SOBRE MIM


Leonina de 34 anos bem vividos. Nasci em Salvador, mas amo Teresina. Cidade onde moro e quero viver os meus dias bem felizes. Uma mistura de Pollyana com Peter Pan. Vivo em "Busca da Terra do Nunca" achando que tudo acontece para o meu bem. Faço aqui minha catarse e minha terapia. Tenho me refeito a cada dia com minhas próprias reflexões. Sou uma criatura alegre e feliz. Meu maior sonho: SER MÃE!




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Se eu tivesse mais alma para dar, eu daria. Isso para mim é viver!





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“VIVER é subir uma escada

rolante pelo lado que desce...”

Lya Luft

 

A Lya coloca essa metáfora para nos mostrar como nos sentimos quando passamos por aqueles “períodos difíceis em que até pensar  em sair da cama dá vontade de desistir...” Mas lá no finalzinho da crônica ela dispara: “Colheremos quem sabe ainda uma vez – ou finalmente – a fruta mais dura de mastigar e mais doce de sentir: um amor bom”. Como diz a Liciane: PELAPENAS ISSO, NÉ?

A verdade é que acredito que nada da vida vem fácil. Se tem período de turbulência é porque está se avizinhando um dia lindo de sol com poucas nuvens e brisa deliciosa. Fechando com a Lya, o que é certo mesmo é que: “no vasto oceano, a minha eventual desarmonia é apenas uma gota desafinada, nada mais”.

Tenho pensado muito sobre essa história de estar sozinha. Tem sua graça. Mas também tem dissabor. Estando só você dá as cartas, assume as rédeas. Sozinha, você não divide o ônus. Que dirá o ônus! E não tem coisa melhor do que compartilhar com alguém os nossos louros, né não?

Ontem, teve reunião das amigas na casa da Nilsa. Conheci a Jolie. Pense numa princesinha! Bacana o encontro. Um quibe cru delicioso com azeite extra-virgem. Huuuuummmm! Como disse uma convidada, é Café com Bobagem mesmo. Não tratamos de problemas. Estamos ali pra rir e falar abobrinha. Tá bom demais! Só pra controle: duas arquitetas, duas advogadas, uma contadora, uma matemática, uma médica e uma jornalista.

Fiquem com mais Paulinho Moska. Porque eu hoje vou fazer é turnê musical, gente! Primeiro, gravação do Cd e DVD ao vivo do Vavá Ribeiro no Theatro. Depois, Paulinho Moska no Egipe. A noite vai ser boa!

 

Pensando em você

Moska

 

Eu estou pensando em você

Pensando em nunca mais

Pensar em te esquecer

Pois quando penso em você

É quando não me sinto só

Com minhas letras e canções

Com o perfume das manhãs

Com a chuvas dos verões

Com o desenho das maças

Com você me sinto bem



Escrito por Anucha às 09h45

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TUDO NOVO DE NOVO

 

Paulinho Moska

 

Vamos começar

Colocando um ponto final

Pelo menos já é um sinal

De que tudo na vida tem fim.

 

Vamos acordar

Hoje tem um sol diferente no céu

Gargalhando no seu carrossel

Gritando nada é tão triste assim.

 

É tudo novo de novo

Vamos nos jogar onde já caímos

Tudo novo de novo

Vamos mergulhar do alto onde subimos.

 

Vamos celebrar

Nossa própria maneira de ser

Essa luz que acabou de nascer

Quando aquela de trás apagou.

 

E vamos terminar

Inventando uma nova canção

Nem que seja uma outra versão

Pra tentar entender que acabou...

(Amanhã, 15, tem Paulinho Moska no Egipe!!!)

CONTINUA NO POST DE BAIXO...



Escrito por Anucha às 10h23

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A Lya Luft ainda ressoa em mim...

 

“Para ser inteira não preciso me defender erguendo barreiras à minha volta: às vezes só me fragmentando e dilacerando de amor, dor ou perplexidade, terei chance de juntar meus pedaços e me reconstruir mais inteira. (...) Para ser humana não preciso exigir de mim o que seria próprio dos deuses, mas prestar atenção nos outros e abrir-lhes espaço, admitir o mistério de tudo, respeitar a vida, tolerar minhas fraquezas, aproveitar meus talentos e procurar o dom da alegria – que é fundamental”.

