SOBRE MIM


Leonina de 34 anos bem vividos. Nasci em Salvador, mas amo Teresina. Cidade onde moro e quero viver os meus dias bem felizes. Uma mistura de Pollyana com Peter Pan. Vivo em "Busca da Terra do Nunca" achando que tudo acontece para o meu bem. Faço aqui minha catarse e minha terapia. Tenho me refeito a cada dia com minhas próprias reflexões. Sou uma criatura alegre e feliz. Meu maior sonho: SER MÃE!




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(Hermógenes)




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Se eu tivesse mais alma para dar, eu daria. Isso para mim é viver!





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Porque não dá prá viver do que finda

do que morre todo dia, um pouco todo dia!

Cínthia Lages

 

Comentei isso com a Licinha esses dias... Certamente, aos poucos o sentimento que me inundava a alma está sendo substituído por uma espécie de desencanto, ou seria decepção, ou seria raiva mesmo? (Já não era sem tempo, né?) Nada que me deixe mal. Muito ao contrário, me impulsiona pra seguir em direção do que acredito ser melhor pra mim. A Cínthia tá certa... não se pode ficar chorando o morto dias sem fim. Morreu, tá morto. Enterra! O problema é me admitir nesse funeral. Mas que eu sei que tá morto, eu sei.

 

Não tenho sofrido mais tanto. Talvez porque tenho excelentes companhias ao me redor: meus amigos, pessoas que me enchem de almofadas por perto, carinho saindo pelo ladrão, cuidados próprios de quem gosta de verdade. Nada de ligações sem mais nada a dizer e muito menos pra ouvir. Mensagens no celular... quase nenhuma. Às vezes, de lá pra cá, uma insistência em falar de um amor, de uma saudade, de uma vontade. De cá pra lá, às vezes, respostas sem muita emoção, sem crédito, sem nenhuma esperança. É aquilo que quando você não acredita, não espera, não confia... não tem mais razão de existir.

 

A propósito... o que você pensaria se lesse uma mensagem que diz: NÃO PENSEI QUE TE AMASSE TANTO. MEU CORAÇÃO SOFRE CALADO. SINTO MUITA DOR... MINHA VIDA É COM VOCÊ. TE AMO. TE DESEJO... Hein?! Claro que pensaria: ELE A AMA. QUER FICAR COM ELA. Não é assim?

Pois eu não acredito numa só palavra. Não quero acreditar e nem posso. O que a gente diz só faz sentido quando a gente é coerente. Quando a gente age de acordo com o que diz. Não suporto mais essas mensagens que não me dizem nada, só têm a intenção de me prender de alguma forma. Mas não estão surtindo efeito. Eu estou me vacinando. A terapia serve também pra isso. Pra fazer a gente enxergar onde parece ter só penumbra.

Chega dessas coisas. Não mereço isso. Essa esmola. Sou afortunada. Tem gente que gosta de mim me dando algumas dicas disso e eu, ainda meio cega, não estou visualizando direito. Preciso me dar chances reais de ser feliz. Nem que demore um pouco mais pra me curar e estar PRONTA pra um novo amor. Mas que eu tome a consciência de que não dá pra ficar presa ao que findou.

 

Porra, que merda! Meu joelho tá doendo. Tô tomando o anti-inflamatório, fazendo as compressas, mas não tô sossegando em casa. Só pra vcs terem uma idéia... ontem, sai pra almoçar na casa da Lícia (niver do Lélio, filho dela) e de lá fui pra casa do Marquim. Eram umas quatro horas quando cheguei lá. Saí 12 horas depois. Mas nos divertimos muito. Eu, Lícia, Stelma, André, Edvan e Marquim e ainda Mel, Orga, Aline e Liana. Ah, e ainda teve o Reginaldo, que não é o cozinheiro, que passou pouco tempo mais deu o ar da graça.

