SOBRE MIM


Leonina de 34 anos bem vividos. Nasci em Salvador, mas amo Teresina. Cidade onde moro e quero viver os meus dias bem felizes. Uma mistura de Pollyana com Peter Pan. Vivo em "Busca da Terra do Nunca" achando que tudo acontece para o meu bem. Faço aqui minha catarse e minha terapia. Tenho me refeito a cada dia com minhas próprias reflexões. Sou uma criatura alegre e feliz. Meu maior sonho: SER MÃE!




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"Entrego
Confio
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(Hermógenes)




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Se eu tivesse mais alma para dar, eu daria. Isso para mim é viver!





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Cuidando bem de mim...

 

Tem uma musiquinha do Vander Lee, que ela canta isso aí de cima. Pois, eu a botei no som do carro hoje enquanto vinha pra Fundação trabalhar. Queria tipo me inspirar para hoje à tarde. E o que é que tem hoje à tarde? Vou à minha primeira consulta da terapeuta. Eu deveria não ficar abrindo isso aqui, né? Aliás, eu deveria não dizer um bocado de coisa aqui. E pode ser até que ela venha a me dizer que ta na hora de eu deixar de me expor aqui. Afinal, esse blog serviu pra mim nesse tempo todo como uma terapia mesmo. E agora com a minha terapia convencional... talvez eu mesma chegue à conclusão que já é hora de acabar com o blog. Ou mudar o foco das abordagens. Não sei. Não sei de nada. Dá pra ver que eu to meio aérea, né?

Ontem, depois de correr 3 km na Raul, fui pro Cabaré do Marquim. Tinha uma galera lá: Sandro, Aline, Liana, Amaro, Bebê, Mel, Orgarina, André, Lis, Geysa, Lícia, Hélio, Waldemar, Marcão, Ronnie... E mais uns povo gente boa! Me diverti, apesar da cabeça não estar lá totalmente. Sorri das loucuras da Orgarina com o Ronnie, dancei forró na cozinha do Cabaré, conversei um pouco com a Licinha, desfiz um mal estar com o André (o que me fez bem!). Curti, dentro do possível, o clima do Cabaré dos velhos tempos.

 

Mais Zélia Duncan pra vocês:

 

BENDITAS

 

Benditas coisas que eu não sei

Os lugares onde não fui

Os gostos que não provei

Meus verdes ainda não maduros

Os espaços que ainda procuro

Os amores que eu nunca encontrei

Benditas coisas que não sejam benditas

 

A vida é curta

Mas enquanto dura

Posso durante um minuto ou mais

Te beijar pra sempre o amor não mente,

Não mente jamais

E desconhece do relógio o velho o futuro

O tempo escorre num piscar de olhos

E dura muito além dos nossos sonhos mais puros

Bom é saber o quanto a vida dura

Ou se estarei aqui na primavera futura

Posso brincar de eternidade agora

Sem culpa nenhuma.



Escrito por Anucha às 10h03

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MILÁGRIMAS
Zélia Duncan

Em caso de dor, ponha gelo
Mude o corte do cabelo
Mude como modelo
Vá ao cinema, dê um sorriso
Ainda que amarelo
Esqueça seu cotovelo
Se amargo for já ter sido
Troque já este vestido
Troque o padrão do tecido
Saia do sério, deixe os critérios
Siga todos os sentidos
Faça fazer sentido
A cada milágrimas sai um milagre
Em caso de tristeza vire a mesa
Coma só a sobremesa
Coma somente a cereja
Jogue para cima, faça cena
Cante as rimas de um poema
Sofra apenas, viva apenas
Sendo só fissura, ou loucura
Quem sabe casando cura
Ninguém sabe o que procura
Faça uma novena, reze um terço
Caia fora do contexto, invente seu endereço
A cada milágrimas sai um milagre
Mas se apesar de banal
Chorar for inevitável
Sinta o gosto do sal
Sinta o gosto do sal
Gota a gota, uma a uma
Duas, três, dez, cem mil lágrimas, sinta o milagre
A cada milágrimas sai um milagre

P.S.: Porque eu estou igual aquele título do filme do Tom Hanks: "À ESPERA DE UM MILAGRE".



Escrito por Anucha às 16h31

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Voltando do Sarau!

