SOBRE MIM


Leonina de 34 anos bem vividos. Nasci em Salvador, mas amo Teresina. Cidade onde moro e quero viver os meus dias bem felizes. Uma mistura de Pollyana com Peter Pan. Vivo em "Busca da Terra do Nunca" achando que tudo acontece para o meu bem. Faço aqui minha catarse e minha terapia. Tenho me refeito a cada dia com minhas próprias reflexões. Sou uma criatura alegre e feliz. Meu maior sonho: SER MÃE!




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"Entrego
Confio
Aceito
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(Hermógenes)




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Se eu tivesse mais alma para dar, eu daria. Isso para mim é viver!





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A IDADE DE SER FELIZ

Por Quintaninha

 

Existe somente uma idade para a gente ser feliz, somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-los a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
     Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer.
     Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor.

     Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso.
     Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa.

OBS.: Desça para o post aí debaixo, porque a Uol me boicotou de novo...



Escrito por Anucha às 08h06

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Continuando...

 

Esse eu li no blog da Sayô ontem e não contei conversa... clonei aqui pra vocês. Não por outro motivo, mas porque acredito que ele foi feito pra mim. Ou para eu ler nesse momento da minha vida e fazer em mim todo um sentido. Acho que estou mesmo na IDADE DE SER FELIZ!

Agradeço a Sayô por isso e pelo delicioso ensopado de sururu, já que estava em falta a arráia (a muqueca ficou pra outro dia!). E também pela boa conversa, pela amizade, pela compreensão dos fatos, pelo conselho na medida certa e também pela inspiração para tirar de mim uma constatação especial. Disse a ela, ontem à noite, que estou sentindo na pele mesmo a aproximação de um tempo bom na minha vida. É como se eu sentisse uns calafrios, que me avisam a chegada da bonança, sabe?! É como se junto deles viesse a certeza de que a FELICIDADE está chegando e que ela virá vestida de algumas dificuldades. Saborosas dificuldades para gente dar mais valor ainda à vida! Parece ficção isso. Mas é verdade. Estou literalmente sentindo na pele essa sensação.

Depois do ensopado lá no Elias, onde tivemos a companhia agradável do primo dela, o Álvaro, rumamos pro Cabaré do Marquim. Eu tava a fim de tomar mais umas duas doses de campari para acalmar o juízo, que não tava muito bom não. Lá, o clima tava meio down. Stelma, Sanka, Aline, Liana, Alcione, Amaro e Cristina. Mas o astral tava estranho. Caí mais ainda. Conversei pouco, pouco me diverti, tomei meus dois camparis, ouvi umas coisas boas vindas de um cara que eu admiro muito, o Jefferson, e levei a Sayô pra casa.

Em casa, antes de dormir, rezei pra São José. Pedi que ele interceda junto ao Pai e me conduza para o caminho certo, me oriente a caminhada e ilumine os meus passos de encontro com essa tal FELICIDADE.

 

“Eu hei de ser... serei feliz... serei feliz, feliz... façam muitas manhãs... e se mundo acabar eu ainda serei feliz!”



Escrito por Anucha às 08h05

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Amar

Por Mário Quintana

Eu quero amar, amar perdidamente!
Amar só por amar: Aqui... além...
Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente…
Amar! Amar! E não amar ninguém!

Recordar? Esquecer? Indiferente!...
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!

Há uma Primavera em cada vida:
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar!

E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... pra me encontrar...

 

Este poema foi a Paula Daniele que me mandou ontem enquanto conversávamos pelo MSN. Ela é uma apaixonada por poesia e, especialmente, pelo Quintaninha. E eu uma apaixonada por ela, figura de sensibilidade e inteligência brilhantes.

Vixe, ontem foi um dia e tanto. Sai mais cedo da Fundação de manhã sabe pra quê? Pra malhar. Isso mesmo. Entrei na academia umas 11h15 e só sai depois que fiz todo o meu programa de musculação. Em casa, almocei uma comidinha que só a Nêga faz daquele jeito: assado de panela e arroz com feijão. Afe... quase ganhei o que perdi na malhação.

