SOBRE MIM


Leonina de 34 anos bem vividos. Nasci em Salvador, mas amo Teresina. Cidade onde moro e quero viver os meus dias bem felizes. Uma mistura de Pollyana com Peter Pan. Vivo em "Busca da Terra do Nunca" achando que tudo acontece para o meu bem. Faço aqui minha catarse e minha terapia. Tenho me refeito a cada dia com minhas próprias reflexões. Sou uma criatura alegre e feliz. Meu maior sonho: SER MÃE!




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"Entrego
Confio
Aceito
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Se eu tivesse mais alma para dar, eu daria. Isso para mim é viver!





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Manual de instruções

Todo relacionamento quando se inicia deveria proceder da seguinte maneira. Ele e ela deveriam apresentar, logo nos primeiros encontros, uma espécie de manual de instruções. Numa conversa honesta, aberta, tudo a respeito de como funciona a "máquina" deveria ser dito e registrado. Só assim, de posse de um documento, as cobranças no futuro não teriam fundamento e o velho argumento do "vc me conheceu assim" seria evitável.

Uma conversa com um amigo bem bacana ainda há pouco me fez ter convicção de que o meu próximo relacionamento terá que começar mais ou menos assim. Você me diz como funciona, onde estão as engrenagens, o que é próprio da sua personalidade, quando eu devo deixar em ponto morto, quando passar a 3ª ou quando dar ré.

Quero que "O CARA" apareça sem a necessidade de ser pra sempre. Quero que ele chegue manso, sem pretender mais do que uma noite. E aparecer na segunda, na terceira com a mesma cara marota que me conquistou na primeira. Quero que ele não me prometa nada, só me faça sorrir e sentir o coração palpitar simplesmente quando ele me olha no fundo dos olhos.

Penso que eu também deva ser sincera sobre meus sentimentos, minha natureza, meus anseios e minha vontade de acertar. Não desejo que ele seja o "príncipe encantado do cavalo branco". Apenas que me dê a segurança de que não irá me machucar e que será sincero como foi da primeira vez. Que eu não tenha medo nem de mim, nem dele.

Desejo que a química seja bem bacana, que o cheiro (mesmo de suor depois do trabalho) seja enebriante, que ele toque suas músicas preferidas no violão e que cante pra mim, mesmo quando o violão não estiver ao lado. Que as noitadas possam ser compartilhadas por mim também, que minha companhai seja mais vezes possível agradável, querida, desejada. Mas que eu saiba "me tocar" quando a vontade de estar sozinho ou com os amigos seja maior que o desejo de me encontrar. (Qual o problema se isso acontecer?)

Que Deus permita que as coisas aconteçam com a velocidade que elas merecem ter, que nem eu nem ele criemos expaectativas ilusórias sobre nós mesmos. Que a gente saiba aproveitar para fazer juntos o que gostaríamos de ter feito a vida inteira com alguém bacana ao lado.

Ah, e que eu saiba quando parar de falar demais também...



Escrito por Anucha às 02h55

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MINHA ESTRÉIA NO VTS

 

Em 1997, eu trabalhava na redação do Meio Norte quando ouvi falar a primeira vez no VTS. O meu amigo querido Cláudio Barros falava desse bar como quem se refere ao melhor lugar do mundo, onde só se encontra gente de primeira grandeza, com as quais dá orgulho só estar perto.

Ele me dizia que para eu ir lá só apresentada por um amigo do Vicente. “Mulher não entra desacompanhada”, alertava ele. E eu, respeitosamente, aceitava e aguardava ansiosamente o convite. Dele, claro!

O tempo passou e eu lambia os beiços a cada vez que alguém comentava o sabor delicioso daquela branquinha preparada com tempero mágico, jeito peculiar e servida em pratos para tomar sopa, tendo como talher apenas uma colher. Um luxo!

Quando eu sabia das tardes e noite homéricas em que Siqueira Campos se reunia com Anderson Nóbrega, Vitorino Fernandes e outros tantos e cativos freqüentadores, quer dizer, sócios do Club VTS, eu realmente acreditava que, um dia, seria privilegiada com o convite.

