SOBRE MIM


Leonina de 34 anos bem vividos. Nasci em Salvador, mas amo Teresina. Cidade onde moro e quero viver os meus dias bem felizes. Uma mistura de Pollyana com Peter Pan. Vivo em "Busca da Terra do Nunca" achando que tudo acontece para o meu bem. Faço aqui minha catarse e minha terapia. Tenho me refeito a cada dia com minhas próprias reflexões. Sou uma criatura alegre e feliz. Meu maior sonho: SER MÃE!




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"Entrego
Confio
Aceito
Agradeço"
(Hermógenes)




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Se eu tivesse mais alma para dar, eu daria. Isso para mim é viver!





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Saragomberá pra todos aqui!

 

Anteontem, uma pessoa muito querida minha foi pro andar de cima. Trata-se do jornalista Luiz Bello, 83 anos, mineiro que adotou o Piauí como morada apaixonada. Um jornalista apaixonado. Leitor da notícia. Fazedor da notícia. Quando comecei no colunismo, que nunca aceitei que fosse simplesmente social, ele foi um dos meus principais e mais especiais colaboradores. Foi através do Cláudio Barros, outro precioso colaborador meu, que eu o conheci. Ele ficava me mandando notinhas e comentários sobre política, economia e comportamento. Tudo muito rico de informação. Aprendi muito com ele. E ele me ajudou a fazer muita gente ler o que realmente interessa.

O Bello morreu de câncer depois de ter curtido a vida por um ano numa colônia de pescadores na Praia do Coqueiro. Porque ele não admitia morrer simplesmente num leito de hospital sem ter vivido sua vida simples. Morreu feliz certamente.

Lembro-me da oportunidade em que eu o entrevistei na sua simples casa no Acarape. Que aula eu recebi. Que vida eu pude absorver. Que cabeça eu pude usufruir.

Pois bem, isso tudo é pra dizer que encontrei nas minhas bugingangas, no que eu estou arrumando pra guardar pra vida toda, a cópia de um mail dele pra mim. Questionei-o sobre a palavra Saragomberá, que ele usava sempre que ia despedir-se num mail. E ele respondeu: “Garimpei essa palavra numa passagem de Os Jagunços, de Afonso Arinos, onde o grande prosador descreve as festas do divino no sertão... Olá, cidadão, saragomberá!”. Desde então, adotei saragomberá como uma saudação que todos podemos usar nos momentos de alegria e bom humor. Pertence à nossa língua, é sonora e eufônica”.

Noutro mail, que também guardo a cópia, Bello falava da estranha alegria e paz de espírito quando lia as “nossas notas” na coluna. “Elas me trazem lembranças e me levam a perguntar a mim mesmo: ‘LEMBRANÇAS SÃO ALGO QUE A GENTE GUARDA, OU ALGO QUE A GENTE PERDE?”

Deixo vocês com essa pergunta. Tipo os questionamentos do Pinho. Tipo as intrigantes perguntas da Loba. Mas também o simples desejo de fazer você pensar na sua vida. Como eu tenho pensado e muito na minha!

Ah, hoje de manhã, fui com a Liciane fazer a lista do meu chá de casa nova lá na Casa das Linhas. Ela foi muito bacana comigo, como sempre, né? Poxa, tudo tão lindinho. Chega eu fiquei com mais vontade do tempo passar logo e eu já me ver lá no apêzinho novo. Já marquei o dia. Será 6 de agosto na Casa das Botelhas. Agora, só falta arrumar grana pra os comes e bebes. Eita, ferro!



Escrito por Anucha às 14h46

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O QUE EU SOU!!!

 

Ainda no clima do post do dia 10 de julho... uma linda imagem que “roubei” (tipo a Ladra do Bem) do blog da Nanda:

 

 

 

Afe, gente... quando eu li isso aqui eu disse pra mim mesma: A MINHA VIDA É O QUE EU ACREDITO!  E pronto. O papo com a Amélia ainda hoje rende. O momento de ser feliz é agora. Mas é claro que as conseqüências dos nossos atos, das nossas escolhas podem trazer dor e sofrimento. Mas, como questionou a Loba lá no blog dela, AMAR NÃO É SOFRER? Respondi que sim. Não vejo a vida como uma estrada toda ladrilhada e com margens cheias de jardins. Enxergo a minha vida como uma trilha cheia de relevos, pedregulhos, bosques, córregos, lamaçal, espinhos, riachos, pastos verdes... Não seria legal pra mim, que detesto monotonia, se fosse diferente disso.

Claro que sigo regras de conveniência básicas (porque sou uma moça educada) para se viver em qualquer sociedade. Claro que me preocupo (lá longe, devo admitir!) com o julgamento alheio, especialmente dos que estão mais próximos. Claro que espero que a maioria das pessoas me respeitem e me achei gente boa (porque eu sou alguém a quem se deve respeitar pela minha conduta e sou gente do bem!)