 

Isso é o que eu chamo de soco no estômago. No meu. Daqueles que sacodem todos os órgãos e ainda sacoleja a cabeça. Que é onde o soco deve ser processado de fato.

Tô me mexendo, gente. Ontem, não parei quieta em busca de oportunidades de trabalho. Três ou quatro recusas e respostas negativas acabaram me rendendo um contato por telefone, que pode vir a ser uma boa saída pra mim. Tô empolgada. Acreditando em Deus, sempre! Ele não disse pra gente fazer pela gente e Ele se encarrega do resto? Pois então...

Ah, tenho uma boa notícia... estou melhorando e muito meu condicionamento físico. Acredita que já estou conseguindo correr direto 1.500 metros e depois mais 500 pra arrematar??? Ontem foi assim. E hoje quero manter o ritmo. Preciso correr pra perder os quilinhos que ganhei e voltar a sorrir pra mim no espelho.

Ontem, a Aluska ligou de tarde. Pra combinar o show do Moska na quinta. Combinadíssimo. A Maia ligou de tardezinha. Cantou “Como vai você? Eu preciso saber da sua vida...” Rimos e ela ficou de aparecer no apê novo. A Lícia ligou de noitinha. Queria saber mais da minha vida. Ela, como sempre, tentando me tirar da areia movediça emocional que me atolei... Valeu, mana! A Tia Inêz ligou de noitão... Preocupada, queria saber como andam TODAS as coisas. Mãe é mãe, né?!

Chega! Como diz o Fábio Polar naquela música “Adeus, muito obrigado, amor...”: RÁ BASTA!

 

Respostinha rápida ao Gustavo Dias... “Ah, como eu queria que o mundo fosse realmente dos competentes! Ou então, meu amigo, devo me admitir incompetente! Mas valeu a força!”



Escrito por Anucha às 10h22

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Acordando (pra vida)!

 

Paulinho Moska

 

Vai que já não dá mais pra voltar atrás

Cai que é pra depois se levantar pra mais

Sai que às vezes não dá pra entrar em paz

Ai, amor não pode faltar.

 

Não se esqueça nunca de lembrar

Sempre tão só quanto se puder estar

Solidão é sol que ainda vai brilhar

E novamente vai te iluminar.

 

Sem repetir nenhum lugar pois é

A vida vem repartir nosso luar com fé

Bem que podia não findar não é

Nem desistir nem se cansar

 

Sim, eu prefiro não calar

Sobre mim sobre você e o nosso lar

Mas se o fim do caminho de um sonhar

Assim será e é bem melhor acordar.

 

Continua no post aí debaixo, ok?



Escrito por Anucha às 14h10

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Continuando... Ô, Uol chata!!!

 

Meu amigo Fábio Polar, se ainda estiver lendo meu blog com freqüência, vai adorar a propaganda que eu tô fazendo do bar dele aqui no meu blog, que recebe umas 100 visitas por dia. É isso aí, gente! Próxima quinta no Egipe Pub Bar tem Paulinho Moska. Aí em cima... uma das músicas do novo CD “Tudo novo de novo”, que está uma pérola.

Mas vamos falar de Lya Luft ou sobre o que ela me falou nesse fim de semana...

 

“Sonhar que quando adulta eu seria segura de mim, nunca mais carente, dona do meu nariz, linda, rica e poderosa. Deitada num sofá, comendo chocolates (e sendo magra), com dúzias de servas pra me atender.

Nunca imaginei que haveria (além das tantas coisas boas) essa história de trabalho, horários, compromissos, conta de banco, fracassos, frustrações, o escambau”.

(Da crônica “Aquelas ilusões”)

 

De verdade, eu adoro trabalhar. Não suporto ficar parada. Inerte. Improdutiva. Se eu pudesse, juro, trabalharia como funcionária pública: dois expedientes inteirinhos. Final do dia, umas seis horinhas, voltaria pra casa, morta de cansada, botaria minha roupa de malhar e ia correr na Raul com aquele espírito leve de dever cumprido. Mas que essa ilusão da Lya foi da maioria de nós. Ah, isso foi!