 

O domingo passou lento, arrastado. Fui de novo almoçar na casa das Botelhas. Como sempre, me sinto em casa lá. Matei a saudade da Liciane, que tinha um tempão que não via. Denguei a Isinha, amiga querida e a quem eu pouco dou atenção. (Mea culpa básico!) e fiz cia à Licinha. Voltei pra casa logo. Botei um DVD, dormi mais que assisti e liguei pra Lìcia pra gente dar uma volta. Pegamos Marquim, Stelma foi nos encontrar e a gente foi comer uma pizza no shopping. Gargalhamos muito. Tudo o que eu estávamos precisando. Os quatro.



Escrito por Anucha às 00h39

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(Eu soltando as feras no casamento da Tia Jack)

 

MUITO PRA MIM É TÃO POUCO...

 

“(...)Esqueça
As horas nunca andam para trás
Todo dia é dia de aprender um pouco
Do muito que a vida trás.


Mas muito pra mim é tão pouco
E pouco é um pouco demais
Viver tá me deixando louca
Não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouca
Em guerra lutando por paz
Muito pra mim é tão pouco
E pouco eu não quero (mais)


Chega!
Não me condene pelo seu penar
Pesos e medidas não servem
Pra ninguém nos comparar
Por que
Eu não pertenço ao mesmo lugar
Em que você se afunda tão raso
Não dá nem pra tentar te salvar

...veja
A qualidade está inferior
E não é a quantidade que faz
A estrutura de um grande amor

Simplesmente seja
O que você julgar ser o melhor
Mas lembre-se que tudo que começa com muito
Pode acabar muito pior.”      (Maria Rita)

 

Vixe Maria! Essa música entrou rasgando indagorinha quando eu tava indo na casa da Lícia atrás de um cafuné e dar em troca outra também. Como sempre, mais um tarde de aprendizado com a Licinha. Incrível! A gente vai falando pra outra o que a gente mesma precisa ouvir, sabe? Aí tem um choro, tem um riso, tem um olhar cúmplice. Que bela amiga a vida me deu!

Ontem teve terapia, né? Pois saí de lá mais forte do que nunca. Não chorei. Pela primeira vez. Rimos. Ela me fez raciocinar melhor sobre um futuro que eu planejava e que poderia ser desastroso pra mim. E me fez abrir os olhos para possibilidades reais, concretas e muito mais tranqüilas para a minha própria vida. Se não é do jeito que eu desejei, planejei e sonhei, que seja dada a essa ou outras possibilidades a chance real de acontecer e, quem sabe, me cativar, me dobrar, me apaixonar.

No Cabaré, sempre boas companhias. Sempre bons papos. E mais uma vez eu saí de lá de madrugada. Dormi hoje até 1h30. Ai, que saudade dos meus tempos de adolescente. Quando eu só acordava aos sábados pra almoçar... Fui levar comida pro Marquim, passei na Árvore (e mais uma vez não tinha afazeres pra mim...) e fui dar um trato no cabelo e nas unhas. Pra ver se levanta um pouco essa auto-estima, que anda em baixa. Hidratação Bonacure. Unhas com esmalte clarinho. E o melhor de tudo: a conversa sempre positiva com a Gorete. Ela me sopra o espírito. Me faz enxergar que a vida não é estática. Tá passando e eu ainda atrás querendo remendar o que não tem conserto. Uma coisa que ela disse ta ecoando até agora: “TE VIRA! TU NÃO É JABUTI, QUE A GENTE PÕE DE CABEÇA PRA BAIXO E ELE É TÃO INERTE QUE NEM FAZ FORÇA PRA SE VIRAR...”

Meu joelho. Tá doendo, viu? E eu tô ficando preocupada. Até quarta, quando verei meu médico, certamente ficarei ansiosa pra saber se o tratamento evitará uma cirurgia. Até lá, anti-inflamatório e umas doses de campari pra desanuviar...

Adorei os comentários de vcs hoje. Fico tão feliz quando vcs dão sinal de vida. Fico sempre mais estimulada pra escrever. Bom findi pra todo mundo. Vou me arrumar pra sair com a boa turma do Marquim: Mel, Aline, Liana, Orgarina e o André. 