E ele veio. Partiu de quem eu menos esperava. E não foi o Cláudio Barros. Quase oito anos depois, Fábio Almeida, amigo do Vicente há 15 anos, levou a mim e o meu amigo Marquim para conhecer o bar mais charmoso da cidade, em plena Rua João Cabral, no centrão de Teresina.

Fui recebida com a mesma resistência que todos os que não são conhecidos têm. Afinal de contas, “não tenho dinheiro, não sou rica e sou igual a todos os que vão ao bar”, parafraseando o próprio VTS.

Tomamos cervejinha, comemos o delicioso peixe ao molho, engatamos na conversa, mandei uma msg para o cel do CB (Cláudio Barros) e fomos pra cozinha, local em que só os bons têm passaporte para se abancar. E lá estávamos eu e o Marquim ouvindo Vicente Celestino, Luiz Gonzaga, Ângela Maria e Los Panchos.

Aí, foi a glória. O som foi providencialmente parado para que o próprio Vicente abraçasse o seu violão para, de uma vez, fazer-me apaixonar pelo bar, pelo clima, pelo dono, pelas companhias. Sim, porque, nessa altura do campeonato, já havia se juntado a nós o Cláudio Barros (que leu a msg no cel e correu pra lá) e o Sandro, que não sossegou até ir ao nosso encontro.

Nunca mais havia me sentido assim: livre, à vontade, em casa. E isso só foi possível porque ouvi da boca de um Vicente simpático e nada carrancudo algo como: “Cláudio Barros, como é que você passa tanto tempo para me trazer a Anucha aqui?”. E, repito, não foi o Cláudio que me proporcionou a minha estréia no VTS. Foi o Fábio, a quem agradeci e muito. Afinal, não é todo dia que se consegue o afeto e o carinho de um personagem tão controvertido da cultura e do folclore da nossa terra.

Saí de lá com a certeza que essa noite foi a primeira de uma série. Já pedi permissão para voltar ao bar, com o ou sem Fábio. Se bem que ele disse que virá das outras vezes. Quero levar a Cacha lá... a Minha Gorda, a Lidche, a tia Inêz... Xi, acho que terei problema para consegui a aprovação de tanta gente!!!

Mas o que eu quero dizer mesmo é que A MINHA NOITE FOI MUITO FELIZ. ESTOU MUITO FELIZ. E OBRIGADA ÀS COMPANHIAS DA NOITE DE HOJE QUE ME PROPORCIONARAM TANTAS ALEGRIAS DE UMA SÓ VEZ.

Sabe qual foi minha última atitude no VTS? Dei um beijo na careca do VTS. Se existe outro jeito de demarcar território... me ensinem!

 



Escrito por Anucha às 03h03

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SOBRE ONTEM O DIA INTEIRO...

Sabe o que disse o Quintaninha no meu post de ontem? Pois bem... eu saí ontem de tarde exatamente daquele jeito. Fui com o Marquinho, umas 2h da tarde, encontrar a turma no Casarão. Todos sentados embaixo de uma imensa mangueira curtindo cervejinha gelada e a boa companhia dos pais do Alcione. Duas figurinhas simpáticas e gentis, que conheceram meu avô Machado, minha vó Dedila e minha Corrinha. Festa para eles!

Ficamos lá até às 11h30 da noite. Isso mesmo. Um chegada, outro saia... e agente ficava. Depois chegou mais gente boa, a conversa foi ficando cada vez mais interessante, a gente ria, a gente gargalhava... Afe... como é fácil se divertir quando se está com gente bacana e sem pressa pra voltar pra casa. "TODOS OS CAMINHOS DO MUNDO" parecem ter se aberto para mim. Que ótimo. Não crio expectativas, mas gosto de me ver enxergando mais longe.

Hoje, acho que vou comer o famoso peixe do VTS. Até que enfim alguém me convidou ara ir lá. O meu companheiro inseparável, o Marquim, também vai. Já dá pra imaginar que vai ser mais uma farrra das boas.

