SOBRE MIM


Leonina de 34 anos bem vividos. Nasci em Salvador, mas amo Teresina. Cidade onde moro e quero viver os meus dias bem felizes. Uma mistura de Pollyana com Peter Pan. Vivo em "Busca da Terra do Nunca" achando que tudo acontece para o meu bem. Faço aqui minha catarse e minha terapia. Tenho me refeito a cada dia com minhas próprias reflexões. Sou uma criatura alegre e feliz. Meu maior sonho: SER MÃE!




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"Entrego
Confio
Aceito
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(Hermógenes)




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Se eu tivesse mais alma para dar, eu daria. Isso para mim é viver!





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Bem rapidim...

 

Afe, que eu tô feliz demais da conta!

Tanta gente boa entrou no meu blog de ontem pra hoje, deixou comentário e encheu meu coraçãozinho bobo de alegria. Vocês num têm idéia de como eu vibro aqui lendo os comentários. Faço festa mesmo, como se tivesse com cada um na minha frente. Lindo isso...

Mas ontem foi um dia muito bacana também... tive um papo com o Amaro, meu Bruxo, através de mensagens pelo celular. E vocês hão de perguntar: “Como pode isso?” É que ele não precisou dizer muito. Disse uma palavra, que serviu pra eu ter uma conversa daquelas mais que proveitosas com alguém, que precisava ouvir umas coisas pra que a gente se desse melhor, sabe?

Me enrolei toda, né? Mas é que existem coisas que não precisam ser ditas. Só comentadas. Pra que vocês saibam que alguém me ajudar a ficar melhor com alguém. Amizade é coisa ímpar mesmo!!! E olha que eu não tinha por que ser amiga do Amaro. Ele é 10 anos mais novo que eu; o conheci através do Hermano; não freqüentávamos os mesmos ambientes... Mas ele é filho de dois dos que foram os melhores amigos da minha mãe: Zé Amaro e Daisinha. Amizade linda de se ver, sabe? Amor mesmo! Aí, como bem disse o Zé Amaro, um dia desses: “Isso é coisa da Socorro Melo lá em cima, mexendo os pauzinhos pra gente se encontrar de novo!”

Mas hoje eu tô numa ansiedade que só vendo... Vou receber minha irmã pela primeira vez na minha casinha. Ela vai almoçar um assado de panela com feijão com arroz e uma saladinha só pra fazer de conta, sabe como é? E eu vou servir depois um bolo formigueiro de padaria com sorvete por cima. Será que tá bom? Talvez o melhor do menu seja o monte de beijo e carinho que eu tenho pra fazer nela. Será que vai ser bom? Depois conto tudo.

Ah, ontem na caminhada encontrei a Kaká e ela ficou de ficar caminhando comigo. Tomara! Acho que vai ser muito bom pra gente, pra reatar a amizade que foi linda no passado. E pode, sim, ser acarinhada de novo. Olha aí eu e a Sayô! De noite, tava assistindo tv na redinha quando liguei pra Aluska, que deixou recadinho no meu cel... Batemos um papinho legal e selamos mais um pouquinho essa amizadezinha que começa e bem. Tô feliz, Lululinda!

Ah, Sanka, diz pro Cesário aparecer lá dia desses, ora!

Ei, Loba, sei que você “olha” por mim...

Fiu fiu, Clarinha, vc devia ter ido...

Psiu, gente que freqüenta meu blog, adoro essa verborragia que deixou aqui pra vocês todo dia. E minha internet está a caminho lá de casa... de jegue, né? Mas ela chega. Beijoconas pra todo mundo.



Escrito por Anucha às 10h17

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Triplamente feliz!