Escrito por Anucha às 21h41

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Uma deliciosa salada! Vem degustar comigo...

Resolvi fazer uma salada aqui. Misturando de mim, da Drica, da Leila Eme, da Sanka, da Dani, da Ângela Rô Ro, da Sayô e da Rita Lee. Um pouco de tudo o que me fez calar, falar e pensar de ontem pra hoje. Se quiser ingerir uma boa dose de ALMA, continue a leitura. Se não, como diz a Monquita, é só clicar no x do canto superior direito.

SANKA: “Minh’Ucha, quando você menos esperar, você vai chorar o último choro, dizendo e repetindo pra você mesma que não é isso que você quer pra você...”  (Ela veio me fazer uma visita na terça à noite. Tomamos café com bolo, torrada com geléia, pãozinho com patê. Sessão de engorda meeeeesssmo...)

SAYÔ: “Ucha, isso que você tá passando é morte pra você. E você é vida, você pulsa e precisa viver feliz...” (Nosso papo foi no MSN. E ela continua me devendo o bacalhau que o Elias ficou de fazer na casa dela pra me chamar pra almoçar...)

DRICA: “Você não merece somente esse espaço na vida de alguém.
No coração, você merece a casa inteira, espaçosa e ampla...”

E COMPLETOU:                                  

“...somos refém do tempo sim.
Ele tem suas manhas, malícias.
Faz da gente gato-e-sapato.
Mas é o tempo, afinal de contas, o senhor da razão.
Preenche e depois toma da gente.
Fica esse vazio aí.
Pra ser preenchido depois com mais tempo.
Sim, somos reféns do tempo.
E pra entender tudo isso...
ah, minha gorda, só mesmo
dando tempo-ao-tempo...”
(Ela me mandou um mail lindo, como todos os outros que têm mandando ultimamente...)

ANGELA RÔ RÔ: “...amor, meu grande amor, só dure o tempo que mereça...”
 
LEILA EME: “E... quando houver um nó, daqueles bem apertados em sua alma, abstraia-se. Dê-se um tempinho. Nenhum nó tem o direito de enforcar qualquer sonho, que dirá, todos. Limpe a lente, o foco!
Respire, invente, imagine... deixe afrouxar...
Ainda que você lamente, indigne-se, bufe, chore, esperneie; mesmo que só por dentro, insista convencer-se, sempre, de que assim como as coisas vem... se vão. Decerto, para tornarem-se os ontens inevitáveis e necessários, da vida... Que doem, mas não matam; mesmo quando anestesiam. E, tomara passem, ô!
Acontece com amigos, com amores, com parentes, com pessoas e tribos, com sentimentos e certezas, que pulularam como índios ao redor de grandes fogueiras, com você. Por "n" lenhas... que seguirão crepitando, em ecos seus... eternamente. Res-pi-re!” (A Sanka me deu a dica e eu fui "pescar" lá isso pra vocês...)

RITA LEE: “Apesar, contudo, todavia, mas, porém... As águas vão rolar, não vou chorar, não, se por acaso morrer do coração. É sinal que amei demais... Mas, enquanto estou viva, cheia de graça, talvez ainda faça um monte de gente feliz...”

DANI RÊGO:
"Há pouco percebera que os galhos da árvore também pertenciam a ela. É outono.
O corpo despido de vestígios do passado, fosse ele remoto ou recente. Tudo era motivo de inquietação. Tornava-se cada vez mais difícil lembrar do que até o verão passado chamava de sua vida real.
Todos aqueles anos teriam sido um conto de fadas? Lembranças caídas pelo chão, levadas pelo vento. Assim como as outras estações, ficaram para trás.
Ah... os pormenores da outrora vida real... as pequenezas que a faziam grande. É outono.
Enquanto ela, a própria natureza, certa de que irá se adaptar a qualquer cenário. Senta e assiste ao cair de suas próprias folhas.
E se tudo na vida fosse tão óbvio como a chegada do frio, solitário e depressivo inverno, ela não teria percebido os raios do sol aquecendo sua alma.
Senta e assiste ao cair de suas próprias folhas. É apenas outono."
(Fiz questão de repetir aqui porque não estou certa de que vocês foram no flog ler e ver esse lindo texto que a Dani fez para falar dela ou de mim ou do outono...)