Maaaassssss... não fico refém dos olhares de canto de olho, das línguas afiadas, dos fuxicos maldosos. Sou uma pessoa de bem. Sou uma profissional respeitada pelo meu trabalho. Sou uma amiga com quem se pode contar. Portanto, minha CONSCIÊNCIA é algo que me deixa tranqüila. Não faço nada pra magoar ninguém. Se acontece, é conseqüência dos caminhos que somos levados pelo coração a seguir. Quanto à minha REPUTAÇÃO, bem... esse julgamento não é meu. Penso só que ESTOU BEM NA FITA!



Escrito por Anucha às 11h23

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“Verdejar

Dia claro

Vida festejar

Luz por entre os

 cachos amarelos

 do ipê....” (Djavan)

 

Ela o convidou para um passeio. Pino do meio dia. Ele dirigindo o carro dela. Ela levou amendoin e coca-cola, como num pique-nique. No som, ela botou a música que ele gosta de ouvir. Destino... qualquer rota que os levasse para longe dali. Nada demais, apenas um passeio de carro. Só a vontade de fazer algo novo, diferente, inusitado. Ele, feliz. Ela, feliz. Isso é o que importava. O dia estava claro, sem nuvens no céu, céu de anil, lembrando praia, sol, mar, férias. “Vamos fugir desse lugar?” Ela cantou pra ele. Ele respondeu: “Umbora!?” Ela brincou. Ele brincou. Eles estavam bem. Muito bem. Viagem rapidinha. Tempo suficiente para o cd tocar inteiro, pra carinhos infindos, para conversas que firmaram pactos, para planos de vida feliz. Sim, eles estão vivendo a vida deles. A vida que ele sonhava. A vida que ela esperava. Eles merecem!

 

Ontem, depois da caminhada, fiz macarrão com molho de tomate. Tava com fome. Tinha almoçado pouco. Se bem, que frito de carne de carneiro com banana não é lá um menu que eu ande dispensando assim. Mas ontem eu tava sem fome.

Um sono pesadíssimo tomava conta de mim. Mas antes que ele me pegasse... abri uma agenda nova para começar a anotar detalhes da vida nova que se avizinha. Fiz uma lista das coisas de que eu iria precisar na casa nova. (Ah, esqueci de dizer que os meus locatários Andreza e Ernani me deram uma boa notícia: vão firmar contrato direto comigo, sem imobiliária e, assim, o aluguel cai mais um pouquinho!) Sim, mas, voltando à lista... prato, talher, copo, panelas, pano de prato, garrafa térmica, depósito de água e outras coisitas que devem constar numa lista de chá de casa nova. Acho que vou pedir uma mãozinha a Liciane, que acabou de fazer o dela. Aí, vem a parte difícil: lista de convidados. Nunca fui de fazer festa de aniversário. E essa não será diferente. Vou chamar umas pessoas pra fazer um lanche comigo na casa da Tia Jesus (já falei com ela!) e lá a gente faz o tal chá. Todo mundo saberá que não é festa. É um “evento” com um intuito claro: ajudar a montar o meu apê. Quem for amigo e quiser ajudar, como a Cris Guedes já se prontificou aqui no blog, vai aparecer, né, não?!

Bom, vou ficando aqui. Andando nas nuvens. Sonhando com o que de bom está pintando na minha vida. Satisfeita com o amor que Deus me mostra todo dia por mim!

P.S.: Sabe o que mais está me estressando? Imaginar a faxina que terei que fazer com as minhas tralhas. Jogar muita coisa fora. Guardar outras. Encaixotar pequena parte pra levar pro apê. Vixe, terei um trabalhão, viu? Mas estou amando isso tudo.



Escrito por Anucha às 10h20

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VIDA NÃO SE ADIA!

Vida é dia!

 

Ontem foi um dos melhores dias da minha vida. Não vou contar os detalhes, ta? Mas posso dizer que aparei arestas, desfiz mal-entendidos, coloquei os pingos nos is e curti a felicidade batendo na minha janela. Nem vi o tempo passar. Quando vi já era noite e estava atrasadíssima para o jantar que a Sayô havia marcado com uma turma bacanérrima no Camarão do Elias, restaurante do pai dela, que cozinha divinamente bem.

Estavam lá: Sayô, Amélia, Neila, Dandinha, Ana, Noêmia, Verônica, Juliana, Larissa e eu. Pense numa mesa esparrosa. A gente num queria nem saber se tinha vizinhos do lado. Só queria falar alto, beber cerveja (e eu no meu campari), comer camarão e peixe deliciosos e gargalhar. Parecia que todo mundo ali tinha tomado chá de barata. Eu ri muito, brinquei muito... resquícios da felicidade. Sim, eu estou feliz! As coisas começam a dar certo pra mim.

No meio daquela loucura, ouvi uma história comovente da Amélia. E, no meio de tudo, ela ainda encontrou um jeito de me dizer o quanto o meu blog tem ajudado ela. Pensei: “meu deus, mas como?” Ela me disse que a leitura feita nas entrelinhas, as mensagens de superação e a VERDADE que extravaza das palavras são uma espécie de elixir. Me fez muito bem ouvir isso. Porque, na verdade, esse blog serviu pra mim desde o começo como uma catarse diária, um desabafo pra mim e de mim, uma terapia. Aí, acabo ajudando outras pessoas com os meus relatos... Isso é o céu!