 

Eu deveria voltar a ser superlativa como era quando adolescente e como vi alguém (você, Lulu!) sendo ontem e me deu uma inveja danada. Das boas, né? É legal isso de exagerar nas emoções. Afirmar que algo é mais importante do que é de fato. Ou dizer que aquilo que aconteceu foi definitivo na minha vida. Ou ainda falar que alguma coisa foi

m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a!!! Eu era assim. Ainda sou. Mas menos. Muito menos. A vida vai barrando a gente. Talvez a maturidade. Talvez as dores. Talvez a queda.

Mas como diz a Aluska... “eu num sou nem de vidro”, ora! Posso cair e levantar. E continuar a caminhada mais forte. Mais corajosa!

Pois bem... tudo isso é pra dizer o quanto me fez bem a saída de ontem. Peguei a tropa: Amaro, Sayô e Marquim. Na chegada, já encontramos com a Aluska, a Lululinda. (Irei me deter mais sobre ela já já...) Aí, logo chegou a Aline, a Sanka e o Naka e o Sandro depois. Será que tava ruim essa mesa. Colamos do lado do “palco” onde o Luizinho tava cantando. Rimos muito, conversamos muito, cantamos muito, nos divertimos muito. Eu tava precisando de uma noite assim. Tava abafada. Tava angustiada. Tava precisando de um catalisador. Obrigada meus queridos!

Sobre a Aluska... entrei no blog dela, Quarto da Luluzinha, nem me lembro mais quando. Mas sei que foi nessa onda de entrar num blog e ficar pulando de link em link atrás de um canto interessante pra ler e comentar. Não é assim que funciona? Entrei naquele “quarto” e me senti em casa. Redinha na varanda, pés livres a dedurar a dona, que é alegre e linda! Me encantei com tudo. Especialmente com o jeito dela escrever as coisas que lhe acontecem. Fiquei voltando sempre. Tipo batendo ponto. Qual minha surpresa ao descobrir que ela morava na mesma cidade que eu. Quase no mesmo bairro. E que conhecíamos pessoas em comum. O mundinho ovo esse nosso. Que bom. Pois bem, ela passou a comentar no meu blog e daí surgiu a vontade de nos conhecermos. Ela passou a ir no blog das minhas amigas, Sayô e Sanka, e elas retribuíram a visita. Ontem, a gente se encontrou e se encantou (diga-se de passagem). As quatro juntas e já combinando a próxima saída. Na verdade, um encontro lá em casa na próxima sexta. Certamente, vamos ter muita história pra contar nos nossos blogs no final de semana. Talvez a Sanka conte com uma música. Talvez a Sayô use um texto bem bacana. Talvez eu fique nesse falatório sem fim. Mas a Aluska, a minha Lululinda, certamente, vai fazer um daqueles diálogos espetaculares, de fazer a gente babar, né não?!

 

E SÓ PRA CONTROLE...

DÊEM UMA PASSADA NO FLOG!

TEM UMAS FOTOS BEM LEGAIS LÁ!

Pra sentir o gostinho...

Olha aí, Monquita!

Em sentido horário:

Aluska, Sayô, Sanka e eu...



Escrito por Anucha às 11h20

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Eu estou desconectada...

 

Não tem coisa ruim na vida de quem se acostuma com a Internet do que ficar sem internet. É o mesmo se me obrigarem a ficar sem celular. Acho que despiroco de vez!

Mas, bem... desde que levei meu computador lá pro apartamento novo, terça passada, estou sem internet. É que lá pras bandas onde moro não tem velox, é mole?Aí, tenho que cancelar minha linha, comprar uma nova e esperar ser instalada. Acho que nessa semana tudo volta ao normal. Com uma diferença: eu sem velox, voltando pra internet discada. Ô, saco do cara...

RECAPITULAGEM RÁPIDA... Quinta dei uma passada rápida no Cabaré do Marquim. Tava levando falta lá a três por quatro. Tinha uma mesa maravilhosa lá: SAYÔ, DANDINHA, ANINHA, JANA, LIS, GEYSA, CÍNTIA... e eu fiquei peruando lá e na mesa da Aline e da Liana, onde chegaram depois Amaro e Bebê. A Telminha também estava lá. Mas na cozinha. Onde fiquei pouquíssimo. Saudade da nossa turma. Será que tudo passa mesmo? Unf!!!

