SOBRE MIM


Leonina de 34 anos bem vividos. Nasci em Salvador, mas amo Teresina. Cidade onde moro e quero viver os meus dias bem felizes. Uma mistura de Pollyana com Peter Pan. Vivo em "Busca da Terra do Nunca" achando que tudo acontece para o meu bem. Faço aqui minha catarse e minha terapia. Tenho me refeito a cada dia com minhas próprias reflexões. Sou uma criatura alegre e feliz. Meu maior sonho: SER MÃE!




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"Entrego
Confio
Aceito
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(Hermógenes)




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Se eu tivesse mais alma para dar, eu daria. Isso para mim é viver!





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Dia morno, dia de chuva...

Morreu uma figura do bem. Bem legal. Que, agora, deve tá lá num lugar melhor. Mas que vai fazer falta aqui pela sua bondade! Passei no velório dela. Revi pessoas queridas. Muito ruim isso de encontrar pessoas que a gente quer bem e não vê há muito tempo num lugar tão triste. De lá, fui almoçar na casa da tia Jack. Ela fez uma lagosta no forno, que estava uma delícia. Levei o Marquim comigo. Como disse a tia Jack, “meu namorado de fé”!. Sim, porque ele está sempre comigo, ora! Eu e ele viemos pra minha casa tirar um cochilo. De tardezinha, passamos no ensaio da escola de samba Nossa Cara, a convite do velho Al. Foi legal ter ido, mas eu tava meio sonolenta, meio cansada. Sai mais cedo. Passei no Hiper pra comprar pão e quem encontro? Tunino e Yo. Queridos amigos-primos, que não encontrava há algum tempo. Saudade. Feliz encontro!

Em casa, to vendo se me animo pra encontrar a turma no Egipe. Hj eu tô meio fraca pra rua. Mas, se bem me conheço, não vou resistir à ligação do Marquim e da Stelam ,que ficaram de ligar daqui a pouco.

Ah, ontem, da pizza, fomos pro Egipe. Passamos a chuva na cozinha do bar. Só que antes tive um plá bem legal com uma figura que nem me conhece direito, mas já soube como “me ler”. E me falou cada coisa importante. Tipo: “A vida é curta demais pra você ficar pensando o que vai fazer. Faça agora! E viva feliz! Pare de esperar. Aja!”

Obrigada, Paulo Cortelazzi!!!!

Ah, tomei uma decisão: vou reabrir os comentários do blog. As opiniões foram, na maioria, para o LIBERA GERAL. E é o que eu vou fazer. E levantar a cabeça pro que não é legal de ler num espaço tão meu, tão bacaba pra mim.

 

 



Escrito por Anucha às 21h30

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“HAJA TETO

PRA TANTO DESABRIGO

HAJA PALAVRA

PRO QUE EU NÃO DIGO

HAJA INSTINTO

E HAJA SAÍDA

PRA TANTO LABIRINTO...” (Zélia Duncan)

 

Começo diferente hj. Com a música antes. Pq tava ouvindo ela ainda há pouco e pq acho que ela me define nesse exato momento. Minha cabeça deu um nó. As tais coisas diferentes, a história de experimentar o novo é muito bacana no texto. Na real, confunde a cabeça de quem não está acostumado a essas novidades, sabe?

O que mais me confunde mesmo é a falta de diálogo. A falta de verdade. A falta de cuidado. A falta de zelo pelo outro. Tudo, absolutamente tudo, na vida seria muito mais simples se fosse explicado, discutido nas entrelinhas, desvendado cedo. O mistério, as palavras não-ditas têm o condão de me perturbar.

 

Detesto surpresas. Detesto não estar a par de tudo. Detesto desconhecer os fatos. Detesto a idéia de que nem tudo é como se disse ou se penso ou se imaginou ou se previu.

O que eu gosto é da honestidade. Nada de meias verdades. O que eu gosto é do olho no olho. Nada de olhares fugidios. O que eu gosto é do sabor da aventura. Nada do amargo do que não é dito e tem que ser advinhado.

 

Perdoem, meus caríssimos leitores e visitantes do blog, se estou sendo pouco clara. Coisa que não é do meu feitio. Mas é que... para lembrar o Lulu Santos... “tem certas coisas que eu não sei dizer”!!!