 

Acabo de chegar do sarau do Cineas. Tudo de bom e um pouco mais. Poesias de Cecília Meireles e Keula Araújo, uma moça que conheci aos 10 anos, convivi mais uns 11 anos e, hoje, moça feita se mete a poetisa.

Ah, se todo mundo fosse metido assim... Me orgulhei de vê-la assim. De lê-la assim. Sim, eu declamei uma de suas poesias. SOBREVIDA, que fala das sensações dela da casa onde ela mora, vive, sobrevive. Uma casa onde vivi bons tempos da minha vida. Onde tive uma vida e de onde hoje só tenho lembranças.

Na mesa: Carina, Lilane, Roberta, Vanessa e Sandro. Uma noite diferente. A noite do café das amigas transferida pra lá. Talvez as meninas não tenham gostado. Mas eu amei estar ali com elas. Depois de três taças de vinho, dor de cabecinha braba aqui. Que saco!

A alma ainda dói. O coração ainda dói. Mas vou recuperar as forças para viver numa boa. Lembrei de um poeminha do Cineas, que ainda dia desses estava pregado no meu guarda-roupa e que, no ímpeto de zanga, eu joguei fora...

 

“SEM VOCÊ EU VIVERIA, SIM.

MAS SERIA EU SEM MIM.”

 

Amanhã, quinta-feira, completo esse post lá na Fundação. Quero colocar aqui uma música do CD da Zélia Duncan, que to ouvindo direto no carro. E porque ta no carro não tenho como transcrever agora. Fiquem com Deus. E visitem meu flog. Tem uma historinha nova por lá.

www.anuchamelo.fotoblog.uol.com.br



Escrito por Anucha às 23h18

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Vento No Litoral

Legião Urbana

 

“(...) Dos nossos planos é que tenho mais saudade.

Quando olhávamos juntos na mesma direção.

Aonde está você agora

Além de aqui dentro de mim?

Agimos certo sem querer.

Foi só o tempo que errou.

Vai ser difícil sem você

Porque você está comigo o tempo todo.

E quando vejo o mar

Existe algo que diz:

- A vida continua e se entregar é uma bobagem.

Já que você não está aqui,

O que posso fazer é cuidar de mim.

Quero ser feliz ao menos.

Lembra que o plano era ficarmos bem?”

 

PORQUE ESSA MÚSICA É MUITO LINDA...

 

Eu teria mais coisa pra dizer se soubesse como dizer.

Eu poderia dizer, por exemplo, que voltei pra caminhada, que pretendo voltar pra academia na próxima semana (tô esperando a Lícia começar!), que ontem almocei na casa da Lícia com ela e a Lis e foi ótimo, que a Stelma me ligou me convidando pra me levar num lugar bem bacana hoje de tarde, que resolvi ligar pra uma analista que eu admiro muito pra ver se ela “bate um papo legal” comigo, que a Lis me disse que vem na próxima sexta aqui em casa com a Lia Daniel (uma amiga nossa da época do científico e que a gente ama de paixão!), que tem quatro dias que eu não saio da casa do Marquim (onde me sinto sempre em casa), que meu pai me ligou ontem e na segunda pra saber de mim e eu senti que ele tá muito preocupado, que eu liguei pra Cacha pra contar do meu dia (que não foi nada fácil!) e como sempre senti o conforto que só irmã sabe dar, que a Licinha me disse coisas bem legais que me fizeram pensar melhor sobre a minha própria vida, que eu estou há quatro dias com um dvd e nem assisto e nem devolvo na locadora, que hoje, faça chuva ou faça sol, eu vou pro Sarau na Oficina da Palavra (porque a Keula será uma das poetisas homenageadas!), que eu vou parar por aqui porque pra quem não tinha o que dizer... já disse demais.

A quem interessar possa... VOU SOBREVIVER! 

 

ACABEI DE JOGAR I CHING PELA UOL... OLHA O QUE DEU:

Seis na primeira posição significa:
Progredindo, porém sendo recusado.
A perseverança traz boa fortuna.
Quando não se encontra confiança, deve-se permanecer calmo.
Nenhuma culpa.
Numa época em que tudo induz ao progresso, um homem tem ainda dúvidas se ao avançar não será rechaçado. Então é necessário apenas que continue no caminho correto: isso trará ao final boa fortuna. Pode ser que não lhe depositem confiança. Neste caso, ele não deve tentar conquistar a confiança a qualquer preço, e sim permanecer calmo e alegre, não se deixando levar pela ira. Assim, ele permanecerá livre de culpa.