Novidade boa: Hoje fui à luta, sabe? Procurei pessoas pra propor proposta de trabalho, fui buscar a resposta sobre uma investida minha há duas semanas atrás e ainda liguei pra uma colega e me coloquei à disposição para o trabalho. E ela, pelo que senti, gostou muito da idéia de trabalhar comigo. E eu só poderia ficar lisonjeada. Voltar a trabalhar com gente competente e de bem. Será que eu quero outra coisa mais na minha vida, meu Deus?! Hoje também irei conversar sobre outra proposta de prestação de serviço. Se der certo, vai ser muito legal pra mim. Torçam aí. Façam figa. Rezem pro meu anjo da guarda. Façam pensamento positivo.

Nem sei porque estou falando isso aqui. Já havia dito que não ia mais detalhar essas coisas da minha vida. É a porra da compulsão de falar. Mas é que, como digo aí no meu perfil, acredito sempre que tudo que me acontece é pro meu bem. Se resolvi falar aqui é porque acredito que tem mais gente na torcida pra que eu me dê bem do que fazendo mandinga pra eu me dar mal. Tenho dito.



Escrito por Anucha às 14h09

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Vamos todos cirandar...

 

A partir do comentário da Loba, surgiu esse post. Juro que não ia postar hoje. Mas sou compulsiva pra botar pra fora o que está latejando aqui dentro. Quem me lê, mas me lê mesmo, por dentro, nas entrelinhas, sabe disso. Mas não vou falar de mim diretamente. Falarei da experiência de ter passado o findi com Lya Luft. Isso mesmo. A escritora gaúcha, que tem tocado a alma da gente com seus livros que falam de vida.

Terminei de ler o “Pensar é transgredir”. E ontem mesmo passei na casa da Cacha (estranho falar assim, se a casa também é minha...) e já peguei mais dois. Hoje, começo o “Perdas e Ganhos”. Leitura absolutamente apropriada pro momento em que estou vivendo.

Voltemos ao “Pensar...”. Lya é uma cabeça privilegiada. Diz aquilo que a gente quer dizer, mas, melhor ainda, o que a gente precisa ouvir. Sim, ela diz de uma maneira tão simples, que parece que estamos ouvindo a ladainha. Uma ladainha bem positiva. Algo como: “ACORDA PRA VIDA, MANÉ!”

Passarei a semana, então, trazendo excertos de Lya Luft pra você, certinho?! Lá vai...

“Silêncio faz pensar, remexe águas paradas, trazendo à tona sabe Deus que desconforto nosso. Com medo de ver quem – ou o que – somos, adia-se o defrontamento com nossa alma sem máscaras”.

 

“Somos as escolhas que fazemos e as que omitimos”. (Vixe Maria!)

 

“Escrever é escutar águas interiores e espreitar vultos no fundo – ou são minha imagem refletida na superfície?”

 

AGENDA:

Sexta, fui com Marquim pro jantar de aniversário do Jefferson no Casarão. Encontro com Lícia, Hélio, Márcio e Hatawa, Márcio e Fábia e Jefferson e Tatiana. Saudade dessa turma!

Sábado tive o prazer de receber em casa: Marquim, Lícia, Stelma e Mel. Demoraram pouco, mas tempo suficiente para me darem uma alegria sem medida. Depois, encontrei a Licinha e a gente botou a conversa em dia. Saudade muita disso!

Domingo, dia em casa. Muito bom, por sinal. Só sai pra visitar alguém que me ouviu muito e me disse coisas que precisava ouvir. Passei um tempo com Marquim e Sandro no Maresia. Depois, minha casa, meu sossego, minha paz.

DICA DA SEMANA:

Imperdível! Show com Paulinho Moska no Egipe dia 15. Eu vou. E vc?  



Escrito por Anucha às 10h23

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Vou dar um tempo

 

É isso mesmo. Quero um tempo pra mim. Não vou mais me exigir postar. Não vou exigir de vcs os comentários. Não vou mais me expor tanto e, o mais importante, expor as pessoas que quero bem. Por pura incompetência de resolver as coisas no tempo certo delas.

Sabe aquela história de magoar? Magoei. Foi péssimo. E já tive oportunidade de pedir desculpa. Se fui perdoada, é outra história. Mas fui sincera.

Estou triste sim. Estou deprimida sim. Aos que lêem meu blog só pra soltar foguete com as más notícias... corram. Comprem o estoque inteiro. Perguntem a Doodie onde tem uma promoçãozinha básica de foguetes...