Na sexta, baixo astral total. Meio triste com o distanciamento da minha irmã, chateada com o meu chefe, trabalhei a tarde inteira, cheia de conta pra pagar e sem grana pra fazer, saudade de alguém pra acarinhar meus pés... Fiquei em casa, deitei na minha redinha da varanda, tomei duas doses de campari, atendi duas ligações supercarinhosas do Marquinho, do Amaro e da Carina, chorei baixinho e fui dormir.

No sábado, fiz faxina no meu quarto, rearrumei o guarda-roupa, fiz um brownie de caixa delicioso e quando tava lavando as louças, a Sayô ligou. Tava com seis long necks no carro e uns petiscos pra brindar o apê comigo. Pense numa tarde massa! Conversamos muito, bebemos todas, andamos mensagens pra quem está longe e a gente sente saudade e apertamos mais ainda o nó da nossa amizade. Amo a Sayô! Depois de nos encantarmos com o pôr-do-sol da varanda lá do apê (LINDA VISÃO, GENTE!), ela foi embora. A Sanka ainda ligou dizendo que ia... e me deu o bolo. Destáaaaaaaaaaaaaaa...

De noitinha, liga o Amaro. Ele, a Bebê e a Aline foram bater lá. Mais cervejinha, mais petisquinhos, mais brindes à amizade. Sou uma afortunada mesmo. Mas foi muito legal. Ficamos ouvindo os novos cds do Zeca Baleiro e do Los Hermanos, QUE EU ME DEI DE PRESENTE, PORQUE MESMO SEM GRANA, EU MEREÇO! Foi uma noite e tanto. Eles me alegraram e muito. Sabem disso. Ficamos sentados no chão e rindo muito. Que bom que eles apareceram!

Acordei no domingo com o canto dos passarinhos na palmeira da carnaúba, que fica em frente à minha janela. Lindo despertar! Fiz banho de lua (eu mesma, sabe?!), tomei aquele banho e fui almoçar na casa da Aline. Como sempre, um programa agradabilíssimo. Adoro a companhia do Seu João e Dona Jesus. No final, bati um papo legal com a Aline. Tinha tempo que a gente não conversava e ela entendeu minha ausência. Amigo é isso aí! Saí de lá, passei na casa da Carina, dei o colo que ela tava precisando e corri em casa pra me arrumar e sair logo pra buscar o Luizinho no aeroporto.

Feliz encontro. Saímos de lá pro Badauê. Eu, ele, Nilza, Zé e o filho do Zé. Luizinha, filha do Luiz, chegou depois. Ele se acabou de comer caranguejo e a gente matou a saudade dele. Adoro o Luiz. Ele me lê só de me olhar nos olhos. Ficamos de conversar e muito. Ele fica aqui até quinta. Vamos arrumar o tempo pra nos atualizarmos sobre nós.

Indagorinha, fui ali fazer uma coisa que só eu poderia fazer por mim. Mas não foi número 2, não, gente! Fui levar meu currículo pra alguém que ficou de olhar com carinho. Eu disse: “VIM PORQUE ESTOU PRECISANDO, PORQUE ACHO QUE POSSO SER ÚTIL E PORQUE ACREDITO QUE VOCÊS TEM ONDE ME ABSORVER AQUI”. Falei e disse, né? Mas agora preciso da “Corrente do Bem” de vocês. Vamo lá, todo mundo pensando positivo para conspirar a favor... Devo agradecer aqui o convite que o Luciano Nunes me fez, da tal palestra na sexta. “Nascidos pra vencer”, com Rogério Caldas. Um empurrão e tanto pra quem precisava, como eu, agir por mim!

