SOBRE MIM


Leonina de 34 anos bem vividos. Nasci em Salvador, mas amo Teresina. Cidade onde moro e quero viver os meus dias bem felizes. Uma mistura de Pollyana com Peter Pan. Vivo em "Busca da Terra do Nunca" achando que tudo acontece para o meu bem. Faço aqui minha catarse e minha terapia. Tenho me refeito a cada dia com minhas próprias reflexões. Sou uma criatura alegre e feliz. Meu maior sonho: SER MÃE!




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"Entrego
Confio
Aceito
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(Hermógenes)




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Se eu tivesse mais alma para dar, eu daria. Isso para mim é viver!





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Descanso, trabalho e vitória!

Fui ficar com a Carina e a Clarice enquanto o Flávio, a Lyse e a Marina foram almoçar. Depois da mamada, a Clarice agarrou no sono e eu e a Florzinha ficamos botando a conversa em dia. A carina é muito sensata sempre. E conversar com ela é, cada vez mais, me convencer de que o melhor ainda está por vir. Ela tem muito carinho por mim e me quer feliz. Por isso mesmo é que dou muito crédito ao que ela me diz. Ontem, um fato novo me fez olhar sob outro prisma para essa história toda que eu estou vivendo. Provavelmente, eu estivesse esperando (inconscientemente) algo assim para de fato me posicionar firme e forte no sentido de ir tirando de mim o que já não é importante. Eliminando aos poucos toda dor e qualquer questionamento sobre o desfecho, onde não cabe mais a possibilidade de volta.

À tarde, fui entrevistar para a TV Meio Norte o prefeito eleito da minha cidade. O Dr. Sílvio Mendes, com quem eu trabalhei e a quem respeito muito, ganhou a eleição. Graças a Deus! Agora, vou assistir uns dois filmes que peguei na locadora e tentar dormir. A noite de ontem foi meio turbulenta, insônia, pensamentos ruins... Mas noites assim vão ficar cada dia menos frequentes. Eu acredito e vou lutar por isso.



Escrito por Anucha às 21h30

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Só pra deixar um rastro....

Hj, fui bater ponto na casa do Flávio e da Carina de novo. Pra ver a Lilice, claro! Botei ela pra nanar, ajudei a tia Lyse a limpar cocô, botei a roupinha pra ela dormir... xiiiiii... fiz tudo o que aprendi cuidando de pelo menos uns oito primos. Especialmente a minha prima-sobrinha-afilhada Dedila. A Clarice tá me fazendo sentir saudade do tempo em que a Dedila apareceu na minha vida. Tempo feliz! Quero que isso se repita agora.

Se a Carina e o Flávio não enjoarem, vou estar lá sempre. Tô em casa em plena sexta à noite. A Guinha (minha secretária e ama) saiu pra tomar uma no bar. A Cacha (minha irmã) tá com umas amigas. E eu tô em minha feliz companhia. Tô descobrindo que isso é possível e muito proveitoso. Não tenho me aterrorizado com a perspectiva de ficar assim por algum tempo.

Acabei de ver o último debate antes das eleições. Sílvio versus Adalgisa. Fiquei passada com a colocação da adalgisa sobre a filha "especial" do sílvio. Isso pegou mal. Muito mal. E é nas urnas que o povo se defende! E viva a democracia!



Escrito por Anucha às 00h27

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O que vc faria...

...se vc soubesse que só tem dois meses de vida? A personagem do filme "Minha vida sem mim" soube direitinho como viver dando importância ao que realmente tem importância. Acabei de ver esse filme e tinha que dividir aqui com vcs. A beleza, a ternura, o encanto do diretor ao tratar de um assunto tão delicidado.

Ann, a protagonista, tem um marido carinhoso e duas filhas lindas, e procura listar o que precisa fazer antes de deixá-los. A minha irmã choramingou o filme inteiro. Eu estive mais forte. Estava mais a fim de "entender" o que poderia realmente aprender com aquela história. E aprendi um bocado.

Ontem, no início do meu programa mandei um beijinho para a Clarice, a mana e os pais dela. (Clarice é a minha mais nova sobrinha!). Aí, comecei a mostrar as fotos que eu havia feito ontem de madrugada. Meu subconsciente viajou e sem ver, nem pra quê eu me emocionei. A voz ficou embargada e eu tive que respirar fundo para continuar...