Minha vida tá de cabeça pra baixo. Eu estou de cabeça pra baixo. E sem olhar direito pro horizonte a gente não sabe bem nem mesmo onde está, né? Perde o referencial. Faça um teste: fique de cabeça pra baixo com os pés num muro (igual a gente fazia quando era criança) e olhe pra frente. Você nem consegue distinguir em que espaço você está de fato... Parece que o mundo gira por causa da quantidade de sangue que enche o seu cérebro.

Vou dar um tempo de muita coisa. Inclusive do que está me entristecendo. Mais uma vez estou sendo intempestiva. Mas mais uma vez acho que estou fazendo a coisa certa. Só o tempo vai dizer. E vocês saberão. Porque eu darei notícias...

Engordei quatro quilos. Já falei isso aqui? Absurdo, né? De novembro de 2004 pra fevereiro de 2005, haviam emagrecido 11 quilos. Aí, de abril pra cá... fui perdendo as rédeas do que é muito importante pra mim: a minha auto estima.

Já chega, gente. Não tô nem atinando pro que quero mesmo falar aqui. Já deu pra perceber que minha cabeça ta meio variando, né?

Fiquem com Deus. Vou começar minha novena para Nossa Senhora Desatadora de Nós hoje. Daqui a nove dias, espero ter pelo menos a notícia de que estou mais serena.

Fui...

 



Escrito por Anucha às 21h26

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QUEM ME LEVARÁ SOU EU...

 

(lembra do Benito de Paula!?)

 

Não dormi direito essa noite. Tive uma insônia feladaputa. Acordei de olheira e muito mau humorada. E triste. E chata. E com vontade de me trancar no meu quarto e não falar com ninguém. E não fazer nada. E não nada.

Preciso resolver questões urgentes pra mim. Ficar de bem com quem eu gosto é urgente pra mim. Estar numa boa com amigo guardado do lado esquerdo do peito é condição primeira pro meu bem estar bem. Mas não posso fazer isso sozinha. Propus uma conversa com “alguém”. Lembra de alguém? Do post lá de trás? Mas alguém, que agora já sabe que é alguém, acha melhor dar mais um tempo. Que pena. Respeito e emudeço.

Tive uma conversa dura com o Marquim. Logo com o Marquim, meu amigo querido, meu irmão camarada. Mas é que estou mesmo por aqui de saber que sou sempre pauta dos papos dos meus amigos que não entendem por que ando sumida. A Sanka já havia me alertado que eu seria alvo de julgamentos de todos os lados. E que eu deveria saber entender. Ser tolerante.

Ah, meu Deus! E será que é pedir demais querer ficar um pouco só, recolhida, curtindo meu apê em uma certa solidão?

Não estou longe dos meus amigos. Estou dando um tempo das farras, das folias, dos fuás. Tive uma vida agitadíssima durante uns seis meses. Mas cansa. O físico, a cabeça e o bolso, principalmente. Tenho preferido estar só. Ou acompanhada dos meus amigos, que se esforcem um pouco mais para me entender e respeitar.

Me causa dor e sofrimento a falta de compreensão. Me causa estranheza e agonia o pouco entendimento de que se eu quebrar a cara é por opção e não por falta de aviso.

A Vivi disse aqui que Dalai Lama disse que “perdoar não é esquecer. É deixar de dar importância ao que nos causou sofrimento”. Talvez esta seja a mais sábia das lições. Mais ainda do que a sábia lição da minha querida mãe, minha Corrinha.

Mas como deixar de dar importância ao que lateja a que dentro. Melhor, sangra mesmo.

Posso estar correndo riscos... De ser incompreendida. De não ser aceita. De não ser afagada. De não ser procurada. De não ser acolhida. Mas esse é um risco que eu decidi correr. Pela simples necessidade de viver a minha vida a partir das minhas escolhas. Isso de me levar, como disse o Benito na música.

Sim, não estão me entendendo. Sim, deram de ombros. Sim, de longe, estão certos de que vou cair e que vai doer e que eu vou correr pra chorar no colo deles.

E se acontecer? Será que eu não irei mesmo querer correr pro colo deles? Ou a falta de compreensão agora vai fazer me retrair ainda mais e procurar colo nos colos que são eternos e inquestionáveis... os colos de irmã e de mãe?!