Mas porque eu estou falando isso tudo? Porque a Amélia deu o mote do post de hoje. O título é dela. Na verdade, é do Alexander, irmão da Neila. E diz tudo, né?

 

Miscelânias de Vida

 

Vida não se pode deixar pra amanhã, pra daqui a pouco.

Vida é urgência. É vivência.

Vida é vontade de fazer tudo ao mesmo tempo agora.

Vida é força dos amigos.

Vida é conforto de uma casa nova.

Vida é acordar todo dia ao lado de quem se quer.

Vida é café na cama.

Vida é cafuné na alma.

Vida é rir sem motivo.

Vida é chorar de felicidade.

Vida é energia. É dia. (Eu)

Vida é amar sem limites. (“Viver uma grande história”, Djavan)

“...Vida é alegria. Vida me dá prazer.

Vida é a luz do dia.

Vida é sonho e paixão.

Vida é o amor...” (Gilberto Gil)



Escrito por Anucha às 10h36

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Fortaleza em mim...

 

“Hoje, me sinto mais forte.

Mais feliz!

Quem sabe...

Eu só levo a certeza de que muito pouco eu sei.

Que nada sei...” (Almir Sater)

 

O dia começou bem pra mim. Ontem à noite, testei mais uma vez meus limites. Disse isso ao Marquim, meu querido e fiel escudeiro, quando estávamos indo pra Micarina. Falei pra ele que a vida nos apresenta situações que, ou a gente corre com medo e se esconde atrás da porta, ou a gente “vai pro pau”, “mete a cara”, arrisca a si mesmo. É nessa hora que a gente se vê mais corajosa pra enfrentar até uma manada de elefantes. A gente se olha mais consciente da própria força interior, que por vezes achamos que nos abandonou. Qual o quê?!

A minha força estava ali todo o tempo. Eu é que não queria ver. O reencontro com a minha força aconteceu na volta pra casa. Já na minha cama, envolta em meus oito travesseiros. (Isso mesmo! Tenho oito travesseiros, entre pequenos médios e grandes...) Que alegria me sentir forte de novo para seguir o meu caminho. O caminho que eu escolhi. (“Olha se nao sou eu/ quem mais vai decidir/ o que é bom pra mim/ dispenso a previsão/ se o que eu sou/ é tambem o que eu escolhi ser/ aceito a condição...” Los Hermanos) 

Pulei da cama cedo hoje. Sabe o que eu fiz? Fui me olhar no espelho. Me encarar, me desafiar. E conclui que hoje começa uma nova fase da história. Eu volto pra academia com a mesma garra de quem quer se manter bem. Retomo as caminhadas, intensifico as corridas, fecho a boca, me dou mais tempo pra mim, vou à luta espalhando os meus currículos em alguns lugares-chaves e... pimba! Uma hora, acontece!!!

Ah, tenho uma ótima notícia: ACHEI O MEU APÊ! Uma dica da Lelé e eu fui bater no apêzinho pequenininho e lindo da Andrezza e do Ernani (que vem a ser meu primo em segundo grau). Imagina aí: três quartos, sendo uma suíte, todo mobiliado. Banheiros e cozinha com móveis embutidos e o quarto já com cama embutida e guarda-roupa. Bati o martelo! É pra lá que eu vou. Pedi que eles não tenham tanta pressa pra me entregar, porque eu também vou ter que me preparar pra mudança.  Mas estou radiante, saltitante, esfuziante de tanta felicidade. DEUS É MESMO MUITO BOM PRA MIM!

Vou ficando e deixando vocês com o texto que a India deixou no coments de ontem, assinado por Içami Tiba, um dos caras que mais entende de psicologia comportamental e que eu admiro muito.

 

Porta Aberta

Se você abre uma porta, você pode ou não entrar em uma nova sala. Você pode não entrar e ficar observando a vida. Mas se você vence a dúvida, o temor, e entra, dá um grande passo: nesta sala vive-se! Mas, também, tem um preço... São inúmeras outras portas que você descobre. Às vezes, se curte mil e uma. O grande segredo é saber quando e qual porta deve ser aberta. A vida não é rigorosa, ela propicia erros e acertos. Os erros podem ser transformados em acertos quando com eles se aprende. Não existe a segurança do acerto eterno. A vida é generosa, a cada sala que se vive, se descobre tantas outras portas. E a vida enriquece quem se arrisca a abrir novas portas. Ela privilegia quem descobre seus segredos e generosamente oferece afortunadas portas. Mas a vida também pode ser dura e severa. Se você não ultrapassar a porta, terá sempre a mesma porta pela frente. É a repetição perante a criação, é a monotonia monocromática perante a multiplicidade das cores, é a estagnação da vida... Para a vida, as portas não são obstáculos, mas diferentes passagens!