Escrito por Anucha às 00h02

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RISCOS

Seneca (orador grego)

 

Rir é correr o risco de parecer tolo.

Chorar é correr o risco de parecer sentimental.

Estender a mão é correr o risco de se envolver.

Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.

Defender seus sonhos e idéias diante da multidão

é correr o risco de perder as pessoas.                                                      

Amar é correr o risco de não ser correspondido.

Viver é correr o risco de morrer.

Confiar é correr o risco de se decepcionar.

Tentar é correr o risco de fracassar.

Mas devemos correr os riscos,

porque o maior perigo é não arriscar nada.

Há pessoas que não correm nenhum risco,

não fazem nada,não têm nada e não são nada.                                                                                          

Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões,

mas não conseguem nada, não sentem nada,

não mudam, não crescem, não amam, não vivem.

Acorrentadas por suas atitudes elas viram escravas,

privam-se de sua liberdade.                                                                                                     

Somente a pessoa que corre riscos é livre.

 

P.S.1:  Um amigo me mandou isso por e-mail e eu divido com vcs. Tô sem muita coisa pra dizer. Mas garimpei algo num blog dia desses e cometi a descortesia de não registrar o autor. Se a memória não me falha, foi a Dira quem escreveu. Em todo caso, divido aqui também algo que me traduz no momento.

 

"A paixão fez migalha de mim. Entranhei alegria e dor.

Agora, me preparo pra partir.

Sem destino, ainda.

Posso até voltar pra onde tudo começou.

E decidir não querer nem começar..."

 



Escrito por Anucha às 00h24

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MEUS QUERIDOS AMIGOS DE BLOG, VCS NEM IMAGINAM O TAMANHO DA DOR. NÃO SEI MESMO SE VIREI POSTAR AQUI ESSES DIAS. NÃO SEI MESMO DE POUCA COISA AGORA. OBRIGADA PELO CARINHO.

Escrito por Anucha às 17h02

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EM CINCO MESES...

 

Eu chaqualhei a minha vida.

Eu vivi dias muito alegres.

Eu senti dores enormes.

Eu sorri pras paredes.

Eu chorei pelo nada.

Eu aventurei os meus dias.

Eu descobri novos sentimentos.

Eu tentei não desistir.

Eu ganhei mais emoção.

Eu pulei do trampolim.

Eu saltei de pára-quedas.

Eu cantarolei pelas ruas.

Eu sonhei acordada.

Eu acordei cantando.

Eu dormi feito anjo.

Eu busquei felicidade.

Eu garimpei um amor.

Eu nadei em mar revolto.

Eu morri na praia.

 

P.S.: Porque hoje eu tinha todos os motivos do mundo de estar feliz. Mas não estou.



Escrito por Anucha às 10h36

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TODO SENTIMENTO

Chico Buarque

 

Preciso não dormir
Até se consumar
O tempo da gente
Preciso conduzir
Um tempo de te amar
Te amando devagar e urgentemente
Pretendo descobrir
No último momento
Um tempo que refaz o que desfez
Que recolhe todo sentimento
E bota no corpo uma outra vez
Prometo te querer
Até o amor cair
Doente, doente
Prefiro então partir
A tempo de poder
A gente se desvencilhar da gente

Depois de te perder
Te encontro com certeza
Talvez num tempo da delicadeza
Onde não diremos nada
Nada aconteceu
Apenas seguirei
Como encantado ao lado teu.

 

 

Porque hoje amanheci com essa música na cabeça.

Vocês têm isso... simplesmente, como um insight, a música surge como se quisesse dizer algo pra você?

O tempo tá fechado em mim.

A vida tá parada aqui.

A cabeça está fervilhando.

O corpo latejando.

Não consigo comer direito.

Não estou trabalhando direito.

Mas não posso deixar de lembrar de uma única coisa:

TUDO PASSA!