Escrito por Anucha às 16h18

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Carta aberta ao Luizinho

 

(A ALMA É O SEGREDO DO NEGÓCIO... Zeca Baleiro)

 

Assim, num impulso... me senti obrigada a começar este post por causa de uma frase deixada pelo Luizinho no meu último post. Ele disse que um amigo havia dito pra ele aqui em Teresina (quando ele esteve aqui há duas semanas atrás): “Pena que a Anucha guarde mágoas”.

Não é bem assim, Lu! Não sou alguém que guarda mágoas das pessoas. Lembra daquilo que a minha mãe dizia: “Aquilo que você não puder esquecer, perdoe. Aquilo que você não puder perdoar, esqueça”? No caso específico a que você se refere, eu perdoei. De verdade. Tanto que cumprimento o seu amigo. Mas esquecer... é meio brabo. Eu diria mesmo... é doloroso.

Não guardo mágoas. Sou alguém que não consegue nem lembrar da última puxada de tapete que fizeram comigo. Me esqueço fácil do que fez eu me magoar com meu melhor amigo. Faço questão de não nutrir esses sentimentos que põem a gente pra baixo.

E quando você diz: “Já passamos por isso”, você quer me lembrar que os tempos já foram muito difíceis pra mim e pra você... e que melhoraram tanto pra mim quanto pra você. Só que agora, de novo, estão ruins pra mim. E você, graças ao bom Deus, está bem.

Não, Lu, por vontade de trabalhar, necessidade de sobreviver e, principalmente, muita gana de ser reconhecida pelo meu trabalho... eu não guardo mágoas. Aceitaria trabalho, digno e que respeitasse o meu profissionalismo, vindo de onde viesse. Até do seu amigo. Pura e simplesmente por que não guardo mágoas e sou profissional. Aliás, muito boa profissional, diga-se de passagem e sem nenhuma falsa modéstia.

Ontem, foi um dia cheio. Minha linha telefônica foi instalada, mas o Amaro não conseguiu instalar a internet. Num entendi. A Cacha foi almoçar lá em casa. Peixinho, arroz integral, feijão bom demais da Maria, salada e farofa. E a gente ficou gravando os cds do Zeca Baleiro e do Los Hermanos até de tardezinha. No começo da noite, eu tava meio agoniada de ficar em casa, quando o Amaro ligou pra gente ir tomar um suco no Hipersuco. Falou sobre ele. Falei sobre mim. Adoro o Bruxo! A Aluska ainda pintou por lá. Esperamos ela lanchar, batemos um papinho rápido e ele me deixou em casa. Tava com sono, depois de um copão de suco de maracujá. A Tia Inêz ligou e deu um refresco na minha alma. Uma mãe que ganhei de presente da minha mãe. Alguém com quem eu realmente posso contar sempre!

Hoje, vou no Cabaré. Tô com saudade daquela gente. Saudade da folia. Saudade do Marquim. Saudade de mim lá.

 

“... tenho a memória de tudo que existe

tudo que é triste alegre ou não

eu guardo as flores mortas na sala

eu faço sala pro tempo...” (Zeca Baleiro)



Escrito por Anucha às 09h47

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Legal ser gente!

 

Não sei se vou conseguir dizer no pé da letra o que minha mãe disse, ou melhor, escreveu numa folha de papel qualquer, que achei junto aos seus alfarrabos dia desses da mudança.

Mas era algo mais ou menos assim: SEJA GENTE, MAS GENTE QUE TEM GENTE DENTRO. MUITO BOM VER GENTE QUE TEM GENTE DENTRO.

Eu achei isso de uma poesia, de uma delicadeza, de uma profundeza. É só voltar a ler pra você entender. Caramba! Minha mãe linda e inteligente disse, em outras palavras, que gente só é legal se guarda dentro de si carinho, amor por outras gentes. Ela disse que gente que sorri, que é alegre, certamente, é porque tem gente dentro. E isso me tocou sobremaneira.

Aí hoje eu entro aqui pra ver os recadinhos de vocês e me deparo com uma chuva gostosa sobre o meu rosto. Luizinho de Aracaju deixando poesia no meu blog. Ele disse... “É tão bonito quando a gente sente que a gente é tanta gente onde quer que a gente vá; que nunca está sozinho por mais que pense que está.”