EU:
“Essa falta que você me faz.
Pode ser costume.
Ou pode ser mais.
Uma ausência doída.
Uma saudade danada.
Que não dá em nada.
Não pode ser nada.
Nada mais...”

Querem saber de mim?
Fui classificada no teste escrito da pós-graduação. Nesta quinta, cedinho, faço a entrevista. E o dia vai ser muito, muito corrido. Tia Jack e Dedila vêm almoçar aqui. (Assado de panela, arroz com feijão e purê de abóbora. Bom, né?!) Às três, tenho terapia. Ai, que bom! Tenho tanto pra contar pra ela... Final da tarde, comprar presentinho da Clarice, filha da Carina e do Flávio, que tá fazendo um aninho. Missa da Marina às 19h30 na Igreja N.S. de Lourdes. Festinha da Clarice. Depois, claro, Cabaré do Marquim. Até porque na sexta é feriado pra mim. Dia do Servidor Público. Vou dormir até...
Ah, e pra completar o meu tempo de turbulência. O meu ortopedista disse que eu tô com um problemão no joelho direito. Fiz raio x e ultrassom e o radiologista adiantou: “TENHO UM LIGEIRO DERRAME DE LÍQUIDO NAS ARTICULAÇÕES E AINDA UM TAL DE CISTO DE BAKER NA PORTE POSTERIOR DO JOELHO.” Mas tem tratamento, viu, gente? Compressa, anti-inflamatório, fisioterapia e musculação. Mas que eu fiquei baqueada, fiquei. Tô cachingando e sentindo muita dor!
 



Escrito por Anucha às 23h55

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ANTES DE QUALQUER COISA...

VÃO LÁ NO FLOG www.anuchamelo.fotoblog.uol.com.br

POSTEI UM TROÇO BEM BACANA LÁ. VALE A PENA CONFERIR!

AÍ, DEPOIS VOCÊS SEGUEM LENDO O POST DEBAIXO, OK?



Escrito por Anucha às 18h29

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Ando meio sem inspiração...

 

Mas confesso que esse texto que a Marcela deixou no comentário ao post de ontem me estremeceu...

 

“Primeiro vem o tempo de achar, depois o de seguir. Depois desses, outros tempos, até que venha um tempo só, e é o longo e solitário tempo de perdido. Mas para isto é que a memória vale: aí, nessa distância, esta paisagem já não parecerá mais uma visão desconhecida, terá apenas um ar familiar e antigo, que nos lembra aquilo que existiu, e foi nosso sem que soubéssemos que era nosso. Será então o tempo de entender."   LÚCIO CARDOSO

 

Pois que chegue esse tempo. Estou de verdade ansiosa pra que ele chegue. Aí, esbarro no que acabou de me dizer a Rosa de Saron: “O problema é que a gente quer tudo no nosso tempo. E nem sempre o nosso tempo é o tempo de Deus!”

É verdade, Rosinha. Nesse momento, tudo o que eu não preciso é pegar mais isso (a vontade de que tudo passe logo) para aumentar minha ansiedade, coisa que eu quero e vou trabalhar também na terapia.

 

O que você entenderia se ELE dissesse a você: “EU TE AMO, VOCÊ NEM SABE O QUANTO. NÃO VOU DEIXAR VOCÊ SAIR DE PERTO DE MIM. NÃO VOU TE PERDER”. Claro que o mais natural é pensar: “ELE VAI VOLTAR PRA MIM. ELE VIU QUE NÃO CONSEGUE VIVER SEM MIM. EU VOU TÊ-LO DE VOLTA. ELE ME AMA. ELE ME QUER”. Não é assim?