Escrito por Anucha às 08h20

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“SOU, SOBRETUDO, A PARTE QUE NÃO DESCREVO.

PERDIDA ENTRE O QUE LEIO.

E AS VERDADES QUE ESQUECI...”

(Ana Maria www.nacasadeboneca.blogspot.com)

 

Hoje tô fechada pra balanço.

Não vou pra festa Geração 80, nem pra show no MPBar.

Vou balançar minhas idéias, analisar meus sentimentos, redirecionar meus planos, redimensionar meus sonhos.

Hoje estou em stand by. Não sei quando vou dar play...

Se quiserem afagar minha alma, eu vou achar muito bom.

Peço só que continuem na corrente do bem!



Escrito por Anucha às 07h18

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Puxar o freio de mão...

Ou descer no carrinho de rolemã???

 

Essa é a minha dúvida hoje...

Se eu puxar o freio de mão e der um cavalo de pau?

Não seria mais ou menos a emoção de descer a ladeira?

Mas se na puxada do freio eu rodar, tombar, bater, me arrebentar?

Quem vai me tirar dos escombros?

E se na descida emocionante eu encontrar um muro de concreto me esperando no fim?

Não vou me arrebentar de qualquer jeito?

Me arrebentando de qualquer jeito, não tenho muita escolha, né?

Escolha é algo que precisamos fazer todo dia?

Mas se um dia a gente decidir ser levada pela maré?

Se a maré estiver baixa, tudo bem?

Mas se tiver revolta e eu me afogar?

Afogo minhas lágrimas aqui?

Ou saio daqui e me enterro nos travesseiros?

Enterro a dúvida?

Ou sigo com ela até encontrar solução?

Será que consigo enxergar a solução?

Não enxergo nada um palmo à minha frente?

Frente ao que vivo agora, vou me resolver?

Vivo o que a vida me apresenta?

Ou apresento novas saídas pra vida?

Será que encontro outra saída?

Existe uma saída?

Onde?

 

Zélia Duncan canta:

 

“...Eu quero menos abandono, mais cuidado...

Ando pelas ruas, tem de tudo, menos solução.

Fecho os vidros, fecho a casa.

Mas a alma não tem trinco, tá escancarada.

Fecho a minha roupa, fecho a minha cara.

Mas a alma não tem trinco

Nem defesa, nem nada...” (Braços Cruzados)



Escrito por Anucha às 09h29

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Era uma vez um peixinho...

 

Anteontem eu disse aqui que alguém havia me prometido um peixe Beta e não cumpriu com a promessa. A Sayô, que é uma danada, não contou conversa. Comprou um peixinho Beta azul cintilante. Lindo de viver! Foi me dar ontem no meio da rua, no Centro da cidade. Lá estavam duas velhas amigas emocionadas com a situação. Ela tremia enquanto me passava o saco cheio de água com o peixe dentro, a comidinha do peixe e uma espécie de aquário de acrílico pra pregar na parede. E eu desabei a chorar.

Bom, cheguei em casa, peguei um depósito de vidro da mamãe (porque eu não tenho furadeira em casa pra pregar o aquário que ela me deu...), lavei bem, decorei com umas pedrinhas de cristal coloridas e pus o bichinho dentro. Na mesma hora, pensei que ele deveria ter um nome. E, como um insight, surgiu o nome SKY. E a razão é simples. O peixe é azul. Azul é blue. Blue é azul em inglês. Em inglês, o céu, que é azul, vira SKY. SKY era o nome do sítio que minha mãe passou a vida inteira querendo possuir. Na verdade, ela queria ter um sítio pra batizar de SKY. Pronto! Justificado pois.

Gente do céu, Teresina está quase pegando fogo. Vocês acreditam que ontem eu tomei SEIS banhos? Não estou exagerando, não. Juro. Foram seis banhos ao longo do dia causticante. Por isso é que aqui a energia deveria ser mais barata, porque ar condicionado não é luxo. É necessidade.

A Cacha teve lá em casa ontem. Fiquei toda feliz da vida. Minha maninha precisou fazer umas pesquisas na net e foi pra lá. Tudo bem que a gente quase num conversou. Eu, assistindo a SOLfredora da América e ela no quarto de estudo. Mas só em tê-la pertinho de mim...