Depois do Tudo à Tarde, fui fazer minha caminhada com a Lícia e dá-lhe papo. Algumas intercorrências no meio do caminho, mas eu cheguei no Egipe umas 10h30 para encontrar a Sanka e a Stelma. Vavá cantava pra gente, enquanto eu me revezava entre duas mesas: a Mesa 17, onde estavam Stanley, Vivi, Beto, Alcione e Stelma, e a mesa da Sanka, Cesário e Perla. Tomei meus quatro camparizinhos, comi meu sushi (porque eu não havia jantado ainda) e conversei muito, mas muito mesmo com a Sanka sobre VIDA!

Ela é uma figura admirável. Correta, segura, corajosa, determinada, inteligente, sensível e feliz. Tudo o que eu desejo e estou buscando ser. Me deu alguns conselhos, me contou algumas histórias que fizeram muito sentido pra mim, me relatou experiências que podem me servir de apoio para a caminhada. Uma longa caminhada de construção da nova Anucha.

Falo assim e lá vai você pensar que eu sou meio camaleônica, né? Que vivo dizendo que mudei, que estou assim, que estou assado. Mas eu creio que o que a Amélia me disse lá no MPBar, sexta-feira passada, é que dá sentido à vida. Claro que eu não saberei repetir as mesmas palavras... mas é algo como... “o ser humano deve, sim, mudar a si próprio sempre; suas convicções, pensamentos, opiniões, comportamentos; isso é parte de um processo de auto-conhecimento, auto-preservação, auto-formação”.

(Eita, Amélia, será que entendi direito?!)

Arrematando com o Quintana:

TENHO QUE ME PERDER PARA ME ACHAR!

 

 

 



Escrito por Anucha às 07h47

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UMA ALEGRIA PARA SEMPRE

Por Mário Quintana

 

“As coisas que não conseguem ser

olvidadas continuam acontecendo.

Sentimo-las como da primeira vez,

sentimo-las fora do tempo,

nesse mundo do sempre onde as

datas não datam... (...)

Há bens inalienáveis, há certos momentos que,

ao contrário do que pensas,

fazem parte de tua vida presente

e não do teu passado. E abrem-se no teu

sorriso mesmo quando, deslumbrado deles,

estiveres sorrindo de outras coisas...”

 

Deus do céu... isso é lindo demais! Me senti aqui nessa poesia do Quintaninha. Aí, emendo com o que disse o Pinho sobre mim no comentário de ontem:

"vejo em você a cara da felicidade... lendo seus posts, vendo como vc vive, esse viver alegre, rodeado de bons momentos... seja com seus amigos, seja com você mesma... sua sensatez e satisfação em ressaltar esses momentos... é energia pura! e lhe agradeço por isso... independe da forma como chego aqui, de uma coisa tenho certeza, sairei feliz... por mim e por você...”.

 

Posso me dar o luxo de deixar de escrever esse blog? Foi aqui que me achei, gente! Aqui, me descobri, me testei, me experimentei. Aqui, redescobri minha alegria... Claro, baseada em todas as experiências que ando vivenciando lá fora, na vida, na rua, com as pessoas com as quais convivo, enfim...

Ontem, na caminhada com a Lícia, muito de mim foi conversado. Num dia, ela. Noutro, eu. Eu e ela ainda brincamos que um dia, se ela não der certo como pedagoga e nem eu como jornalista, a gente vai montar uma agência de consultas sentimentais, cujo nome será ARMAÇÕES ILIMITADAS. (rsrsrsrsrs)

À noite, fiquei em casa, recolhida na minha caminha quentinha (sim, porque o tempo tava bem friozinho). Ainda fui surpreendida com uma visita. Uma Esperança posou na minha janela e “disse” pra mim que podia confiar... A FELICIDADE (assim em letras garrafais, como diria a Corrinha!) está batendo na porta e eu vou já ter que abrir.



Escrito por Anucha às 07h58

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O AUTO-RETRATO

Por Mário Quintana

 

“No retrato que me faço

- traço a traço –

às vezes me pinto nuvem

às vezes me pinto árvore...

às vezes me pinto coisas

de que nem há mais lembrança...

ou coisas que não existem

mas que um dia existirão...”

 

Porque sou sempre apaixonada pelo Quintaninha, peguei uma antologia dele na prateleira da Cacha e abasteço vocês com versos e sentidos.