 

Ontem, fui pro Cabaré do Marquim. Tinha tudo pra ser legal, mas não foi. Eu não tava inteira. Faltava um sorriso. Faltava um carinho. Faltava um olhar mais direto. Faltava eu me sentir mais poderosa. Vim embora cedo e custei a dormir.

Hoje, trabalho de manhã, e-mail enviado esperando retorno, nada de retorno, desculpa esfarrapada. De tarde, tudo à tarde bem bacana, marquei com a Mel pra começar na academia na segunda, passei na Gorete pra aparar o cabelo e ela cortou bem muitão. Mas como cresce... num estressei.

Daqui a pouco vou comer pizza com o Marquim. Depois, ele quer ir ao MPBar, mas eu tô mais a fim de vir pra casa mesmo. E acho que é isso que eu vou fazer.

 

Té mais!!!



Escrito por Anucha às 20h04

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SÓ PRA CONTROLE...

Olha aí, Sanka... A Adriana concorda com vc e a Doodie voltou pra dar a opinião dela.
Resolvi aprovar o comentário dela pra dar a quem realmente vale a pena elementos para julgar melhor. Mas prometo que se a maioria votar a favor dos comentários abertos o blog voltará a ser como era desde o começo e eu terei que engolir essa idiota que é tão insignificante que nem se identifica. Talvez não seja nem gente!

Escrito por Anucha às 10h37

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Sem diretoria

 

Aprendi essa expressão com o meu novo amigo Fábio. Ele fala assim quando diz que é uma pessoa sem regulamento, igual o jumento do Luiz Gonzaga, sabe? Pois eu to assim. Ontem meio dia eu disse uma coisa e de noite já tava fazendo outra. Que diabéisso?

 

Mas é que eu tenho dois fiéis escudeiros, Marquim e Aline, que funcionam como dois diabinhos. E eles me fizeram entender que o melhor não é ficar em casa, mas passar a agir diferente. E eles tão certos. O que precisa mudar é minha atitude, minha postura, minha conduta.

 

Estou certa disso. Nem preciso perguntar aos colegas ou aos universitários. Saídas, como a que gente fez hj à noite é do que estou precisando. Ficar em casa iria confundir mais ainda a minha cuca.  Fábio, Aline, Marquim e eu fomos para o Bodódromo a fim de comer tripa de bode frita. Num tinha. Aí eles pediram cunhão de bode e rim e eu filé de pernil de carneiro na brasa. Passamos bem. Tomamos umas e conversamos potoca. Combinamos de almoçar juntos no Pappardelle amanhã.

 

Ei, gente, valeu pela companhia, viu? Cês nem imaginam como tem me feito bem!

 

Deixo vocês agora com o comentário que a Sanka fez no meu post de ontem. E queria que vcs opinassem sinceramente sobre o que ela disse a respeito da análise prévia dos comentários deste blog, uma novidade de uma semana pra cá. A pergunta é: será que é por isso que os comentários estão tão minguados? Ou vcs cansaram de fazer parte da corrente do bem?!

Lá vai a Sanka:

“Acho q selecionar os comentários por causa dessa criatura é só dar “ibop” p ela. Entendo q é muito chato aturar gente chata num espaço q é seu, mas pense bem, cada vez q essa “nefasta” postava alguma “merda” (desculpa, mas não encontrei nenhuma palavra educadinha...) pipocavam outros tantos comentários legais tipo “xô satanás!” . Sou leitora assídua do teu blog, embora n te conheça... compreendo os seus motivos mas acho q qquer análise soa meio desagradável... talvez seja esse o motivo do sumiço.”



Escrito por Anucha às 01h43

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Altos e baixos

 

Voltei cedo do Egipe ontem à noite. Fui com o Corpo e a Aline. Encontrei Stanley, Alcione, Sandro e Luiz. Noite de Vavá tocando quase só pra gente. E como foi bom ouvir músicas guardadas na memória e relembrar momentos bons, que não voltam mais. Nem com a gota!