Escrito por Anucha às 11h21

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Nas entrelinhas...

 

Se tem uma coisa que eu admiro é quem sabe ler nas entrelinhas... Gosto de ver o dom de quem consegue ler alguém apenas olhando nos olhos, ou em pequenas atitudes, ou numa simples resposta dada a um simples “tá tudo bem?”

Eu tenho um amigo assim. (Desculpa, Velhinho, mas vou te entregar aqui!) É o Alcione. Um cara supimpa. Que sempre está aqui no blog, mas nunca comenta. Hoje, mais uma vez, invadiu minha caixa postal com um mail carinhoso. Invasão, aliás, muito bem vinda sempre.

Ele me envia um texto de Nietzsche, que eu devo dividir com vocês. Simplesmente por que me define hoje. E o que eu quero dizer é exatamente isso. O Alcione sabe me ler como poucas pessoas. De qualquer forma, Velho Al, eu complemento as palavras do Nietzsche, com um trechinho de uma música que estava tocando ontem lá no Detroit (onde você me deu aquele abraço de urso!)... “SE EU FOR LIGAR PRO QUE É QUE VÃO FALAR, NÃO FAÇO NADA...” (Capital Inicial)

Lá vai...

 

“Ninguém pode construir em teu lugar

as pontes que precisarás passar,

para atravessar o rio da vida

- ninguém, exceto tu, só tu.

Existem, por certo, atalhos sem números,

e pontes, e semi-deuses que se oferecerão

para levar-te além do rio.

Mas isso te custaria a tua própria pessoa

tu te hipotecarias e te perderias.

Existe no mundo um único caminho

por onde só tu podes passar.

Onde leva, não perguntes, segue-o.” (Nietzsche)

 

 

Continua no post abaixo, ok?



Escrito por Anucha às 00h27

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Continuando...

 

Por que isso tudo aqui? Porque eu preciso dizer pra você que me lê que eu estou vivendo uma vida bem distinta da que eu planejei. Mas não estou infeliz por isso. Tenho passado por situações que nunca havia suspeitado experienciar. Mas não me queixo por isso. Se viver fosse fácil, a gente compraria fórmula manipulada na farmácia, nera? (Quero um tanto disso, outro tanto daquilo, um bocado daquilo outro, uma pitada disso lá...) Mas, definitivamente, a vida é para ser vivida no seu todo, com o que nos é apresentado, sem queixas, de preferência. O problema é que a gente se queixa, sofre, chora, diz que não merece isso, diz que a vida é injusta com a gente, que não precisa passar por isso... blá blá blá blá blá...

Ora, ora, ora... vida é escolha, caramba! São as decisões que a gente toma. Destino é construção. Decidimos que caminhos trilhar. E se Nietzsche está certo, EXISTE UM ÚNICO CAMINHO POR ONDE SÓ EU POSSO PASSAR... E é por lá que eu vou. ONDE LEVA? Sei não. Mas que eu vou seguir... ah, isso vou. O RIO DA VIDA é só meu. E eu vou deixar a correnteza me levar, tomar fôlego nas margens, aproveitar a paisagem, até chegar ao MEU LUGAR. Não quero pontes, nem semi-deuses, nem atalhos. Se é pra sofrer, “nós sofre”. Mas goza no final, né, não?

Estou disposta a enfrentar os percalços. Se caio no meio do caminho, tenho eu mesma força pra me levantar e continuar a caminhada. Não posso ter pena de mim mesma. Joelho ferido? Passo mertiolate. Galo na cabeça? Boto gelo. Calo nos pés? Uso calicida. Dor nas pernas. Faço massagem. Mas devo seguir.

Agüentar as conseqüências. Ouço essa frase desde adolescente. Era muito usada pela minha mãe e suas amigas. “Casou porque quis. Agora, agüente as conseqüências!” E elas usavam pra tudo. Muito engraçado. Então, lá vai. Lá vou eu!

 

PEDIDO: ALGUÉM PODE ME AJUDAR A FAZER UM TEMPLATE NOVO PRO MEU BLOG? ESTOU DISPOSTA A PAGAR PELO SERVIÇO. SÓ QUERO TÊ-LO PRONTINHO NO DIA 26 DE JULHO, QUANDO O BLOG FAZ ANIVERSÁRIO!



Escrito por Anucha às 00h27

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“ENTREGO

CONFIO

ACEITO

AGRADEÇO”

(Hermógenes)

 

Lembra que eu já falei sobre esse mantra aqui? Aprendi com o papa do Yoga no Brasil, a quem eu tive o prazer de entrevistar no mês passado. Por que estou relembrando isso aqui? Porque essas palavrinhas mágicas estão pregadas num post it no meu monitor. Ou seja, eu olho pra elas todo dia. E todo dia repito-as como se fosse uma oração. Santo anjo do Senhor, Creio em Deus Pai, Pai nosso que estais no céu, Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo... Essas são algumas das minhas rezas mais freqüentes. Você reza? Pois eu rezo. E acredito na força dessa conversinha com o Deus.