Porque sou sempre apaixonada pela vida, acredito que ela apronta situações pra gente que, mesmo que não se entenda de imediato, farão sentido um dia.

Porque sou sempre apaixonada pelos meus amigos, não julgarei o fato de eles me julgarem precipitadamente, antes de saberem de mim o que há em mim.

Porque sou sempre apaixonada pelas surpresas, aceito as alegrias e tristezas com a mesma intensidade, entendendo que o tempo é que cura e potencializa tudo.

Porque sou sempre apaixonada por gente, conhecer alguém é uma aventura estimulante e que abre portas e janelas para novas experiências.

Porque sou sempre apaixonada pela novidade, as mudanças que acontecem na minha vida sempre são bem-vindas.

 

Ontem fui malhar ao meio dia. Nem deu tempo, mas fiz a avaliação física com o e tive uma ótima notícia: estou com 65,6kg. Sai radiante. Fiz o Tudo à tarde no maior astral e depois fui cuidar da vida. Comprei um presente pra Lorena, passei lá pra dar um beijo nela, comi uma mousse de goiaba d-i-v-i-n-a e segui pro Egipe pra bater papo com o Marquim. E foi a melhor coisa que eu fiz. Sai ainda mais leve. Fui dormir feliz, feliz. Tranqüila. Certa de que estou fazendo as coisas certas, inclusive as coisas que algumas pessoas, por puro desconhecimento do meu íntimo, acham que não são corretas ou precipitadas. Eu sei de mim. Me conheço hoje melhor que ontem. Sei do que estou disposta a fazer para continuar bradando em alto bom som SOU UMA PESSOA FELIZ!

Cheguei à seguinte conclusão:

A ANUCHA QUE HABITA AQUI HOJE É A MELHOR VERSÃO DE MIM!

(E eu acredito muito na máxima de que a gente tem que ser melhor a cada dia sempre!)



Escrito por Anucha às 09h51

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TELEGRAFICAMENTE...

 

Vixe... mas eu tô em falta aqui, hein?! Por isso mesmo é que vou ser bem econômica. Sexta, fomos pro MPBar: eu, André, Lícia, Hélio, Márcio, Hatawa, Guilherme, Cristiane e Sayô... lá encontramos com Sanka na mesa ao lado. E ainda a Cíntia Silveira. Noite meio agoniada por um ou dois aspectos e animada pelos motivos de sempre: encontro de amigos bacanas sempre acaba em noite alto astral.

Conheci a Amélia, minha assídua leitora do blog, que é teresinense, mas mora em Fortaleza. Gente finíssima! E a Sanka me apresentou a Cássia, amiga dela que "morria de ciúme" da Ucha, como a Sanka me chama... Adorei quebrar as resistências... Umas três e meia da matina, seguimos, parte da turma, para o Detroit. Lá, Stelminha e Ester esperavam pela gente para brincar de 31, acredita? Não brincamos, mas dançamos um forró arrochado.

Ontem à tarde, eu e o André conversamos e o namoro acabou acabando. Foi melhor assim... “a nuvem negra passou para que eu não fizesse sofrer mais ninguém.” Sei que ele não entendeu agora. Mas fui honesta e disse não querer enganá-lo. À noite, reunimos um povo aqui em casa e foi, sem dúvida, um daqueles programas mais legais da minha vida. Petisquinhos, bebidinha, violão, musiquinha e papo bacana. Aqui: A mesma turma da noite anterior no MPBar e mais Aline, Amaro, Bebê e Marquim. Quero muitos bis desse programinha!

Hoje, eu e Cacha fomos almoçar com tia Jack e Dedila. Sentido de família no Dia das Mães. Essa orfandade aproximou muito a gente da tia Jack e ela tem cumprido bem legal esse papel. Depois, pasei na casa da Tia Jesus par dar o beijo dela e conversar com a Lícia. Minha amiga tem sido importantíssima pra mim. Ela é só quem sabe disso! Amizade realmente não tem dinheiro no mundo que pague!

Beijo no coração de quem me entende e de quem pelo menos tenta me entender...

Deixo vocês com umazinha do Quintaninha...

"SONHAR É ACORDAR-SE PARA DENTRO:

DE SÚBITO ME VEJO EM PLENO SONHO

E NO JOGO EM QUE TODO ME CONCENTRO

MAIS UMA CARTA SOBRE A MESA PONHO..."