Me toquei que é justamente no momento de uma perda, de uma morte em mim... que nasce uma vida, uma esperança de felicidade, uma semente de alegria, que me inspira a buscar a minha própria felicidade. Dentro de mim e em quem mais ela puder ser compartilhada!

O QUE REALMENTE IMPORTA NESSA VIDA É ENTENDER COMO É INCRÍVEL A FORÇA QUE AS COISAS TÊM QUANDO ELAS PRECISAM ACONTECER!

 



Escrito por Anucha às 00h48

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Ela chegou para preeencher minhas horas

Pouco tempo depois das 11 da noite de ontem, a Clarice deu o ar da graça. Pra quem não lembra do que já leu aqui no blog, Clarice é a filhota tão esperada dos meus amigos Carina e Flávio Nogueira. O parto foi normal e tudo correu superbem. Fui visitá-la na maternidade e a vi mamando bem muitão. Benza Deus! Ainda não dá pra saber com quem parece. Mas já deu pra ver que ela tem uma boquinha linda e duas covinhas nas bochechas fofíssimas.

Fiz um monte de fotos dela. E, claro, colocarei em sequência nos próximos dias no meu fotoblog www.anuchamelo.fotoblog.uol.com.br. Tô morrendo de sono. Amanhã, contarei mais sobre essa nova vida que veio encher a vida da gente de alegria. Olhaí... arranjei mais um excelente motivo pra ocupar meu tempo, minha cabeça e o meu coração! (rs)



Escrito por Anucha às 01h24

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(Bem feito!) Outro tapa para eu acordar...

Uma pessoinha que mora no meu coração escreveu um mail pra mim e, quer saber, falou e disse:

“Respeito o que vc viveu com o Hermano, mas é muito espaço que está reservando p ele. Já não basta ele estar ocupando seu coração? Não basta vc saber que ele vai ficar ai por um bom tempo? Sei q esta tentando falar mais para desgastar mais rápido, para esgotar... Mas vc já pensou q essa tb pode ser uma ótima maneira de não esquecer, de deixa-lo na sua vida, de se enganar pensando q ele vai estar sempre por perto, nem q seja nas palavras do seu post...?”

Tá certa! O meu blog virou muro de lamentações sobre o fim do meu namoro com o Hermano. Tudo girava em torno das emoções e situações que se relacionam a ele. Mas não é para ser assim, né? Claro que vou precisar desabafar aqui sobre um ponto aqui, outro ali... mas esse relato diário, freqüente, intermitente só me faz levar o meu pensamento até ele. E isso não é cura... é prolongamento da dor.

Confesso que um papo no msn com o Bill ontem à noite me enfraqueceu. Me sugestionou a ter os sonhos da noite passada. Todos com o Nano. Hoje, o tempo amanheceu sombrio, nublado, frio e uma angústia profunda tomou conta da minha alma. Uma saudade doída. Tenho que admitir: deprimi!

Mas isso vai passar. Eu sei que vai. Vou esperar a saudade serenar, a angústia sumir do mapa e o tempo realizar as suas obras milagrosas. A Bossa Chic está me consumindo tempo e trabalho. A expectativa da viagem para Salvador me estimula a fazer as coisas acontecerem mais rápido ainda. Quem sabe, no próximo ano, eu não terei relatos mais interessantes do meu dia, né?!

Me aguardem!

 

 



Escrito por Anucha às 18h29

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Nada de lágrimas...

Cês não vão acreditar o que eu fiz hoje... Fui no relojoeiro pegar o relógio que eu dei ao Nano há mais ou menos um ano e que estava sem bateria na caixa onde ele guarda as cartas que eu escrevi pra ele nesse tempo todo. (E que ainda está comigo...)

Mandei consertar, sim. Nada demais. Só queria devolver funcionando. E devo faze-lo por esses dias. Isso mesmo. Estou me programando (tipo como se faz com um computador, sabe?) para ligar pra ele e marcar da gente se vê, conversar, trocar idéias, saber um do outro e eu devolver o que ainda resta dele aqui em casa. Ainda hoje eu encontro coisa... mas também... foi uma vida que a gente viveu junto por aqui!

Essa expectativa me dá frio na barriga, claro. Mas não me angustia, juro! Pensei até em como vou falar com ele ao telefone: “Ei, Nano, tudo bem? Ó, num encana não. Tô ligando só pra ver se a gente podia se ver. Nada daquele clima de chororó, de baixo-astral... quero ver se a gente pode começar a bater papo como amigo...”