Ah, eu não contei como foi a noite do sábado, né? Bem, depois de dar beijo no Áureo e outros tantos na Dani, que estavam de aniversário, fui encontrar a tropa toda no Egipe: Lícia, Stelma, Stanley, Reginaldo, Liciane, Marquim... e ainda foi a Cacha e a Juju. Poxa vida, como foi legal por lá. Tava com saudade do povo todo, to tratamento vip que a gente tem na mesa 17 e de dançar na parte de dentro, que parece muito com a Matrinchan nos melhors tempos. A noite não poderia ter terminado melhor. Boa companhia e sol amanhecendo pra dizer BOM DIA!

 



Escrito por Anucha às 13h36

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A Sanka colocou isso no meu blog e eu reparto aqui. Só pra controle: EU ESTOU MUITO FELIZ! Vou sair agora p encontrar com a Cacha, a Juju, a Minha Gorda e a Margô. Depois posto mais, ok? bjs...

Quintana: “A gente sempre deve sair à rua como quem foge de casa,/ Como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo./ Não importa que os compromissos, as obrigações, estejam ali... / Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!”.

Quintana: “A gente sempre deve sair à rua como quem foge de casa,/ Como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo./ Não importa que os compromissos, as obrigações, estejam ali... / Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!”.



Escrito por Anucha às 12h22

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Será que eu consigo ser concisa?

Ontem, fui pro coquetel da Azurra e encontrei muita gente bacana por lá. Tomei umas tacinhas de Munn, nova espumante do pedaço, e fui com uma turma bafon para a 20 e Poucos Anos: Nêga Carla, Cícero, Flávio, Roosevelt, Felipe e Shynaider. Isso mesmo: a top internacional teresinense. A noite foi muito legal. Encontrei com a tia Jack e a turma dela, a Maia e o Fábio e nós dançamos muuuuuuuuuuuito. Pôxa, quanto tempo sem ir à boate e sem dançar assim, pra ficar com o cabelo pingando de tanto suar, sabe? Me diverti um bocado. Encontrei muita gente fina e acabei voltando pra casa 6h. Exausta, mas leve e feliz. quero repetir a dose. Mas da próxima vez quero combinar com a Lidche e a Cacha pra gente lembrar os velhos tempos de Matrinchan, Aquarius e Doce Vida. E vou arrasar a Stelma e a Lícia também... pro dia nascer feliz!

Acordei duas horas depois pra trabalhar. Entrevista com Assis Fortes às 9h e desfile na Vis a Vis às 10h. E eu lá rente que nem pão quente. Cheguei na casa da tia Jack mais cedo para o almoço de Natal. Aproveitei o carinhozinho da minha prima-sobrinha-afilhada-amor da minha vida DEDILA, que ficou fazendo cafuné na minha cabeça, estourando de dor. Não por outra razão: sono e muito. Banquete, que a tia Jack preparou, viu? Cacha e Jean, Guinha e Marcinha também foram.

Hoje é dia de abraçar dois amigos especiais: Áureo Jr e Dani Rêgo, que fazem aniversário. Vou ter que me dividir. Mas não vou deixar de levar meu beijo de cuitelinho! Ainda há pouco, me emocionei muito ao ler alguns comentários no meu post de ontem. Surpresa boa ver a Denise Freitas por aqui. Volte sempre, minha linda! E desabei a chorar, pra variar, ao ler o que a Drica escreveu. Minha Gorda, tu tem o condão de me emocionar. Não sei se é porque lembro da nossa "velha amizade", se lembro do carinho que a minha mãe tinha por ti, se é por admitir-me uma amiga ausente demais ou se são todas as alternativas anteriores. 

Agora, deixo vcs com MAGAMALABARES, Marisa Monte, que ouvi ontem lembrando muito da Nathy e do tempo do NUNCA FOMOS TÃO FELIZES na redação do Meio Norte: "QUEM TEM DEUS COMO IMPÉRIO NO MUNDO NÃO ESTÁ SOZINHO, OUVINDO SININHO".



Escrito por Anucha às 15h47

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O despejo de tudo

Hoje eu ouvi uma coisa da Cíntia Cordeiro, minha produtorinha do Tudo à Tarde, que minha mãe repetia sempre: "Você confia demais nas pessoas!" É verdade. A maioria das pessoas não está nem aí para o que você está passando, pensando, sentindo ou dizendo. Querem mais é que você se F... Eu deveria esperar tudo de todo mundo... o que vier de bom e de ruim. Mas teimo em acreditar que no meu rumo só coisas boas virão. Porque, afinal, eu me considero alguém do bem. E quem faz o bem recebe o bem. Certo?