Uma vez ouvi de um garoto de cinco anos a seguinte pergunta: “Tu tem filho?” Eu respondi que não. A pergunta seguinte foi: “Tu tem namorado?” Negativa, de novo. Sabe o que foi que ele questionou e que me emudeceu? “Por que que tu não pede pro Deus?” Acho que ele estava certo. O que ele não sabia e nem eu, pra falar a verdade, é que as minhas preces já estavam sendo alcançadas e alguém muito especial estava sendo colocado em rota de colisão na minha atmosfera.

Mas nem tudo são flores, né? Nem tudo sai como a gente quer. Então, aí é rezar de novo pra que, pelo menos, as arestas sejam aparadas e a gente possa viver o amor que estava guardado e a gente nem sabia onde. Na sexta, passei o dia em casa curtindo preguiça e moleza no corpo da gripe. De noite, fui encontrar o Marquim, Amaro, Bebê, Mel e Ester no Detroit. Ainda tomei três camparis. Mas sem o clima que eu tava a fim pra beber, encher a cara mesmo, sabe?

Amanhã, vou pegar a Guinha e começar a encaixotar algumas coisas já me preparando pra mudança. A tia Jack vai me dar a preferência no apê dela. E sabe que não seria uma má idéia ir morar lá?! Já falei aqui que to pensando em fazer um chá de casa nova no dia do meu aniversário? O aniversário mesmo é no dia 4 de agosto, mas acho que vou fazer a reuniãozinha no dia 5 e quem for vai ser sugerido a levar alguma coisa pra minha casa nova. A idéia foi da Bebê e eu adorei. Será que vai dar certo?

Bom findi pra todo mundo. Eu vou tratar de ficar em casa mesmo. Mas bem, viu? Feliz. TRANQÜILA. Ok?!



Escrito por Anucha às 00h41

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ATENÇÃO: Vão ao site “As(a)Normais” pra ver um texto que eu enviei pra elas. É que tive a honra de ser convidada para sócia deste blog que é muito legal e eu recomendo.

 

Ai, ai, ai, ai, ai...

 

Eu não estou triste. Eu não estou baixo astral. Eu não estou com a energia baixa. Eu não estou nada de ruim.

De verdade, gente! Tô fazendo aqui esse desabafo porque sei que existem pessoas muito boas que se preocupam com o meu estado de espírito. Fazem isso porque são do bem e me tem como alguém do bem também. Mas é preciso entender algumas coisas. Vamos fazer aí um panorama... Eu acabo de pedir demissão de um emprego, deixando de fazer um trabalho do qual eu me orgulhava muito. Eu estou muito, muito dodoizinha (gripe, garganta ruim, febrícola, moleza no corpo). Eu não tenho mais aquele pique do início do ano de noites de farras intermináveis. Tudo são fases. E a minha fase agora é de mais quietude. Já até falei isso aqui. Mas é que fico preocupada das pessoas não estarem entendendo bem as coisas e acabarem achando que eu não tô legal.

Ontem, fui pro Cabaré do Marquim. Tinha marcado de bater um papo com os meninos do Narguilé Hidromecânico. Eles querem uma força na assessoria de imprensa do show do próximo dia 6 de agosto no Centro Artesanal (NINGUÉM PODE PERDER, HEIN?!) Adoro os meninos e gosto da banda também. Meio caminho andado pro trabalho dar certo.

Depois, fiquei na cozinha com a Sanka e a Diva conversando potoca. A Sanka é realmente um dos melhores presentes que ganhei nesse ano. Me deu um daqueles abraços aconchegantes, de mãezona mesmo sabe, se colocou disponível pra conversar e dar colo. Não preciso pedir mais a Deus, além de saúde. Porque amigos maravilhosos me cercam e me amam.

Na saída, um papo demorado com o Marquim, que é alguém que costumo ouvir e a quem confio meus segredinhos. Sim, tenho segredos. Afinal, aqui é uma catarse diária, mas não preciso me virar do avesso, né?

Não dormi logo. A cabeça estava a mil. Pensando no paquera, querendo estar com ele, planejar algumas coisas, falar da vida da gente. Mas não dava, não deu. Devo confessar que ele tem sido um dos melhores motivos da minha alegria e da minha quietude. E quem disse que uma coisa não combina com a outra. Eu tenho provado isso e posso dizer que é muito bom.

O que vou fazer hoje? Não sei ainda. O Marquim disse que talvez me arraste pra um camarote na Micarina. Urgh! Não queria ir. Mas com o Corpo eu vou até pra Baixa da Égua. Se não der certo, vou mesmo pro MPBar com a Sanka e a Diva assistir ao show do Vavá Ribeiro.

Finalizando com um trecho de música da banda Acesso, que acaba de lançar um CD bem bacana, viu? Ouvi ontem no Cabaré.