Será que ele vai achar muito estranho? Já que há duas semanas nós terminamos o namoro e eu estava indócil? Será que ele vai pensar que é uma armação minha, que eu estaria fingindo só pra vê-lo?

De verdade! Não passa pela minha cabeça agir assim. Tenho me sentido forte, curando bem as feridas, engolindo a saudade, superando a ausência daquele que eu amo...

Hoje, disse a um amigo que não quero mais derramar lágrimas pelo amor perdido. Posso até chorar lembrando das coisas boas que vivemos juntos... mas não tenho o direito de me lamentar porque o Nano decidiu que tinha mais o que fazer. E ele deve ter mesmo. Só tem 23 anos. E muita vida pra viver... Preciso desejar boa sorte a ele. De coração!



Escrito por Anucha às 21h56

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Dois dias depois de sábado

(sobrevivi depois de saber que o Hermano está feliz sem mim!)

Me vi hoje conversando sem parar na casa da Carina e do Flávio sobre a minha festa (daqui a um mês, meu Deus!), sobre o nascimento da Clarice (que deve ser até sexta próxima!) e sem falar do meu assunto preferido dos últimos 15 dias: Hermano.

Na verdade, foi a Carina que puxou o assunto. Perguntou se eu tava bem. Respondi que sim. E não estava dizendo da boca pra fora. O Flávio me disse que esteve com o Hermano. E disse que o achou bem, leve, tranqüilo e feliz. Precisa dizer mais alguma coisa. Ele está noutra. Noutro mundo. Noutra sintonia. Noutra perspectiva. Noutro momento.

Sabe o quê? Tenho é que ficar feliz por ele. Não acho que estava sendo peso nenhum pra ele. Mas acho que se ele está melhor sem mim, que ele continue bem. Porque eu também vou acabar achando isso. E, pelo o andar da minha carruagem, não acho que isso vá demorar mais muito não.

Amanhã, são quinze dias de separação. Uma separação definitiva e sem volta. Hoje, vejo com clareza a total impossibilidade de um retorno. E isso não me dói tanto quanto me doía na semana passada, por exemplo. Vejo com mais responsabilidade comigo mesma até.

Quero voltar a me encontrar muitas outras vezes com o Nano. Não agora. Quero o meu tempo também. “Para todo mal, a cura...” Como bem lembrou a Juliana no meu post de ontem. Mas acredito na gente se vendo, se encontrando para um sorvete no Pura Fruta como bons amigos. Amo de verdade o Hermano para imaginar que esse amor não possa ser transformado em afeto, amizade, querer bem.

Pra fechar, gostaria de recomendar um filme que vi no domingo. “meu nome é Rádio”. Uma emocionante história de um “treinador” de futebol americano muito, muito especial. A vida vale a pena... isso é fato!

 



Escrito por Anucha às 00h09

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Caranga, gargalhadas, bem estar
Foi assim o meu dia. Eu, Marquinho, Maria, Amaro, Cristina, Lis, Lícia e Hélio fomos comer carangueijo. Boa pedida. Melhor a companhia. Não chorei feito boboca, nem quando a Lidchinha puxou o assunto que tem me tirado o sono, a fome, o sossego nos últimos dias. Foi ótimo conversar com ela. Como sempre. Ás vezes, me esqueço o quanto é bom conversar e ouvir a opinião de quem conhece a gente há 19 anos, sabe como a gente funciona, como a gente sente e como a gente vai superar as situações. A gente esquece. Os amigos, não.
Amigos! É disso o que eu preciso. Se os tenho, preciso buscar. Nada de ficar todo o tempo atolada no meu quarto. O meu quarto tem sido um bom conselheiro, por incrível que pareça. Mas preciso de outro astral de vez em quando.
Fomos pra casa das Botelho depois do caranga. Varandinha, conversinha, musiquinha... até que... o pensamento voou pra longe e eu entendi que não poderia mais ficar ali. Minha casa me chamava, minha cama me esperava e meu sossego me tentava. Voltar pra casa tem sido bom, sabia? Estar só é uma boa. Tenho descoberto isso. Mesmo resistindo a ausência do Nano. Mas essa ausência presente não vai ser pra sempre. Vou saber esquecer o amor. Vou saber transformá-lo em afeto puro e simples. Vou fazer isso por mim. A Lícia me mandou uma mensagem agora há pouco pelo cel... "SEJA SEMPRE MAIS VOCÊ!"
Sempre admirei isso nela. Talvez esteja na hora de imitar quem se admira!