Mas eu tava “emsimesmada”, um termo usado pelo meu pai que quer dizer mais ou menos como “pra dentro de si mesma”, sabe? Ando pensando em dar um tempo das folias. Acho que quero me lançar no poço outra vez. Nada de fundo do poço. Mas nas paredes onde eu me busco e quero me encontrar. Descobri que o fundo do poço tem uma mola, que impulsiona a gente pra cima de novo, e de novo, e de novo. Mas eu não quero, nem to precisando descer tão fundo. Só preciso de uma pausa. Me questionar, me criticar, me analisar, me concluir. E isso é uma viagem tão solitária e que, invariavelmente, terei que fazer sozinha. Sem ouvir a opinião alheia, nem que essa opinião seja do melhor amigo, do fiel companheiro, do ombro sempre presente.

Ando me avaliando compulsivamente. Minhas atitudes, minhas vontades, meus anseios, minhas torturas mentais, minhas dúvidas, meus ímpetos. Sou e sempre fui impetuosa, intempestiva e imperativa. Mas temo que isso tudo esteja me levando a agir irresponsavelmente. E irresponsável é algo que não me admito ser. E o que é ser irresponsável? É viver sem dar satisfação para “seu nínga”? É agir como se ninguém estivesse olhando, reprovando, comentando?  É fazer sem se preocupar em se arrepender depois? E se houver arrependimento, é melhor esquecer?! Sendo assim, tenho sido irresponsável, sim. Uma feliz irresponsável!

Mas só que pesa nos ombros um ônus que eu não estou acostumada. O ônus das novas descobertas, das novas experiências, do que era só teoria e passou a ser corriqueiro na minha vida: VER QUAL É, sabe?! Aí você lembra que não é mais uma garotinha, que tem que se encarar no espelho com todo o respeito e sentir orgulho de si mesma. Não que eu tenha feito algo de que não tenha me orgulhado. Nada disso. Mas é que as coisas poderiam acabar se encaminhando para isso. E eu não quero, eu não vou, eu não quero.

É, definitivamente, hoje eu deprimi. Caiu o astral. Ou, como eu dizia quando era adolescente: “EU TÔ DOWN!” O velho Al me disse com o olhar, ontem à noite, que eu não deveria estar assim. O Luiz levantou o meu queixo, reproduzindo o que já havia dito o Beto: “Não baixe a cabeça nunca!” A Aline escreveu bilhetinho com o mesmo teor. E o Marquim, como sempre, dá um sorriso que diz muito. Estou cercada de gente que me quer bem e me ver bem também. Sou uma criatura de sorte!

Mas, acho que vou mesmo dar um tempo na eufórica vida noturna que tenho levado. Para não acabar confundindo meus próprios sentimentos.

Fecho com Rita Ribeiro, que ouvi na voz do Vavá indagorinha: “É só pensar em vc que muda o dia. Minha alegria dá pra ver. Não dá pra esconder. Nem quero pensar se é certo querer um beijo seu. E eu? É só pensar em você... Vontade de viver mais em paz com o mundo e comigo”! 



Escrito por Anucha às 13h25

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Pedido
Ei, gente, por que vcs não estão mais fazendo comentários aqui no blog? É porque eu coloquei os comentários para pré-avaliação? Deixa eu explicar direito... é que tem uma criatura que faz só comentários desagradáveis e estava deixando constrangidas algumas pessoas que são frequentes aqui. Aí, por sugestão desass pessoas, resolvi colocar a pré-seleção. Então, voltem a fazer parte da corrente do bem, por favor!

Escrito por Anucha às 09h45

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Dia cheio

Hoje, fui cedo pra Fundação. Trabalheira boa e uma boa conversa com Dr. João. Que bom estar me afinando com meu chefe. tenho que agradecer o Dr. Sílvio pela oprtunidade. Estou muito feliz de voltar pra FMS. Adoro trabalhar lá e também as pessoas de lá.

Fui gravar um vt na AMC. Levei o Marquinho a tiracolo, porque de lá viemos aqui pra casa comer a comidinha da Guinha. Coxão traseiro de leitão assado + arroz com feijão. Pense num almocinho bom! Depois, tirei um cochilo com o Corpo (o Marquim) e fui voada pra TV. Afinal, hoje seria o meu priemiro dia de trabalho na TV, primeiro dia de Tudo à Tarde de 2005. E foi massa voltar. Legal os temas. Bom demais a receptividade dos meus telespectadores. Me senti em casa de novo.