Pra finalizar, um convite:

VOCÊ QUE É DE TERESINA NÃO PERCA HOJE A PARTIR DAS 21H30 NO CHOPIZZA DO JOCKEY CENTER, NA HOMERO CASTELO BRANCO, TEM ANFITRIO COM LUIZINHO DE ARACAJU.

 UM REVIVAL DAS FAMOSAS SEGUNDAS-SEM LEI. TEM UMA GALERA COMBINANDO PRA IR. EU, SE FOSSE VOCÊ, NÃO PERDERIA. VOU ESTAR LÁ. ESPERO VOCÊS.

 



Escrito por Anucha às 10h41

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EU QUERIA TANTO LHE DIZER...

 

Anteontem à noitinha, recebi um telefonema cujo número não reconheci no visor do celular. Do outro lado, a figura disse “tudo bom, Anucha” e eu não reconheci a voz. Aí, ele emendou: “Talvez você se lembre se eu cantar... ‘EU QUERIA TANTO LHE DIZER DA MINHA SOLIDÃO, DA MINHA SOLIDEZ, DO TEMPO EM QUE ESPEREI POR MINHA VEZ, DA NUVEM QUE PASSOU E NÃO CHOVEU...”

Fui nas nuvens! Era o Luizinho de Aracaju. Um amigo querido. Uma figuraça, que morou em Teresina um tempo e hoje mora em Belo Horizonte. Viu, Loba, ele mora aí... É chefe do departamento comercial dos Correios para a Região Metropolitana da Grande BH. Mas, sim, ele é cantor e compositor também. E quando morava aqui tinha uma banda chamada Anfitrio, que tocava toda segunda no Chopizza do Jockey Center. Na SEGUNDA SEM LEI.

Pois bem... em 98, uma turma bacana demais frequentava assiduamente às segundas do Chopizza. E eu lá... passava por um momento especial da minha vida, meio de transição e a música entrava por todos os poros com um efeito curativo mesmo. O Luizinho foi muito responsável por isso.

Aí, rompendo uma timidez absurda, eu levantava da cadeira e ia cantar com ele algumas músicas que combinávamos antes. Porque nós trabalhávamos juntos no Jornal Meio Norte. Tinha uma música em especial que a gente cantava, que fazia muito sucesso. O povo aplaudia meeesssmo! Do Orlando Morais, marido da Glória Pires. Foi eu quem apresentou “A Montanha e a Chuva” pro Luizinho. E ele se apaixonou.

Encurtando conversa. Há dois anos, eu recebi um telefonema de Minas Gerais e do outro lado aquela voz conhecida disse assim: “Pode falar? Pode ouvir?” Respondi que sim. Aí, longe, eu ouvi: “EU QUERIA TANTO LHE DIZER...” Era o Orlando Morais cantando e o Luiz botando pra eu ouvir. Aí, o Luizinho disse: “Tô no show ele aqui em BH, depois vou ao camarim e vou contar a ele a nossa história com essa música e botar ele pra falar com você.” Dito e feito. Minha pernas ficaram bambas, mas eu falei com o autor de uma das músicas mais lindas pra mim.

No ano passado, eu tava no maior baixo astral, quando uma voz feminina ao celular disse: “Ouça aí!” E do outro lado eu reconheci a voz do Luiz cantando a “nossa música”. Ele tava num barzinho em BH e colocou uma amiga pra ligar pra mim enquanto ele cantava. Cai num choro. Ele falou comigo depois e eu só chorava. Emocionada, triste e feliz.

No próximo domingo, ele vai desembarcar aqui para uma visita rápida de três dias. Me ligou anteontem pra dizer que quer descer do avião e ir comer caranguejo. Na segunda, a Nilsa já combinou com o Zé Rodrigues. Nós vamos fazer um revival do Anfitrio na Segunda Sem Lei. Quem tiver a fim de boa música e um astral legal é só aparecer. Eu vou estar lá e de hoje até segunda estou treinando no chuveiro... EU QUERIA TANTO LHE DIZER!!!