Escrito por Anucha às 22h34

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Vapt-vupt

Hojé vou ser bem econômica. Passei a tarde organizando os convites da Bossa Chic. E ocupando a cabeça, claro! Na boa companhia da minha irmã. No finalzinho da tarde, a Moema teve aqui em casa. Moema é irmã do Hermano. Desde que nós terminamos, ela me liga pra vir aqui, preu sair com ela... mas eu sempre evitava. Hoje, quis vê-la.

Falei de como estava, falei das minhas dúvidas e da minha vontade de saber REALMENTE como ele está. Ela foi direta: "Ele tá bem. Fazendo força pra mostrar que tá bem, saindo sempre e buscando a vida dele."

Me deu muita força pra sair dessa. Procurar ficar forte. E ver que a vida ainda tem muito a me mostrar e oferecer... Quando ela saiu... me deu um estalo. Sai pra devolver o filme na locadora (por sinal, muito legal. Assitam "Alguém tem que ceder"!) e liguei pro Marquinho, Lícia, Saulo, Amaro, Tunino e Yo convidando pra gente comer carangueijo amanhã. Foi uma forma de deixar tudo programado pra amanhã eu não voltar atrás...

Agora, vou me montar. Quer dizer, vou me arrumar pra ir à festa do Rivanildo. Tomara que eu consiga tomar umas duas taças de Chandon pra me animar e dançar o show da Elza Soares. Ah, ontem falei com ela ao telefone, ao vivo, durante o meu programa. Ela é o maior astral E finalizou me dando os parabéns pelo meu nome. Quer saber? Adoro o meu nome. Não seria a mesma se não fosse ANUCHA! (Com exclamação e tudo...)

Tô indo, viu? Mas antes quero agradecer DE VERDADE todos os comentários positivos que muita gente que eu conheço e até que não conheço tem feito por aqui. Valeu, viu, gente?! Como bem disse a Cínthia Lages... formei uma verdadeira "corrente do bem" ao meu redor. Sou uma pessoa feliz! Sou do bem e o bem é o que mereço!  

 

 

 



Escrito por Anucha às 21h14

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Quase capítulo final...

Por que estou dizendo isso? Porque pensei hoje que não deve ser muito legal eu ficar aqui expondo minhas dores desse jeito. Um monte de gente que entra aqui, e não deixa comentário, está usando minhas dores para sorrir de mim, falar de mim, zombar de mim.

Vou procurar ser mais econômica nos detalhes. Talvez, falar por cima das coisas que me acontecem, dos sentimentos e pensamentos... de forma mais amena, sem jogar tintas!

Hoje, soube do Hermano mais forte. Decidido. Certo de que fez a coisa certa. Preocupado comigo, mas muito firme nas escolhas, que já vinha amadurecendo há algum tempo.

Sabe aquela história de “tapa na cara”, necessários pra gente acordar? Pois acho que foi mais um na minha caminhada para a cura. Não vou mentir que gostaria que ele me ligasse pra saber de mim. Ele tomando a iniciativa de um contato afetuoso, delicado, cuidadoso... mas, tudo bem, ele não quer contato. E eu tenho que entender. Claro!

Fiquei em casa mais uma sexta à noite. Sem graça pra fazer graça pra ninguém. Até queria estar com a Carina e a Lyse, mas só se fosse aqui em casa, na casa delas. No mundo, não.

Hj, vou ver um filminho aqui em casa mesmo. Sozinha. Tenho um montão de coisas pra fazer amanhã cedo... da festa Bossa Chic. Continuo sem vontade de comer. Sem apetite. Nem sorvete de flocos, que eu amo, está me apetecendo. É mole?!

 

Ouvi de uma amiga ainda há pouco: “Se ele não está mais contigo, é porque não estava integralmente na relação. E você merece alguém que esteja com você de cabeça!”

Vou procurar me lembrar disso quando o baixo astral inventar de pintar de novo...