Na volta, fui visitar a Florzinha, minha querida amiga carina, que passou por um probleminha de saúde. Mas já tá bem, graças a Deus. Fui levar petinhas e pamonha pra ela. E ver a Lilice, claro. Conversamos um pouco. Contei pra ela os últimos acontecimentos da minha vida e voltei pra casa.

Mas, que nada. Quem disse que vou parar? Vou já pro Egipe com a Aline e o Marquim. Só pra encontrar mesmo. Nem quero farra, nem chegar tarde. Só ver a turma mesmo.

Um telefonema, chamada não atendida, sem feedback. Gosto tanto das coisas mais claras. Sou assim, sempre fui. Verdade e sinceridade em primeiro lugar! Mas... 

 



Escrito por Anucha às 20h13

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Domingão do Gigi

(É a terceira vez q tento postar hj. se num der... vou desistir...)

Ontem, a gente foi pro amigo da onça no apê do Egídio e da Cynthia. Pense numa tarde superagradável! A tangiroska da Gluglu, os dvds escolhidos pelo Gigi, a gargalhada esparrosa da Aline, as molecagens do Marquim, o samba no pé do velho tio Al, o momento "epa" do Pedrinho, a zuada do beto, o jeito contemplativo do Stanley, o "fale com a minha mão" do Luiz, as loucuras da amiga Paula e o "tá na hora de abrir o bar" do Sandro.

Foi diversão do início ao fim. Tá certo que eu baixei o astral uma hora lá. Sei lá, parece que quando a gente tá num pico de alegria... a gente meio que desce a ribanceira e declina assim no alto astral. A gente fica se perguntando "Será?", "Tô mesmo legal?", "Tô no rumo certo?", "E se..."

Mas nada como ter amigos por perto. Primeiro o Corpo, que não aguenta me ver quieta. Depois a Aline, o Sandro, o Egídio e o Pedrinho. Ouvi coisas que não imaginava ouvir. Me surpreendi com a capacidade das pessoas de atingir o seu peito de cheio. Com palavras que são ditas para marcar um dia, um momento, uma vida. Palavras que nem precisariam ser partilhadas, porque elas são ditas com o coração, com o olhar, com as atitudes. Mas é sempre bom ouvir, claro!

Respirei fundo e fui dançar o dvd de dance e me lembrar da minha amiga Stelma, que resolveu dar o bolo na gente e não apareceu. Falta grave, viu? Depois de lá (saímos 9h45 da noite)... bem... foi muito legal! Basta que vcs saibam que eu tô feliz!

Cheguei aindagorinha de outra saída massa. O Fábio é que tem razão: essa turma é massa e precisa ser regada todos os dias. Hj, eu, Aline, Marquim, sandro e Fábio fomos ao VTS comer o peixe "cura-ressaca" do Vicente. Levei o CD do Turíbio santos pra ele. CD que o próprio Turíbio me deu em dezembro, quando foi ao Tudo à Tarde. Na mesma hora pensei: "Esse aqui já tem dono." Só faltava eu vir entregar. Foi jóia lá. Ouvimos e cantamos com o violão do Zé Rodrigues. Aí, claro, me lembrei do meu querido Luizinho de Aracaju. Que falta ele me faz!

De lá, ainda arranjamos piquie para encontrar o Stanley e o Luiz no Detroit. O que era pra ser uma passada rápída... durou mais três horas. Só jogando conversa fora. E planejando uma tal viagem pra Jeri numa van. O Fábio ficou de arrumar a van e eu de reservar os quartos na pousada do véio. Quero ver essa história ter prosseguimento...

Já chega por hoje, né? Dá pra sentir que minha vida anda tumultuada, né? Um tumulto bacana, mas... um tumulto.

Fechando com uma música que ouvi ainda há pouco no Detroit. Do Engenheiros do Hawaí: "Pra ser sincero, não espero de vc mais do que educação. Beijo sem paixão, crime sem castigo, aperto de mão, apenas bons amigos. Nós dois temos os mesmos defeitos. Sabemos tudo ao nosso respeito. Somos suspeitos de um crime perfeito. Mas crimes perfeitos não deixam suspeitos."