Errado! Ouvi também hoje, de alguém que prefiro não identificar, algo como: "Quando vc decidiu expor sua vida no blog, você deveria estar preparada para tudo... tem gente de todo tipo acessando vc..." Outra verdade. Mas ainda bem que, colocando todos os pesos na balança, tem mais gente de alma boa que entra aqui do que gente "desqualificada" (pra usar a expressão do meu amigo Marquim!).

Trabalho. Trabalho. Trabalho. Meu nome é trabalho. Rols de perguntas para programas que estão sendo gravados. Roteiros desses mesmos programas. Marcar entrevista para sábado com empresário para a campanha Natal Criança. Pegar roupa para o programa no shopping. Marcar matéria de desfile para o mesmo sábado. Distribuir revistas Bossa Chic para os parceiros que acreditaram no projeto. Pagar umas contas. Bater cabeça até entender como funcionam as compras no Mercado Livre. (Quero comprar uma câmera digital pra levar para Salvador.) Fazer um programa ao vivo. Gravar o programa do dia 22 de dezembro. Pegar resultados dos exames. (Tudo bem, ainda bem!) Encontrar um amigo e pedir colo. Deixar a emoção me levar para onde a verdade e a sinceridade são cativas. Casa, banho, lanche... Cabaré do Marquim.

Eu estava sem graça. Não bebi quase nada. Só dividi umas duas Primus com a Lidche, minha amiga de fé e irmã camarada. Bati um papo com a Stelma. Outro com o Amaro Filho. Deixei a Lidche coçar dois tantos a minha cabeça (adoro cafuné!) e voltei pra casa. Vou dormir logo para esquecer que esse dia foi barra.

Desculpa se estão ficando meio chatos esses relatos do meu dia. Mas, na verdade, o meu blog serve mesmo pra isso: é a minha catarse diária, o despejo de tudo (ou quase tudo) o que me aconteceu, o ralo por onde escorre a minha emoção, o quadro onde jogo as minhas tintas. Obrigada por me aturar por aqui!



Escrito por Anucha às 01h02

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Era só o que faltava...

Hj, acordei cedo, não vesti minha melhor roup,a mas fui fazer exame de sangue. Várias taxas a serem "curiadas" pela minha médica. Fim de ano é tempo de fazer check-up. E eu sou rigorosa nesse aspecto. Não sou mais uma garotinha, né? De lá, fui direto na Gorete, minha querida entendedora de química de cabelo. Precisava de um help na cor da cabeleira, que estava ficando meio ruiva. E eu não tava gostando nada disso. (Entre as Dolls, já tem uma Red, né, Dani Soares!?)

Adorei o resultado. Minhas lindas e fininhas mexinhas douradas, como nos velhos tempos. Bati em retirada para a TV, para elaborar os roteiros de quatro programas que deixarei gravados antes de viajar. Correria muita até lá. Voltei pra casa só para engolir e voltar. Apresentei um programa e gravei outro logo em seguida. Ufa! Cansei. Principalmente porque ocorreram duas situações constrangedoras nesse meio tempo. Dei de cara com alguém que, definitivamente, não queria encontrar. (E foi o ó!) E ainda me estressei com uma cliente, que contratou quatro desfiles no programa e não falou com ninguém para comentar suas roupas. Quer dizer, eu teria que fazer o papel de apresentadora e recomendadora das roupas. (Pega mal, né?) Acabou que eu não comentei e ela não gostou. Desistiu de dois desfiles e estamos conversadas...

Só mesmo encontrar o Marquim depois poderia me trazer o bom humor de volta. Ele foi lá pra casa e de lá fomos encontrar com Alcione, Aline e Tatiana no Casarão, um restaurante porreta que abriu por aqui. Botelhão e Professor foram lá também. Rimos muito, comemos uma comidinha gostosa e voltei pra casa. Amanhã é dia de branco e muito trabalho a ser feito. O melhor é que combinamos uma festa de reveillon na casa das Botelhas. O Reveillon do Botelhão vai ser tudo de bom. Só a galera bacana da nossa turma, que ficará em Teresina na virada do ano. (E você está incluidíssima, viu, Telminha!?)