Escrito por Anucha às 23h12

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Não dá pra viver assim

"O segredo é não correr atrás das borboletas...É cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas você não vai achar quem estava procurando, mas quem estava procurando por você." - Mário Quintana
Uma linda menina loira de olhos azuis e sorriso encantador colocou isso no meu post de ontem. Mal sabe ela que tocou fundo o meu coração. Tenho mesmo que esquecer uma certa borboleta que voou e tratar de ir abrindo caminhos para um novo amor chegar. Parece piada. Eu falando isso... Na verdade, é uma fantasia. Queria eu estar assim convicta de que é isso o que vai acontecer e logo. Mas não é verdade. Tenho uma dor para curtir e vou fazer isso até sarar. Estou sofrendo de amor e isso não é vergonha pra ninguém que ama na real.
Hoje não foi um dia muito fácil. Trabalho para desopilar as idéias derrotistas é sempre bom. E isso eu tenho tido de sobra, graças a Deus. Mas hoje a Patrícia Mellody foi ao programa para uma entrevista. Ela faria um show no Theatro à noite e foi convidar o público, os fãs, categoria na qual me incluo, com o maior orgulho. Aí ela cantou duas ou três musiquinhas dela, que falam de amor. Advinha o que aconteceu? Chorei, aliás, choramos... eu e ela. No final, conversamos um pouco e tive uma certa inveja da Patrícia, que está visivelmente mais madura, talvez, mais sofrida e mais corajosa.
De noite, fui com a Paulinha assistir ao show. Bacana ver aquela pequena mulher virando um gigante no palco. As músicas todas dela. As letras todas para emocionar. O show todo para me tocar... De lá, a Paulinha, que é namorada do irmão do Hermano, pediu pra eu deixá-la onde a banda dos meninos estava tocando. Pensa aí como foi deixar a Paula na porta e "estar proibida" de entrar. Logo eu que dei tudo de mim para fazer a banda aparecer. E me honra dizer que ajudei a formar esses caras que tocam lindas canções e já têm até público cativo... A vida é assim mesmo!
Aqui, encontro lindos posts, que me jogam pra cima e fazem pensar que eu estou viva e tenho muito ainda o que aprender, sofrer e amar. Deus sabe o que está fazendo. E eu, resignada, terei que entender o que ele está querendo me dizer com essa perda. Tá na Bíblia: "Uma porta se fecha e duas ou três janelas se abrem". Vou procurar enxergar essas janelas... Enquanto isso, deixo vcs com uma linda canção dessa minha amiga cantora e compositora, que faz das tripas coração para se manter no Rio de Janeiro, criando uma filha e vivendo da arte, da música, da sua paixão.

"...Sem amor fiquei perdida, sem colchão, sem cobertor. POrque não dá pra viver assim sem amor. Sem amor a lua sempre se esconde, não tenho pra onde ir. Sem amor eu ando sem sobrenome. Cansada, sem fome, gritando sempre o seu nome. Sem amor, sem você, sem calor, sem te ter. Não dá pra viver assim. Não dá pra viver..."



Escrito por Anucha às 00h24

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Diazinho ruim esse!
Acordei de mau humor. Sonhei com o Nano e levantei sentindo falta dele. Tanta que chegava a doer. Saudade de bater um papo sobre qualquer coisa, saudade de dar um abraço, saudade dum beijo. Ah, saudade de tudo. Passei um dia chorosa, baixo astral, um saco!
Trabalhei feito doida, como quem só tem isso para apagar da cabeça as lembranças. A minha festa tá bem aí e preciso dar tudo de mim para que as coisas aconteçam e bem. Aliás, muito bem! Mas, hj, a coisa pegou. Cheguei até a visitar um possível patrocinador, mas não sei se com minha cara de derrota irei ter qualquer êxito. Tomara que ele não tenha enxergado minha alma.
Fim de tarde, ligação da Carina. A Lyse, irmã dela tá aqui. Então, me convidaram prum café. Na hora que vi a Florzinha (Carina) desabei no choro. Tava jururú. Saí jururú. Minhas amigas nem merecem que eu não fique bem para fazer festa pra elas. Mas não tô conseguindo reagir bem.
De noite, liguei pro saulo e Amaro, meus primos queridos, os convidei pra dar um rolé. Show das bandas de rock pró-Sílvio Mendes. Ótima oportunidade de ver gente, curtir uma música e receber o carinho dos primos, que são tipo irmão. Sabe o que me aconteceu? O Hermano apareceu lá. Ao me ver, soltou um "você por aqui?" e eu respondi com um sorriso amarelo. Ele me deu beijos de um lado e do outro e foi saindo de fininho.
A Mó, irmã dele, ainda ficou por ali, tentando me animar, me dando carinho. Mas parece que foi pior a emenda do que o soneto. Tentei me segurar, mas as lágrimas me traíram. Ele, próximo, conversando com o Amaro... talvez tenha percebido. Talvez não. Logo chamou a Moema pra ir embora, deu um tchuzinho de longe e sumiu na noite escura e chuvosa.
E eu? Fiquei bem mal, viu? Achei ele bem. Barba bem feitinha, rosto queimado de sol, todo arrumadinho... pronto para ser paquerado e muito. Eu, perdi a graça, que já tava difícil de segurar. Chamei os meninos e fomos embora. Antes e vir pra casa, passei na farmácia. E olha o susto: perdi exatos 5 quilos. Uma dieta sem querer... não me alimento direito, não tenho fome, perdi até meu saboroso apetite.
As pessoas têm feito um esforço pra me botar pra cima. Agradeço mesmo de coração. Mas sei, como bem disse o Ari, que vou precisar de um tempo pra mim, pra chorar, exorcizar, colocar pra fora, alugar o ombro e o ouvido dos amigos... até conseguir esgotar minha dor. Etão, meus caros, aguentem aí... Se tiverem achando ruim, dêem um tempo daqui. Em breve, estarei contando histórias mais legais da minha vida. É só por hoje.