 

 

 



Escrito por Anucha às 01h52

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Faxina geral

Hj à tarde, promovi um verdadeiro pandemônio aqui em casa. Até que enfim, terminei de arrumar o meu quarto, tarefa iniciada no domingo passado e que tive de dar pause porque estava me acabando de espirrar e com dor nas costas. Tirei um monte de roupa do guarda-roupa, que vou levar a qualquer hora dessas lá no Lar da Esperança, da minha querida Graça Cordeiro. Joguei outro tanto de papel velho, que eu insisto em guardar num sei pra quê. E arrumei a bagunça da estante do meu quarto, organizei espaços e ordenei os meus CDs e fitas. Ah, e dei uma geral na mesa do computador. Pronto! Tá tudo um brinco até a próxima semana, claro!

Depois, fui pro banheiro e joguei no lixo um horror de remédio fora do prazo de validade, cremes que nunca usei e já não prestam mais, bijoux fora de moda, restos de shampoo (pq a gente guarda isso, meu Deus?!), perfumes que já virou licor de tão velho e bloqueador solar do verão passado, que num presta mais.

Tive uma manhã difícil. Telefonema carregado de emoção. Histórias que se repetem, com os mesmos personagens, mas na ordem inversa. Angústia de ré. Palavras que fogem. Vontade de sumir. Mas sumir como se agora é que minha vida está dando uma nova guinada?

O tempo é o senhor da razão, como diz meu amigo Tanzinho. Vou aguardar a cura de todas as feridas. Deus vai dar uma mão. Tenho certeza!



Escrito por Anucha às 20h01

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Noite virou dia

Ontem, fizemos o maior fuá no Cabaré do Marquim pra comemorar o aniversário da Stelma. Tudo da cabeça do Tanzinho, irmão dela, que ama a mana de paixão. Fui muito legal. Cervejinha, gente que a gente quer bem, salgadinho, sushi, música, dança e... bem, a gente se divertiu muito.

A Stelma estava radiante. Mas também foi todo mundo dar beijinhos nela. Lícia, Hélio, Marcílio, Joyce, Stênio, a esposa e a Gabi, Biá, Piauí e Maria Eduarda, Aline, Alcione, Luiz Filho, Lis, Geysa, Ester, Vavá Ribeiro e namorada.

Eu sai de lá quando o sol dizia "Bom Dia". E há muito tempo não passava horas tão bacanas. Só tenho que agradecer ao Cara lá de cima por estar escolhendo a dedo as pessoas que têm estava à minha volta. Em breve, falarei mais sobre isso.

Hoje, fui visitar a Carina, o Flávio e a Clarice. Pôxa, minha pequena está grandinha já. Não a via desde novembro. Tava doida pra apertar ela e dar muito beijinho. Mas ela tava muito choroninha hoje. Aproveitei pra botar o papo em dia com os papais dela. Foi massa. Enquanto a Lilice dormia, a gente ficou deitado na caminha do quarto dela só conversando potoca. Adoro esses dois! E tenho que dar mais atenção à minha amiga Carina, que é muito, muito especial pra mim e, sei, precisa de mim. Talvez menos que eu dela...

Indagorinha, um telefonema me deixou mais animadinha. Papo bom, conversa que flui, sabe? E novas datas para novas diversões. Obrigada, Aline, Marquinho, Stelma e Lícia por me darem tanta força para manter a minha alegria!

p.s.: botei meu gravador de cd. Vão lá no flog, que eu vou postar um monte de foto de salvador! www.anuchamelo.fotoblog.uol.com.br

 



Escrito por Anucha às 22h26

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O dia depois de amanhã

 

Nada como uma boa conversa. Tudo às claras. Pingos nos is. Marcha ré e primeira para continuar a viagem. O melhor de tudo é ver que o que é bom fica pra sempre. Nada estraga, apaga ou contamina o que é cuidado, protegido, precioso.

Fico triste de pensar que nem tudo está como eu estou. Serena, tranqüila e feliz. Não posso dizer que estou completamente feliz. Se alguém que eu amo, quero bem não está bem... passo a sofrer junto. Sou assim. Sempre fui. E nem to a fim de mudar. Mas o tempo tem cura pra toda dor. Eu bem sei disso.