Sim, mas... recebi todas as orientações de como cuidar do SKY. Não trocar a água enquanto ela não estiver sujinha da comida do peixe, não colocar muita comida, não mexer muito no aquário e deixar ele quieto. Eu soube que esse é um peixinho muito do zangado. Pois então... Mas mesmo assim, ontem, quando fui botar as bolinhas, que são as comidinhas dele, fiquei um tempão bilando (olhando!) ele dando o bote na comida. É legal. Parece uma disputa. Uma dança. Sei lá. Me distraí com essa história. É. Sinto que ganhei uma companhia.

Hoje é aniversário da Sayô. E, só pra controle, a homenagem que fiz a minha amiga querida está no flog www.anuchamelo.fotoblog.uol.com.br

VÃO LÁ!

Pra dizer tchau...

"... Isso que eu não ouso dizer o nome.

Isso que dói quando você some.

Isso que brilha quando você chega.

Isso que não sossega.

Que me desprega de mim..." (Isso // Chico César)

 

P.S.: Só porque acordei cantando essa música. Só por isso.



Escrito por Anucha às 09h20

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Móbile no furacão
Paulinho Moska

"...Quando a âncora do meu navio encosta no fundo, no chão

Imediatamente se acende o pavio e detona-se minha explosão
                      
Que me ativa, me lança pra longe, pra outros lugares, pra novos presentes

Ninguém me sente...
 
Somente eu posso saber o que me faz feliz..."

P.S.: DEPOIS QUE EU POSTEI AQUI EMBAIXO, ME LEMBREI QUE ACORDEI COM ESSA MÚSICA NA CABEÇA. QUERO DIVIDI-LA COM VOCÊS E LEMBRAR QUE POSTEI FOTOS NOVAS NO MEU FOTOLOG www.anuchamelo.fotoblog.uol.com.br.
MAS DESÇAM AO POST DEBAIXO PRA TERMINAR DE ME LER HOJE, TÁ?

 



Escrito por Anucha às 09h19

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Descaradamente roubado da Monquita

"Que eu não perca a capacidade de amar, de ver, de sentir.
Que eu continue alerta.
Que, se necessário, eu possa ter novamente o impulso do vôo no momento exato.
Que eu não me perca, que eu não me fira, que não me firam, que eu não fira ninguém.
Livra-me dos poços e dos becos de mim, Senhor.
Que meus olhos saibam continuar se alargando sempre."
(Caio Fernando Abreu)

Fui acometida de uma sensação quase cleptomaníaca ontem quando lia o blog da Mônica (Diário de Mim Mesma). Entrei quase em estado de oração profunda mesmo ao me deparar com essa oração. Faz o seguinte: volta lá no começo e lê a poesia como se tivesse rezando. É ou não é uma rezinha bem bonitinha pra quem está querendo encontrar a sua cara-metade? Bem, pelo menos foi assim que a tal reza bateu em mim, tá, Monquita?!
Sim, mas... a verdade é que eu preciso “... encontrar alguém, que me dê amor...”. “Um amor maior que eu...”. Tipo “... uma mudança muito estranha, mais pureza, mais carinho, mais calma, mais alegria...”, sabe?
Ando sentindo necessidade de dividir minha vida com alguém que me tenha nos braços como um bebê indefeso e saiba exatamente o que fazer comigo quando eu estiver berrando. (kkkkk... tô rindo de mim mesma...) Talvez eu tenha sido picada pela mosquinha vermelha da vontade de casar depois que li o blog da Ritinha (A Dona do Amor). Talvez eu tenha ficado com medo de ficar pra titia meeeesmo depois que o meu primo Xando disse que vai ser papai. Talvez eu esteja mesmo é sentindo falta de um cafuné, um fungado quente no pescoço, pés se enroscando na madrugada.
Ah, mais... tudo bem... enquanto não chega, eu levo ao pé da letra a música de ontem aqui no blog e “... me distraio...”:
“NÃO FAZ MAL. EU TÔ CARENTE, MAS EU TÔ LEGAL!”
Hoje, eu vou pegar duas plantinhas que ainda estão no apê meu e da Cacha e trazer pra perto de mim. Talvez eu passe na Praça do Marquês pra comprar outras duas. É provável que eu esteja precisando é de verde aqui em casa. Soube que vou ganhar um passarinho. Então é preciso preparar a casa de verdinhos pra chegada dele. Queria ganhar um peixe, tipo um Beta, sabe? Mas quem ficou de me dá, acho que esqueceu...



