SOBRE MIM


Leonina de 34 anos bem vividos. Nasci em Salvador, mas amo Teresina. Cidade onde moro e quero viver os meus dias bem felizes. Uma mistura de Pollyana com Peter Pan. Vivo em "Busca da Terra do Nunca" achando que tudo acontece para o meu bem. Faço aqui minha catarse e minha terapia. Tenho me refeito a cada dia com minhas próprias reflexões. Sou uma criatura alegre e feliz. Meu maior sonho: SER MÃE!




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"Entrego
Confio
Aceito
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(Hermógenes)




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Humores
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Se eu tivesse mais alma para dar, eu daria. Isso para mim é viver!





O QUE VIVI


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Por antecipação...

Vou contar bem rapidinho outro capítulo da minha vida. Há quase três anos, minha mãe faleceu. Um AVC tirou a vida da pessoa mais importante da minha vida. Aquela conselheira para todas as horas, a mestra para a maioria delas e a mãezona em tempo integral. Pense num baque... Agora, resta uma dor que não tem cura, uma saudade que não tem fim e a ausência presente dentro da casa todo dia, toda hora, em todo canto sempre. Eu ando muito down (meio que parafraseando o Cazuza). Mesmo com essa lua quase cheia linda que tá no céu... acho que minha noite não vai ser das mais alegres.



Escrito por Anucha às 19h27

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Quase fim de linha

Se é para desabafar, como eu fazia com o diário lá pelos meus 15 anos, então lá vai. Ontem, tive uma conversa com meu namorado e acho que estamos meio em contagem regressiva. Ele falou que está avaliando os por quês de continuar a relação, quer a liberdade dele de volta, quer estar com os amigos de sempre, quer conhecer outras pessoas... E eu, que quero uma relação estável, o desejo de gerar um filho, ter alguém para fazer cafuné e esquentar os pés de noite na cama... É estamos em sintonias distintas. Devo admitir. Preciso mesmo é ir me adaptando com a nova e possível situação. Sozinha, aberta a novas possibilidades, juntando os pedacinhos...

Escrito por Anucha às 13h18

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Quem sou eu

Essa história de blogar começou quando vi o blog de uma colega, na verdade a produtora do programa de TV que apresento. Ih, peraí! Preciso explicar quem eu sou primeiro, né? Sou jornalista, tenho quase 33 anos (faço aniversário no dia 4 agora), tenho não mais que 1,60m e mais de 70kg. Pode dizer... tô gorducha. Eu sei, tenho espelho em casa, me olho todo dia sem gostar do que vejo. Mas isso aí é papo para outro dia...

Como ia dizendo, moro num apê enorme com minha única irmã, Natacha, que é dentista. Nós somos órfãs de mãe, a Corrinha (depois falo dela!), e nosso pai mora em Salvador. Dividimos tudo em casa, até mesmo a barra de ser bem diferente uma da outra e ter o mesmo espaço para dizer que é seu! Mas a gente se ama e muito.

Trabalho na TV e no jornal de uma mesma empresa, o Sistema Meio Norte, aqui em Teresina. Apresento um programa diário de entrevistas (tipo bate-papo), o "Tudo à Tarde". Adoro fazer esse trabalho. Todo dia aprendo um pouco sobre um monte de coisa. E isso me encanta! No jornal, escrevo uma coluna aos domingos, "Tudo Mais", que trata da cultura local, dos artistas e um pouco de quem é notícia.

Adoro yoga, mas estou distante das aulas... priorizei, no momento, minhas aulas de caminhada e corrida com um personal. Em dois meses, com toda a minha indisciplina, não notei que emagreci, mas ganhei massa muscular e meu corpo está melhor definido. E, o melhor, aprendi a correr. Já agüento os 1.500m quase sem me cansar.

Tenho um namorado que acabou de completar 23 anos. Notou aí a diferença, né? O detalhe é que a gente está junto há quatro anos e quase três meses. E quando tudo começou eu repetia, como um papagaio: “Só quero beijar na boca e ser feliz”. A gente vive em altos e baixos. No momento, no maior baixo, para ser bem sincera. Mas isso também é papo para outro dia, ok?

Já deu para ter uma noção de quem sou eu...

 

 



Escrito por Anucha às 00h10

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Vento, ventania

Minha cidade está tão ventilada, que eu chego a estranhar. Parece que as transformações climáticas no mundo acabaram surtindo efeito positivo por aqui. Costumeiramente quente, Teresina está há mais de uma semana numa "ventusidade" só. Não me lembro de ter visto isso antes. Parecendo cidade de praia. Não sei mais nem o que é dormir com ventilador ou ar condicionado. No céu, nenhuma nuvenzinha de nada. Céu limpo, lindo, anil! Um bom motivo para eu deletar aquela sensação com a qual amanheci. Tenho que sorrir para esse belo dia que me felicita!

Escrito por Anucha às 12h28

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Estranha em mim...