Mas... comentando a letra da música... volta lá em cima... bem que ela se aplica ao meu momento atual, hein?

SOLIDÃO / SOLIDEZ / MINHA VEZ / NUVEM / CHUVA...

A música termina assim... “ANOITECE A MINHA ESPERA, AMANHEÇO A TE ESPERAR...”

 



Escrito por Anucha às 11h53

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A PAZ QUE TRAGO EM MEU PEITO

Autor desconhecido

A paz que trago hoje em meu peito é diferente da paz que eu sonhei um dia...
Quando se é jovem ou imaturo, imagina-se que ter paz é poder fazer o que se quer, repousar, ficar em silêncio e jamais enfrentar uma contradição ou uma decepção.
Todavia, o tempo vai nos mostrando que a paz é resultado do entendimento de algumas lições importantes que a vida nos oferece.
A paz está no dinamismo da vida, no trabalho, na esperança, na confiança, na fé...
Ter paz é ter a consciência tranqüila, é ter certeza de que se fez o melhor ou, pelo menos, tentou...
Ter paz é assumir responsabilidades e cumpri-las, é ter serenidade nos momentos mais difíceis da vida.
Ter paz é ter ouvidos que ouvem, olhos que vêem e boca que diz palavras que constroem.
Ter paz é ter um coração que ama...
Ter paz é brincar com as crianças, voar com os passarinhos, ouvir o riacho que desliza sobre as pedras e embala os ramos verdes que em suas águas se espreguiçam...
Ter paz é não querer que os outros se modifiquem para nos agradar, é respeitar as opiniões contrárias, é esquecer as ofensas.
Ter paz é aprender com os próprios erros, é dizer não quando é não que se quer dizer...
Ter paz é ter coragem de chorar ou de sorrir quando se tem vontade...
É ter forças para voltar atrás, pedir perdão, refazer o caminho, agradecer...
Ter paz é admitir a própria imperfeição e reconhecer os medos, as fraquezas, as carências...
A paz que hoje trago em meu peito é a tranqüilidade de aceitar os outros como são, e a disposição para mudar as próprias imperfeições.
É a humildade para reconhecer que não sei tudo e aprender até com os insetos...
É a vontade de dividir o pouco que tenho e não me aprisionar ao que não possuo.
É melhorar o que está ao meu alcance, aceitar o que não pode ser mudado e ter lucidez para distinguir uma coisa da outra.
É admitir que nem sempre tenho razão e, mesmo que tenha, não brigar por  ela.
A paz que hoje trago em meu peito é a confiança naquele que criou e governa o mundo...
A certeza da vida futura e a convicção de que receberei, das leis soberanas da vida, o que a elas tiver oferecido.
Às vezes, para manter a paz que hoje mora em meu peito, é preciso usar um poderoso aliado chamado silêncio.
É bom lembrar de usar o silêncio quando ouvir palavras infelizes.
Quando alguém está irritado.
Quando a maledicência te procura.
Quando a ofensa te golpeia.
Quando alguém se encoleriza.
Quando a crítica te fere.
Quando escutas uma calúnia.
Quando a ignorância te acusa.
Quando o orgulho te humilha.
Quando a vaidade te provoca.
O silêncio é a gentileza do perdão que se cala e espera o tempo, por isso é uma poderosa ferramenta para construir e manter a paz.

 

Por que eu escolhi este texto hoje? Porque é exatamente assim que eu me sinto hoje. Não estou muito próxima dos meus amigos. Estou mais recolhida no meu cantinho. No meu novo cantinho. Mas sinto que essa é uma atitude certa para quem está querendo entrar em nova transformação. Sabe aquela história da borboleta que só vira borboleta depois que sai do casulo? Pois então. Sinto-me dentro de um casulo. E acho que, quando sair daqui, serei uma linda e delicada borboleta. Topam pagar pra ver?