Escrito por Anucha às 09h09

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Ando meio distraída...

Sábado me dei um presente. Coisa que todo mundo deveria fazer quando está meio down. Antes, eu me dava uma calcinha toda vez que estava borocochô. Em tempos de vacas magras, um CD a cada três meses é uma boa ação em prol de si mesma.
Pois bem. Comprei o novo da Zélia Duncan. PRÉ PÓS TUDO BOSSA BAND. Bem ao estilo Zélia. Gosto de música boa. E isso ela faz bem. Uma música me tocou mais do que em meu som, que não tocou outra coisa nesse fim de semana.

DISTRAÇÃO

Se você não se distrai, o amor não chega
A sua música não toca
O acaso vira espera e sufoca
A alegria vira ansiedade
E quebra o encanto doce
De te surpreender de verdade
Se você não se distrai, a estrela não cai
O elevador não chega
E as horas não passam
O dia não nasce, a lua não cresce
A paixão vira peste
O abraço, armadilha.
(...)
Se você não se distrai
Não descobre uma nova trilha
Não dá um passeio
Não ri de você mesmo
A vida fica dura
O tempo passa doendo
E qualquer trovão mete medo
Se você está sempre temendo
A fúria da tempestade.

Essa letra chegou como um tapa na cara. Tipo assim: “TÁ VENDO, ANUCHA, COMO É QUE A VIDA DEVE SER PRA VOCÊ!?! ASSIM, LEVE, DISTRAÍDA, DESCOBRINDO NOVAS TRILHAS...”
Quero começar esta semana assim... meio distraída. Acreditando no que está por vir. Nas coisas boas que Deus tem guardadas pra mim. A minha novena pra Nossa Senhora Desatadora de Nós terminou ontem. E eu tenho fé que alguns daqueles nós cegos que estão a minha volta serão desatados.
Ah, vou ser titia de novo. O Xando, meu primo baiano que mora lá pra cima da América, nem sei direito onde, vai ser papai. A Dani ta grávida e ele mandou mail. Hoje, foi a Gica que ligou dizendo que vou ser tia de uma piscuilitinha. Uma menina, do jeito que ela e o Buriti queriam. Deus é bom demais com essa Gica! E ela só faz por merecer.
Ei, visita os novos links que coloquei aqui no blog. Dei uma passeada bem bacana para descobrir só gente legal, viu?!



Escrito por Anucha às 11h07

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Eu sou uma criatura de sorte!

(E digo SIM!!!)

 

Não acredito nessa história de sorte, viu? Mas pensa bem... quem tem os amigos que eu tenho precisa de mais o que na vida? Vou recapitular minha vida de sexta pra cá pra você ver só uma coisa...

Sexta à noite, Reginaldo e Liciane vieram pra minha casinha. Eu e a Neném tomamos uma garrafa e meia de vinho, Reginaldo tomou o uisquinho dele e a gente comeu tanta besteirinha aqui que quando chegou a hora do macarrão... já tava todo mundo TIBÁ (que é cheio no vocabulário da Liciane!) Mas a gente riu, gente! Afe Maria! Vou colocar as fotos no flog pra vocês verem. Muito divertida minha noite.

Sábado de manhã, recebi um presente: a Joquebede da Telemar (uma amiga dos tempos em que estagiei na antiga Telepisa) fez o povo lá entender o meu problema com a Velox. Nem vou contar porque eles me enrolaram demais, sabe? Mas aí, resumo da ópera: instalaram ontem de manhã minha veloxinha. Será que eu tô feliz? Aí, fui tentar consertar meu dvd. Descobri que o controle é que está avariado. Tenho que comprar outro. Mais gasto. Ai, ai, ai... Mas o melhor é que fui encontrar a Lícia no Riverside. Sentamos as duas de frente pra duas colegas: as canecas de chopp. Ela, tomou três. Eu, tomei duas. E comemos um sarapatelzinho delicioso. De lá, viemos aqui pra casa. Ela continuou na vodka com sprite e eu fui pro campari com sprite. Nos passamos pra macarronada de ontem. E ficamos felizes da vida. Fui conversar com o Rizzo sobre um projeto aí que pode ser uma boa pra mim... passei na casa do Marquim e encontrei Aline, Liana e Mel por lá. Vim em casa rapidinho trocar de roupa para um programa muito especial. Mas antes, uma feliz surpresa: a Dani Rêgo me ligou de Londres. Que alegria! Que maravilha! Me senti devidamente acarinhada, cuidada, afagada pela minha amiguinha, que está sendo feliz nos lados de lá. Disse que vem em janeiro. Eu fico aqui contando os dias.