Escrito por Anucha às 18h51

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SINTONIA PARA PRESSA E PRESSÁGIO

Paulo Leminski

 

Escrevia no espaço.

Hoje, grafo no tempo,

na pele, na palma, na pétala,

luz do momento.

Sôo na dúvida que separa

o silêncio de quem grita

do escândalo que cala,

no tempo, distância, praça,

que a pausa, asa, leva

para ir do percalço ao espasmo.

Eis a voz, eis o deus, eis a fala,

eis que a LUZ se acendeu na casa

e não cabe mais na sala.

 

 

Desculpa a ausência de ontem. Eu não tive realmente tempo de postar. Muita correria de manhã, à tarde apresentei um programa na tv e gravei o de hj, depois fui andar com a Lícia (e tome conversa...), depois passei pra ver a Dedila (minha afilhada, meu amor!) e depois fui pra casa da Teresa Paz ver meu queridíssimo professor, tutor, colega e amigo Fenelon Rocha, que está de passagem por aqui. (Ele mora com a família na Espanha!) Bom reencontrar Cláudio Barros, Tetê, Drica... e o Fé... nem se fala. Ficamos conversando e matando a saudade.

Ainda fui pro MPBar encontrar o André e a Sayô. De quebra ainda teve a Cíntia Silveira. Show da Soraia e Cacá. Muito legal o astral de lá. Mas o meu e do André...

A gente discutiu depois de lá. Tamo meio frios, meio distantes, meio estressados. Talvez uma boa conversa hoje possa consertar as coisas...

De uma coisa eu estou certa: NUNCA MAIS VOU DESISTIR DA COMPANHIA DOS MEUS AMIGOS POR NINGUÉM. Claro que tudo precisa ser balanceado, medido, dividido. Mas eu saberei fazer. Passei muito muito tempo trancafiada em relacionamentos em que eu mesmo me impunha uma espécie de EXCLUSIVIDADE de atenção. Isso não existe. Primeiro vem eu, depois minha família, depois meus amigos, depois a pessoa que estiver comigo e quiser embarcar comigo nesse jornada.

Hoje me sinto mais forte, mais feliz, quem sabe... (Almir Sater)

 



Escrito por Anucha às 11h31

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PODAR

(Não sei o autor e a Indianira não disse...)

 

Era uma vez, um menino que ficou muito bravo quando viu um jardineiro com uma tesoura enorme para cortar os galhos mais tenros de todas as plantas. O menino reclamou, agarrou o jardineiro pelo braço... fez um escândalo. Ele sorriu e pediu que tivesse paciência e voltasse em 30 dias para ver o resultado.

Um mês depois todas as plantas estavam ainda mais belas e cheias de vida. Foi assim que ele aprendeu o segredo das podas. Elas devem ser feitas nos galhos que dão frutos. Parece um sofrimento cortar justamente esses galhos. E isso faz pensar na maneira como reagimos aos sofrimentos que nos chegam. Em vez de achar que são "castigos" por que não pensar que deus permite sofrimentos físicos e morais, como o agricultor que poda suas árvores, para que dêem mais fruto ainda?!

De vez em quando, não vemos nada, não entendemos nada. Ficamos como árvores, carregadas de folhagem e que, depois da poda, se reduzem a galhos secos, que lembram braços esqueléticos. Pois hoje, quem estiver se sentindo assim por causa de uma perda, um abandono, doença, cansaço, desânimo, ingratidão, injustiça... o melhor, muitas vezes, é nem se meter (lembrei da Sayô!) em dar explicações que não explicam, não convencem e deixam a criatura que está sofrendo mais esmagada ainda... Em horas assim, nada como o exemplo da natureza, que é sábia! Tudo sempre volta a florir e frutificar. É preciso somente um pouco de paciência e uma difícil atitude:dar tempo ao tempo.

Ele cura "absolutamente" tudo!

 

Eita, que eu tenho é aprendido com minhas entradas e saídas aqui no blog. Todo dia alguém planta uma sementinha do bem aqui. Hoje, resolvi postar o comentário da Indianira, que vez por outra ta aqui só para acompanhar meus altos e baixos, minha gangorra da vida e, claro, torcer por mim!