“MAS SE VOCÊ DIZ QUE ME TEM, ME SINTO SUA E DE MAIS NINGUÉM...” (Banda Acesso)



Escrito por Anucha às 09h01

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Casa Pré-fabricada

Los Hermanos

 

“Abre os teus armários, eu estou a te esperar,

Para ver deitar o sol sobre os teus braços, castos

Cobre a culpa vã, até amanhã eu vou ficar,

E fazer do teu sorriso um abrigo

 

Canta que é no canto que eu vou chegar

Canta o teu encanto que é pra me encantar

Canta para mim, qualquer coisa assim sobre você

Que explique a minha paz, tristeza nunca

 

Mais vale o meu pranto que este canto em solidão,

Nesta espera o mundo gira em linhas tortas

Abre essa janela, a primavera quer entrar

Pra fazer da nossa voz uma só nota...”

 

Ontem, passei o dia todo ouvindo Los Hermanos. Comecei cedinho colocando “O Bloco do Eu Sozinho” no carro. E não tem aquela música que você já ouviu zilhões de vezes e ela nunca havia feito sentido pra você? Pois essa aí de cima fez sentido pra mim só ontem.

Resolvi postá-la aqui para diagnosticar a minha alegria. Eu tô feliz demais, gente. Há muito não me sentia feliz assim: de um jeito livre, sem amarras ao que não tem importância, sem neuroses com o que nada se pode fazer a não ser aguardar os anjos dizerem “amém”. E eles hão de dizer!

A vida prega peças na gente, viu? Parece que ela vive de testar nossos limites, nossas limitações, nossa disposição pra provar o novo, nosso receio de seguir em frente, nossa fé na vida, nossa vontade real de ser feliz (com alguém, claro!).

Isso tudo é só pra dizer que eu amanheci com vontade de apenas dizer pra quem me quer bem e quer meu bem que EU TÔ LEGAL. TÔ SABENDO LEVAR A VIDA COM SERENIDADE. TÔ SABENDO ESPERAR. TÔ CUIDANDO DO JARDIM. TÔ CUIDANDO BEM DE MIM... (Lembrando  o Vander Lee)

Que o dia de vocês sejam bem produtivo. Pois o meu vou fazer de tudo para ser. Trabalhar muito e começar a pensar melhor na dica da Drica. Mandar brasa, meter as caras, arregaçar as mangas. Nunca fui de ficar parada. E não vai ser agora, né? Que eu estou tão feliz...

Ah, queria mandar um beijinho especial pra Aldinha, leitora assídua do meu blog, que me abordou ontem na Praia de Verão do Teresina Shopping e foi super-carinhosa! Valeu, Aldinha!

Obs.: Fui ver uns apês pra alugar hoje. Meu amigo Marquim, claro, foi meu fiel escudeiro mais uma vez. Só pra controle!!! Fiquei encantada com dois. Um, particularmente, achei a minha cara. Bem pequeno, mas bem aconchegante. Todo novinho e o condomínio bem arrumado. Tomara que as coisas dêem certo e eu acabe alugando ele. Depois conto mais. Fui!



Escrito por Anucha às 16h07

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Dia comum na minha vida comum

 

“O maior mal das pessoas infelizes é não diagnosticar corretamente de onde vem a sua dor. Ninguém acha que tem culpa por as coisas estarem dando errado... A maioria dos nossos problemas foram originados dentro de nós mesmos e só por nós podem ser solucionados.”

(Extraído do blog “As Anormais”)

 

Ontem, fiquei até altas horas passeando nos blogs. Capaz de ter visitado mais de 90% dos blogs linkados aqui. Visitinha básica. Comentários breves. Carinhos amplos. Gosto muito dessas relações despretensiosas que são feitas através dos blogs e flogs. A gente se torna eternamente responsável por aquilo que cativa, como já dizia Exupéry.

Hoje, amanheci mais dodoizinha. Tossindo muito, febrícola chata, moleza no corpo. Mas rumei cedo pra Fundação. De lá, fui na SEMCOM ver a Drica e o Mussoline. (Como é bom estar por perto de gente bacana, de bem, digna, profissional exemplar e que orgulha a gente!!!) Mas, no caminho, conversei ao celular com a Tia Cláudia, jornalista que primeiro me deu oportunidade de trabalho no jornalismo há 14 anos na afiliada da Globo aqui em Teresina. Ela disse que quer bater um papo comigo ao vivo e em cores. Pois bem. Também quero conversar com ela. Ela sempre me orientou, sempre me norteou. Agora, não seria diferente.

Agora de tarde, vou assistir ao filme “Side Ways”, uma película que trata de um grupo de amigos que decidem fazer um roteiro de viagem por cidades fabricantes de vinhos na Costa Central da Califórnia. Se tiver mais disposta no fim da tarde, vou caminhar na Raul. Se não, vou mais cedo pro The Shopping. Combinei com a Tia Jack e com a Dedila de irmos pra Praia de Verão matar a saudade.

Ei, tô começando a ficar com frio na barriga quando penso no show dos Los Hermanos aqui em Terê. Será verdade mesmo que eles estão vindo dia 15 de agosto prum show? Afe... Indagora tava vendo meu DVD Cine Íris. Tudo de bom!