Hoje, um telefonema fez eu perceber que a aquarela nem é tão colorida assim. Que existem cores bem mais confortáveis de enxergar em ambientes bem mais agradáveis de se estar e que eu não estava enxergando. Na verdade, não podia ver o que ainda não existia. E o que de fato existe? Não sei. Estou procurando descobrir. Sem pressa. “Tenho todo o tempo do mundo. Não tenho medo do escuro...”

E como vou ficar amanhã? Não sei ainda. Ando reflexiva demais. Respondi “não” a uma pergunta que eu torcia para ouvir. Foi um “não” cheio de convicção, mas impregnado da certeza de que nunca se deve dizer nunca para nada na vida. O mundo dá muitas voltas e, um dia, a gente acaba sendo confrontado com uma situação diferente, que nos impele a agir diferente (de hoje).

Acabei de chegar do Egipe. Tava com saudade daquela tal Mesa 17. Capitão-mor Stanley recepcionou Alcione, Aline, Marquinho, eu, Paula e Luís. Noite de papo legal, gargalhadas gostosas e um clima novo no ar. É sempre bom respirar novos ares, né? Dá um gás pra gente, sei lá. Sinto que minha vida tem dado voltas em torno de mim, como cambalhotas. Parece estar testando minha disposição para tentar o novo, experimentar possibilidades, testar os meus limites. E os limites vão até onde minha vontade deseja ir. E ela não tem pedido freio. Acho que isso é bom!



Escrito por Anucha às 01h43

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ATENÇÃO!

De tanto a Doodie achar que é importante, resolvi defenestrá-la daqui... Por isso, estou, a partir de hoje, pré-selecionando os comentários deste blog. Agradeço a compreensão dos que, gentilmente, acessam para deixar mensagens do bem!



Escrito por Anucha às 01h06

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Recapitulando

Ontem, fui tirar a ressaca do reveillon no Casarão com minha nova turma de amigos. (Pôxa, é tão bom tê-los por perto nessa retomada da vida, sabia?!) Marquinho, Aline, Sandro, Alcione, Amaro, Bebê, Egídio, Cynthia, Luís, Lícia, Hélio, Liciane, Reginaldo e mais alguns transeuntes. Stanley foi também, mas ficou numa mesa ao lado. Stelma fez o favor de nos dar o bolo. Tá perdoada só dessa vez! Incíco da noite, fui na casa da Carina e do Flávio, que me convidaram para um brinde com champagne. Levei até uma Muun pra eles. Mas, resolvemos ir para o Via Libre, onde o Filipe, grande Encantador de platéias, iria tocar. Passei pra pegar o Corpo e fomos encontrar a Aline, Luís e Sandro.

Noite bem bacana. Quase ninguém por lá, mas a gente estava e o astral por cima. Isso é que vale. Tive uma pequena contrariedade lá com aquela tal figura, de quem eu falei no post de ontem. Mas nada, absolutamente, nada que abale o meu propósito de ficar bem comigo mesma. Como bem disse o Hélio pra mim ontem, parafraseando o Fábio Jr: "NEM POR VOCÊ, NEM POR NINGUÉM EU ME DESFAÇO DOS MEUS PLANOS..."

O bom é que as situações acabam fazendo com que a gente enxergue direito as pessoas, que a gente acha que já conhece. E não conhece nada. O ser humano é mesmo cheio de "fundos falsos"... Palavras não dizem tudo, olhares, muito menos. São as atitudes que dizem do homem. Definem, entregam e acusam o homem.

O melhor é que quando a gente está com a forte determinação de ser melhor a cada dia, nem essa constatação é capaz de pôr dúvida na convicção de que o universo inteiro está confabulando para a gente se dar bem.

Mesmo que eu não me esbarre mais com a figura ou memso que isso volte a acontecer, não terá mais o mesmo peso, nem a mesma importância, nem a mesma euforia. Parece que a maturidade dá isso de bandeja pra gente: a clareza para compreender que aquilo que se julga muito importante, nem é tão importante assim. Não vale um segundo de insônia e nem um minuto de mau humor. Sou mais eu. Isso sim!

Pra fechar, um toque! Assisti ao show da maravilhosa banda Mary Jane ontem no Via Libre. Banda boa, vocalista melhor ainda, repertório perfeito. Mas a impáfia da vocalista é de doer, viu? Imagina que estávamos umas 25 pessoas assitindo ao show e ela saiu com essa... "A província quer música? Pois a província terá música". Tudo porque o público que ela esperava encontrar ali estava todo em Luís Correia. É mole? E nós? Não merecíamos um pouco mais de respeito, ou melhor, prestígio?! O dono do bar parece que não gostou muito da observação da narizinho empinado, não!