Essa crônica bateu bem fundinho, viu? Me fez enxergar que tudo o que eu vivo dizendo aqui precisa ser lido e relido por mim pra ver se entra de vez na caixola. Claro que vai passar... Claro que, como disse a Dani Soares: EU VOU SABER O QUE FAZER! Na hora certa...

Primeiro as coisas têm que fazer sentido aqui dentro. Depois, parte-se para ação.

Ontem, fui ao show do Moisés com a Sanka no Theatro. Foi ótimo. Show lindo, companhia agradabilíssima. Tomamos umas duas antes e duas depois lá no Gela Guela. E conversamos sobre nós, nossas vidas, nossas expectativas... De lá, passei na cada do André rapidinho só pra dar um beijinho porque ele tava corrigindo prova e não pode ir comigo pro Egipe. Lá estavam: Alcione, Stanley, Vivi, Fábio Polar (noutra mesa!) e ainda chegou o Sérgio Caddah. Noite boa. Conversa boa. Eu estava leve, feliz, animada.

Vou ali trabalhar. A gente se vê mais tarde... E, ah, visitem meu FLOG, poxa! www.anuchamelo.fotoblog.uol.com.br

 



Escrito por Anucha às 07h44

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O que se quer guardar!

 

Algumas coisas começam a fazer sentido na minha mente agora. Depois de ler os comentários no blog, depois de ler o toque da Dandinha (de novo) no MSN, depois de ouvir os conselhos do amigo Fábio Polar no almoço lá no Papardelle, depois de bater um longo papo com a Lícia na caminhada, depois de conversar com um amigo muito querido que eu prefiro não identificar.

A vida me empurra pra tomadas de decisões muito apressadas pro meu gosto. Talvez o que eu deva mesmo fazer é serenar a minha cabeça. Não ser determinista demais e ser compulsiva de menos. Aguardar o desenrolar dos fatos, das sensações, dos acontecimentos.

 

Tudo precisa de um tempo

para depurar,

decantar,

definir.

Vou me dar esse tempo.

Vou dar esse tempo ao tempo

que deseja chegar antes do tempo.

O dia foi cheio. Trabalho, elocubrações (a cabeça não parou um minuto de raciocinar...), hipóteses levantadas, cálculos refeitos e uma grande incógnita no ar. Mas nem isso me estressou hoje. Estive plena de mim durante todo o dia. Plena de mim quer dizer FELIZ EM ESTAR BUSCANDO A MELHOR MANEIRA DE SER FELIZ. OU MELHOR, DE CONTINUAR FELIZ. PORQUE FELIZ EU JÁ SOU. Cantei música bem alto no carro, sorri pros transeuntes na caminhada, fiz um programa bem alto astral hj à tarde na TV e agora à noite... uma última conversa ainda me fez ficar mais forte. Menos insegura das coisas. Mais certa de como eu devo proceder para conduzir bacana o desenrolar dos fatos.

Xiiiiiiiiii, to sendo absolutamente inespecífica, né? Proposital, pode crer!

Ouvi coisas que me deixaram muito vaidosa de mim. Outras que disse me fizeram pensar ainda mais nas conseqüências que as minhas atitudes podem gerar. Prudência é do que preciso.

 

OBS.: O poema daqui debaixo é continuação deste post!!!



Escrito por Anucha às 23h56

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Deixo vocês com Antonio Cícero:

 

GUARDAR

Guardar uma coisa não é escondê-la ou trancá-la.

Em cofre não se guarda coisa alguma.

Em cofre perde-se a coisas à vista

Guardar uma coisa é olhá-la, fitá-la, mirá-la por admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela iluminado.

Guardar uma coisa é vigiá-la, isto é, fazer vigília por ela, isto é, velar por ela, isto é, estar acordado por ela, isto é, estar por ela ou ser por ela.

Por isso melhor se guarda o vôo de um pássaro

Do que um pássaro sem vôos.

Por isso se escreve, por isso se diz, por isso se publica, por isso se declara e declama um poema:

Para guardá-lo:

Para que ele, por sua vez, guarde o que guarda:

Guarde o que quer que guarda um poema:

Por isso o lance do poema:

Por guardar-se o que se quer guardar.