Ah, mais uma vez, sugiro a vocês que visitem meu flog www.anuchamelo.fotoblog.uol.com.br e também o flog do Cabaré do Marquim, www.corpocabare.fotoblog.uol.com.br, que está atualizado, viu?!



Escrito por Anucha às 14h02

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Nariz entupido, peito congestionado...

 

Febre alta na madrugada, garganta inflamadaça. Afe! Detesto esses sintomas. Tive crises de garganta assim a minha vida toda. Desde os 12, sofro desse mal. Tenho um tal de estreptococus, que inventa de me aperrear de vez em quando. Fiz tratamento com benzetacil, aí deu uma melhorada. Sim, mas... por que tô falando isso? Porque pensei muito na minha mãe nessa madrugada. Sentindo falta de quando eu estava assim e ela levantava no meio da noite para conferir minha febre, me dá o remédio na hora certa, fazer denguinho, levar leite morno, gemadinha... esses cuidados que só mãe mesmo pra fazer. Lembrei tanto dela que acabei sonhando com minha mãe, coisa que não é lá muito comum. Um sonho bom, de casa aconchegante, os melhores cds tocando, farra de caranguejo e cerveja e depois... a gente te se embalando na rede. CONFORTO!

Aí, fui acordada com um alô do paquera preocupado comigo. Querendo dar colinho, levar surpresinha, medir a febre, dar calorzinho no calafrio... Eita, que eu tô sendo muito bajulada, viu? Do jeito que eu mereço ser tratada. Porque é assim também que eu trato quem eu amo: mana, pai, família, amigos, amor!

Vim na Fundação pra fazer coisas que não poderiam esperar. Vou ver a Drica e o Mussoline rapidinho na SEMCOM e vou pra casa “tibungar” na cama, porque meu corpo já começa a amolecer.

De tarde, acho que vou ver uns dvs. Ou então, dormir mesmo, porque a noite foi de pouco sono e meu corpo ta moído de cansaço do Piauí Pop e da própria morrinha no corpo da gripe. Nem sei se vai dar pra ir caminhar na Raul Lopes desse jeito.

Ah, queria falar uma coisa aqui. Deus sabe o que faz, viu? Aquela história de que já falei ene vezes aqui... Não dá pra querer que as coisas aconteçam exatamente como a gente planejou. Os acontecimentos têm vida própria. Dependem das circunstâncias, dos atores, do clima, do tempo. A saída da TV MN foi importante, inclusive, para eu entender que, apesar de tudo, a gente só deve fazer aquilo que nos dá prazer integral. Eu amava apresentar o Tudo à Tarde. Me sentia em casa ali, no estúdio, de frente pros meus inúmeros telespectadores, que eu sei que eram muitos, só nunca tive o prazer de saber de um número balizado em pesquisa de opinião. Sim, mas... o ambiente não me dava mais conforto profissional. Eu não me sentia valorizada. E me sentia sendo pressionada a fazer o que eu não gostaria como profissional. Sou jornalista. Meu trabalho é trabalhar notícia, fazer notícia, elaborar notícia, propagar notícia. E isso eu sei fazer. E bem. O resto eu não sei fazer. E acho que não quero mesmo aprender.

Quero aprender é a ser feliz. Cuidando da minha vida, das pessoas que eu gosto, da minha casa, do trabalho que me dá prazer e das coisas que me dão sensação de liberdade, de alegria de estar vivo, de ser gente.

Ufa! Como é bom ser como eu sou!



Escrito por Anucha às 09h51

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Ressaca do Piauí Pop

 

Eu, com dor nos pés, nas cadeiras, nas pernas e na garganta, que “fechou” depois da tentativa de acompanhar as músicas durante o show da Madame Baterflai. Isso mesmo! Fui assistir ao show da banda do Hermano, meu ex, na fila do gargarejo. Vi o primeiro show dessa banda há cerca de cinco anos. Ajudei essa banda a se estruturar, a aparecer, fui produtora, palpitadeira, inspiração de algumas canções... então, nada mais justo do que ir ver de perto e aplaudir o sucesso da banda, que estava gravando um DVD durante o show. É mole!?! Fiquei feliz de ter estado lá. E acho que os meninos também. Abracei os fãs, que sempre estão nos shows, beijei amigos, ex-namoradas dele, pai, mãe, mana e também a atual namorada. E, acreditem, fiz isso sem dor nenhuma. Sem estresse nenhum. Com a naturalidade, espontaneidade e a alegria de sempre. Cada vez mais me orgulho e mim!

Bem, mas o Piauí Pop foi tudo de bom e mais alguma coisa. Dá gosto de ver como é organizado esse evento, que celebra sua segunda edição e comemora antecipadamente a venda de 80% dos camarotes da terceira edição em 2006. Não sei dizer qual foi o melhor show. Fico no empate entre Biquíni Cavadão e Skank, a banda que eu estava mais ansiosa em assistir. E os mineirinhos não comeram nada quietos os aplausos e a ovação da platéia, viu?! Sensacional! (Ah, não posso deixar de registrar aqui que encontrei duas freqüentadoras assíduas do meu blog no Piauí Pop: Indianira e Nairinha. Foi beijo, carinho de lá pra cá e vice-versa!)