"Tá difícil ser eu sem reclamar de tudo. Passa nuvem negra larga o dia e vê se leva o mal que me arrasou pra que não faça sofrer mais ninguém. esse amor que é raro e é preciso pra me levantar, me derrubou. Não sabe parar de crescer e doer..." (Djavan)



Escrito por Anucha às 23h10

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Visita das Dolls

A Doll Glitter e a Doll Red veio aqui pra casa depois do Tudo à Tarde. A gente bateu papo até ficar com a garganta seca. Elas foram muito carinhosas, como sempre. Me ouviram, deram opinião, força e muito dengo. Como eu sou dengosa, aproveitei, claro!

Dividi com elas o meu estado de gangorra... como dizia minha mãe: "Uma hora nós tamo por riba, outra hora nós tamo por baixo!" É assim que eu me encontro. Tô firme e forte até lembrar do sorriso dele, do jeito carinhoso de me tratar, dos beijinhos no pescoço, da mão que sabe afagar. Aí, choro, fico pensativa... uma péssima companhia.

Mas as minhas amigas sabem que isso é passageiro. Que logo logo vou estar sorrindo disso tudo. Quero conservar em minha lembrança essa linda história que chegou ao fim. Mas não vou chorar a vida inteira por alguém que me disse adeus para viver a vida longe de mim.

"Amanhã vai ser outro dia... amanhã vai ser outro dia... Você que inventou esse estado, ora, tenha a fineza de desinventar..."  (Chico Buarque)



Escrito por Anucha às 22h29

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Dia sim, outro não...

Hoje, terça, amanheci chorando. Depois que o meu subconsciente resolveu me trair e viajar pra perto dele nos meus sonhos. Acho que viveremos numa gangorra por algum tempo. Mas é bom saber que não vai ser pra sempre. Como não foi pra sempre esse amor...

Postei isso no blog de uma amiga. E senti que precisava dividir isso aqui também. Ontem, fui repreendida por uma tia querida por estar me desnudando aqui. Ela teme pela publicidade que pode surgir do que digo aqui. Mas o que digo aqui não é segredo. Se fosse, não diria. Ficava pra mim. Sou límpida, verdadeira e direta. Sempre fui... Agradeci o cuidado dela. Mas não penso em mudar minha conduta. Não peço aplausos, nem tapinhas nas costas. Só um ombro, um colo, um afago. E isso, graças a Deus, tenho tido de sobra.



Escrito por Anucha às 11h40

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Bem vindo

Bem vindo

Hoje, recebi uma visita muito especial no meu programa na TV. Por sugestão da minha irmã, convidei o músico Renato Braz para uma entrevista. Ele fez show ontem no Theatro, dentro do Projeto Pixinguinha, para um público reduzido por pura falta de divulgação.

Conheci o Renato Braz em 96, quando a Rita da Toccatta me mostrou o primeiro CD dele. Me encantei, levei pra casa e acabei influenciando minha mãe e minha irmã. O CD não saia do aparelho de som. A gente ouvia sem parar aquela voz mansa meio Dajvan, meio Milton Nascimento.

A entrevista foi bem bate-papo mesmo. Na verdade, eu queria era ter a oportunidade de ouvir ele cantar pra mim “Anabela”, uma das músicas mais lindas que eu já ouvi na vida. Parece uma musiquinha de ninar. E ele cantou e deixou todo mundo babando no estúdio.