Sabe, hoje tinha tudo pra ser um dia especial. Tive uma noite especial ontem. Recebi uma visita mais que especial de duas pessoas especialíssimas. Café, cuscuz, bolo frito (feito divinamente pela Maria), pamonha, petas e um clima muito família no ar. Basta que vocês saibam que eu estava muito feliz.

Depois, ainda fui pra inauguração do Tambo Mambo, um lugar lindo que serve uma pizza deliciosa, uns crepes dos deuses e um chope bem gostosinho. Fiquei na mesa com Amaro e Cristina. Sim, foi uma noite agradável.

Mas hoje... amanheci com a certeza de que preciso fazer algo mais por mim. Não posso dormir e acordar como se nada estivesse acontecendo. Preciso trabalhar, além da assessoria da Fundação. Preciso de grana pra sobreviver. E não posso ficar de braços cruzados acreditando que o a solução vai cair na minha cabeça.

Quem sabe faz a hora, né? To saindo agora pra fazer a minha. Me desejem boa sorte!

 

P.S.: Ah, Clarinha... geralmente, vou pra Raul entre 6h30 e 7h. Não é certo assim, sabe? E nem tá sendo todo dia que eu vou. Quando eu regularizar essa minha situação prometo que serei freqüente e terei você como minha agradável companhia, ok?!



Escrito por Anucha às 09h40

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É fantástico!

 

Fiquei em casa ontem à noite. Aliás, o dia inteiro. Só sai pra deixar a Maria no Boulevard e devolver os dvs, que não assisti porque o controle do dvd não obedecia aos comandos. É mole!? Como dizia a mamãe: “Atrás do pobre corre o bicho”.

Mas, sim... ficando em casa, recebi um presente do Fantástico. A matéria exibida no quadro Ser ou Não Ser, uma das coisas mais inteligentes que a TV brasileira tem mostrado. Matérias que discutem filosofia de um jeito palatável. Ou melhor, entendível mesmo!

Ontem, a discussão era sobre o que é Deus para Spinoza, filósofo que acredita que Deus não criou o mundo, as coisas... Deus é tudo o que está a nossa volta. No que eu acredito piamente. Aí, a repórter, falava sobre bons e maus encontros. O que traz alegria e o que oprime as pessoas. Foi quando eu ouvi uma frase, que logo copiei para ser o mote do post de hoje.

Prestenção...

“ALEGRIA É SIMPLESMENTE A EMOÇÃO DO PRAZER DE ESTAR VIVO”, uma referência clara ao pensamento de Spinoza.

Gente, eu, que estava bem borocochô ontem à noite, dei um pulo da redinha e disse pra mim quase em voz alta: “ANUCHA, SAI DESSA, VAI VIVER, QUE É MELHOR. PÁRA DE LAMENTAR E PARTE PARA A AÇÃO. VIVER É MAIS QUE ISSO”.

Não vou dizer aqui que imediatamente meu estado down evaporou. Mas afirmo que acordei com uma vontade muito forte de me mexer, fazer algo pra sair dessa moleza, dessa inércia mesmo. Sou essencialmente uma pessoa feliz. Dona da Alegria é como já me chamaram aqui. Então, eu tenho é obrigação de perpetuar esse estado de espírito. Por mim e por quem gosta de mim.

Devo admitir que a situação não tá muito boa não, viu? Trabalho, finanças, amizade, coração... Mas já viu DEUS dar uma cruz maior do que a gente possa suportar? Isso não.

Vai doer. Vai sangrar. Vou chorar. Vai sarar. E eu vou sobreviver.

 

“VIVER E NÃO TER A VERGONHA DE SER FELIZ. CANTAR A BELEZA DE SER UM ETERNO APRENDIZ. EU SEI QUE A VIDA DEVIA SER BEM MELHOR. E SERÁ! MAS ISSO NÃO IMPEDE QUE EU REPITA: É BONITA, É BONITA E É BONITA!” Gonzaguinha

 



Escrito por Anucha às 11h23

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Festa lá no meu apê...