Fico por aqui com um trecho de uma música do Vercilo, que a Daianne postou para mim: "Esse amor hoje vai pra nunca mais voltar/Como faz o velho pescador/Quando sabe que é a vez do mar.../Qual de nós foi buscar o que já viu partir/Quis gritar mas segurou a voz/Quis chorar mas conseguiu sorrir?..." E remendo com uma do Djavan: "Sorri quando a dor te torturar e a saudade atormentar os teus dias tristonhos, doídos...."

 



Escrito por Anucha às 21h51

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Só sabe quem passa

 

"Só por hoje eu não quero mais chorar

Só por hoje eu espero conseguir

Aceitar o que passou e o que virá

Só por hoje eu vou me lembrar que sou feliz

Hoje eu já sei que sou tudo que preciso ser

Não preciso me desculpar e nem te convencer

O mundo é radical Não sei onde estou indo.

só sei que não estou perdido

Aprendi a viver um dia de cada vez

Só por hoje eu não vou me machucar

Só por hoje eu não quero me esquecer

Que há algumas pouco vinte e quatro horas

Quase joguei minha vida inteira fora

Não não não não Viver é uma dádiva fatal

No fim das contas ninguém sai vivo daqui

Mas vamos com calma!

Só por hoje eu não quero mais chorar

Só por hoje eu não vou me destruir

Posso até ficar triste se eu quiser

É só por hoje, ao menos isso eu aprendi..."

 

Ontem, a Aline deixou a letra dessa música no comentário do meu post. E eu quis reproduzir aqui para dar um pouco mais a idéia de como estou HJ. Só sabe quem passa... é uma frase batida, mas é verdadeira toda. Quando perdi minha mãe, dizia isso igual um papagaio. E sei que nunca uma dor vai se assemelhar àquela da partida dela. E é porque, de uma forma ou de outra, eu também sabia que ela não ficaria por aqui muito tempo mais. Mas ainda assim... quando ela subiu, eu me desesperei e pensai que não suportaria. Cheguei até a me perguntar se eu conseguiria viver sem ela comigo, ao meu lado, presente na minha vida... Sobrevivi. E Deus sabe o que teve que operar em mim para que eu me fortalecesse ainda mais e encarasse a vida de outro modo depois dessa experiência.

Já fui traída pelo namorado com quem estava há 11 anos. E o pior... a pessoa com a qual ele me traiu era minha amiga. Ele casou com ela e tem um filho. Essa dor é incomparável também. Mas, quer saber? Hj, agradeço isso ter acontecido comigo. Engrossei o coro, sabe? Sou mais feliz sem aquilo que quase seria um casamento.

Ter "perdido" essa relação de quatro anos e meio me trouxe muito sofrimento, sim. Mas não é algo que eu deva botar uma pedra e esquecer. Só sabe quem passa... Se falo em "curtir a dor" é até como forma de trabalhar a melhor forma de cura. E esse é um processo pessoal e intransferível. As opiniões, a força que vem de todos os lados (OBRIGADÍSSIMA!) e o desejo de que tudo passe logo é bom. Mas não é ruim pensar e repensar em tudo. Isso não me causa mais sofrimento. Hj, entendo e tenho consciência que foi melhor pros dois (eu e ele). Só não posso é me iludir e dizer aos sete ventos (sem ser verdade...) que eu não o amo mais, que não o desejo e que não penso nele. Não sou hipócrita com ninguém. Vou ser logo comigo?

Eu tenho claro em mim que não daríamos mais certo juntos. Namorados, casados, ou seja lá o quê. Por isso mesmo é que não faço esforço nenhum para resgatar o que passou. É passado. Não volta igual, nem com a gota! E nem de fantasiar um futuro, que não é real nem pra mim e nem pra ele. Nós sabemos que poderemos ser mais felizes como amigo. No futuro. Porque agora... o que cada um tem que fazer é cuidar da própria vida, encontrar as respostas para as próprias perguntas e buscar um jeito melhor de viver.