Ontem, tive mais uma mãozinha do Amaro na minha mudança. Aliás, diga-se de passagem, foi o único amigo que disse em outras palavras: SOU PAU PRA TODA OBRA! Não precisei pedir a ele qualquer coisa... ele estava aqui quando precisei. Bravo, Bruxo!

Pois então... fomos desmontar a bancada do computador e o computador pra trazer pra cá pra minha casinha. Trabalheira, viu? A Maria ajudou. Aí, depois de tudo montado, fui levá-lo no Vivenda e quase morro de vontade de descer pra tomar só uma gela. Tava cansadaça e queria um empurrãozinho pra dormir. Lembrei que tinha suco de maracujá na geladeira. Voltei atrás...

Depoi, fui dormir. Depois de voltar às caminhadas e ter a excelente companhia do conselheiro e presidente do TCE Luciano Nunes na caminhada, eu merecia o sono dos bons.
 

 



Escrito por Anucha às 09h08

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Lar doce lar!

 

Sim, já estou em casa. Mudança rápida ontem. Eu, Maria, Amaro Filho, Ricardo (porteiro do Boulervard– onde morava com a Natacha) e mais dois caras, que o Beto me arrumou pra ajudar na mudança. Depois de colocar mais ou mesmo tudo no lugar, tomamos umas geladinhas, Maria fez comidinha pra nós e aí fui deixá-los em casa.

Na volta, só em casa. Sensação estranha, viu? Mas muito legal. Eu to curtindo muito isso tudo.

Dormi cedo, quartinho friozinho, escurinho... acordei na hora do Tenta Ganha e terminei nem vendo. Quis lavar umas louças pra quando a Maria chegasse não visse a cozinha bagunçada. Ela foi com a Tia Jack e a Dedila, que foram me visitar. Legal! Minha primeira visita. Maria fez uma comidinha, depois passou pano na casa, enquanto eu arrumava o quarto de estudo. Por enquanto ta mais ou menos no lugar. Ainda tenho muito o que organizar. Mas é com o tempo.

Aí, inventei de fazer um bolo daqueles de saco, sabe? Sabor Maracujá. Ficou fofinho, mas não tão gostosinho. O de maracujá não presta não, viu, Sayô? Talvez seja melhor a gente chamar a Sanka pra fazer o bolo de passas pra gente comer com café. Que tal?

Explico: ainda não levei o computador, nem tv, nem dvd. Ta tudo aqui no meu quarto. Imagina aí... tô sentada numa almofada, com o computador todo no chão e o teclado ta em cima de uma caixa enquanto eu digito. É mole?

Bom... por hoje é só. Talvez depois da caminhada amanhã eu volte aqui pra atualizar mais um bocadinho, ta?

O que quero que fique aqui é uma coisa só:

MORAR SÓ É BOM DEMAIS!



Escrito por Anucha às 18h28

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Contagem regressiva...

 

Não. Não me pergunte se eu estou plenamente feliz. Porque eu não estou. O fato de estar saindo da MINHA CASA não é lá uma sensação muito bacana de sentir. Não consigo nem olhar nos olhos da minha irmã direito. Tô sensível demais. Chorosa demais. Com saudade demais.

Esta é a penúltima noite que passo aqui antes da minha mudança pro Harvard. Sim, é este o nome do meu edifício. Aí, eu fico olhando pro meu quarto, minhas coisas, minha desorganização organizada. Como disse uma vez o Flavinho: Meu quarto é muito bem resolvido!

Hoje à tarde, fui lá no apê arrumar meu guarda-roupa. Roupas, cabides, sapatos. Agora, tô aqui com uma dor nos quartos (aqui no Piauí, quer dizer: dor nas costas, na região lombar)!!!