 

10h30 da noite. Aluska, Sanka, Cesário. Depois, Amaro. No som, Zeca Baleiro, Los Hermanos, Nana Caymmi, Caetano e Djavan. Nos copos, cervejinha (eu, Amaro e Cesário). Aluska, martini rose. Sanka, só na coca-cola. Nas petisqueiras, patê de atum (que eu mesma fiz e tava delícia!), torradinhas, amendoim japonês, castanha, presunto de peru defumado, queijos e azeitona.

O papo foi diversificado: música, peso da verdade, paixão, fidelidade, amigos, sonhos, músicas que embalaram as pistas nos anos 80 e 90. E agente ainda pagou o mico de imitar a Sanka dançando das danças da época.

Muito, muito divertido. Eu amei a visita. Sabe que horas eles saíram de lá? 4h30 da manhã. Eu já tava dormindo na redinha. Mas tava feliz. Muito feliz. O sonho, alguém e tudo o que tem me tirado o sonho saiu pelo ralo... escafedeu-se, evaporou...

Até hoje de manhã... porque amanheci pensando em tudo o que tem me incomodado. E penso que tenho que ou deletar mesmo... tipo Ctrl+Alt+Del... ou partir pra resolver do meu jeito: chamando na grande. O jeito Anucha de resolver as coisas.

Gente, tô aqui na casa do Amaro, pegando carona na velox dele pra atualizar meu blog. Não vou abusar, não, viu? Só pra controle... hoje, vou ficar em casa, assistir dois filinhos que peguei na locadora: Miss Simpatia 2 e Antes que o dia termine. Será que vou me lambuzar na água com açúcar? Mas não tô querendo pensar, sabe? Quero só desopilar.

Amanhã, tia Jack, Dedila, Pauline, Célio Jr e Pepê vão almoçar lá em casa. A Maria já deixou temperado um pernil de porco e a galinha pra fazer um frito. Vai ter ainda feijão com arroz e saladinha. Estão servidos?

Beijoconas e bom findi pra todo mundo!



Escrito por Anucha às 17h21

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De vidro, o coração...

 

Vocês conhecem essa música do Djavan? Tem uns dois dias que eu to cantando essa música. Uma música linda, por sinal. Porque tem vezes que umas músicas bregas ficam martelando na cabeça da gente, né? O fim da picada...

Mas, sim... “Sem seu amor a vida passa em vão. Se você for, o que é de vidro quebra no meu coração. Seu olhar é lindo. Ver você sorrindo é demais. Por favor, não vai me dizer adeus. Vais me botar a perder. Tenha calma, não se vá meu pop star. Tenha fé. Te prometo vir a ser do jeito que você quer. Um amor de mulher...”

Não é linda, minha gente?! Poxa, você chegar pra alguém cantando isso é dar o testemunho de que ama muito, viu? Legal isso de “vir a ser do jeito que você quer...” Aí, quem quer traduzir tudo ao pé da letra pensa: “Mas como? Mudar em função do outro? Deixar de ser do jeito que se é?” Calma, calma. Não é bem assim. Num relacionamento, ceder é a maior prova de amor. Não ceder total, abrir mão, se descaracterizar. Mas, sutilmente ser flexível. Isso é fundamental em qualquer relação que quer durar.

Por que eu tô falando isso tudo? Nem sei. Tava pensando a respeito ontem à noite. Enquanto toda a minha turma estava na inauguração do Cabaré do Marquim 3, eu estava na redinha assistindo América e tomando leitinho com biscoito. Eu queria mesmo era estar em casa. A Sanka e a Aluska até mandaram msg intimando a estar lá com elas. Mas ontem eu não queria fuá. Queria quietude. Me queria, entendeu?!

Até passei lá no Marquim no finalzinho da tarde, mas foi só pra desejar MERDA pra ele. Ficou em bacana a casa. Vai ser mais legal esse Cabaré. O Luizinho me ligou de BH já. Tomara que esse contato fique sendo mais freqüente. Ele disse que vai fazer um blog. Que faça. Pelo menos assim a gente vai se visitar todo dia.

Hoje, talvez, Sanka, Sayô e Aluska vão cumprir com o prometido da segunda: ir visitar meu apêzinho. Não convidei ninguém. É bom que se diga pra não criar as ciumeiras. Tô lisa e não posso ficar fazendo festa. Quem for por lá vai encontrar aconchego. Já tá bom, né?

Bom, amei os novos visitantes e amo sempre o carinho que vocês deixam por aqui. Me abastece, me revigora, me ilumina!