 

A anterior é a leitura que eu QUERO fazer. Mas a leitura que eu faço, apoiada no que já me conheci na terapia e nas conversas sempre proveitosas com a Lícia, é essa, ó: “EU GOSTO DE VOCÊ. VOCÊ NÃO VAI SAIR DE PERTO DE MIM PORQUE EU NÃO QUERO. E PORQUE VOCÊ GOSTA DE MIM E EU ACHO QUE SEI COMO FISGAR VOCÊ FICAREI TE DIZENDO ESSAS COISAS PRA VOCÊ ACREDITAR QUE AINDA ME TEM”. Pura ilusão, pensar o contrário disso.

 

Notícias de mim: fiz minha inscrição na pós de Telejornalismo, fiz a prova de conhecimentos gerais e vi que estou mesmo precisando estudar mais, ler mais, conhecer mais. Tomara que eu consiga uma das 30 vagas que eu e mais 39 colegas estamos disputando. E tem muita fera lá, viu? De qualquer sorte, já me sinto melhor por estar fazendo algo positivo pra mim e pra minha carreira. Pra quem não sabe ainda: tô revendo meus conceitos e quero estudar pra fazer um mestrado e, quem sabe, dar aulas nas faculdades de comunicação daqui de Teresina. Ser jornalista está ficando muito difícil pra mim.



Escrito por Anucha às 17h36

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TEMPO, TEMPO, TEMPO, TEMPO...

 

Minha sexta à noite: peixinho no Elias com a Sayô, muitas caipiroskas de caju e de tangerina e rumamos pro MPBar com André. Ficamos em pé por absoluta falta de mesa. Foi muito legal. Dandinha cantando, aí já viu, né?! Alto astral.

Meu sábado: acordei com notícia triste. Marina, prima do Hermano, morreu vítima de acidente de carro. No enterro, dor e desolação total. Depois, me informei sobre a pós em Telejornalismo da UFPI, que eu tô querendo fazer, fui deixar meu currículo acolá pra ver se dá certo outro negócio acolá, falei ao telefone e fiquei mal, comi um cozido com tudo o que eu tinha direito que a Guinha fez, cochilei um tempinho de tarde e rumei pra casa do Marquim. Lá já estavam: Lícia, André, Mel e uma galera. Resultado... farra muita, gente! Ficamos lá de novo até o nascer do sol.

Meu domingo: visita da Drica. Ela levou o DVD dos 50 anos do Beto Guedes e um alforge de assuntos pra gente destrinchar. Foi um chororó só. Eu e Drica temos uma história de amizade de pelo menos uns 18 anos. Amor de irmã, sabe? Ela tava precisando de colo e eu idem. Foi muito bom. Fui pegar a Tia Jack no aeroporto, que está radiante de felicidade. Benza Deus! Depois fui pro Casarão com Mel e Marquim. Cervejinha pra rebater o calorão. Depois chegou André, Liana e Aline. Lícia e Hélio chegaram quando eu já tava de saída. Mas, durante a estada lá, uma mesa ao lado tocava lindas canções de antigamente. Um presente. Um sopro de vida. Um embalo pras minhas emoções.

E eu, como estou? Como bem disse a Thaís dia desses... “Como o pregão da bolsa de valores...” Estou nos meus dias de baixa. Nada que deva preocupar vocês. Só uma quedinha básica. Própria de quem está numa estrada cheia de curvas, buracos, sem sinalização, escura e comprida.

Mas uma das coisas que conversei com a Drica, rendem aqui o fechamento do post de hj. Falávamos de que o TEMPO É O SENHOR DA RAZÃO. E ela soltou uma coisa muito bacana, mais ou menos assim:

“Na verdade, não existe isso de tempo certo, pessoa errada. O que existe mesmo é que a pessoa certa no tempo errado não quer dizer que essa pessoa certa não possa aparecer de novo num tempo certo. E a pessoa errada no tempo certo quer dizer que a pessoa pode ter aparecido justo pra nos fazer entender, no tempo certo, que ela não deveria ter aparecido.”