Agora, vou terminar de empacotar mais umas coisinhas aqui: livros, cds e minha baguncinha aqui da bancada do computador. E depois vou tentar descansar o corpo, viu, gente! Porque amanhã tem Daniela Mercury no Pão Music. Fui convidada pro Lounge e tô querendo ir, viu? Já convidei até o Marquim pra ir comigo. Mesmo tendo que fazer mudança de casa na manhã seguinte bem cedinho...

Queria deixar vocês com um texto bem legal. Mas o quê? Já sei... Uma poesia do H. Dobal, um poeta piauiense da melhor estirpe. Vou pegar uma do livro novo que ganhei do Cineas Santos: “H. Dobal, Poesia Reunida”.

 

SOUVENIR DE LA MALMAISON

 

Habitamos uma casa

cercada de silêncio.

Plantamos na casa

o tempo comum:

a manhã da gaivota

a tarde do corvo

e a noite que é nossa.

 

No silêncio da casa

vão crescendo as safras

do que plantamos:

o crepúsculo da manhã

o crepúsculo da tarde

o gemido da gaivota

o grito do corvo

o medo da rosa:

a hora turva ou clara

em que descobrimos

o nosso tempo.

 



Escrito por Anucha às 21h58

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Aula de hoje -

INTERPRETAÇÃO DE TEXTO

 

QUESTÃO ÚNICA: Leia o texto abaixo

e ajude a questionar.

 

Anseio

Destro

A vida se encarregou de fazer a arte

Escreveu tudo com tinta muito colorida

Trouxe a brisa

Levou o sossego

 

Ficou a saudade

 

Toda vez que ela bate em minha porta

Pergunto-me se devo mesmo abrir

Se preciso desta rotina tão incerta

Que é não saber o momento depois do agora

 

De viver por derradeiro instante

 

Sou feito de vida

Que reside em meu corpo útil

Um sentimento vital...

 

...Continuarei indefinidamente

 

Mas quero todas as definições

Preciso daqueles pontos finais, afinal

Não quero ser mais reticente

Desdesejo ser o último ponto de suas reticências

 

Serei a interrogação mais concreta de sua vida

 

Para que se pergunte sempre

O que somos definitivamente

E que se responda todas as vezes

Que somos perfeitos

 

Feitos um para o outro.

 

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Escrito por Anucha às 23h43

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CONTINUANDO... 

 

Não podia deixar passar em branco esse poema do DESTRO. Me tocou profundamente. Como, de resto, acontece a cada visita que faço ao blog dele, que vocês deviam conhecer. É só clicar em cima do nome dele aí em cima.

Por que me tocou?

Brisa não seria sinônimo de sossego? Pra mim, não. Não foi e não será nunca.

 

Não gosto muito de rotinas. Gosto da novidade, de me lançar no desconhecido e ver qual é. Mas confesso que me dá ansiedade não saber do momento depois de agora.

Também sou feita de vida, Destro. E é vida que eu busco quando me lanço no desconhecido. Feito uma gaivota solta no ar.

Mas essa história de ser reticente me doeu. Temo ser isso na vida de alguém. Não gosto de indefinições. Resolvo tudo logo. Ontem. Tenho um sentimento de urgência, que às vezes me irrita. Mas é meu.

O que seria ser uma interrogação concreta na vida de alguém? Ai, que minha espinha esfria de me imaginar sendo isso. Apenas isso. Nada mais que isso. E o pior: uma interrogação sem resposta objetiva nenhuma.

Eita, que o Destro tem esse condão. Já disse isso a ele. Me faz parar nas estrofes como se procurasse o que de mim se lê ou se escreve ou se parece ou se define ou se confunde.

Já deu pra perceber que a cabeça tá dado um nó, né? Daqueles nós cegos, que só sabe desatar quem deu. Mas, em hipótese nenhuma, quem deu não vai desatar esse nó. Porque quem quer e vai quebrar a cabeça sou eu. Até afrouxar as pontas da corda e desfazer o que parecia ser pra sempre: “um nó grode”, como dizia minha Bisavó Maroca, quando queria dizer que algo era muito, muito difícil!