Mas essa história toda teve também mais um ponto positivo. Pude relembrar de uma vez em que minha mãe me chamou para ouvir direito a música Bambayuque, também do primeiro CD do Renato Braz. Que diz mais ou menos assim...

 

“Enquanto você na arquibancada, eu na geral

Enquanto eu além de tudo, você afinal

Enquanto eu paro e penso, você avança o sinal

Enquanto você carta marcada, eu canastra real

Enquanto eu lugar-comum, você especial

Enquanto eu na cozinha, você no quintal.

Você dois pra lá

E eu dois pra cá

É a dança da nossa paixão...”

 

Será que não diz muito pro que eu tô vivendo agora?

Só pra controle. Acordei com uma postura nova. Bem diferente da de ontem... ainda chorosa e insegura. A conversa com o Hermano foi meio que um tapa na cara pra eu acordar pra uma nova vida, novas possibilidades, nova história. O bom é que não restaram mágoas. Ao contrário, só gratidão mesmo. E o amor, que não morre da noite pro dia, né?! Finalizando com a Ana Carolina:

“Pra mim que tudo era saudade... agora seja lá o que for...”



Escrito por Anucha às 23h27

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Decisão importante

Acordei com a sensação de que o Nano iria entrar no meu quarto e me daria um beijo para me acordar. Fazendo uma coisa que ele dizia que adorava fazer: me ver acordando. Domingo é dia difícil. Há uns três anos, sempre passava este dia com o Hermano. Acho que não me preparei para o primeiro sem ele.

Ainda bem que o Flávio e a Carina tiveram a gentileza de me convidarem para almoçar com eles. Comidinha boa, fome zero. Mas o papo foi bom. Tão bom que começou a me fortalecer para fazer algo que estava com muita vontade de fazer.

De lá, fui visitar o Jr, um amigo querido do Nano, que ouviu me desabafo e foi categórico: “Anucha, pára de se atormentar. Se você quer procurar por ele, liga, vai conversar, dizer para ele como você está e saber como ele está também. Talvez seja bom, inclusive pra você ficar mais forte.”

Liguei e ele topou conversae. Resistiu um pouco, confesso. Mas, no final, se convenceu de que foi bom para os dois. Durante a conversa, reafirmamos a decisão, frisamos nossos objetivos bem distintos e procuramos conversar de forma amena. Ele me falou dos seus dias fugidios. E eu contei que não tenho conseguido me controlar, ficar bem. Ele se preocupou, se emocionou, mas me fez entender que a decisão mais acertada foi tomada e precisa ser levada ao fim e ao cabo.

Entendi que não posso continuar frágil nessa história. Não posso mais ficar chorando por algo que não acredito mais ter possibilidade de retorno. Disse isso a ele. Falei que precisava esquecer o amor que sentia por ele. Ou guardar no melhor lugar de mim, para recordar com alegria no futuro.

Ele tornou a frisar da necessidade de curtir a sua liberdade, a sua juventude, procurar novas experiências, conhecer mais pessoas, ficar mais maduro. E chegou a falar que só o tempo poderia nos dizer se a gente terá possibilidade de nos reencontrarmos no futuro.

Fui direta. Disse que não acredito nisso. Pelo simples fato de que não poderia aguardar que o tempo (longe de mim) o fizesse me amar. Porque ele não me ama. Me tem um querer bem sem igual. Mas não é amor. Como poderia ter qualquer centelha de esperança? Não seria justo comigo.

Terminamos nosso namoro sem rancores, sem mágoas, sem broncas. Acredito plenamente na idéia de fortalecermos nossos laços, no futuro, em torno da nossa amizade. Acho que isso será possível. Eu quero isso. Ele também.

Tenho que dizer que essa conversa de mais de duas horas foi muito boa pra mim. Não sei se foi legal pra ele. Mas devo agradecê-lo por mais essa prova de generosidade.

Nano, que bom que tive a felicidade de te conhecer, conviver contigo e te amar.

Escrito por Anucha às 00h01

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Recapitulando

Há um mês, mais ou menos, pedi ao Nano a sua caixa de cartas minhas pra ele. Eu queria, na verdade, copiar alguns textos e poesias que eu escrevi pra ele nesse tempo todo. O tempo foi passando e eu fui adiando essa história de cavucar o passado.