Pra fechar... nessa madrugada tive um sonho horrível. Pesadelo mesmo. Sabe aquele alguém que me magoou? Pois bem, sonhei que “um fantasma, gente do além” levantava meus pés na cama. Um sonho muito, muito real, sabe? E aí, o alguém estava no quarto ao lado vendo tudo da porta, eu tentava falar e a voz não saia. Desespero. Até que eu consegui ir rastejando até o outro quarto, quando vi alguém escondido. Eu estendia a mão e pedia socorro. Alguém só se escondia. Até que “o fantasma” me puxava pelos cabelos e eu... acordei sobressaltada sem conseguir mais dormir direito. Dizem que os sonhos dizem muito do real, né? Fiquei apavorada quando acordei e me lembrei do sonho...



Escrito por Anucha às 10h49

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Tudodebom.com.br

 

Foi assim meu almoço com a Cacha. Peguei ela no Centro e levei pra minha casinha. Maria tava meio trombuda. Mas nem isso tirou o brilho desse encontro. Ela pediu toalha, banhou no meu banheiro, ficou cheia de dedo de ficar no meu quarto... e eu: “Nã nã nã nã não, pode ficar aqui!” Depois, dei camisolinha pra ela vestir e fomos rangar. Comidinha gostosinha, suquinho de abacaxi e depois, de sobremesa, nem foi sorvete... foi mesmo um pedaço do bolo do meu prefeito. Sim, bolo de aniversário do Sílvio Mendes foi a sobremesa. E ela adorou! Unf... Aí, a gente ficou na minha cama, liguei o arcon e bate papo dos bons rolou ali. Contei pra ela uma coisa que está me afligindo muito nos últimos dias. E ela, como boa ouvidora e boa conselheira, me deu bons toques. Foi muito legal. Quero mais...

Ah, depois que a deixei de volta pra pegar o carro dela, o Luizinho ligou e fui encontra-lo no Teresina Shopping. Enquanto ele almoçava, a gente ficou de converse. O Zé, o Felipe (filho do Luizinho) e a Ceiça (mulher do Zé) também estavam por lá. Foi legal demais. Lembrei dos velhos tempos em que a gente trabalhava no MN e nas folguinhas ia passear pelo shopping, pelo centro, pelo comercial carvalho. Ô, tempo bom! Ê, saudade que bate no meu coração...

Eita, que ontem foi dia de café com as meninas. Que café, que nada. Ontem, pela primeira vez, fizemos uma vinharada. Kkkkkkkkkkkkk... Tomamos todas. Queijos, pastas e vinho. Ora um merlot, ora um cabernet, no final um do porto. Uma misturada sem fim. Mas teve conversa tipo contação de segredos, teve conversa séria, teve conversa boba, teve conversa picante... eita, que hoje amanheci com uma ressaca! Já bebi dois copos dos grandes de água e sei que vai ser o dia todo assim. Parecendo que tô em alto mar, tudo mareado...

Lilane, Laline, Vanessa, Roberta e Nilsa... bacana demais esses nossos encontros. Juliana e Carina, vocês fizeram falta.

Hoje, quero falar de uma coisinha aqui... Acho que alguém não sabe, mas me magoou. Sabe aquelas situações que você diz algo de bate-pronto, na lata, sem pensar e aquilo bate como um soco na boca do estômago de outra pessoa? Você já passou por isso, não? Pois é... eu sou dona de fazer isso. Vivo, sem querer, magoando as pessoas pelo meu jeito intempestivo, dizendo as coisas sem pesar antes de dizer, sabe? Pois bem, aconteceu às avessas. E eu não tô sabendo contornar a situação. E quanto mais o tempo passa, mas difícil fica de conversar, resolver. Acho mesmo que, nessa situação específica, o melhor é deixar o tempo agir. O Senhor da Razão vai dar o jeito dele. E como bem dizia a Corrinha (pra quem não sabe ainda... é como eu chamava a minha mãe, que está no andar de cima...): “AQUILO QUE VOCÊ NÃO PUDER ESQUECER, PERDOE. AQUILO QUE VOCÊ NÃO PUDER PERDOAR, ESQUEÇA!” Só o tempo mesmo.



Escrito por Anucha às 10h23

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