Escrito por Anucha às 02h16

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"É MELHOR SER ALEGRE QUE SER TRISTE. A ALEGRIA É A MELHOR COISA QUE EXISTE. É ASSIM COMO UMA LUZ NO CORAÇÃO..." O poetinha é que tinha razão. Acabei de ouvir essa música e penso que ela traduz toda a minha vontade de continuar sorrindo (e muito) pra vida para ser retribuída com muita luz!

Tchau. Vou já entrar no ar com o Tudo à Tarde. Bjs e meu carinho pra todo ser vivente que entra aqui.



Escrito por Anucha às 15h09

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Angústia, melancolia, baixo astral...

Não preciso mesmo fingir ser mulher maravilha mesmo... A Vivi tem razão. Sofri uma dor lá atrás. Me fechei em copas para sofrer sozinha. O meu quarto foi o meu refúgio. Mas eu tive que "engolir o choro", igual criança, para poder botar meus projetos em andamento. Não me dei tempo de esgotar toda a dor. Apesar de ter entendido que tudo o que aconteceu foi o melhor para mim também.

Mas sabe aquilo de chorar o choro bem chorado??? Soluços, nariz escorrendo, dor na têmpora, olhos esbugalhados, rouquidão depois??? Pois é. Não me dei essa chance. E agora sinto falta. Talvez por causa das quatro horas a que me referi no post de ontem. Pensar faz bem. Ou faz mal, algumas vezes. No meu caso, as quatro horas de repensar o que passou e pensar o que virá serviram para eu entender que o que vale mesmo é viver o presente. Não quero remoer o passado, nem criar expectativas futuras. Quero sentir o gosto do hoje à flor da pele, sabe? Viver o que tiver que viver AGORA, JÁ! Sem medo de ser feliz. Sem receio de quebrar a cara. Sem dúvida de que posso me arriscar e ficar ainda melhor do que estou hoje.

Banho de auto-estima! Passei na farmácia e vi que emagreci mais um quilo. Não falo mais... perdi mais um quilo... isso pode me dar a sensação de que preciso achar o que perdi. Não quero mesmo encontrar esses que foram embora. Estou com 66,5 kg. Há seis anos, eu pesava isso. Quero chegar aos 62 kg. Tá mais perto do que longe, né? Na volta das férias, vou fazer personal na academia. Já tá tudo certo!

Acabei de chegar do Detroit. Fui com o Marquinho encontrar a Paula, o Sandro, o Beto e o Bebeto. Noite agradável. Papo idem. Pra chegar em casa e concluir que a vida é mesmo muito bacana. A gente só tem que procurar ter por perto gente que goste da gente e faça o bem da gente. Tenho dito!



Escrito por Anucha às 23h30

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Da tarde pra noite

O que pode acontecer em quatro horas? A chuva pode se preparar para cair... e não chover. O sol vai embora sem deixar pista de onde se meteu. Os pássaros páram de cantar e só retornam no final da manhã. Uma linda tela pode ser pintada com figuras abstratas, que tratam da alma. Um casal pode passar o tempo todo se curtindo, se beijando, conversando potoca, amando. Uma mulher pode parir, depois de incansáveis horas em trabalho de parto. Uma criança pode ficar esse tempo todo fazendo castelos de areia e não cansar. Um adolescente fica essas e horas e muitas mais numa lan house. Ah... é tanta coisa para se fazer em quatro horas...

Eu fiquei pensando na minha vida, nas minhas escolhas, nas minhas vontades, nas minhas novas percepções da minha vida, nos acertos que preciso fazer aqui dentro ainda. Fiz conjecturas, tracei estratégias, planejei acontecimentos, persuadi a mim a respeito de novidades, tentei persuadir mais gente sobre novidades também...

Mas é uma viagem perigosa essa. A gente se sente meio Deus, imaginando-se cheio de poder, de domínio sobre si mesmo, sabe? Não fui totalmente feliz nessas quatro horas. Digo que fui feliz pela metade. Amei minhas lembranças, fiz elas perdurarem, imaginei que elas poderiam se repetir sem dor maior pra mim. Mas fui convencida de que elas podem ser mais ruins do que boas. Não as lembranças... a lembrança das lembranças. (Tá dando pra me entender?!)