P.S.: A Neuza, do Pappardelle, uma bruxinha linda que vive me protegendo, me ligou ainda há pouco pra dizer que sonhou comigo nas primeiras horas de 2005. No sonho, ela me dizia com toda a convicção que havia uma pessoa muito próxima de mim que me amava e muito e que eu não estava olhando com olhos de enxergar. Prometi a ela que ficarei mais observadora!!!!



Escrito por Anucha às 17h44

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COMO É QUE EU VOU DIZER ISSO?

Num tem jeito. Sempre fui e sempre serei direta nas minhas colocações. Não gosto de meias palavras, nem muito menos de meias verdades. Quando penso ou quero uma coisa trato logo de socializar, sem pensar muito, honestamente. Gostaria de abrir minha alma aqui e agora. Como tenho feito desde que iniciei esse blog em maio de 2004. Fazendo uma catarse da minha vida e, de uma forma ou de outra, expondo na Rede aquilo que só deveria dizer respeito a mim e aos meus mais chegados e queridos amigos. Uma opção que fiz, já debati aqui algumas vezes, e não volto atrás.

Bem, mas... NÃO POSSO ABRIR (abrir mesmo, sabe?) A MINHA ALMA AGORA. Devo respeito e consideração a quem merece até muito mais de mim. Antes de viajar pra Salvador, me envolvi com uma figura muito especial. Vocês puderam sentir meu estado de espírito por aqui. Nunca havia experimentado essa onda dos teens de FICAR. E foi a minha vez de curtir uma relação sem compromisso nenhum. Só pela companhia (muito agradável), pelos bons papos, pela música em volta, pelo carinho, pelos sorrisos, pela sensibilidade. Enfim... quase, quase eu me apaixonei. Andou bem pertinho.

Fui pra Salvador e mensagens de celular, alguns contatos pelo telefone preenchiam também o meu tempo. Na volta, dois rápidos encontros, e uma certeza: VIVER A VIDA VALE MUITO A PENA. O PRESENTE DEVE SER SEMPRE BEM APROVEITADO.

Ele está confuso, precisa resolver a própria vida e eu não quero, nem vou estar no meio desse redemoinho. Tô sartando fora! E vou cantando um trecho da música que algumas vezes ele cantou pra mim: “O QUE TEM QUE SER, ASSIM SERÁ.” Não ficarei em compasso de espera. Vou me colocar aberta para as possibilidades que a vida me apontar. Inclusive a de topar com ele por aí mais uma vez. De preferência, BEM RESOLVIDO!

E para virar a página, nada melhor que celebrar o ANO NOVO com boas notícias. Mussoline Guedes, meu amigo e secretário municipal de Comunicação, me chamou para trabalhar com ele. E, como já disse uma vez, trabalhar com o Mussa é um prazer, uma honra e uma oportunidade brilhante de aprendizado porque ele é um dos profissionais mais íntegros da minha profissão aqui no Piauí. Ética e profissionalismo são qualidades que ele tem de sobra. Estou muito feliz com o convite. Na segunda, já começo na nova labuta.

Fechando com música, já que ela voltou a fazer parte da minha vida. Interessante! Sempre, quando minha vida dá uma reviravolta, a música volta a ser presença constante na minha alma. Botei som no carro e hoje ouvi uma música em um cd que a Driquinha gravou pra mim. Olha aí...

 

“SOLIDÃO. PAREI JÁ COM ISSO.

MEU AMOR, TE QUERO COMIGO AQUI.

PRA FAZER JÁ SABE O QUÊ.

TRAZ UM SOL, QUE EU ABRO UM SORRISO.

TRAZ UM SOM, QUE EU CANTO CONTIGO

ATÉ QUANDO AMANHECER

OU ATÉ QUANDO QUISER.

ESSA NOITE É SÓ PRAZER.

LUZ

QUANDO A GENTE DANÇA É LUZ.

QUANDO A GENTE AMA TUDO É MANHÃ

TUDO É MUITA LUZ.”

Escrito por Anucha às 00h07

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