Recado final: fico impressionada com a quantidade de visitas diárias nesse blog. É impressionante o número de pessoas que entram aqui, dão uma espiadinha e saem sem dizer a que veio. Quero dizer... escrevo pra mim, sabe, gente? Já disse isso. Mas, não posso deixar de considerar que é muito legal abrir o blog de vez em quando durante o dia e ficar vendo que fulano, cicrano e beltrano já passaram e já “afagaram minha alma”. Agora, vê se pode... Até essa hora (23h40) passaram por aqui 110 pessoas e apenas três disseram “oi” pra mim. Acho chato isso! Fico triste. Talvez eu esteja tão chata, que até vocês tão sem graça pra comentar. Ou talvez, esteja exigente demais. Ou ainda, vocês se cansaram dos meus blá blá blá blás....



Escrito por Anucha às 23h43

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Escavaram um tesouro... e nos deram de presente!

 

Ontem, eu passei um dia diferente. Acordei cedo e fui com a Nêga no apê levar minha malona de roupa. Depois, passei na casa do Ernane e da Andreza pra pegar o contrato e depois peguei o Marquim pra almoçar. O Sandro acabou indo pra lá. Um lugar bacaninha chamado Maresia, perto do Posto 6, e de comidinha caseira gostosinha mesmo. Tomamos uma cervejinha, comemos sarapatel e picanha. E o Sêu Cocada ainda passou pra fazer a gente babar e cair de boca, claro, com as cocadinhas dele.

De lá, fui na casa da Tia Inêz me despedir dela. Tivemos uma conversa boa mesmo. Ela em me orientado bastante. Aliás, sempre foi assim. E eu tenho isso como um tesouro na minha vida. Fui pra casa passando mal do tanto que eu comi. Acho que ando descompensada...

Mas de noite... fiz um programa maravilhoso. Liguei pra Sayô e fomos, eu, ela e o pai dela Elias do camarão, para a reinauguração do Rex. Vou contar rapidinho aqui pra quem não é de Teresina. O Rex foi um antigo e lindo cinema da cidade. Como é no centro da cidade, acabou virando cinema de filme pornô. Aí, uns empresários de Recife arrendaram o prédio e transformaram numa casa de shows, numa das praças mais lindas de Teresina, a Praça Pedro II.

Poxa, mas ficou muito lindo lá! Ambiente antigo com ares novos. Tudo muito bem cuidado. Imagina que até o porteiro é vestido a caráter, com aquelas roupas de porteiro de cinema de filme antigo, sabe? Com luvas brancas, jaquetão com botão de ouro, tudo preto e branco... Um charme!

Tava todo mundo lá. A nata da sociedade teresinense. Gente bacana. Gente fresca. Gente querendo aparecer. Gente querendo encontrar com gente. (Eu tava nesse meio aí!) Encontrei com muitos colegas jornalistas. Matei a saudade. Encontrei com a Cíntia Silveira. Conversamos potoca. Encontrei o Fábio Polar. E ele me fez uma proposta de parceira num lance acolá, que se der certo... voc~es vão ouvir muito falar!

Tomei umas três doses de Joãozinho Caminhador... Huummmm, mas é bom uísque bom! E saímos de lá, eu e a Sayô, caminhando pela Avenida Antonino Freire (que, para quem não sabe, é a menor avenida do Brasil e fica na frente do Palácio de Karnak, sede do governo do Estado do Piauí). Meu carro ficou estacionado distante e a gente, com os pés latejando do salto alto, conversávamos sobre a gente. Como eu gosto da Sayô!!!

Só pra controle: eu tô bem, viu, gente!? Vou saber deixar a vida me levar pra onde ela quiser. Seguir a direção de uma estrela qualquer...



Escrito por Anucha às 10h19

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