Eu estava feliz nesses dias pra trás, né? Alegre, pra cima, estimulada... Pois hoje não estou mais. Desci na gangorra de novo. E qual o problema em admitir isso? De novo aquela história que já disse lá atrás... Sou maior, vacinada, pago as minhas contas e não devo nada a ninguém. Se resolvi escrever um blog, assumo todos os meus pensamentos e o que deixo aqui é para ser relido por mim e conhecido por quem quer que pinte por aqui. E que me dá muito prazer, claro!

Vou ficar por aqui. Porque já bastam as quatro horas em que estive fora de mim, dentro de um mundo de fábula, de ilusão, de inconsciência, talvez. Mas que não me arrependo de nada, nada mesmo que penso, falo e sinto... ah, não me arrependo mesmo! Tá dito!



Escrito por Anucha às 22h29

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Meu astral

Fui à Mexicaníssima. Pense numa festa massa! A Dona Zefa, de Fortaleza, é muito bacana memso. Astral toda! Animou a festa, a turma, a mim. Eu dancei pra caramba. Abri as asas e soltei todas as feras. Legal mesmo. Eu e Stelma estamos virando uma dupla do barulho. Adoro essa doidinha, que eu só chamava de cunhada e agora é uma figura que tem me feito um bem enorme. Me ajudado a rir, descontrair, me divertir.

Hoje, fui buscar a revista Bossa Chic na Halley. Emoção total. Fui depois pra a feijoada do Rio Poty e depois pra feijoada do Riva. A minha agenda anda cheia ultimamente. (rsrsrs)

Final da tarde, chopinho com Stelma e Lícia no The Shopping. Batemos papo, sorrimos adoidado e, logo depois, chegou o Marquinho, a Mel e Reginaldo. Foi risadaria geral. Tudo o que eu estava precisando. sai bebinha de lá. peguei filme na locadora e tô aqui dando tempo pra começar a sessão cinema em casa. Eu comigo mesma. Mas vai ser massa. Tenho adorado a minha companhia. Me sinto meio Ritinha Prado,sabe? Sem melancolia, assistir filme sozinha é um programa legal. 

Talvez alguém ligue convidando pra sair. talvez eu já esteja dormindo. Talvez não. Talvez nem queira me levantar da cama. Talvez esteja doida pra sair e zoar. Sei lá.

Ontem, vi a Ritinha na Mexicaníssima. Ela num tava feliz. Fiquei triste de ver uma figura tão bacana sem brilhar. Ela é uma figura legal demais pra não estar brilhando. Hoje, encontrei a prima dela, Debinha Prado, que acessa o meu blog de vez em quando. Trocamos uns plás e combinamos de nos encontrarmos no Cabaré do Marquim. (Internet é realmente um mundo muito louco, né?)

Já chega por hj. Tô zonza do chopp. Até amanhã ou depois... Ah, e compre o jornal Meio Norte do domingo. Tem revista Bossa Chic. Linda de viver! 

 



Escrito por Anucha às 22h41

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VIAGEM INSÓLITA

Tenho que admitir. Às vezes, a gente faz coisas, diz coisas que não parecem nada com a gente... (pausa: tô ouvindo um cd chamado MIX, gravado pela Margô, uma figura bem bacana que eu tive o prazer de conhecer. E estou ouvindo nada menos que "quero acordar de manhã do seu lado e aturar qualquer babado, e ficar apaixonado, no teu seio aconchegado...")

Mas, voltando a questão lá de cima... pois bem, eu tive esse acesso hoje. Disse coisas e fiz coisas que não me imaginei fazendo ou dizendo. Parecia personagem de filme ou mesmo aquelas mulheres que contam as suas histórias estapafúrdias nas marie claires da vida. Me assustei comigo mesmo. Mas não refreei qualquer impulso de fazer o que eu tava afim. Ou o que eu acredito ser legal pra mim. Se vou quebrar a cara ou não... isso é outra história. Isso eu vou ver lá na frente. Estou feliz. E isso é que é estimulante, energizante, que faz a vida valer a pena. Arriscar sempre. É o meu lema. Sou impulsiva, intempestiva, irracional e indecente (algumas raríssimas vezes... o que me confere um charme todo especial, claro!)