Hoje eu acordei não me sentindo em mim. Sabe aquela sensação de que você está no planeta errado? Que é um ET e não entende nada ao seu redor? A minha mãe cantava aquela música do Chico, Roda Viva, toda vez que se sentia assim... "Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu. A gente estancou de repente ou foi o mundo então que cresceu..." É por aí. Ontem, conhecendo trilhões de blogs na net, resolvi que esse MEU espaço aqui pode e deve servir também para eu desabafar quando tiver a fim. Farei isso então e vocês que me aguentem.



Escrito por Anucha às 10h42

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Eu, metida a poeta

Alguns amigos e leitores da minha coluna Tudo Mais (Jornal Meio Norte) me sugeriram a publicação de uma poesia boba, mas cheia de sentidos para mim. A autoria é minha, com toda a timidez de admitir pela consciência de que não passa de um desabafo íntimo, pessoal e intransferível. Em todo caso, lá vai...

 

Nó que entala

Por Anucha Melo

 

Algo se partiu

Ou foi o vento que levou?

Chuva forte derramou o pranto

Já não se sabe o que sobrou.

 

Pedaço de carne ferida

Corpo dormente, doente

Chama que teima em queimar

Chamuscando o amor latente.

 

O olho não vê, só derrama

O pulso não pulsa, só reclama

O nó não desata, entala

A vida não anda, empanca.

 

O que vem depois, não se vê

Se o sol vai brilhar, só vendo

Que a vida continua, é teoria

Na prática, só o tempo é alento.

* Gente, confesso que tô achando superbacana essa idéia de blogar todo dia. Hoje, escolhi uma poesia que escrevi na semana passada. Espero que vocês gostem. Ah, queria falar também que conheci hoje alguns fundamentos da Logosofia, uma ciência que promove o estudo do indivíduo por ele mesmo. Ganhei um livro e depois comento aqui, ok? E, preciso desabafar aqui também que "conviver com as pessoas" deveria ser uma disciplina a ser estudada desde a infância. Todo dia a gente se depara com uma situação complicada e que chega a dar vontade de sumir. Mas, de acordo com o que aprendi sobre Logosofia, posso controlar isso dentro de mim. Será que vou aprender algum dia?

 



Escrito por Anucha às 17h49

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Pra começar, um texto que adoro!

Deixe aflorar toda a sua doçura!

Por Rosana Braga

 

“Às vezes, fico me perguntando porque é tão difícil ser transparente... Costumamos acreditar que ser transparente é simplesmente ser sincero, não enganar os outros. Mas ser transparente é muito mais do que isso.

É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que a gente sente... Ser transparente é desnudar a alma, é deixar cair as máscaras, baixar as armas, destruir os imensos e grossos muros que nos empenhamos tanto para levantar...

Ser transparente é permitir que toda a nossa doçura aflore, desabroche, transborde! Mas, infelizmente, quase sempre, a maioria de nós decide não correr esse risco. Preferimos a dureza da razão à leveza que exporia toda a fragilidade humana.

Preferimos o nós na garganta às lágrimas que brotam do mais profundo de nosso ser... Preferimos nos perder numa busca insana por respostas imediatas à simplesmente nos entregar e admitir que não sabemos, que temos medo!

Por mais doloroso que seja ter de construir uma máscara que nos distancia cada vez mais de quem realmente somos, preferimos assim: manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção...

E assim, vamos nos afogando mais e mais em falsas palavras, em falsas atitudes, em falsos sentimentos... Não porque sejamos pessoas mentirosas, mas apenas porque nos perdemos de nós mesmos e já não sabemos onde está nossa brandura, nosso amor mais intenso e não-contaminado...

Com o passar dos anos, um vazio frio e escuro nos faz perceber que já não sabemos dar e nem pedir o que de mais precioso temos a compartilhar... doçura, compaixão... a compreensão de que todos nós sofremos, nos sentimos sós, imensamente tristes e choramos baixinho antes de dormir, num silêncio que nos remete a uma saudade desesperada de nós mesmos... daquilo que pulsa e grita dentro de nós, mas que não temos coragem de mostrar àqueles que mais amamos!

Porque, infelizmente, aprendemos que é melhor revidar, descontar, agredir, acusar, criticar e julgar do que simplesmente dizer: “você está me machucando... pode parar, por favor?”. Porque aprendemos que dizer isso é ser fraco, é ser bobo, é ser menos do que o outro. Quando, na verdade, se agíssemos com o coração, poderíamos evitar tanta dor, tanta dor...

Sugiro que deixemos explodir toda a nossa doçura! Que consigamos não prender o choro, não conter a gargalhada, não esconder tanto o nosso medo, não desejar parecer tão invencível...

Que consigamos não tentar controlar tanto, responder tanto, competir tanto... Que consigamos docemente viver... sentir, amar... E que você seja todo coração, muito mais sentimento, inundado de um amor transparente, apesar de todo o risco que isso possa significar...

 * Depois, falo mais de mim, da minha vida, meu trabalho, meus amigos. Vez por outra, passarei por aqui!



Escrito por Anucha às 22h48

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