Meio confuso. Mais absolutamente coerente!



Escrito por Anucha às 12h06

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 BEM SEI QUE NADA É PRA SEMPRE, MAS TUDO É ETERNO PRAS COISAS QUE A ALMA SE CURVA...

(Vavá Ribeiro)

 

Foi esse o mote da minha sessão de ontem com minha terapeuta. Quer saber? Ontem, eu não chorei. Quer dizer... Um pouco! No final, quando eu perguntei a ela o que essa frase diria a ela ou poderia significar pra mim.

Não. Não penso no futuro como possibilidade. Não. Não espero que algo mude. Não. Não creio numa reviravolta. Não. Não sonho com um encontro marcado em outro tempo.

Mas ela me disse que tudo pode acontecer, que as coisas são eternas quando invadem a alma, que pra sempre é tudo o que foi escrito na nossa história, que amor, se for amor, fica... (lembrei da Ritinha Prado!), que se transforma, mas fica gravado no nosso DNA.

Bem, mas a terapia foi muito legal. Sai de lá mais forte. Ela própria disse que ficava surpresa a cada ida minha, com a força que eu resgatei lá no fundo para emergir. Me sinto mesmo assim. Ainda choro. Mas não tem mais um certo desespero. Uma desesperança, sabe? Não acho mais que o mundo pode se acabar. Estou viva, com saúde, vontade de trabalhar e querendo sorrir pro meu espelho de novo.

Ontem, de noitinha, eu cheguei em casa me sentindo poderosa, com aquela soberania de quem dá as cartas, sabe qual é? Puxa, como me surpreendi comigo mesma!!! E os resultados dessa, digamos, estratégia, que na verdade veio de forma natural, senti na pele. Experimentei. E tem um sabor muito bom...

“Me montei” de calça jeans, camiseta e sapatinho de boneca e fui pra casa do Marquim. E olha só como o Cabaré bombou ontem: Stelma (saiu logo), Lícia, Ronie e Eurídice, Stanley e Vivi, Luiz, André, Marido e Marida, Ester, Luciana, Lis, Geysa, Aline, Mel, Orga, Raquel, Cíntia, Hélio Simeão e até o Vavá chegou por lá.

Uma noite muito legal!

Ah, não posso deixar de registrar que, ontem, depois de séculos, eu, Eleninha e Gírio almoçamos juntas. Praça de Alimentação do Teresinha Shopping, como sempre. A amizade e o carinho de sempre. Os relatos da vida de cada uma. A alegria do reencontro. Ficamos de voltar a nos encontrar a cada mês. E eu tô torcendo pra que isso aconteça. Adoro essas minhas florzinhas!

 

“A chave da felicidade está dentro de nós: o livre arbítrio. Decisões que vêm num turbilhão e modificam toda uma existência...

Não procrastine, não tenha medo de viver! Não há certezas, apenas tentativas. Tudo depende do que você decide neste exato instante.

Cada dia tem o seu segredo: delicioso, mágico. A realidade é escolha sua, faça bom proveito!”

Mon Liu



Escrito por Anucha às 11h22

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DAS TRIPAS, CORAÇÃO!

 

Foi essa a minha resposta ao comentário da Licinha ontem à noite no Cabaré. Ela estava feliz com minha animação. Eu cantei, dancei, fiz pulitrica. É como se eu estivesse fazendo um esforço pra ficar alegre. E eu nem preciso fazer tanta força assim. Sou essencialmente ALEGRIA. Mas com as tormentas dos últimos dias, as choradeiras no telefone, que ela mesma teve que aturar, parece até que não era a mesma pessoa. E não era, na verdade. Era uma EU travestida de mim.

