

Mas... por que eu tô falando isso? Porque amigo é o melhor presente que a vida dá pra gente. Porque acabei de ligar pro Marquim só pra gente gargalhar ao telefone enquanto eu lia algumas das letras engraçadas do Virunduns (site com letras de música que a gente sempre cantou errado). Poxa, rimos até doer a barriga... Mas antes eu tinha acabado de chegar do Elias do Camarão. Fui jantar com a Minha Gorda e com a Sayô. Menino, foi um carnaval de comilança! COMER É A MELHOR COISA DO MUNDO... Tendeu, né? Sim, mas... entrada de queijo com geléia de pimenta, camarão ao alho, porção de vatapá, sashimi de robalo e pro jantar foi peixe ao molho de manga com o meu maravilhoso molho extra (mesmo com a Sayô sovinando...) de alcaparras, estragão, alho, azeite e vinagre balsâmico. Arre! Acabei de dar a receita do Elias! Faz de conta que não tem ctrl+alt+del no meu computador... Ah, e tudo isso regado a um bom Cabernet. Chuvinha e muito vento. Eu ao lado de duas amigas queridas, que me amam e só querem o meu bem, fazendo força pra me botar pra cima. Preciso de mais?

Só se eu tivesse esquecido que antes de tudo isso eu fui andar na Raul com a Lícia... e, de novo, tive a sensação que somos uma espécie de almas gêmeas. Duas pessoas bem diferentes que dizem o que querem ouvir pra si e amparam como se o fizesse consigo mesma. Hoje, conversamos mais ou menos sobre os mesmos assuntos. Mas estávamos diferentes. Mais decididas, menos chorosas, menos saudosas também, mais olhando pro futuro, menos sem vontade de ficar marcando passo e mais com vontade de fazer as escolhas certas. E só se sabe se arriscarmos, né? Pelo menos, eu e ela temos essa virtude: CORREMOS ATRÁS DO QUE QUEREMOS. SEMPRE!

Vou dormir mais leve, pode crer. O André acabou de desligar. Ficamos uma meia hora falando de muito e de pouco. Fico feliz do tempo ter trazido o André pra perto de novo.

Ah, esse tempo, Minha Gorda! Ou a gente se curva a ele ou a gente se arrebenta!



Escrito por Anucha às 01h48

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