Quanto a mim... bem, final de semana feliz e triste. Calmo e aperreado. Aconchegante e desconfortável. Eufórico e deprimido. Tudo isso porque é mais que natural estar assim quando as coisas ainda não são como a gente gostaria. Mas o processo de crescimento é doloroso e maravilhoso ao mesmo tempo. Disse indagorinha isso a um amigo... Agradeço todo o sofrimento porque hoje valorizo o meu amadurecimento como um tesouro que eu conquistei sozinha. E esse gosto é muito bom de sentir.

Ah, fui comer caranguejo no Toinho ontem com a Lis, Marquim, Guinha e Acácia. Foram sete cordas, boas rodadas de cerveja e um dos melhores programas que fiz nos últimos tempos. Voltei leve, de leve, de coração...

Ah, quero agradecer aqui todas as manifestações de carinho nesses últimos posts. Vocês me ajudam e muito a ficar bem! E também ao carinho do Gualberto Jr quando disse para eu continuar “cuidando” do paquera em silêncio, porque tem uma cambada de gente doida pra jogar areia nisso tudo. Valeu o toque! Valeu a preocupação! E valeu mais esse aprendizado: NEM TODO MUNDO CONSPIRA PARA GENTE SER FELIZ. QUEM TEM QUE SER O ARQUITETO DA VIDA DA GENTE É A GENTE MESMO! Né, Gual!?!

 

"Cadê você? Te vi num sonho. Por que não te encontro mais? Você nem é tão lindo assim. Por que se esconde de mim? Ai que saudade dos seus braços! Mas quando acordo são apenas travesseiros..." (Te vi num sonho, Madame Baterflai)



Escrito por Anucha às 12h01

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O primeiro dia do resto de minha vida...

Me inspirei num filme que assisti na minha adolescência para o título desse post... “O primeiro ano do resto de nossas vidas” era o nome dele.

Ontem, o Cabaré do Marquim foi tudo de bom. A Sayô furou, mas em compensação, a Telminha cumpriu com o trato, a Sanka apareceu de surpresa e ainda levou o Naka, a Cíntia Botelho levou a Érica para ser “iniciada” (rs), o Geninho também tava lá, a Tatiana chegou já no final, a Teté ficou com a gente na cozinha. Foi fuá muito, siô! Eu tava em clima de comemoração. Talvez a sensação de um orangotango a menos nas minhas costas. Alívio!

Hoje, o dia começou foi cedo. A Cacha, que saiu de madrugada pra Parnaíba com o namorado, me liga de Altos pra dizer que o carro tava consumindo muita gasolina e, apavorada, me pediu o meu carro emprestado. Nunca deixo quem eu quero bem na mão. E a minha irmã não iria ser diferente, né? Sobrou pra mim ver o que é que tá deixando o carro ruim.

O dia vai ser puxado hoje. Fundação, SEMCOM (falar com Drica e Mussa), academia, pegar senha pra camarote da OI no Piauí Pop, caminhar na Raul Lopes, tomar umas antes de rumar pra cidade do rock (que fica do lado da minha casa) e partir pra lá com toda a vontade de curtir muito.

Antes de ir, quero falar sobre uns lances que pensei nessa madrugada. Sim, porque tive insônia de novo. E, às vezes, falta de sono pode ser momento produtivo. E foi. Meus amigos estão meio preocupados comigo. É que aquela euforia que me acompanhava do final do ano passado pra cá deu uma serenada.

Mas isso não é ruim, gente! É sinal de que o fôlego não dura a vida toda. O fôlego de folia, de farra, de alegria desenfreada. Não quer dizer que eu esteja triste, macambúzia, infeliz. Só que determinadas situações levam a gente a botar um pé no freio, ficar mais alerta e menos ansiosa.

Ninguém pode imaginar alguém transitando por uma situação problemática se comportando alegre e saltitante. Quem é amigo e sabe do real acaba compreendendo que é preciso retroceder para continuar avançando. É necessário até um tanto de sofrimento pra calejar a pele e enfrentar o próximo tranco.

Eu estou disposta a enfrentar de cabeça erguida o ônus e o bônus das minhas escolhas. Isso não é novidade pra ninguém que lê o meu blog com certa freqüência. Mas também não posso suspeitar de que isso não vai me custar alguma dor. Vai doer. Mas até quando a gente cresce os ossos doem. E dor não quer dizer só sofrimento.

Eu bem sei que dor é sinônimo de: O MELHOR ESTÁ POR VIR!

 

“A parte que me cabe nesse espelho seu. Novamente vai desejar o que parece inatingível. Mas faz o mundo melhorar...” (Pegadas na lua, Skank)



Escrito por Anucha às 07h44

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