Mas a noite foi tão divertida, que vim chegar em casa às 5h15 da manhã de hoje. Ficamos eu, Marquim, Sanka, Cesário, André e a Stelminha, que saiu uma hora e meia antes, na porta da casa do Corpo, vendo a barra do sol sair e a lua ir dar a volta no mundo.

Acordei melhor. Não acordei refeita, mas acordei querendo caminhar DEVAGAR E SEMPRE rumo ao que eu acredito ser o melhor pra mim. Aconteceu umas coisas legais, profissionalmente, ontem e eu agradeci cada uma delas ao meu BOM DEUS. E, em seguida, me vi estimulada a agradecer a ele também pela “tormenta”. Eu disse: “Meu Deus, se você quer me mostrar que ISSO é o melhor pra mim, me dê conformação. Por que eu quero aceitar.” É aquilo que diz o mantra do Hermógenes, que adotei pra mim: “ENTREGO, CONFIO, ACEITO E AGRADEÇO”.

A Cherry me deu a dica e eu transcrevo aqui o que a Loba colocou no blog dela no dia 16.10. Assumindo aqui toda a carga pesada das escolhas que fiz. Faria de novo. Pode crer.

 

“Fazer escolhas é sempre muito difícil. Algumas delas nos fazem sofrer. Porque ao escolher uma opção a gente sabe que estará ganhando algumas coisas e perdendo outras. Mas escolher é exercer a nossa autonomia. E autonomia nada mais é do que ser dono de si mesmo, dos seus sentimentos, dos seus quereres, das suas crenças, das suas opções e responsabilizar-se por todas as consequências.”

 

E termino com o presente da Drica no comentário de ontem. Bem a calhar, não?!

 

“Eu escrevi um poema triste.

E belo, apenas da sua tristeza.

Não vem de ti essa tristeza.

Mas das mudanças do Tempo,

Que ora nos traz esperanças,

Ora nos dá incerteza...

Nem importa ao velho Tempo,

Que sejas fiel ou infiel...

Eu fico, junto à correnteza,

Olhando as horas tão breves...

E das cartas que me escreves

Faço barcos de papel.”

Mário Quintana

 

E porque eu to ouvindo o Ventura, do Los Hermanos, boto aqui o excerto de uma música, que entrou rasgando nesse momento!

 

“MOÇA, OLHA SÓ O QUE EU ESCREVI.

É PRECISO FORÇA PRA SONHAR E PERCEBER

QUE A ESTRADA VAI ALÉM DO QUE SE VÊ...”



Escrito por Anucha às 14h35

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Quimeras

Zero

 

Sem caminhos pra seguir
Na incerteza de chegar
Quem decide por partir
Só pensa em procurar
Um futuro com alguém
Não importa o que passou
Já nem se lembra mais
Quer é recomeçar

 

Tantas vidas pra viver
Tentando se encontrar
Tantas coisas por fazer
Pra se purificar
Não consigo mais sonhar
Já me basta o que vivi
Sofrendo ao desejar
Quimeras que não consegui

 

Deuses do além
Duendes do ar
Anjos do bem
Vão te mostrar uma luz maior
Capaz de convencer
Que um mundo bem melhor
Existe em você
Só pro seu prazer

 

Tantas vidas pra viver...
Deuses do além...
Uma luz maior
A força e o poder
Sangue e suor
De quem te fez viver
Hoje eu sei por que
Eu não vou mais fugir de mim

 

P.S.1: Porque alguém saiu daqui de casa hoje depois da conversa difícil e ligou pra dizer pra eu ouvir a música que tava passando na Jockey FM. Depois ligou de novo pra comentar a música. Nem sabe, mas a letra, a poesia da música foi um presente pra mim. Aliás, sabe porque eu disse. E disse que postaria aqui no blog. E disse também: NÃO ME LIGA MAIS. NÃO MANDA MAIS MENSAGEM. ME ESQUECE. E isso era tudo o que eu não queria verdadeiramente dizer. Mas tinha que dizer. Devia isso a mim. Precisava exorcizar de mim. Acho que ele entendeu. Acho que vai respeitar meu pedido. Acho que vou conseguir sair dessa.
E como a torcida da CORRENTE DO BEM é bem bacana. Hoje recebi um mail da Minha Gorda, a Drica, que sempre sabe como tocar fundo, bem no fundo, a minha alma. Quero partilhar aqui o que ela disse pra mim:

 

“entendo vc
sua alma
sua dor
o açoite
o medo
a noite escura
que empurra
o sol

mas acredito em vc
riso fácil
alma alegre
humor saltitante
e o brilho de
clarear qualquer
tormenta
 
o rio
retomará o
curso
a margem
será em breve
avistada
e vc,
ah, vc,
certamente
será mais forte.
pq será vc, minha gorda,
de volta.”

 

P.S.2: Porque ela veio dizer isso tudo ao vivo e me trazer afeto hoje à noite. Trouxe a Sayô a tiracolo e foi dose dupla de carinho. A vida é muita linda mesmo. Reaproximando a gente tanto tempo depois. Sayô fez macarrão. Ainda tomei duas taças de um bom Cabernet com a Drica. Chorei na redinha. Tive as duas me cobrindo de dengo. E depois, quando elas saíram, a Licinha ainda ficou me mandando mensagens pelo cel. Eu sou muito abençoada pelo meu Pai do Céu.
E só pra fechar... Zed Lima, meu querido, só o tempo vai dizer se eu tô agindo certo. Mas no momento é TUDO o que eu tenho que fazer.



Escrito por Anucha às 00h04

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Acho que agora é CHEGA!

 

Queria poder rasgar o que me dói a alma. Mas não vou fazer isso. Não mais. Não vale a pena. Não vai me levar a lugar algum. Não vai me acrescentar.

Sofri um baque hoje. Soube de coisas que precisava saber, situações reais de uma vida real, que foram como um soco na boca do estômago, mas que serviram pra eu acordar. Do conto de fadas que eu ainda estava vivendo. Sim, a dor enebria a gente. Faz a gente se sentir me entorpecida, sem força, sem coragem pra dizer CHEGA de vez, de fato, de verdade.

A minha terapeuta me incentivou a procurar saber sobre essas situações pra me servirem de impulso do fundo do poço pra fora. Não foi bem assim. Mas vai ser. Sinto que vai ser. Tô me convencendo disso. O relato foi fiel, nu e cru. Como eu pedi. Sem peneira. E entrou rasgando. Queimando. Dilacerando a alma já tão machucada...

Em seguida, tomei uma decisão. Uma conversa definitiva será necessária. Olho no olho. Pra dizer pouco, mas que será o bastante pra pôr uma pedra no lenga-lenga, que só causa sofrimento pra mim. Tipo assim: dizer CHEGA pra quem precisa realmente entender que CHEGOU no meu limite, sabe? Parece que até você ter coragem de dizer pra pessoa certa o CHEGA é como se você não quisesse realmente dizer. Como se você não quisesse o CHEGA ainda...

Agora, basta! CHEGA. Não dá mais pé. Daqui eu não posso passar. Não tenho pernas pra seguir. O chão me falta. E o ar também. Quero e preciso dizer CHEGA.

A Drica me fez uma visitinha hoje à tarde. Foi tão bom. Conversamos muito. A gente se gosta tanto... eu e minha gorda! E ela me disse coisas tão bacanas. Me fez enxergar algo que eu não queria ver. E me fez me sentir um pouco menos mal. Valeu, Driquinha!

Fui na casa do Marquim umas 9h da noite porque tava ficando sufocada aqui em casa. Na verdade, queria um colo pra chorar. A Lícia ligou. A gente conversou. E a conversa foi interrompida com o alarme do meu carro. Um ladrão quebrou o vidro do carro. Terminei a noite no 2º DP com o Marquim pra fazer um B.O.

Como dizia a mamãe: “ALÉM DA QUEDA, O COICE!”



Escrito por Anucha às 23h09

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