Depois q a gente terminou, imaginei q isso não aconteceria tão sendo. Hoje, depois de sair pra fazer hidratação no cabelo, depilação e unhas, almocei no riverside com a Cacha, fui no Bazar na Cínthia (comprei cada coisa bacana lá!), fui na casa da Tia Jack e depois na casa da Tia Inêz. E ela ainda botou pra gente ouvir "Nuvem Negra"... Chororô só!

Cheguei em casa quase seis da tarde, com dois filmes debaixo do braço. A noite vai ser longa. Há muito tempo, minhas noites de sábado são pra dormir de costela. E o meu Adão não dorme mais aqui... Aí, olhei pra caixa e disse a mim mesma: "SEJA FORTE, VÁ FAZER O QUE TEM QUE SER FEITO E ENTERRE LOGO DE VEZ ESSA HISTÓRIA!"

Lia, chorava, sorria, entendia, questionava, sofria e separava por ano. Imagina aí a quantidade de bilhetinhos, cartões, cartas e trombones (daqueles de bronca mesmo, sabe?!) contém essa caixa??? Não li tudo, mas foi como se eu recapitulasse a nossa história. Revivendo cada passo dela, contada por mim.

Aos poucos, fui tendo claro em mim que o nano agiu certo. Ele estava sofrendo uma pressão interna muito grande para buscar a si próprio. Ele estava me vendo sofrer por não conseguir ser diferente do que sou. E ele quer mais, precisa de mais, merece mais... Mais vida, mais juventude, mais alegria, mais liberdade, menos cansaço, menos compromisso, menos pegação no pé, menos cobrança, menos namorada...

Aí, fui começando a colocar dentro de mim uma certeza: NÃO TEM VOLTA. Ele não quer e eu entendo que não daria mesmo mais certo. Eu sei o que ele quer: LIBERDADE. E sei o que ele não quer: UM FICAR JUNTO SÉRIO.

Decidi uma coisa: vou me fortalecer, vou parar de chorar, vou esquecer as dores e vou querer encontrar ele de novo. No tempo que ele achar que também estará pronto para gente se rever, se falar. Nada mais que isso. Quero apenas uma conversa sem muitas emoções, mais com carinho redobrado e para preparar a gente para um futuro de amizade. Porque eu gosto muito dele para imaginar que seremos inimigos depois de toda a história linda que reli hoje nas cartas.

Claro que sei que isso não será agora. vai levar tempo. Mas eu vou lutar por isso. Dentro de mim e junto a ele. Pretendo vencer essa batalha em mim e depois vencer a batalha em nós. Não imagine aí que estou melhor, mais forte, menos chorosa. É mais um desabafo, uma carta de propósitos. Se vai vingar... nem eu mesma sei.



Escrito por Anucha às 23h06

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O ser humano não humano

Hoje, me assustei com a capacidade do ser humano de ser sórdido. Entrei aqui no blog e vi um recado de um(a) tal Doodie, que de vez em quando entra aqui só pra dizer coisas chatas, negativas e inconvenientes. Não cosumo ligar para essas coisas. Mas hj... fique pensando: Como é que alguém que vê uma pessoa de baixo astral, com um problema, cheio de inseguranças e triste tem coragem de ainda assim não deixar de ser desagradável? Essa figura, para não fazer diferente, deixou o seu post deselegante e foi embora, anonimamente, deixando o seu fel, seu amargor, seu azedume. Certa de que me atingiu...

Já li em vários blogs a dica de que não se deve responder a essas pessoas sem alma, que não tem nem coragem de assumir quem são. De tão fracas, de tão vazias, de tão dispensaveis para o bem da humanidade. Mas, Doodie, seja lá quem você for, eu tô numa pior hj, mas não vou morrer por isso. Sou uma pessoa legal, sabia? Não importa muito se sou gordinha, tenho 33 anos e tinha um namorado dez anos mais jovem. Eu posso dizer que sou alguém que faz o bem e é do bem.

Estou triste hoje, mas vc não fez com que isso se intensificasse. A minha tristeza é bem maior que sua pequeneza e dela, da minha tristeza, tenho cuidado muito bem. Com o apoio incondicional de alguns bons amigos. Coisa que, acredito, vc não deve saber bem o que significa.

Me faça um favor, pare de vir aqui. Vc não ganha nada com isso. Nem eu. Estamos quites. Vai procurar o que fazer. Aqui são bemvindas apenas as pessoas do bem. Como eu.



Escrito por Anucha às 00h34

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