 



Escrito por Anucha às 23h56

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Só pra controle...

 

Tô aqui on line com a Sanka e a Dandinha no MSN e querendo desabafar um pouco. Escrever sobre o que não é dor, angustia, incerteza. O pior é que na proporção da minha angustia... tem coisa boa e nova acontecendo. Aí é que pira o cabeção, viu?

Tenho uns abacaxis pra resolver até amanhã. Coisas pessoais mesmo, mas que estão me tirando a paciência. Isso deixa as demais situações ainda mais aflitivas. Porque parece que problema pouco é bobagem, né? Vem tudo de uma vez como se a gente tivesse que se virar em mil só pra destrincha-los.

Eu e o André... bem, parece que as coisas estão assim... como diria? Dando uma estressada. Eu já conversei com ele. Queria as coisas sem pressa, lembra que já disse isso aqui? E ele está bem mais dentro da história do que eu. Não quero fazer ninguém se magoar por minha causa. Muito menos quem eu quero bem, que é o caso dele. Mas é que minha vida deu uma guinada tão doida nesses últimos seis meses... que eu ainda me belisco pra saber se estou acordada mesmo, se estou realmente vivenciando determinadas situações, novíssimas pra mim...

 

Acho que devo repetir o Galeano. Pra eu mesma reler aqui e me tocar:

 

“DOS MEDOS NASCEM AS CORAGENS E DAS DÚVIDAS AS CERTEZAS.

OS SONHOS ANUNCIAM OUTRA REALIDADE POSSÍVEL.

E OS DELÍRIOS, OUTRA RAZÃO.

AFINAL DE CONTAS, SOMOS O QUE FAZEMOS PARA MUDAR O QUE SOMOS.”



Escrito por Anucha às 13h41

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O QUE É ISSO, COMPANHEIRA?!

Não vou me demorar. Vou já pra o almoço de aniversário da tia Jesus, mãe da Lis, Lícia, Liciane, Lísia e Lívia... Uma família que ganhei de presente. Portanto, sinto-me filha e querida naquele lar. Dia de me sentir aconchegada, dia que não abro mão.

Eu tô estranha. Sinto que não estou a mesma de há pelo menos duas semanas atrás. Tô confusa, aflita até. A revolução, que bem falou a Adélia, está acontecendo em mim sorrateira e inconscientemente. E isso me surpreende e me afeta sobremaneira.

Dos meus amigos, eu sinto falta. Como se estivesse sem eles por perto há um século. saudade dos programas, das folias, das presepadas.

Da minha família, tios, primos, pai, é uma saudade cortante, pulsante, soluçante.

Da minha vida tranquila, sinto uma necessidade viceral. Mas ela não consegue estar sossegada. É impressionante! Quando engata a segunda, já vai pisando logo no freio e querendo engatar a ré. O QUE É ISSO, COMPANHEIRA!?!

Ontem, o dia foi de pensar muito, agir pouco e elocubrar sobre coisas que preciso fazer e ainda não me sinto corajosa, estimulada, preparada para fazer.

Hoje, queria mesmo era me trancar no meu quarto, arrumar minha bagunça, que reflete bem como a minha vida está. Meu guarda-roupa nunca esteve tão desarrumado. Minha mesa do computador, nem eu mesmo me acho mais. Meus livros, meus cds, minhas tralhas... Tudo está revirado, de cabeça pra baixo... como a dona.

Desculpa se não consigo, agora, trazer para vcs a alegria, que é própria minha, minha marca registrada, minha identidade. É que esses dias eu deveria memso era estar fechada pra balanço. Sumir do mapa para me encontrar.

Acordei ouvindo CONCERTO PARA UMA VOZ - Saint Preux, um dos melhores cds que eu ganhei na minha vida toda e para sempre. Quem me deu foi Carlos José Costa, uma das pessoas mais maravilhosas que eu tive a oportunidade de conhecer. Parece que essas músicas invadem a minha alma, me enchendo de um misto de dor, alegria, nostalgia, saudade, esperança. Sei lá... é uma sensação estranha. Mais uma para quem está uma REVOLUÇÃO DE SENSAÇÕES, viu, Adélia!? 



Escrito por Anucha às 12h29

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