Estou me desconhecendo, sim. Mas isso é legal. Porque a gente descobre um novo eu, uma pessoa renovada, reciclada, sei lá. Diferente da careta, que, muitas vezes, me considero. O legal é ser natural, ser descolada, ser exploradora de mim mesma. Estou me experimentando e acho que essa viagem em busca de mim, dentro de mim será a melhor de toda a minha vida. Encontrarei um tesouro escondido e inexplorado. E que só pertence a mim o mapa da mina.

Falei merda demais, né?  É que acabo de chegar de uma happy hour com Margô, Drica, Yáscara, Cacha, paulo Fernando e Jean lá no Viena. Skol Beats até a tampa. E tô indo pro show da Dona Zefa na Mexicaníssima. Imagina aí como a noite vai terminar. ALTO ASTRAL TOTAL.

EU MEREÇO!



Escrito por Anucha às 22h16

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Relato do dia

Hoje é dia de Cabaré do Marquim, casa do meu amigo Marquinho do Sushi. Vou pra lá mais cedo. Quero conversar com ele sobre algumas coisitas que estão povoando minha cabeça desde ontem. Ele tem sido meu fiel escudeiro, meu companheiro de todas as horas e meu confidente preferencial. Só a ele tenho confessado sentimentos que teimo em esconder e admitido vontades que preciso engolir.

Hoje passei o dia pensativa, elocubrando idéias, desvendando mistérios, negociando sentimentos. Às vezes, uma atitude, um encontro, um diálogo podem mudar o rumo natural das coisas, da vida, do destino. Às vezes, eles servem para mostrar que as coisas devem continuar como estão. Às vezes, servem para aproximar ou afastar de vez.

Tem um ponto de interrogação enorme na minha cabeça...

Hoje é dia mundial do samba. Então, deixo vocês com um sambinha bonitinho dos Los Hermanos, do cd Ventura, "SAMBA A DOIS"

"Não, eu não sambo mais em vão./ O meu samba tem cordão./ O meu bloco tem sem ter e ainda assim./ Sambo bem a dois por mim./ Sambo só, mas sambo sim./ Sambo por gostar de alguém./ Gostar de... / Me lavra a alma, me leva embora./ Deixa haver samba no peito de quem chora./ Quem se atreve a me dizer do que é feito o samba?.../ Me laça a alma, me leva agora./ Já que um bom samba não tem lugar, nem hora..."

 



Escrito por Anucha às 19h32

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"Que não é o que não pode ser que
Não é o que não pode
Ser que não é
O que não pode ser que não
É o que não
Pode ser
Que não
É

O que não pode ser que
Não é o que não pode ser
Que não é o que
O que ?
O que ?
O que ?
O que ?

Que não é o que não pode ser
Que não é o que não pode ser
Que não é o que não pode ser
que não é"

Não tenho muito o que dizer hj não. Tô contemplativa, abstraída de muito ao meu redor. Acho que estou em fase gangorra... uma hora por riba, outra por baixo! A vida é assim! Obrigada pelo carinho de vcs. É especial demais saber que tem gente que torce pela gente!



Escrito por Anucha às 03h03

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Caquinhos...

Hoje, eu tava no escritório do Áureo Jr, fechando mais uns detalhes da revista, quando a gente ouviu uma música, que eu adorava na minha adolescência. Cantamos juntos, meio que cúmplices, meio que entendendo o que cada frase cabia em cada um de nós.

Como hoje foi um dia nebuloso pra mim... Muito trabalho, cabeça a mil por hora, coração meio que sangrando... Não vou escrever nada além de um excerto da música "Pedacinhos", do Guilherme Arantes:

"Pra que ficar juntando os pedacinhos
do amor que se acabou
nada vai colar...
nada vai trazer de volta a beleza cristalina do começo
e os remendos pegam mal
logo vão quebrar...
afinal, a gente sofre de teimoso
quando esquece o que é prazer..."

O tempo é remédio pra tudo. É disso que eu não posso me esquecer!

 

 



Escrito por Anucha às 00h09

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