Voltando... Imagine! Cineas Santos me convidou para a festa hiper ultra super restrita de seus amigos. Para comemorar o aniversário dele, que é dia 20. Só a nata da intelectualidade, algumas pessoas simples como eu, músicos, escritores, cineasta, as meninas do café literário. Música da melhor qualidade. Buffet do Bourin. Eu fiquei feliz de estar lá.

Mas de lá... fui atender ao chamado do meu querido Márcio Bolinha. Estava no Zédemelo com Hatawa, Hélio, Guilherme, Jefferson e Márcio Mendes. Cervejinha, Hélio no violão, cantoria, clima muito bom. Adorei ter ido. Minha noite não poderia ter terminado melhor.

Hoje, a Cacha está vindo almoçar um assado de panela com feijão com arroz aqui em casa. Vem com o Jean, namorado dela. E eu tô toda feliz por isso.

Pra fechar: “Fazer escolhas , assinar embaixo, pagar os preços... e não se lamentar demais. Porque programamos o próprio destino a cada vez que, num tímido murmúrio ou num grande grito, a gente diz pra si mesmo: SIM!” (Lya Luft)

 



Escrito por Anucha às 10h59

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O Moska é que tá certo!

 

“Sonhos são como deuses. Quando não se acredita neles, eles desaparecem...”

Estava quase desistindo de um sonho meu. Acreditando mesmo que não valeria a pena mas esperar. Certa de que sonhar sozinha é não viver a realidade. O Lennon já dizia que “sonho que se sonha junto já é realidade”, né? Quero a realidade. Quero viver o meu sonho. Quero respirar a vida que o meu sonho pode me dar. Quero realizar esse sonho. Quero continuar acreditando nos deuses. Quero que meu sonho não desapareça.

E é isso que eu vou fazer. Até quando eu não conseguir acreditar mais. Mas ainda não é tempo de desacreditar...

Dia aperreado ontem. Matéria de tardezinha. Caminhada com Licinha de noitinha. Telefonema que doeu na alma. Passada no Cabaré (só pra controle!). Cacha passou lá. Fomos pro Egipe. Mesa do Alcione: ele (gentil, como sempre!), eu, Cacha, Sanka, Naka, uma amiga deles, Aluska e um amigo.

O show foi maravilhoso! Moska inspirado. Platéia animada. Eu e Sanka passamos a noite inteira reparando nas frases das letras do cara. De doer, viu? De tão lindo! Anúncio de Zeca Baleiro dia 4 de outubro no Mangue Acústico. Será que eu vou? Vou nada... Tá bom! É só quem vai!

Hoje á noite, Liciane e Reginaldo vão me fazer uma visitinha básica. Nada demais. Vou fazer um macarrão pra eles. À moda do Hermano. Sim, aprendi com ele a fazer esse macarrão à bolonhesa, que é mesmo delicioso. Marquim ficou de ir. Tomara!

Não vou muito além, não, viu? Tô meio ressacada de sono. Quero só arrematar a semana Lya Luft com: “Você diz que ficou chocado ao perceber que tinha perdido o bonde porque não estava prearado, não estava atento aos sinais. Então, saia desse distanciamento, mergulhe de cara, entregue-se. Se for preciso, dê um salto mortal: pode ser uma última oportunidade”.

E para terminar a semana bem musical. Mais Moska:

“Calma.

Tudo está em calma.

Deixe que o beijo dure.

Deixe que o tempo cure.

Deixe que a alma tenha a mesma idade que a idade do céu...”



Escrito por Anucha às 10h29

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